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5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar

E lá vamos nós falar de mais games aqui no Afonte Geek! Desta vez é uma lista de games de corrida escolhida a dedo para te fazer começar a gostar do gênero — ou então para você que ama esse tipo de game, ter boas lembranças. Bem-vindos aos 5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar.

5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar

Eu admito para vocês amiguinhos e amiguinhas que tenho um fraco. Eu amo games de corrida desde… bom pelo menos eu amava na infância. E saindo um pouco dela também, diria eu. Acabei pegando uns bons games de corrida que joguei muito e resolvi trazer alguns deles para vocês talvez relembrarem, talvez conhecerem.

Lembrando que essa lista é do meu gosto e se vocês pensarem que “faltou algum”, não posso fazer nada sobre isso. Que tal comentarem e dizerem qual curtem?

Enfim, Vamos ao post.

Top Gear

Um CLÁSSICO Br. Publicado pela KEMCO no distante ano de 1992 (começo de vida do Super Nintendo), também conhecido como Top Racer, foi um verdadeiro divisor de águas… Só para nós brasileiros. Lá fora essa primeira versão não fez tanto sucesso assim não. Sua gameplay e trilha sonoras sem igual é o que mais fazem desse game ser um clássico do gênero.

As música, as fases demoníacas dos placões, os Password — eu tinha todos eles escrito numa folha de papel branca, junto com as do Mega Man II de NES. Acho que muita gente vai dizer que é O Melhor game de corrida já feito. Sem dúvida um exagero. Mas a junção de velocidade, pistas, placas e uma trilha sonora embasbacante fica na memória para todo o sempre, amém. E se eu falar mais serão apenas adjetivos.

NOSTALGIA!

Fonte: Wikipedia [Link]

F-1 World Grand Prix I e II

Saindo um pouquinho dos jogos com gameplay menos “severa”, mas ainda assim muito difícil em algumas fases, que é o caso de Top Gear, para entrar direto no que eu gosto de chamar de “Simuladores de Corrida do Tempo da Vovó”. A primeira versão do game foi feita em 1998 e a segunda entre 98-99, o que sugere que mal terminaram o primeiro, foram para o segundo.

Ambos feitos pera Paradigm e VideoSystem e se tratando de games oficiais da Formula One Administration Limited. Não vou mentir, se tratam realmente de games com um nível um pouco acima. Você realmente tem que gostar do gênero e advirto, vai quebrar um pouco a cabeça nas primeiras vez que for guiar os lindos bólidos.

Com gráficos mais polidos e a dificuldade menos acentuada, o F1 II acredito que seja mais convidativo para iniciantes, mas ambos são games excepcionais. Eu lembro de não ter conseguido zerar o F-1 1 em outro modo que não fosse o “rookie”, enquanto no II fui um pouco mais longe. Mas de qualquer jeito, sempre se consegue destravar imagens maiores quando se completa a jornada.

Fontes: N64 Brasil [Link]/ N64Brasil [Link]

 F-Zero X

Fantástico. Só posso dizer isso. Este eu zerei em todos os modos e dificuldades possíveis. Basicamente voltamos aos games de corrida com “realidade aumentada” aonde a gameplay que tem um foco maior para a diversão do jogador. Isso não o torna mais fácil, porém.Feito pela própria BIG N no ano de 1998 F-Zero X, continuação do F-Zero de SNES é pura LOUCURA.

Loopings absurdos, velocidades estonteantes e uma quantidade absurda de outros carros para destravar durante as várias fases, F-Zero X é um deleite para os fãs de velocidade. Para ser sincero com vocês, eu nunca vi muita graça do F-Zero para Super Nintendo… mas este aqui… lembro de ficar com o coração na mão em DIVERSAS fases, tanto pelos loopings quanto pela velocidade.

Jogaço que vale muito à pena mesmo!

Fonte: N64 Brasil [Link]

Mario Kart

Aqui meio que é um combo né verdade? Sido lançado o seu primeiro no distante ano de 1992 sendo que seu último foi o aclamado Mario Kart 8. Eu pude jogar as versões de SNES e N64 e fico morrendo de vontade de experimentar o Double Dash para Game Cube.

Acho que alguns de vocês devem estar se perguntando agora, “Mas Mario Kart deveria fazer parte de uma lista de games de corrida?”. Se você for levar em conta a gameplay e que a ideia é ser o mais rápido — não importando como — então sim, ele tem de estar aqui. Aliás ele PRECISA aparecer. Se não estivesse seria um sacrilégio.

É engraçado como esse game desperta a IRA– e as disputas com amigos e namorados/as sempre rendem boas!Mario Kart sinceramente é um clássico.

Fonte: Wikipédia [Link]

Biker Mice from Mars

Muita gente deve estar se perguntando agora porque não pus games como Rock in Roll Racing (que tem uma trilha sonora maravilhosa) ou mesmo Lamborghini. Bom… primeiro porque sou um “old-gamer”. Para falar a verdade, um very old gamer. Então era de esperar nenhum Forza por aqui, certo?

Segundo que acho Rock in Roll Racing muito travado e aquele game da Lamborghini me é odioso… Sim, eu não gosto nadica de nada de GTA ou de ficar fugindo da policia. Daí já viram né? Muitos games clássicos de moto ou de carro mais “divertidos” como Cruise in USA ficaram MUITO de fora. Votei para fechar com Biker Mice from Mars que se tratava de um desenho dos anos 90 que ganhou um game, vejam só!

Com visão isométrica com uma jogabilidade sensacional. Leve, fácil de se entender, e com cada “motoqueiro” com suas próprias facilidades ou dificuldades. Sem contar que tem uma dificuldade crescente em nível acentuadíssimo — não vou mentir, se você jogar no modo Hard as últimas fases são osso duro.

Vale à pena dar aquela conhecida.

Extra: Top Gear Rally

Indo para o finalzinho e tenho certeza que muita gente aí deve estar com uma carinha, “O quê? Nem mesmo Top Gear 3000?”. Pois é… Mas citar como extra Top Gear Rally? Eu tenho um motivo forte. A verdade e que se trata de um game com gráficos muito, muito ruins, com repetições de pista a esmo; não conta com o aclamado “nitro” dos games do SNES e ainda só para piorar, vem com uma seleção pequena de carros. Só coisa boa, né verdade?

A questão é que se trata de um game épico e muito, muito pouco conhecido pelos gamers, por isso vale à pena citá-lo. Gameplay sensacional aonde você tem que escolher qual a sua melhor dirigibilidade — sem segredo. Não tem motores para trocar. Pneus para escolher ou maluquices de tintas legais.

Aqui o negócio é você, a pista os outros dezenove competidores. Para um cara como eu que não gosta de complicações a não ser “Apertar Star e Play” não podia ser melhor. Se você não conhece esse game de 1997 pare tudo e dê uma jogada. Vale à pena.

Fonte:N64 Brasil [Link]


Esses são os games do gênero que mais gosto e queria trazer para vocês conhecerem. Se vocês tiverem mais alguns aí, ou discordam/concordam de minhas opiniões não se façam de rogados e comentem. Abração!

ps: Juro que não sou um nintendista!

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Batman Ninja – Morcego em sua versão Kawai pra Carai Desu

Primeira analise que faço sobre uma animação e ainda escolhi falar de uma recente do morcegão, a Batman Ninja! É pra comemorar com uma taça de vinho e alguns amendoins. Piadas ruins à parte vamos começar esta resenha logo de uma vez.

Batman Ninja – Morcego em sua versão Kawai pra Carai Desu

Esta animação tem um traço impecável, o que me impressionou bastante, por muitas vezes fiquei admirando a sua arte. Mas nem tudo são flores. O Batman tá com um ultra queixo (*rubro) que me incomodou bastante, não consegui achar coerente e esta é uma das características mais marcante do herói, porém exageram na dose dessa vez.

Outro detalhe que desta vez me deixou em cima do muro em vez de literalmente incomodado foi a cativante Mulher Gato com sua exuberante beleza que continua intacta, só que eu não a reconheci como a Selina que estou acostumado (me refiro as HQ e animações que vi) apesar de muitos dos personagens também estarem com adaptações asiáticas, a dela pra mim foi a mais significativa e que mostrou mais mudanças.

Tem muitas referencias do Batman clássico até o atual mescladas: é claro, com cenas e acontecimentos clássicos das obras asiáticas, algumas são divertidas outras são legais mais algumas são um tanto quanto incompatíveis e acredito eu pra cativar o público nipônico ou para fãs do gênero anime.

O enredo e como um roteiro de uma HQ solo do Batman que você considera com a classificação “OK” porque tem aquela mistura de altos e baixos que o equilibra em uma nota não muito em cima da média.

Suas lutas são incríveis e o velho clichê de rivalidade do Batman com o Coringa se mantém presente apesar de ser um tanto quanto fraco nesta obra. Os demais vilões e mocinhos desempenham papeis secundários sem muito ou nenhum destaque dando um foco embaçado pra Mulher Gato e Arlequina e o principal para os eternos rivais.

Até o Gorila Grodd que deveria ter um destaque por sua natureza na trama principal é deixado de lado (ele participa mas efetivamente que os demais vilões só que se for analisar poderia ter sido melhor).

Por conta do uso destes clichês, mesclar cultura “Asian” com o que conhecemos do Batman eu posso concluir dizendo que é uma animação que vale à pena assistir se encantando com a arte mas não tendo a mesma admiração pelo enredo e desenvolvimento e se satisfazendo com a ação rendendo uma boa diversão (Formula Marvel… tô brincando) descompromissada finalizando com uma nota 6.5. Espero que tenham gostado e até a próxima.

Guerra Civil HQ – Review: Fórmula de Menos Roteiro e Mais Porrada

Aqui nosso querido e bom amigo Aldair se encheu de coragem para fazer uma review da HQ Guerra Civil… mas lembrem-se hq e não o filme. A gente sempre vê todo mundo falando bem demais dela… mas essa hq é tudo isso mesmo? É o que a gente vai descobrir no texto.

Guerra Civil HQ – Review: Fórmula de Menos Roteiro e Mais Porrada

Esse vai ser meu texto mais complicado ou será que não?! Enfim vou deixar de lenga, lenga e adiantar minha análise sobre esta “fantástica” HQ. Ah sim… com muitos spoilers. Bora lá.

Roteiro

Serei breve: o roteiro nos apresenta um ideal governamental “fascista” que admito ter me fascinado porém, a perda de controle do Capitão América para tal ideal já deu uma esfriada nos ânimos por ser deliberadamente exagerada. Mal sabia eu que essas situações aconteceriam durante toda a leitura.

Os Heróis saem na porrada como se fosse algo natural lembrando aquelas velhas rixas de guris, claro, maquiado pelo roteiro principal que foi completamente mal aproveitado ou talvez apenas pra ter um propósito que justifique a porradaria sem sentido.

A Brutalidade contida nos atos de violência são uma piada de mal gosto. Porque falo isso? Simples! Pare e pense: os vilões que aparecem são geralmente mortos pelo Justiceiro; os que atacam o Homem Aranha também são fatalizados só que são vilões medíocres e desconhecidos, traduzindo da melhor forma: são sem um mínimo de relevância, o nome disso é *laranjada (*gíria baiana).

Mortes sem Sentido nenhum

Um Hero Também acaba morrendo durante as muitas lutas que ocorrem e tem o mesmo significado dos vilões, quer dizer nenhum! Sua morte tá ali pra “encher linguiça”.

E a Arte?

O Traçado tem varias baixas dando prioridade a faces de muitos personagens (dos principais até figurantes) que chega a ser grotesco. Os Heroes ficam com um visual grosseiro e altamente bizarro, poucos se salvam. Pelo menos pra mim não agradou nem um pouco.

Mas e então, presta?

O Plot principal do roteiro é sólido e maduro, propondo um futuro grandioso durante a leitura. Só que o que é entregue na verdade é um desenvolvimento banal, medíocre e ocioso.

Poderia ser algo tão maravilhoso de teor adulto e de suprema inteligência com situações dramáticas, intenso a medida que o próprio roteiro fosse se aprofundando e renderia um clímax angustiante mas ele se resume em um Street Fighter entre Heróis com a história principal perdida bem o fundo (bem lá no fundo) e com 99% de concentração em porradaria desvairada e nonsense.

Conclusão – Mortes e Pontapés

Para concluir, há algo debatido durante o desenrolar da trama, além dos socos, pontapés e ofensas entre os “salvadores da pátria” que é o trabalho e importância dos Super Heróis para o planeta e a sociedade. Poderia ser um elogio em meio a tantas reclamações que eu estou fazendo (bem que eu queria mas não é).

Mas a “cereja do bolo” é quando se chega ao final e o Capitão se dá conta que tudo que fez foi causar mortes e destruição eu lhe afirmo que é o cumulo da ignorância e obviedade que desde as primeiras páginas estava exposto, sendo assim a HQ dá seu golpe final demonstrando que foi total perda de tempo.

Se tu gosta gosta de HQ que o foco é luta sem sentido da forma mais primitiva possível, parabéns, Guerra Civil foi feita sobre medida pra você.

Boku wa Tomodachi ga Sukunai (Haganai) – Indicação: Porque animes Harém não são apenas para Bocós

Que tal a gente falar de animes Harém? Eu sei que muitos de vocês pensam que haréns são animes para otakus virjões, mas eu gosto muito do gênero e em especial quero indicar um que fez relativo sucesso. Estou falando do meu querido Boku wa Tomodachi, também conhecido como Haganai. E ai? Será que animes harém só são bons para virjões? Vem comigo.

Boku wa Tomodachi ga Sukunai (Haganai) – Indicação: Porque animes Harém não são apenas para Bocós

Outro eu dia fiz um podcast com meus queridos amigos MagoGiva e  o PastorGi (ambos são o mesmo maluco, mas fodase) e a gente resolveu fazer um especial só de animes harém. Se você quiser ver (ou melhor, ouvir o papo muito doido) clique aqui. Por incrível que pareça nós não demos a mínima palhinha sobre Boku wa Tomodachi, vai lá Deus saber porquê.

E isso é até engraçado porque Haganai foi um dos animes harém que mais fizeram sucesso recente no Japão — junto com o meu odiado Oreimo — e sem sombra de dúvidas, pelas citações que vejo dele em hentais doujin e mesmo na cultura pop em geral, a gente meio que esqueceu de falar de um novo clássico do gênero (dá pra chamar algo novo… de clássico?).

Acreditem, este anime é um Seinen

Enfim, Boku wa se trata de uma obra Seinen, ou seja, voltada para um público mais maduro (eu o que é Seinen aqui) e isso quer dizer que apesar dele ter muita comédia e cenas de harém habituais, vamos ter conversas sérias e discussões mais profundas. Eu sei que soa estranho falar em “profundas” quando estamos falando em animes harém, mas vai na minha é um fato.

Para falar a verdade, a Primeira Temporada de Boku Wa é incrivelmente boa; realmente um dos melhores haréns já feitos. Enfim, em Haganai tu vai ver o “herói da vez” (Kodaka) ir para uma escola nova. Ele é meio loiro, daí todo mundo na escola zoa e odeia ele — geralmente japoneses não gostam das pessoas diferentes — e ele acaba conhecido como um “delinquente”. Por lá, delinquentes pintam os cabelos, vejam só.

O Clube dos Solitários

Na turma dele, ele encontra a Yozora, que era uma amiga de infância — só que o Kodaka não lembra disso… por que ele não lembra? Vejam! Ele acaba fazendo amizade com as pessoas “esquisitas” da escola, ou melhor, aqueles que não têm “amigos de verdade” — todas Mulheres, claro, afinal estamos falando de um anime harém.

Temos a própria Yozora que funda o “Clube dos Solitários”, a Sena (a niku) que é linda, super inteligente e toda gostosona, mas que não tem nenhum amigo de verdade — as meninas da sala a odeiam por ela ser “perfeita”; os rapazes só a veem como uma “mulher objeto” e/ou têm “medo” dela. Daí, ela não tem amigos.

Pouquinho de Ecchi faz bem o coração da gente

Eu nunca disse que não tinha ecchi

O trap do anime que quer deixar de ser trap (e ele guarda um mistério debaixo da saia que nos é revelado na segunda temporada), a Loli que é a freirinha (o colégio é meio que um convento, porque sim), a menina cientista (que fica maravilhosamente linda, também na 2º temporada) e por fim, a própria irmã do Herói que “pensa” que é uma Maho Shoujo (garota mágica)… porque esse assunto estava muito em voga nos animes daquela época. Que o diga Chuunibyou.

Ufaaa… Mas eu falei em questões profundas e sérias… aonde elas estão? Como deu para perceber, a maioria delas fica em volta de temas como “aceitação” e “conhecer um amigo de verdade, alguém em que se possa confiar”. Na verdade o anime fala em “crescer como pessoa”, daí vocês entendem porque ele é tão bom. E claro que ele é comédia também. A Yozora por exemplo é uma peste, e vai infernizar a vida de todo mundo — mas ela é assim, por… assistam!

Haréns existem mesmo no Japão?

E antes de eu me despedir, talvez vocês pensem que “Haréns” não existam na sociedade japonesa, certo? Para sua surpresa e para minha, eles acontecem mesmo por lá. O motivo é que as mulheres japonesas costumam escolher a dedo o “homem perfeito”, e ai elas acabem se digladiando por um, quando ele aparece. Eu sei, é bizarro, mas aqui temos coisas como futebol ser mais importante que a ciência, então não vamos falar nada.

Enfim, fiquem com essa belíssima indicação chamada Boku Wa Tomodachi. Tenho certeza que muitos e muitas de vocês vão acabar se identificando com os personagens e com os problemas que eles vivem. Além de morrerem de rir. Ah sim… deixem de preconceito com os animes haréns, temos pérolas no gênero.

Será que teremos momentos amor i love you?

Abração!

E mais ecchi pra terminar o post… porque eu quero.

Iriya no Sora, UFO no Natsu – Indicação: Um anime de Final Inesperado e Marcante

Sejam bem-vindos a mais uma indicação de anime! Desta vez vou trazer a série de ovas Iriya no Sora, UFO no Natsu para vosmecês, sempre com aquele textinho maroto sem spoiler, sem encher linguiça, só para falar um pouquinho do anime e atiçar vocês a vê-lo. Um anime com suspense, gore, várias mortes, no meio de uma guerra e com uma moça muito especial. Venham comigo pequenos padawans.

Iriya no Sora, UFO no Natsu – Indicação: Um anime de Final Inesperado e Marcante

Esse é um daqueles grandes animes com histórias realmente impressionantes, mas deveras desconhecidos pelo público em geral. Não posso negar que é sempre um prazer dar uma garimpada nessas pérolas e trazer eles aqui para vocês conhecerem.

Na verdade, é até especial para mim de algum modo poder falar de Iriya no Sora. Lembro de ter tido diversas emoções enquanto o via, em especial por 2 motivos: a heroína do anime (que é A Heroína de fato) e o seu final.

O encontro Inesperado

Iriya no Sora, UFO no Natsu se trata de uma série de 6 OVAS apenas, e conta a história carregada de suspense, do Naoyuki, ao encontrar a misteriosa Iriya. Um belo dia de verão, ele resolve pular os muros do colégio para nadar na piscina sem ninguém por perto.

De um modo estranho, lá estava uma bela menina de longos cabelos roxos (no Japão, todos têm cabelos negros) tentando aprender a nadar. Ele a ensina… e acaba vendo que em seus pulsos haviam implantadas “esferas metálicas” que tomavam boa parte dos braços da garota. Espantado, ele pergunta a ela do que se trata — para ela era estranho Ele não ter as tais “coisas”.

Os Mistérios

Aflito, ele acaba descoberto por pessoas engravatadas, do governo, e de repente… ele acorda na escola como se nada houvesse acontecido. A história do anime na realidade se passa dentro de uma guerra. Todas as nações do planeta lutam juntas, e todos os dias acontece algo estranho — até mesmo na região da escola de Naoyuki, que fica próxima de uma área militar.

O que acontecerá com ele que “perdeu a memória” ao acordar de repente no meio da aula? Quem é essa misteriosa Iriya com essas esferas implantadas em seus pulsos…? Será que ela está envolvida de alguma forma na guerra que ninguém sabe dizer do que se trata, ou de quem é o verdadeiro inimigo…

O Gore

Falei que tinha gore… não falei?

Fica a indicação deste anime para os amigos e amigas. Lembro que na época que o assisti, pensei se tratar de um “shoujo de ação“, mas na verdade ele é um Seinen de Mistério, Suspense, Sci Fi e um pouco de Gore — sim, nós temos cenas com muito sangue neste anime, então estejam mais do que preparados ou preparadas. Eu como gosto de gore, acho sensacional.

E o final, claro, como já dei aquelas pistas no começo do post, é carregado de suspense e de uma certa maneira, muito forte para alguns. Mas garanto que vai deixar muita gente sem nem saber o que dizer ou pensar. Abraços e bom anime pessoal!

A Heroína e o Final Marcante

Ah… o final de Iriya… vai fazer muita gente pirar o cabeção

ps: Ah sim… neste anime… Ela é a heroína da história. Mas eu já disse isso, certo?

Eu queria postar essa foto, o blog é meu, então eu posto

Lovely Complex – Indicação: O anime de Romance um pouquinho fora do Comum

Sejam bem vindos e bem vindas, meus caros amigos e amiguinhas a mais uma indicação de anime. Desta vez vamos indicar um shoujo excelente e hilário, que eu sinceramente penso que todo mundo pode, e deve dar uma chance: Lovely Complex. Senta aí, vamos ver a indicação e quem sabe eu não te convenço a assistir esse anime de romance, né verdade? Vem comigo.

Lovely Complex – Indicação: O anime de Romance um pouquinho fora do Comum

Como eu prometi no texto de Dantalian no Shoka, farei várias indicações de anime durante esses dias. Claro que eu não vou só postar animes, mas já que estamos na vibe, vamos lá.

A indicação de hoje é Lovely Complex. Trata-se de um anime shoujo de romance, deveras engraçado e que para ser sincero (igual a música do Engenheiros do Havaí) acredito que todo mundo deveria dar uma chance — Lovely Complex faz parte da “Trindade de Shoujos que Todo mundo Viu”, junto com Kaichou Wa Maid-sama e Toradora (mesmo Toradora não sendo um shoujo, mas enfim).

Muito bem, se você não sabe o que é um Shoujo, eu indico a leitura do meu texto aonde eu explico os gêneros dos animes, mas no geral, shoujos são obras voltadas mais às experiências do desenvolvimento da mulher, como “primeiro amor”, “aquela patricinha chata que me odeia”, etc, e na maioria das vezes (mas não em todas) são obras de romance.

Mas devo dizer que este aqui sai um cadinho assim, do lugar comum, coisa que no geral a gente se atrai mais, né verdade? Como assim? Por exemplo, acabamos por preferir aqueles romances “quase impossíveis” (nerd se apaixona pela patricinha da sala) do que aquele amor nerdinho e nerdinha basicão café com leite… vocês me entenderam.

Que é um Shoujo?

Geralmente todo shoujo narra a história da “Menina feinha da sala que se apaixona por cara Bonitão”. Essa é a receita de bolo clássica — pois é, shoujos também têm receitas de bolo, assim como os shonens e seus épicos. Caso não seja assim, também temos muito o “Menina Friendzoneada vai tentar forever ficar com o carinha Bonitão”. O carinha ser bonitão ou não, eu não ligo, porque 100% dos haréns que eu assisto as gurias são lindas e maravilhosas, então é normal os caras serem “Carlos Daniel”.

Pois então… Lovely Complex é meio diferente. Na verdade é “Menina que não sabe que é Bonita, se apaixona por carinha ‘normal’, e carinha normal é tampinha e Não quer nada com ela”.

Bolo de Chocolate com Recheio de Chocolate

A historia se repete até certo ponto, ou seja, “Menina A quer carinha B que não quer nada com ela”, mas o fato deles serem hilários, bons amigos, gostarem das mesmas coisas, terem personalidades parecidas (e o carinha ter vergonha de ficar com uma mina alta, porque ele é um pintor de rodapé… não que o Deni Devito ligue para isso) torna tudo sensacional.

Lovely Complex é de longe, um dos melhores animes do gênero que eu já vi e se trata de indicação certa, para você amigo ou amiga, que goste de um romance com comédia (MUITA COMÉDIA) com uma pitadinha de feels e prefere comer bolo de chocolate com recheio de chocolate, que bolo de chocolate sem doce de chocolate.

O que será que acontece?

Mas e aí? Será que a altona bonitona vai ficar com o baixinho fodão — aviso, contém spoiler neste link. E será que o baixinho fodão vai se tornar um taradão por meninas mais altas no fim da história? Assistam e descubram.

ps: Haja Sofrimento nesses shoujos… nunca vi tanta mulher sofrendo.

Dantalian no Shoka – Indicação: Mistério com um pouco de Ocultismo

Olá a todos, aqui é seu querido e amado AdminTB, trazendo a indicação do anime Dantalian no Shoka, que é uma obra um tanto quanto psicológica, com um pouco de gore e repleta de ocultismo. Certeza que vocês vão curtir. Veeeenham!

Dantalian no Shoka – Indicação: Mistério com um pouco de Ocultismo

Estava eu aqui tentando pensar num anime “meio desconhecido” mas muito bom para os amigos, e acabei lembrando de Dantalian no Shoka. Como pretendo fazer mais algumas indicações no decorrer dos dias, e como esta aqui estava à mão (tinha postado ela no blog nerdpobre), resolvi trazer pra cá.

Sei que meus amigos e minhas amigas, leitores e leitoras aqui do blog, estão acostumados com minhas reviews, críticas, análises, textos longos e completos sobre os animes e tals, mas nas indicações só vou trazer textinhos rapidinhos. Saca uma rapidinha?

Pois então. Vem comigo.

Sinopse “by my memory”

Eu vou fazer uma sinopse meio “made by my memory” então já sabem. Dantalian conta a historia de Hugh Anthony Disward, que se bem recordo, havia voltado da 1ºGG. Ele vinha cuidar de uma mansão deixada para ele pelo seu querido avô. Contudo, lá ele também encontra a misteriosa Dalian.

E a chave da mansão na verdade não abre nenhuma porta… ela abre um portal que vai direto para a “Biblioteca Dantalian” a qual, a pequena Dalian é a guardiã. Mas para acessar a tal “Biblioteca Mística” e assim usar os poderosos livros ocultos, ele precisa “abrir” o portal… Portal que é nada mais nada menos o coração da pequena moça.

Comparações e/ou Referências

Essa cena e imagens, para quem viu, faz recordar tanto de Guilty Crown da linda Inori, como também de Gosick. Mas Dantalian conta mistérios, alguns em volto sobre as outras “bibliotecas místicas”, e vamos dizer que eles têm um tom mais “ocultista” que os animes citados. Eu até poderia dizer o que significa a palavra “Dantalian”, mas sei lá, rs.

Bom… como eu sei que o pessoal deve ter ficado meio curioso… Dantalian (para quem gosta de ocultismo) se trata de um grande e poderoso demônio do inferno. Meio que é como se ele fosse um “demônio do conhecimento”, porque ele pode ensinar várias artes e ciências.

E isso acabar tendo a ver com a própria Dalian, guardiã da sua biblioteca e detentora de vários tipos de artes e segredos poderosos — sempre com o pensamento de permitir que apenas “poucos” tenham acesso à sua vasta biblioteca mística. Mas calma, tem medo não, a história de Dalian é só anime rs.

Conclusão

Anime de mistérios, poderes místicos, muito ocultismo e gore em volta ao período “Pré-Segunda Guerra Mundial” — e quem é afinal de contas, a linda Dalian, e porque ela não envelhece? Uma pena só o anime não ter ganhado segunda temporada. Teria sido interessante ver como os livros místicos mudaram o curso da 2GG.

Se eu for dar algum destaque para o anime, deixo palavras especiais ao alto nível de gore em alguns episódios (hehe) e a relação entre a Dalian e o Anthony. As cenas de ação sensacionais, e há um episódio aonde temos uma espécie de máquina humanoide… não vou falar muito para não dar spoiler.

É isso pessoal, eu me despeço por aqui. Espero que tenham curtido essa minha primeira indicação e aguardem, porque já tenho alguns animes em “ponto de bala” para postar no site. Sempre nessa vibe: textinhos curtinhos, só para deixar o gostinho de quero mais para ver o anime.

Abraços!

ps: Sim eu não falei que o anime tem lolis.

Star Wars – Crítica do Retorno de Jedi (Episódio VI): O Final Feliz que Precisamos

Olá meus queridos e minhas queridas leitores e leitoras, sim, eu voltei com a tão esperada (tá certo nem tanto) e muito prometida crítica do Retorno de Jedi, Episódio VI, de Star Wars. Como a maioria das críticas de star wars falam das mesmas coisas, as minhas sempre procuram abordar os filmes de formas diferentes. E ai, você acha que o final feliz do Episódio VI era uma necessidade?

Star Wars – Crítica do Retorno de Jedi (Episódio VI): O Final Feliz que Precisamos

Afontegeek Especial: Críticas de Star Wars
Episódio I – Episódio II – Episódio III – (Rogue One) – Episódio IVEpisódio V Episódio VI – Episódio VII

Olá a todos meus bons e boas leitoras, como vão, tudo ok? Há algum tempo eu havia prometido fazer as críticas/reviews/resenhas de simplesmente TODOS os filmes de Star Wars, mas devido a diversos contratempos melhor explorados aqui essa crítica foi se arrastando até hoje, o fatídico dia.

Se você bem leu minhas últimas reviews sobre a “cinematografia” de SW, sabe que eu sempre exploro coisas diferentes dos sites, críticos e canais do youtube falam, ou ao menos, dificilmente falam.

Na primeira resenha sobre “Uma Nova Esperança” eu acabei tratando bastante do papel de “heróis formados” que o grande Dom Quixote e Sancho Pança, AKA, C3PO e R2D2 tiveram na película, se portando como os verdadeiros heróis, já em si, daquele longa.

Já na crítica do maravilhoso e para mim, melhor dos filmes de Star Wars até, “O Império contra-Ataca“, falei um pouco do começo da formação do nosso trio de heróis, Luke, Leia e Solo, mas eu dei um foco naquilo que mais o mundo queria naquela época: O LADO NEGRO DA FORÇA. Os encantos do Império, que bem sabemos, todos nós gostamos — até Michael Jackson sabia que a humanidade gosta de uma maldadezinha, com seu Thriller.

Mas e agora? George Lucas continuaria o caminho do lado negro da força para o desenvolvimento pleno de nossos heróis, já que “aparentemente” era o que o mundo queria? Ou ele simplesmente seguiria até o fim na Jornada do Herói?

A volta Épica de Luke

Eu fico assim pensando se nos meus textos eu trago logo a cereja do bolo para completar a bagaça ou se deixo ela para o finalzinho. Como sempre, prefiro deixá-la para o finalzinho. Sempre tem algumas coisas para comentar primeiro. A primeira delas aliás, é, já repararam como Luke sempre foi o personagem “que está por crescer?”.

Isso meio que faz pensar porque Mark Hamill ficou tão  estigmatizado com o personagem: talvez ele tenha sido tão bom ator, para conseguir atuar como o “cara sempre inseguro”, que diretores de outras obras acabaram por ficar com medo de chamá-lo para seus longas.

Se bem lembro o Mark tem formação shakespeariana e é inegável que ele atua EXATAMENTE como Lucas (o produtor) e os diferentes diretores de Star Wars pediram para ele: o rapaz para sempre inseguro. Mas lembrem-se que é Mark quem dubla o Coringa nos USA….

De certo que em “O Retorno de Jedi”, esperávamos que essa insegurança do personagem finalmente fosse suprimida, e pode-se dizer que de certa forma ela foi. Ele finalmente era um Jedi formado… Ou será que não? Se Yoda dizia que ele tinha de derrotar seu próprio pai,  (ou a sí mesmo) para conseguir se tornar um Jedi, então devemos acreditar que o Yoda tinha razão.

E então, apesar daquele aparecimento épico para salvar Solo e Leia das mãos (ele tem mãos?) de Jaba, continuamos por cair na questão freudiana do “filho que supera o pai”. Ao meu ver, Luke SEMPRE havia superado o Anakin por sempre ter resistido ao lado negro da força, e portanto, apesar de sua figura insegura que os autores insistiam para o Mark atuar, para mim, ele sempre foi um cara “realizado”. Mas guardem consigo esse adendo: “Filho que Supera o Pai”. Voltarei nele na seção final.

A Princesa Leia (que era mulher de verdade)

Recordo de ter conversado com uma amiga que é fã de Star Wars e ela não gostar nada da Leia. Como eu desde criança queria casar com ela, ouvi isso completamente puto e verdadeiramente indignado. Mas muito da “ranzinzice” dela tem a ver com a cena clássica da Leia vestida de Escrava.

Se vocês forem ler meu post do Cosplay da Leia, lá eu indico um texto do Rolling Stones que explora melhor o assunto: e da própria Carrie Fisher posando para algumas fotinhas maneiras e sendo entrevistada… Ela parecia curtir. Sigam o link e vejam lá.

Carrie Fisher Slave Leia costume Rolling Stone 1983

Pois então, minha amiga achava que por conta desta única cena, que a personagem era “sexualizada” pelos nerds. Mas veja, era SÓ nesta cena. Ao mesmo tempo, se você pegar textos de autoras americanas, elas vão falar sobre o quanto a Leia tinha o “girl power” nos outros episódios da série (o que hoje alguns chamam de “empoderamento feminino”), e o quanto elas ficaram fulas depois que viram a cena da Slave Leia (ou Slayer Leia, como diz a própria Fisher).

Eu vou falar o seguinte: a Leia sempre foi dita ser a Skywalker com maior poder da força entre eles. E que ela era mais forte que Luke, obviamente. Além disso, ela matou o Jaba com as próprias mãos. Sem piedade.

Ajudou a se salvar no Episódio IV. E ela ainda era a líder general da Resistência Rebelde (papel que reprisou no episódio VII). Mais empoderada do que isso só a Margareth Thatcher e a Elisabeth I. E a Zelda também (tanto a Fitzgerald quanto a do Miyamoto). E a Fitzgerald era sexy.

Então meus amigos e amigas, eu ainda quero casar com a Leia e estou cagando e andando para você, que prefere a Padmé, mesmo ela não tendo feito ABSOLUTAMENTE FUCKING NADA, nos episódios II e III e ainda sofrer violência doméstica no fim do III. Sim, estou falando para minha amiga que também prefere a Padmé. Sim, sou desses. E só para melhor fechar o assunto da “sexualidade”, eu poderia argumentar que os tempos eram outras e tals, mas lembrem: a Carrie Fisher fez porque quis, era trabalho, e gostava sim.

Como diz a Mulher Maravilha: a mulher tem o direito de fazer o que bem entender e de vestir o que bem quiser. Acordem senhoras e senhores, os tempos de puritanismo acabaram, e nos anos 70 todo mundo já sabia disso. E a Leia beijou na boca o irmão. CHUPEM! Sejam puritanos em casa, por favor.

ps: se você tem alguma dúvida ainda sobre isso e souber um pouquinho de inglês, leia essa entrevista que a Carrie Fisher deu sobre o assunto um pouquinho antes de nos deixar.

“Filho que Supera o Pai”

Voltando ao tema central desta crítica… Falei rapidamente que George Lucas deveria continuar tratando do mal, e pausei justamente na cena que Luke se vê no capacete do Vader. Pois muito bem, num post um pouco antigo no site DigitalSpy, Lucas revela que numa conversa com seu co-escritor Lawrence Kasdan, Luke deveria ficar MESMO no lugar do Pai:

“A máscara era a última marca – e então Luke a coloca e diz, ‘Agora Eu sou Vader’. Surpresa! O plot twist derradeiro. ‘Agora eu vou matar e destruir a frota (resistência rebelde) e dominarei o universo'”

Surpresos? Como eu disse no começo do texto, aparentemente o mundo QUERIA o Mal, porque ele parece reluzente, e doce como é um doce de chocolate para um alérgico à chocolate, e um gelado e saboroso sorvete o é para um intolerante à lactose. Mas Lucas parecia ter a total impressão de que o “gostinho” do mal era o que o mundo queria e precisava de Star Wars no “Império” e não como um desfecho para a sua recente trilogia.

Fechá-la com um final ruim aos moldes de Shakespeare e como seria o “desejo” de Freud talvez elevasse um pouco mais a categoria do filme, de um blockbuster para uma obra da posteridade como o é, o Império. Mas não parecia ser o seu desfecho lógico. Nisso, Kasdan, o co-escritor, respondeu:

Ewoks “ursinhos carinhosos” “for kids” que são a cara da Dilma

“É assim que eu acho que deveria acontecer”.

(final ruim)

Lucas porém, não o quis, insistindo que o filme era “para crianças”. É, eu sei, também sinto um espanto com “para crianças” — até hoje eu sinto isso quando leio “for kids”.  Vamos voltar um pouco ao argumento de “Superar o Pai”.

Luke, como eu havia dito, sempre superou Anakin por sempre resistir ao lado sombrio da força. Não faria sentido lógico algum para a sua jornada pessoal, que finalmente confrontado com o abismo, ele caísse dentro dele. O próprio personagem, mesmo com aquela atuação insegura pedida pelos diretores, não faria sentido se no fim, toma-se o lugar do pai no Mal. Ele não o superaria, só o sucederia.

Mas como vimos no fim, a Jornada do Herói se deu como deveria: com Luke vencendo o pai, e o ajudando a se salvar dele mesmo. O filme é para crianças, eu vos pergunto? Talvez. Mas lembrem-se: Star Wars é um épico. E Épicos são sempre histórias formadoras de caráter.

Fonte: DigitalSpy.com [Link]