Resenha de Trilogias: Centopeia Humana – Aqueles filmes Trash de Respeito

Quando você pensa que Aldair parou com seus filmes trash, ele traz mais uma resenha de trilogias, desta vez da Centopeia Humana. Desta vez o texto está quase sem spoilers, e acredito que qualquer pessoa que goste do genêro (trash e gore) deva ler o texto para saber se é bom assistir os filmes, ou não.

Trilogia Centopeia Humana

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Mais uma resenha sobre trilogias, agora de uma que eu tenho muito apreço, vamos lá!

Centopeia Humana

HC1O primeiro desta trilogia insana é ao meu ver um trash de respeito, elenco do ca*alho, vilão tão louco e escrachado que não tem como não gostar (sarcasmo). E as vítimas são de se sentir pena (de alguma maneira você sente).

O Contexto do filme é perturbador e é nisso que o filme se mantém. Se levar em consideração essa insanidade o filme lhe entrega algo tão ruim que chega a ser bom (espero que tenha sido claro ou lúcido).

Centopeia Humana 2

HC2O Segundo é a obra prima: repulsivo, angustiante, insano, intragável (mentira), nojento, impactante e com a melhor trilha sonora possível (gemidos de dor e angústia). Eu sinceramente amei este filme.

Ele trata o ideal do primeiro com uma primazia primitiva e retardada, com um teor psicológico falho e totalmente irracional. O instinto de sobrevivência aparece de forma tão grotesca e visceral que apresenta uma cena realmente impactante ao final do filme. Este filme é um presente, aceite-o.

Centopeia Humana 3

HC3A ovelha negra da trilogia. Aqui o escracho e sarcasmo com o resto da franquia está no nível máximo. Esse filme é uma piada de mal gosto literal e acredito que a intenção dele foi ser feito com este propósito. Não o leve a sério mais aceite que ele existe e que faz parte do contexto da trilogia por mais louco do  jeito errado que ele seja.

O real problema deste filme é que acredito que se tu gostou dos demais ele se torna algo a ser assistido mesmo você odiando a ideia.

Conclusão

Uma Trilogia de altos e baixos com um inicio ambicioso porém humilde. Estranho em sua essência  com um meio magistral e hediondo, com um final (pode ser que ainda não seja) bizarro e de humor negro. Vale à pena conferir. Até a próxima.

Resenha de Trilogias: Presos no Gelo – Evitando mais Terror nas suas Vidas

Sabe aqueles textos que você lê para evitar o pior em suas vidas? Este é o caso. Se eu fosse vocês lia bem atento as três resenhas que o mano Aldair fez dessa trilogia de filmes de terror, para passar evitando o pior (ou seja, evitar que vocês sangrem os olhos para ver essas tragédias). Deixem que o manolo sangre-os por vocês. Vamo lá.

Resenha de Trilogias: Presos no Gelo – Evitando mais Terror nas suas Vidas

 

Dando continuidade a este tópico com mais uma trilogia. Desta vez uma muito ruim (e com spoilers). Espero que curtam.

Presos no Gelo (2006)

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Nada pra fazer, pesquisando na Web algum filme para assistir eis que encontro um de terror com uma nota mediana e como hoje em dia ta raro resolvi arriscar e me decepcionei amargamente.

O Filme é chato, previsível e puro clichê. Não chega a dar sono mais nem de longe convence ou motiva a recomenda-lo a alguém.

Presos no Gelo 3 (2008)

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O Segundo não foge a regra do primeiro, dando continuidade a um filme previsível, chato e por incrível que pareça tem uma repetição de roteiro em alguns personagens (sempre tem um f*dido).

A única diferença notável desse pra o outro é que sobrevive mais gente (parecendo que o elenco é muito grande mas não é tanto assim).

 

Presos no Gelo 3 (2010)

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Este se denomina o “inicio” e se espera algo como um genocídio (eu esperei… mentira). Mais é a mesma formula dos outros, dobrando a fraqueza das cenas de mortes.

Este consegue dar sono ou a vontade crescente de que termine logo. O elenco é ainda mais pobre em enredo e para completar se tu já assistiu os outros (na verdade só o primeiro basta) tu já sabe o que vai ocorre no filme. Fique longe.

Conclusão

Eu sou um imbecil que gosta de perder tempo assistindo merda? Sim, sou! Mas pense o lado positivo disso tudo: lendo meus posts você poupa seu precioso tempo evitando esses lixos.

Enfim, até a próxima.

Resenha de Trilogias: August Underground – Aquela Trilogia Trash que você vê para se Arrepender

Aldair é um cara duro na queda, amante de filmes ruins e principalmente de Trilogias, Antologias e outras continuações de filme. Vamos com ele para vermos o que ele achou desta trilogia de filmes trash, a August Underground. O cara entende bem de filmes snuff, trash e etc, então vale à pena conferir o que ele pensa desses três. Vamo lá!

Resenha de Trilogias: August Underground – Aquela Trilogia Trash que você vê para se Arrepender

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Eu recentemente terminei um tópico aqui no site com filmes merda e filmes bons só que assisti muita coisa nestes intervalos de postagem e agora trago este novo tópico regado de filmes bizarros e pérolas inacreditáveis, vamos lá!

August Underground (2001)

51Hhpu1P3xLPoderia fazer um resumo do review que fiz deste filme a um ano atrás que não saiu de um velho caderno que ainda possuo, mas acredito que seria muito longo. O filme é um “fake snuff”, feito, dirigido e atuado de forma porca e banal. Há muitas coisas que podemos perdoar por se tratar de um filme com baixo orçamento mas os momentos cruciais e de impacto são feitos de forma tão medonha e proposital o tornando um escracho ao gênero. As atuações chegam a ser caricatas, porém de certa forma há veracidade em certos atos. Detalhe pra um seio decepado que mais parece uma fatia de calabresa colada. Poderia afirmar de bom grado que o filme é uma m*rda generalizada mas certas atitudes de violência, tortura, humilhação e nojeira são um ponto forte, apesar de mal feitas.

August Underground’s Mordum (2003)

0ef7ab1ff4827a36086ac71a6fb978f3Depois de muito tempo me negando a continuar esta trilogia, decidi recentemente terminá-la e não foi surpresa para mim o segundo filme ser pior que o primeiro, tanto em atuação quanto em cenas. Detalhe para “vomitar água” e achar que alguém vai achar nojento. O filme nos traz um elenco maior com faces novas e um dialeto que se repete o filme inteiro: “Fuck You, Fuck Bitch, Fuck Off, F…”

Eu juro que esperava algo mais maduro e envolvente para me esquecer dos detalhes “estéticos e estruturais” que o fazem parecer trash, mas não há nada a se apegar ou torna-lo repulsivo demais; ele é nada mais que repetições e reciclagem de torturas atreladas a cenas no-sense p ra o torná-lo um “fake snuff” no mínimo aceitável.

August Underground’s Penance (2007)

71kxpY8mITL._SL1000_Depois da decepção que já era esperada com uma esperança vã de melhora no segundo filme, nada mais justo que assistir o terceiro não esperando nada além da perda de tempo (uma hora e meia eu acho). E foi isso mesmo que ocorreu.

O filme tem uns altos e baixos para ter um final de impacto, mas a forma podre, pobre e atuações não convincentes só deixam o filme cada vez mais cagado.

O que ocorre nesse é realmente de contexto extremamente pesado e audacioso, mas ao menos para mim, não dá para elogiar nem denotar repulsa, impacto e blah blah. É ruim não do jeito certo, e ponto.

Conclusão

Para ser sincero, se tu gosta de filmes estilo snuff, found footage e trash é de se arriscar assistir esta trilogia, mas se for tão chato como eu estou sendo de uns tempos para cá, nem passe perto desta coleção de merda com excelentes três defecações com qualidade de diarreia, laxante e intolerância à lactose.

5 Curiosidades do Chaves que nem a Dona Florinda sabe!

Que tal a gente se distrair um cadinho com algumas curiosidades inúteis sobre o seriado do Chaves?  Eu sei que muita gente gosta e ainda curte, e o bom humor que o Bolaños fazia se tornou histórico em toda a América Latina: o pequeno grande Chespirito. Mas quero falar de algumas coisas no-sense e outras que vão te espantar. Vem comigo saber coisas que nem a mamãezinha do Quico sabia.

5 Curiosidades do Chaves que nem a Dona Florinda sabe!

Pois é senhoras e senhores, eu estava tranquilo na minha poltrona domingo de manhã, e infelizmente não ia passar nenhuma prova de Fomula-1 (eu sou daqueles que vê F-1 até hoje). E aí eu resolvi zapear pelos canais da tv para procurar alguma coisa legal. De repente, me deparei com o Chaves, passando no SBT. Clássico dos clássicos, me fez morrer de rir como sempre.

Então me bateu a ideia: que tal fazer um top curiosidades dos chaves de maneira bem despretensiosa? Claro que como sempre eu cito as fontes de todas as informações com links e mais links, porque eu sou desses. Mas vamos ler todas com bom humor e um cadinho de saudade.

Vem comigo!

1 – Dona Florinda era casada com o Chaves

Isso todo mundo já sabe e está careca de saber. Mas eu trago essa informação aqui “em primeira mão”, porque antes de casar com o Bolaños (e se tornar uma “mandona” depois disso) a dona Florinda Meza…

2 – A Velha coroca passava o Rodo

Pois é, ela passava o rodo na geral. Ela pegou realmente o Professor Girafales (Ruben Aguirre), depois pegou o próprio tesouro… o Quico (Kiko), o ator Carlos Villagrán. Por fim ficou com o Chaves, o Bolaños a partir de 1977. E tanto o Quico quanto o Chaves eram casados na época. Não sei porque mas estou me sentindo o Nelson Rubens!

Fontes: Noticiasdatv [Link]/ Bahia Noticias [Link]/ Extra [Link]

3 – A Bruxa do 71 era amiga do Madruguinha

A Angelines Fernández era REALMENTE amiga do Ramón Valdés, o Seu Madruga. Mas amiga mesmoo. Tanto que depois da morte dele, ela ficou em depressão por lembrar do passado que teve, antes de se mudar para o México. Passado de GUERRILHEIRA.

Sim… antes de fugir para o México (e passar uma estadia em Cuba primeiro) ela foi uma Guerrilheira e lutou contra a ditadura de Fraco, na Espanha, sua terra natal, (ela nasceu em Madri). Diz a filha que o passado de guerrilha a assombrava, principalmente depois da morte do Seu Madruga.

Mas quando ela finalmente foi para o México, conheceu o Madruguinha, e ambos atuaram em vários filmes mexicanos na chamada “Era de Ouro” do cinema mexicano. E por acaso foi o Don Ramón que convidou a Clotilde para fazer parte do Chaves, apesar de antes ela só ter atuado em filmes mas sérios e dramáticos.

Fonte: mdeMulher [Link]

4 – e a Bruxa do 71 já foi uma das mais belas Atrizes do México!

E sim, na época que ela era uma famosa atriz do cinema mexicano (1950 mais ou menos), era considerada uma das mulheres mais lindas do México, mesmo sendo espanhola. E olhando mais fotinhas (no link abaixo) ela poderia ser até hoje também.

Fontes: Forumch [Link] / Portalcurio [Link]

5 – Seu Madruga e sua Clássica Camisa!

E já que estamos falando do Seu Madruga… tem várias curiosidades curiosas sobre ele. Algumas vocês podem ver até seguindo os links acima. Mas a que eu quero terminar, é que o Ramón chegava no estúdio, não colocava maquiagem nenhuma, vestia a calça jeans dele, e usando a própria camisa que vinha de casa, começava a gravar. Simples assim.

Agora você entende porque nos episódios que sujavam a camisa ou a calça dele inteirinhas, ele ficava tão puto. Porque ERAM AS ROUPAS DELE DE VERDADE! Seu Madruga, para sempre, um mito!

Fonte: megaCurioso [Link]


Então é isso meninada boa. Eu poderia ficar aqui falando dias e mais dias de mais curiosidades curiosas, de como por exemplo, o Senhor Barriga (Édgar Vivar) na verdade morar de aluguel num apartamento que o Senhor Madruga alugou para ele… Mas acho que já chega por hoje, não é verdade?

Aquele abraço maroto, fuuui!

5 Filmes Que Nem Deveriam Existir! (Parte 5)

Aldair voltou meus amigos e amiguinhas com mais um clássico post, para por fim (assim espero) a sua interminável série de filmes horrendos, horríveis e muito ruins que ele sempre indica para vossas senhorias. Espero que vocês sintam tanto medo quanto eu tive ao ler sobre esses filmes péssimos, e caso os viram, comentem!

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5 Filmes Que Nem Deveriam Existir! (Parte 5)

Chegando ao fim de mais uma “Top List”. Serei breve pelo fato dos filmes serem recentes, então eu tô atualmente puto. Enfim vamos pra o texto “Lixão”.

Tomb Raider (2018)

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Quinto Lugar: Desenvolvimento fraco, atuações sessão da tarde, dinâmica deplorável e enredo chato e arrastado.

Posso definir este filme de forma rápida, simples e categórica nesta frase: O game é mais realista e envolvente que o filme.

 

 

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A Invasora (2007)

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Quarto Lugar: O Filme até convence no inicio por se manter um tanto misterioso e subliminar (simbologias satânicas espalhadas pelo cenário), mas quando o gore começa esqueça a lógica, roteiro, coerência e tudo mais. Este filme é uma “boca do inferno sem dentes”, o diretor tacou o f*da-se e espera que tu também. Se você aceitar tudo que ocorre no filme numa boa você tá de “parabéns”.

 

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Um Dia para Viver (2018)

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Terceiro Lugar: Podia fazer um texto imenso dessa desgraça mas resumirei: Se quiser assistir, veja apenas o trailer, empolga e lhe vende muito mais do que o filme em si.

 

 

 

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Dark Crimes (2018)

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Segundo Lugar: Eu jurava que este filme valia a pena, porém é um lixo e para piorar, acredito que todo o elenco acho o mesmo. Por que? Repare bem na empolgação e no trabalho empregado nas atuações e você só chegará a uma conclusão irônica – “Maldito Contrato”.

 

 

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Encontro.com (2017)

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Primeiro Lugar: Esse filme é errado de tantas maneiras, elenco, atuações, enredo, cenas, desenvolvimento, clímax e conclusão medonha.

Pra ser mais direto, este filme é o mesmo que uma descarga entupida e exalando  cheiro de fezes por três dias seguidos. Enfim…

 

 

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E assim chego ao final deste top e espero não voltar a fazê-lo, amém.

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Top 10 Filmes em Anime que até Você quer Ver em Live-Action (ou Não)!

Lá vamos nós para mais uma daquelas listas feitas pelo japoneses, mas dessa vez eles escolheram aqueles dez filmes em anime, que deveriam ganhar live-action e que até você, gostaria de ver. Bom, eu não sei se gostaria de ver alguns desses animes clássicos com atores reais mas.. quem se importa? Vamos à lista!

Top 10 Filmes em Anime que até Você quer Ver em Live-Action (ou Não)!

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Pois bem, vamos explicar isso aqui para vocês entenderem melhor. Primeiro de tudo, essa lista não foi feita por mim mas pelos japoneses: os links vocês acham aí no fim do post. Sendo que eu me baseio mesmo na tradução feita pelo famoso site de listas SankakuComplex, porque eles adoram pegar essas listas infindáveis de coisas estranhas que os japoneses adoram participar.

Segunda coisa é que essa lista só tem aqueles filmes em anime (ou animação) que são filmes, saca? Então assim, não esperem nada de OVAs ou coisas do gênero, apenas aquelas animações pensadas desde o começo para passarem no cinema, compreenderam?

Será que é da…. não pode ser…

A terceira coisa é que tem um escolhido na lista que eu sei, todos vão reclamar. Mas eu prometo que vou tentar explicar o motivo dos japoneses considerarem ele um “anime”, ou uma animação, no final do post mesmo, porque se eu falar aqui vai estragar a surpresa. É uma animação ocidental. Que tem músicas!

Enfim, vamos ao Top10 Filmes de Anime que deveriam (ou não) ganhar filme com Atores Reais, segundo os japoneses, lista essa recheada com obras da Ghibli.

1. Kimi no Na wa

2. Mimi wo Sumaseba

3. Castle in the Sky

4. Tonari no Totoro

5. Detective Conan: Crimson Love Letter

6. (empate) Frozen

6. (empate) Evangelion: New Theatrical Edition

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8. (empate). Spirited Away

8. (empate) Nausicaa of the Valley of the Wind

10. Omohi de Poroporo


Mas como assim… FROZEN?

Clique para ver o especial cosplay da linda Jaqueline Abrão

Quase 100% da lista é recheada pelos filmes em anime do Studio Ghibli feitos pelo gênio Hayao Miyazaki, o que na verdade não é nenhuma novidade. Novidade para mim foi ver que ainda tem trocentos filmes desse estúdio que eu não conheço e que apenas um dos que vi, A Viagem de Chihiro, os japoneses concordam comigo. Agora… até que seria interessante um live action da nova versão de Evangelion e até do mega famoso Kimi no Na wa.

Lembro que estavam falando até sobre transformar ele em live-action, num projeto de Hollywood, mas para ser bem sincero… será que é mesmo isso que queremos? Será que queremos mesmo outra obra-prima se tornando numa verdadeira cagadinha cinematográfica? Sério mesmo, mesmo?

Agora a grande duvida que eu sei muitos de vocês estão tendo: Como assim Frozen é um Anime? Sim, para os japoneses Frozen é anime. Mas… mas… Calma, vou explicar. Na verdade é muito simples. É porque se trata de uma ANIMAÇÃO. Os japoneses não diferenciam como nós ocidentais, animes de desenhos. Para eles qualquer coisa feita de forma… animada? Trata-se de um anime.

Nós acabamos por diferenciar porque animação no ocidente se tornou “desenho animado”, “cartoon”, ou seja algo endereçado APENAS para o público infanto-juvenil, coisa que os japoneses, como bem sabemos, discordam deveras.

Desenho Animado Vs Anime

Digamos que animação para eles é algo para todo mundo ver e não apenas para quem é bobão e gosta de ver desenho pela manhã no lugar da Fátima Bernardes. Dia desse eu volto melhor nesse tema sobre a diferença entre Desenho Animado e Animê. Garanto que vocês vão curtir. Mas enquanto isso…

ABRAÇÃO!

Fontes: [Link] SankakuComplex / Ranking.goo [Link]

Kami nomi zo Shiru Sekai (The World God Only Knows) – Indicação: O Harém que o Herói passa o Rodo na Geral!

Quer dizer que você gosta de Animes Haréns e está procurando um para ver? Seja bem vindo (ou bem vinda). Desta vez vamos trazer o famoso The World God Only Knows, também conhecido como Kami nomi zo Shiru Sekai — finalmente um harém que o herói passa rodo e pega geral. Vem comigo!

Kami nomi zo Shiru Sekai (The World God Only Knows) – Indicação: O Harém que o Herói passa o Rodo na Geral!

Trago mais um anime para indicar para vocês vossas senhorias. Desta vez… adivinhem só, mais um harém! Acabei falando um pouquinho dele no podcast sobre animes harém que fiz com o Mago Giva, mas na boa, resolvi que ia indicar também porque ele merece.

Para falar de Kami Nomi começo falando de… Jogos de Conquista. O que são, para aonde vão e o que eles querem dizer, aqui mesmo neste post especial sobre o assunto. Mas caso você não queira ir lá e voltar… Games de Conquista são aqueles jogos de perguntas e respostas, também chamados de Visual Novel, para conquistar pessoas!

Jogos de Conquista e Kami nomi? Tudo a ver!

Kami Nomi faz referência à Visual Novel Kanon… que também virou anime e é uma obra prima

Visual Novel são games que você pode conquistar meninas ou meninos (depende do jogo, depende do seu gosto). E no caso, o nosso querido herói da história, o grande Keima Katsuragi digamos que se considera o DEUS desses games de conquista, porque ele joga todos eles de maneira fullpower!

Até que um certo dia ele acaba recebendo um email com um desafio, para que ele conquiste mais moçoilas… pensando se tratar de um novo game do gênero ele aceita e… acaba caindo no conto do diabo. Bom… uma diabinha moe.

Elsie sua demônia linda!

Ele acaba selando contrato com a demônia Elsie (que é burrinha e gente fina) para liberar os espíritos que escaparam do inferno e que consomem as almas das meninas. Elsie é uma das demônias que precisa levar esses espíritos de volta para o inferno. Mas imagine algo bem kawaai desu da Elsie, mesmo falando que é uma demonia, beleza?

Agora com a gargantilha no pescoço (e com seu pescoço em jogo, porque se ele não conseguir conquistar as meninas ele vai morrer!), Keima parte para o mundo real para conquistar garotas reais, liberar os espíritos do mal de meninas reais e assim… se salvar no processo. Ele não quer salvar o universo. Só o pescoço.

E quantas meninas ele Salva?

Beijos e…

Aí que tá. Haréns geralmente os heróis são cercados por personagens femininas (mas não pegam ninguém), e isso meio que acontece e não acontece Kami nomi. Durante as suas Três Temporadas Keima se mete em várias enroladas para conquistar as moças que estão dominadas por esses espíritos e fazer com que elas… Melhorem? Mas uma de cada vez.

E para exorcizá-las Keima tem de fucking beijá-las!

…Pegação!

FINALMENTE TEMOS UM HARÉM QUE O PROTAGONISTA PASSA O RODO!

Mas como nada são flores, ele realmente tem de conquistar o coração das meninas. Mostrando carinho e afeto, mexendo fundo no kokoro. Seja ajudando uma voltar a competir; a outra entender que ela pode ser uma ótima lutadora e feminina ao mesmo tempo; mais uma que pode sim vencer a timidez ou que ser professora é um processo de caminho com seus alunos…

A idol doidinha e gatinha do anime

Mas lembrem-se… depois de livres dos espíritos elas não se lembram mais que se apaixonaram. Ou será que não?…

Qual a Melhor das Temporadas?

As deusas que nada lembram as deusas de Ah! Megami-Sama, ponto para Kami Nomi!

Como eu disse o anime tem 3 Temporadas, sendo a última a que considerei a melhor: Megami hen, a Temporada das Deusas. Nela, seres desconhecidos tentam não só tomar o Inferno, assim como também o Paraíso e a Terra. E como o Keima salva muitas garotas, acaba se envolvendo. Num comentário breve, além das cenas sensacionais (que eu não posso contar, mas envolve duas mulheres com ele no mesmo quarto) essa temporada é recheada de ação.

Não só pelo foco nas deusas e as reconquistas que ele tem de fazer (as deusas vão parar no corpo de meninas que ele conquistou antes) mas também no Keima, que apesar de ser dahorinha você sair por ai beijando geral, ele acaba… bom. Até porque elas não lembram de nada… E claro que você vai ver as outras duas temporadas para ver a terceira. Eu já falei que o anime inteiro é engraçado e tem pegação?

Ayumi x Chihiro – a fanbase vai entender

Mas lembre… não assista Kami nomi esperando ver só ecchi; mesmo tendo algum e algumas das meninas sendo lindas e Moe, o foco é fazer aquela menina tímida se encontrar e passar a conversar com outras pessoas; ou a sua amiga de infância crescer e se tornar uma bela mulher.

Então digamos que o Deus da Conquista não é um anime para um público (mesmo sendo um shonen) mas para todo mundo que quiser entender melhor o coração das mulheres pessoas. E curtir beijocas. E pegação!

Nunca te esquecerei, garota bibliotecária!

Abração!

Danadinha!

Fontes: Wikipedia [Link]/[Link] Wikia [Link]/ [Link]

Chuunibyou demo Koi ga Shitai! – Review: Aprendendo a superar a dor de uma Perda com o Dark Flame Master!

Você sabe o que é Chuunibyou? E o anime, Chuunibyou demo Koi ga Shitai!, já ouviu falar? E se eu te disser que é aquele anime da menina com tapa olho… Mas não o de terror. E se mesmo assim você não reconhece… Talvez seja hora de você conhecer, ou relembrar deste anime clássico, aqui na minha review de Chuunibyou demo Koi ga Shitai! Com Spoilers! Vem comigo.

Chuunibyou demo Koi ga Shitai! – Review: Aprendendo a superar a dor de uma Perda com o Dark Flame Master

Há quanto tempo não faço review de anime? As últimas foram Charlotte, Maou Yuusha e Re:Zero, isso há mais de dois anos (ou quase 2 anos!). Mas depois de publicar tantas indicações de anime, eu me vi combalido a fazer uma review de um que o grande pierrotgluton é fã: Chuunibyou demo Koi ga Shitai! E como eu sempre faço no começo dos meus textos, dou uma palhinha do que vou falar, porque pode ser que interesse você, querida leitora ou leitor, ler pelo menos uma parte.

Eu vou falar do seu roteiro/enredo, de como ele é bem amarrado. Vou explicar um pouquinho o que é Chuunibyou; dar uma palhinha sobre a Hilariedade dele e terminar com a beleza do Sentido do Anime, que é… não vou dizer agora, se você quiser saber vai logo para a seção lá embaixo. E quero lembrar que esta review do anime é somente da Primeira Temporada de Chuunibyou, por motivos que esclareço no texto. Mas antes a gostosa… Sinopse!

Sinopse da zoeira by my Memory

Isso que é sinopse amigo!

Saca aquela velha história da menina que chega mudando a vida do cara, bem clássico de animes seinen de romance? Então… na verdade Chuunibyou começa com Yuuta, o nosso querido Dark Flame Master AKA Lelouch de Code Geass (inclusive é o mesmo dublador) jogando fora suas coisas de… Dark Flame Master. Mas ao mesmo tempo ele acaba encontrando, descendo com suas belas e macias perninhas desengonçadas pelo lado de fora de seu apartamento, uma mocinha. Após ajudar a estranha mocinha, nosso herói acaba caindo numa história com aventuras de montão!

O Roteiro/Enredo super bem amarrado do Dark Flame Master!

Vocês já reparam como a Rikka, a nossa querida menina que apresenta sinais de “Chuunibyou” não tem um alter-ego? Ela tem o olho “da morte” mas ela não se transforma num “Dark Flame Master” ou numa “Mori Summer” como a gatíssima Nibutani. E por que eu resolvi começar falando do roteiro, citando essa curiosidade? Eu não sei, me lembrei de repente e isso vai fazer parte do argumento central sobre o “Sentido” do anime.

Já repararam também que em Chuunibyou cada episódio é completamente interligado no seguinte? Como se a história na verdade fosse uma só, e não vários capítulos em separado, que no frigir dos ovos contam uma coisa só. Vou explicar. Vocês lembrar dos tokusatsus antigos, ou então de Sakura Card Captors, Sailor Moon?

Imagem Aleatória

Cada episódio tinha uma narrativa e uma história diferente da outra, mas que no fim acabava se interligando por pequenas coisas que aconteciam no decorrer dos episódios. Por exemplo, Os Changeman derrotavam um monstro, mas então acontecia algo com o Change Vermelho que permanecia no decorrer da série. Ou mesmo a Sakurinha, que cada episódio prendia uma carta diferente, mas ela ia se apaixonando pelo Shaoran aos poucos.

Então, esse tipo de narrativa fragmentada é o que NÃO acontece em Chuunibyou. Cada episódio é como se fosse um dia após o outro: Rikka vai para a escola e daí ela resolve fazer seu grupo escolar (porque não quer ficar sozinha) e depois encontra a Nibutani, etc, etc.

Esse enredo não fragmentado em pequenas narrativas é o que na verdade considero mais inteligente do ponto de vista autoral de Chuunibyou. E acredite, você querer saber como por exemplo a Rikka vai ficar sozinha com o Yuuta no quarto, vai te levar a continuar assistindo.

Mas e o que é Chuunibyou afinal de contas?

Então, eu poderia mentir para vocês e dizer que é um tipo de doença psicológica que acontece com os jovens — mas isso não está documentado e não aparece ser algo sério nem mesmo no Japão… Não é algo sério porque para ser considerado doença, precisa fazer algum mal à pessoa, ou as outras pessoas que faz parte do circulo social dela. Se nós não podemos levar Chuunibyou a sério do ponto de vista psicológico, mas sabemos que acontece (mais ou menos) no Japão, vamos tentar entender isso na ótica do anime.

Todo mundo que apresenta Chuunibyou lá, seja o Yuuta, a Nibutani, a Rikka ou a Dekomori não parece sofrer de depressão ou de solidão profunda. Parece algo mais como… uma tentativa da própria juventude de lidar melhor com a realidade a sua volta. Mais ou menos como ser gótico, emo ou gostar de ver anime. Parece ser um tipo de interação socialmente aceita entre os jovens, como por exemplo, brincar de “power ranger” quando se é criança, que acabam encontrando também quem curte e assim fazer parte de um grupo.

Nibutani sua linda!

Mas assim… se existe Chuunibyou no Japão… O termo existe no Urban Dictionary e é mais ou menos isso que expliquei para vocês: uma forma do jovem se encontrar no mundo. Interessante como essa obra acaba por tomar isso de uma forma tão HILARIANTE e ao mesmo tempo profunda… Mas vamos focar um pouquinho no Hilariante antes da gente chegar no Que o Anime quer Dizer, e Porque eu não gosto da 2º Temporada.

Hilário, satírico e lotado de Cultura Pop

A Toka aparece no nosso especial de Milfs dos animes, Click na imagem e veja!

Cara… Chuunibyou é hilário . Eu tava aqui tão sério fazendo esse texto quando me lembrei das tiradas da Rikka, das porradas que sua irmã boazuda faz segurando uma concha de sopa e até das lutas épicas delas duas. Das porradas que o Yuuta leva, dos foras que a linda e moe pracar?lho Kumin-senpai da no amigão dele, o Makoto, enfim. E sem contar de todas as referências que Chuunibyou tem. Seja com o Lelouch de Code Geass, com Senhor dos Anéis (dá onde você acha que veio a Mori Summer afinal?) e principalmente Another.

De longe Chuunibyou acabou se tornando referência por brincar e fazer zoeira com as poses estranhas e afetadas dos animes ou filmes mainstream. E sim, antes que alguém tenha alguma duvida, a Rikka é uma sátira à Another, como eu citei no nosso Top Animes Clássicos de 2012. Aliás, uma das minhas maiores motivações para fazer essa mega review de Chuunibyou foi porque eu acho que ele merece.

Vai dizer que você não sabia que essa referência era da Galadriel de Senhor dos Anéis? Até o livro dela é!

O anime brinca de forma genial com a cultura japonesa, com a cultura pop em geral, além de conseguir falar de algo deveras profundo ao mesmo tempo que brinca com o crescimento e o “se tornar adulto”. Se pouca gente aqui no Brasil fala de Chuunibyou mas viu animes como Charlotte por exemplo (que tenta zoar da cultura pop e também usa o estilo Lelouch de ser no protagonista), então é melhor ver a primeira temporada dele. Mas só a primeira… porque ela fala de…

A superação de uma dor no meio da Juventude

Você já sofreu? Por algum motivo eu acabo sempre falando de draminhas aqui no blog, mesmo nunca tendo feito uma review das 4 Grandes Obras da Key (vou fazer este ano, fique conosco). Mas como que faz uma obra de drama, em? Neste texto explico a fórmula Key de obras primas que fazem caminhoneiros chorarem chamando pela Mamãe, como o Yoga: um encontro inesperado; um cadinho de humor e candura junto a um sofrimento; separação forte, e talvez (talvez) reencontro (tô sendo bem simplista aqui). E essas coisas acontecem em Chuunibyou?

Pense bem: Yuuta acha Rikka – ela é doida de pedra, gatinha e hilária – ele entende que ela perdeu o pai – ela vai morar com a mãe e com a avó (separação) – Ele vai ao reencontro dela (reencontro) = caminhoneiro chorando.

A gente falou do roteiro bem amarrado de “um dia depois do outro”. Citei o quanto ele é engraçado e expliquei que Chuunibyou acontece como uma forma do jovem se encontrar e compreender melhor o mundo à sua volta. Todos os personagens que têm Chuunibyou não parecem ter depressão (mesmo que eles tenham passado por momentos difíceis), e que todos têm um alterego… Menos a Rikka. Quem viu o anime e não se perdeu na comédia (coisa difícil) ou nas belas pernas e no amor fofo e moe dela, percebia o que poderia vir.

Menos eu. Foi um baque ver como um anime que você caia de dar risada e ia se apaixonando lentamente por ela (porque ela é fofa) guardaria algo tão profundo. É como se a Kyoto Animation (a produtora do anime) tivesse aprendido com Kanon e Clannad e resolveu nos assombrar com essa faceta, de que muitas vezes os jovens se escondem nos cemitérios, ouvem metal pesado, viram o DARK FLAME MASTER ou têm o “Olho da Morte” porque algo de muito ruim aconteceu, ou acontece com eles.

Eu nem vou longe como o anime vai de “aceitar a Rikka doidinha de pedra como ela é”, mas sim de aceitar as dores e de tentar crescer do modo mais bonito e forte possível, como a Rikka faz. Com a ajuda do Yuuta, da Toka e até do seu “Olho da Morte” que a permite “ver” mais beleza na sua vida. E não… ela não é a Nagisa (que salva o herói em Clannad), muito pelo contrário.

É isso pessoal, abração!

Perai… E a Segunda Temporada?

Dizem que a 1temp foi feita com plot do Drama vindo da direção do Anime, e na vdd só a 2temp seguiu o verdadeiro plot da Light Novel. Se é vdd… eu não sei.

Saca o roteiro interligado? Não tem. Arranjar um modo para superar as dores? NÃÃO. E o amor para crescer… ÉÉÉÉ NÃO! Nem vou falar do último episódio ou da menina de cabelo rosa para fazer um triângulo amoroso de abestados. Se você quiser rir… veja que é tão ou mais hilária que a primeira e tem doses cavalares de moe (o que é sempre bom). Ma só veja para rir mesmo, não queira mais do que isso.

Agooooora sim, Abração!

Fontes: Urban Dictionary [Link]/ Wikia [Link]/ Wikipédia [Link]

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