Boku wa Tomodachi ga Sukunai (Haganai) – Indicação: Porque animes Harém não são apenas para Bocós

Que tal a gente falar de animes Harém? Eu sei que muitos de vocês pensam que haréns são animes para otakus virjões, mas eu gosto muito do gênero e em especial quero indicar um que fez relativo sucesso. Estou falando do meu querido Boku wa Tomodachi, também conhecido como Haganai. E ai? Será que animes harém só são bons para virjões? Vem comigo.

Boku wa Tomodachi ga Sukunai (Haganai) – Indicação: Porque animes Harém não são apenas para Bocós

Outro eu dia fiz um podcast com meus queridos amigos MagoGiva e  o PastorGi (ambos são o mesmo maluco, mas fodase) e a gente resolveu fazer um especial só de animes harém. Se você quiser ver (ou melhor, ouvir o papo muito doido) clique aqui. Por incrível que pareça nós não demos a mínima palhinha sobre Boku wa Tomodachi, vai lá Deus saber porquê.

E isso é até engraçado porque Haganai foi um dos animes harém que mais fizeram sucesso recente no Japão — junto com o meu odiado Oreimo — e sem sombra de dúvidas, pelas citações que vejo dele em hentais doujin e mesmo na cultura pop em geral, a gente meio que esqueceu de falar de um novo clássico do gênero (dá pra chamar algo novo… de clássico?).

Acreditem, este anime é um Seinen

Enfim, Boku wa se trata de uma obra Seinen, ou seja, voltada para um público mais maduro (eu o que é Seinen aqui) e isso quer dizer que apesar dele ter muita comédia e cenas de harém habituais, vamos ter conversas sérias e discussões mais profundas. Eu sei que soa estranho falar em “profundas” quando estamos falando em animes harém, mas vai na minha é um fato.

Para falar a verdade, a Primeira Temporada de Boku Wa é incrivelmente boa; realmente um dos melhores haréns já feitos. Enfim, em Haganai tu vai ver o “herói da vez” (Kodaka) ir para uma escola nova. Ele é meio loiro, daí todo mundo na escola zoa e odeia ele — geralmente japoneses não gostam das pessoas diferentes — e ele acaba conhecido como um “delinquente”. Por lá, delinquentes pintam os cabelos, vejam só.

O Clube dos Solitários

Na turma dele, ele encontra a Yozora, que era uma amiga de infância — só que o Kodaka não lembra disso… por que ele não lembra? Vejam! Ele acaba fazendo amizade com as pessoas “esquisitas” da escola, ou melhor, aqueles que não têm “amigos de verdade” — todas Mulheres, claro, afinal estamos falando de um anime harém.

Temos a própria Yozora que funda o “Clube dos Solitários”, a Sena (a niku) que é linda, super inteligente e toda gostosona, mas que não tem nenhum amigo de verdade — as meninas da sala a odeiam por ela ser “perfeita”; os rapazes só a veem como uma “mulher objeto” e/ou têm “medo” dela. Daí, ela não tem amigos.

Pouquinho de Ecchi faz bem o coração da gente

Eu nunca disse que não tinha ecchi

O trap do anime que quer deixar de ser trap (e ele guarda um mistério debaixo da saia que nos é revelado na segunda temporada), a Loli que é a freirinha (o colégio é meio que um convento, porque sim), a menina cientista (que fica maravilhosamente linda, também na 2º temporada) e por fim, a própria irmã do Herói que “pensa” que é uma Maho Shoujo (garota mágica)… porque esse assunto estava muito em voga nos animes daquela época. Que o diga Chuunibyou.

Ufaaa… Mas eu falei em questões profundas e sérias… aonde elas estão? Como deu para perceber, a maioria delas fica em volta de temas como “aceitação” e “conhecer um amigo de verdade, alguém em que se possa confiar”. Na verdade o anime fala em “crescer como pessoa”, daí vocês entendem porque ele é tão bom. E claro que ele é comédia também. A Yozora por exemplo é uma peste, e vai infernizar a vida de todo mundo — mas ela é assim, por… assistam!

Haréns existem mesmo no Japão?

E antes de eu me despedir, talvez vocês pensem que “Haréns” não existam na sociedade japonesa, certo? Para sua surpresa e para minha, eles acontecem mesmo por lá. O motivo é que as mulheres japonesas costumam escolher a dedo o “homem perfeito”, e ai elas acabem se digladiando por um, quando ele aparece. Eu sei, é bizarro, mas aqui temos coisas como futebol ser mais importante que a ciência, então não vamos falar nada.

Enfim, fiquem com essa belíssima indicação chamada Boku Wa Tomodachi. Tenho certeza que muitos e muitas de vocês vão acabar se identificando com os personagens e com os problemas que eles vivem. Além de morrerem de rir. Ah sim… deixem de preconceito com os animes haréns, temos pérolas no gênero.

Será que teremos momentos amor i love you?

Abração!

E mais ecchi pra terminar o post… porque eu quero.
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Top 3 HQs de Mundos Paralelos que você deve Ler HOJE!

Olá meus bons amigos e amigas, quer dizer que vocês vieram até aqui no meu blog, para saber sobre HQs né verdade? E ainda por cima, ver um Top HQs de mundos paralelos, ou seja, aquelas histórias que se passam foram do lore e do canon original de suas respectivas historinhas. E vocês vieram me procurar, o cara que fez varias reviews de HQs clássicas? Venham comigo amiguinhos!

Top 3 HQs de Mundos Paralelos que você deve Ler HOJE!

Primeiro de tudo quero que vocês saibam: esse top 3 não tem “numeração” de primeiro ou terceiro colocado. Digamos que vocês vão saber qual eu curto mais enquanto lerem. Segundo, eu deixei fora dessa lista Batman: Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, porque eu quis mesmo. Não tem muito o que dizer sobre — mesmo sendo a minha graphic novel preferida.

Claro, não teremos spoilers e a minha escolha se baseou muito no que eu queria no momento, sabe como é? Por exemplo, essas hqs (na verdade se trata de uma hq serializada e duas graphic novels) escolhidas por não serem muito longas ou complexas não vão exigir do leitor um conhecimento prévio de nada. Basta pegar, ler na ordem certinha (nada de ler o primeiro capitulo e depois o capítulo nove, tem de seguir a ordem, OK?) que vocês vão curtir.

Tudo avisado? Vamo lá.

Dias de um Futuro Esquecido

Essa para mim é a melhor saga dos X-men. Fim. Tá, tá certo, vou falar um pouco mais. Eu li a saga da Fênix Negra (INTEIRA) e cá pra nóz, o negócio é bem maçante. E sem noção também. Mas aqui… bom aqui nós também temos coisas um pouco maçantes (como por exemplo, o roteirista a todo mundo ter de explicar o que é adamantium, ou quem era a Tempestade) mas são coisas menores e no geral, bem comuns para época que foi lançada.

Ela foi escrita por Chris Claremont e desenhada por John Byrne, os dois autores de novela preferidos do público Marvel e que levou os X-Men ao auge da fama. Inclusive existem fofocas que o que ajudou a dar um fim nessa incrível parceria, foi justamente o fato de que essa história existiu. Parece que um deles queria trazer histórias temporais e que elas fizessem parte do cânone dos mutantes, mas o outro não queria. E como um não quer, dois não brigam… mas lembre-se, fofocas.

Dias de um Futuro Esquecido

Sobre a Hq em si, tirando a chatice de explicar quem são os X-Men a cada duas páginas, é uma obra de arte. Ela ainda tem aqueles lances de novela que os dois autores AMAVAM (uiii), mas ela é profunda e visceral. Ocorrem muitas mortes e o futuro não é apenas distópico: ele toma ares de uma verdade bem factual. O fim mesmo… é um fim muito diferente das obras comuns da Marvel… Olha, se é para ter uma obra da Marvel em minha coleção, é esta obra de arte. E também A Queda de Murdock.

Ahh… o filme? Esqueça o filme.

Superman: Entre a Foice e o Martelo

Pois é, agora vamos para a obra do Superman que eu li e mais gosto. E olha que eu li Superman All stars do Morrison e achei beem fraquinha. Bom, não vou discutir sobre a criação da roda, mas que Red Son, ou como ficou conhecida aqui nas terras tupiniquins, Superman: Entre a Foice e o Martelo, é uma Grande obra de arte, isso ela é com certeza.

Escrita por Mark Millar e desenhada, pintada e ilustrada por um monte de pessoas diferentes, foi lançada sob o selo Elseworlds da DC, ou seja, ela não é uma hq serializada, mas uma Graphic Novel.

E a primeira coisa que eu preciso dizer é Mark Millar, por que você fez uma obra de arte aqui, e fez uma BOMBA chamada Guerra Civil para a Marvel? Cara… como pode isso? Como você escreve tão maravilhosamente bem na DC e faz aquela atrocidade que é Guerra Civil? Sim, estou irado porque comprei sem ler, e queria muito meu suado dinheiro de volta. Mas enfim, vamos em frente.

Imagine que o Superman em vez de ter seu foguete caído no Kansas… ele caísse na União Soviética, ainda nos tempos do Camarada Stalin? Como essa criança cresceria? O que ela pensaria? Como seria esse Superman criado na ideologia socialista, num ambiente anti-democrático e repleto de perseguições e mortes políticas?

Será que ele ainda seria o “Escoteiro”? Aquele cara que de tão bonzinho dá nos nervos? E como seria o Batman desse mundo paralelo? E a Mulher Maravilha? Cara… se você puder, leia. Mark Millar fez uma completa obra-prima e a única coisa que vou dizer para vocês é BIZARRO. Bizarro, você é o melhor vilão do Superman.

Reino do Amanhã

E agora estamos falando da possivelmente, maior obra-prima aqui da nossa pequena listinha. Para mim, segundo lugar de melhores HQs, perdendo apenas para Cavaleiro das Trevas, por muito pouco. Escrita por Mark Waid e desenhada pelo GÊNIO Alex Ross, Kingdom Come trata-se de um verdadeiro divisor de águas e muitas a consideram como um quebra de paradigmas dentro do mundo dos quadrinhos — mais ou menos como foi Cavaleiro das Trevas.

Como Kingdom Come é de 1996 eu não diria que ela é de fato um quebra de paradigmas, ou ainda que ela foi “mal compreendida” quando foi lançada… Não vou tão longe assim. Mas que é inegável a grandeza da obra, isso é. A mensagem que ela passa é tão forte, e de uma maneira tão clara, que na verdade é até difícil imaginar que alguém não a tenha entendido.

Imaginem um futuro distópico, aonde os heróis tomaram o mundo. Na verdade, são os filhos desses heróis. Mas eles não são tão “heroicos” como os heróis que nós conhecemos — muito pelo contrário. Parece que a qualquer momento haverá uma guerra e todo dia ocorrem desgraças e caos. Até que no leito de morte de um herói que era capaz de ver o futuro, está um pastor. Este pastor, fica ao lado de seu amigo até o fim — a despeito de todos agora temerem esses “super-seres” o pastor fica — e ele lhe presenteia… com seus poderes.

Assim o pastor volta para casa meio atordoado com o possível “Apocalipse”… No dia seguinte, enquanto rezava dentro de sua igreja, lhe aparece o Anjo da Morte, o Espírito da Vingança: Espectro. E este lhe procura porque o pastor agora é capaz de ver o futuro — e o Espectro está preocupado com o caos e a hecatombe que deve ocorrer. O Espírito da Vingança pensa em preceder a hecatombe, causando-a ele mesmo. Mas para decidir com mais cautela o que fazer, é preciso ver o Futuro.

O Espírito de Vingança

E bom não vou falar mais nada. Se você se sentir preparado ou preparada para ler esta obra-prima chamada Reino do Amanhã, mande ver. Mas lembrem, trata-se de um universo paralelo e não é canon… Afinal você veio ver esse top porque está atrás de hqs de universos paralelos, né verdade?

Abração!

Iriya no Sora, UFO no Natsu – Indicação: Um anime de Final Inesperado e Marcante

Sejam bem-vindos a mais uma indicação de anime! Desta vez vou trazer a série de ovas Iriya no Sora, UFO no Natsu para vosmecês, sempre com aquele textinho maroto sem spoiler, sem encher linguiça, só para falar um pouquinho do anime e atiçar vocês a vê-lo. Um anime com suspense, gore, várias mortes, no meio de uma guerra e com uma moça muito especial. Venham comigo pequenos padawans.

Iriya no Sora, UFO no Natsu – Indicação: Um anime de Final Inesperado e Marcante

Esse é um daqueles grandes animes com histórias realmente impressionantes, mas deveras desconhecidos pelo público em geral. Não posso negar que é sempre um prazer dar uma garimpada nessas pérolas e trazer eles aqui para vocês conhecerem.

Na verdade, é até especial para mim de algum modo poder falar de Iriya no Sora. Lembro de ter tido diversas emoções enquanto o via, em especial por 2 motivos: a heroína do anime (que é A Heroína de fato) e o seu final.

O encontro Inesperado

Iriya no Sora, UFO no Natsu se trata de uma série de 6 OVAS apenas, e conta a história carregada de suspense, do Naoyuki, ao encontrar a misteriosa Iriya. Um belo dia de verão, ele resolve pular os muros do colégio para nadar na piscina sem ninguém por perto.

De um modo estranho, lá estava uma bela menina de longos cabelos roxos (no Japão, todos têm cabelos negros) tentando aprender a nadar. Ele a ensina… e acaba vendo que em seus pulsos haviam implantadas “esferas metálicas” que tomavam boa parte dos braços da garota. Espantado, ele pergunta a ela do que se trata — para ela era estranho Ele não ter as tais “coisas”.

Os Mistérios

Aflito, ele acaba descoberto por pessoas engravatadas, do governo, e de repente… ele acorda na escola como se nada houvesse acontecido. A história do anime na realidade se passa dentro de uma guerra. Todas as nações do planeta lutam juntas, e todos os dias acontece algo estranho — até mesmo na região da escola de Naoyuki, que fica próxima de uma área militar.

O que acontecerá com ele que “perdeu a memória” ao acordar de repente no meio da aula? Quem é essa misteriosa Iriya com essas esferas implantadas em seus pulsos…? Será que ela está envolvida de alguma forma na guerra que ninguém sabe dizer do que se trata, ou de quem é o verdadeiro inimigo…

O Gore

Falei que tinha gore… não falei?

Fica a indicação deste anime para os amigos e amigas. Lembro que na época que o assisti, pensei se tratar de um “shoujo de ação“, mas na verdade ele é um Seinen de Mistério, Suspense, Sci Fi e um pouco de Gore — sim, nós temos cenas com muito sangue neste anime, então estejam mais do que preparados ou preparadas. Eu como gosto de gore, acho sensacional.

E o final, claro, como já dei aquelas pistas no começo do post, é carregado de suspense e de uma certa maneira, muito forte para alguns. Mas garanto que vai deixar muita gente sem nem saber o que dizer ou pensar. Abraços e bom anime pessoal!

A Heroína e o Final Marcante

Ah… o final de Iriya… vai fazer muita gente pirar o cabeção

ps: Ah sim… neste anime… Ela é a heroína da história. Mas eu já disse isso, certo?

Eu queria postar essa foto, o blog é meu, então eu posto

Top 5 Filmes de Corrida, Carros e Velocidade que você deve Ver

Sejam bem-vindos a mais um top do afontegeek. Desta vez escolhi um Top 5 Filmes de Corrida, Velocidade, automóveis e essas coisas, para você que é fã do gênero e até mesmo para você que nem sabe qual foi o último campeão de F-1 e não está nem ai para velocidade. Vem comigo!

Top 5 Filmes de Corrida, Carros e Velocidade que você deve Ver

Queridos e queridas amigos e amigas, aqui quem vos fala é seu velho e amado mestre Admintb. Sim, eu sei que devia estar indicando mais animes, mas hoje eu quero falar de carros.

É isso mesmo, máquinas de altíssima velocidade e desempenho, mas principalmente os seus longas. Garanto que muita gente vai ou se espantar ou odiar a minha listinha, mas eu como sou um grande fã de F-1, não estou nem ai para seu hate.

Vamos começar com os… Extras

EXTRA 2: Velozes e Furiosos

Eu não gosto da franquia Velozes e Furiosos. Mais ou menos gosto um pouco do primeirão, um pouco daquele “Desafio em Tóquio” e olhe lá. Meu sobrinho ao contrário, ama a franquia e meio que me forçou a ver quase todos — ou seja, eu sei bem do que estou falando quando digo que não gosto. Mas afinal de contas, o que eu gosto, e o que eu não gosto? O que eu gosto, por incrível que pareça é do Vin Diesel e de algumas meninas mecânicas (não todas) que aparecem nos filmes.

O que eu não gosto? As cenas de ação em si “se passam” dentro dos carros, mas não tem “os carros” como principais atores. Os motores, os nomes dos carros, as partes técnicas de como se fazer uma ultrapassagem, tudo beira não só ao exagerado, mas ao Hollywoodiano. Tem gente que gosta ver portas voando em meio a um drift em cima de uma montanha, enquanto se aposta uma corrida por causa do cartel de drogas. Eu não.

EXTRA 1: Táxi

Eu gosto da série Táxi. Sim, a francesa mesmo, estrelado por Gisele Bunchen e Queen Latifah. Sim, eu gosto mais que Velozes e Furiosos. Eu sei, vocês devem estar pensando “Caramba, o Top5 desse cara deve ser um lixo!”, mas calma. Gosto Mais da série Táxi, porque eu gosto de humor. E as cenas que envolvem os carros  são menos irrealistas (ainda são irreais, mas menos) que a da série Velozes e Furiosos.

Além do que o filme leva a sério essa coisa de “carros como atores”. Não se trata de espionar um cartel de drogas ou impressionar uma mecânica latina (ou japonesa), mas de assaltar um banco com um carro maneiro fazendo drifts irados, e perseguir quem assaltou um banco fazendo drifs maneirões. Ou seja, sem os Táxis, não tem filme. Se Velozes e Furiosos fosse sobre Aviões, ou Motos, ainda tinha filme. E como estou falando de filmes cujos atores principais são os carros, vocês entenderam.

5 – Need for Speed

Que wall medonha…

Esse é um bom filme. Se em velozes e furiosos as marcas, os chassis, os motores, combustíveis e até mesmo as manobras não importam — e nem faz sentido lógico você depender de nitro toda hora — nesse filme sim, nós sabemos tudo. Não deixa de ser uma ótima propaganda para marcas como Koenigsegg e carros como Bugatti Veyron. Mas só de ver esses carros maravilhosos num filme… e num filme bem feito, diga-se, com uma história e com atuações (desculpe) melhores das que geralmente vemos em Velozes e Furiosos, eu me pergunto, porque não tivemos uma continuação?

Sério mesmo, por que ninguém sabe que esse filme existe? É porque ele não é preocupado em mostrar modelos magérrimas em trajes mínimos e homens musculosos e carecas? Só não digo que ele é “ultrarrealista” porque seria exagerado, mas exatamente tudo o que eu odeio em Velozes e Furiosos (você nem sabe me dizer o nome daqueles carros “tunados”) eles fizeram Certo, em Need for Speed. Aqui sim eu posso dizer, sem os carros, não tem filme.

4 – Herbie

Olhem bem pra Lindsay e nunca usem drogas!

“Você não tava dizendo que Velozes e Furiosos é muito Hollywoodiano e irrealista, como o Herbie está aqui?”. Primeiro, é um Fusca. E Fuscas são maneiros. E na verdade, esse Fusca Fala. Bom, ele não fala, mas é como se falasse.

E não importa nem um pouco qual dos filmes você vai pegar para ver — pode ser aquele com a Lindsey Lorran antes das drogas, ou aquele que um piloto fracassado consegue se redimir nas corridas… com um Fusca! Ou ainda os mais antigos, lá das décadas de 60-70, que o Herbie fazia miséria, e até um pouco de sentido ele disputar corridas off-road. Não importa, esse fusca é MÁGICO.

Sim eu sei, ele pula, ele tem aquela disparada clássica que levanta completamente a sua frente ficando apenas na sua tração traseira — é como se a potência do motorzinho boxer a ar do fusca tivesse 500 cavalos ao invés dos seus 40, por aí, e de tão potente, fizesse ele levantar a dianteira. Sim, vocês pensavam que não fazia sentido ele levantar a dianteira? Se enganaram! Até nos filmes mágicos da Disney, nós temos mais ciência que em Velozes e Furiosos. E essa é a última vez que falo na franquia do Vin Diesel nesse top5.

3 – Rush – No Limite da Emoção

Olhem pra essa foto de divulgação e digam quem é o mocinho e quem é o vilão

Agora as coisas começam a melhorar. Certo que a história entre Hunt e Lauda ficou extremamente Hollywoodiana, com o Hunt sendo o bom vivam gente boa e bonitão (porque ele era feio, na verdade), enquanto que o Lauda foi colocado como o nerdão chato de galocha que só pensa em corridas. Sério mesmo, falando em roteiro/direção, o filme coloca os dois como antagonistas… mas até antes do acidente do Lauda, ele não é só um antagonista, ele é o vilão do filme. Riquinho e um pé no saco; enquanto que o Hunt era o pobrezinho que ninguém gostava mas que tinha talento.

Ou seja, como os dois são mostrados no filme (até o acidente do Nikki) beira o riso. Lauda nunca foi vilão. Ele foi daqueles pilotos que trouxe Profissionalismo ao Esporte, junto com Emerson, Stewart, culminando em minha opinião, com Senna. Pilotos são atletas. Eles podem pegar as meninas (e devem, caso gostem), mas são atletas. Então encenar o Lauda como “aquele chato que senta na frente da sala de aula” é exatamente o que Hollywood sabe e ama fazer. Mas vamos esquecer essa questão do roteiro (até o acidente do Lauda) e focar no que é bom: as cenas das corridas, dos carros, e o climax do longa.

Esqueçam aquela capa medonha, olha esses carros!

Assista. Mesmo que você não saiba nada de F-1 e até sinta ódio do esporte (porque acha que ele é burguês e você vota 16), pare tudo e assista. E lembre que o maior gênio do esporte, Fangio, era pobre. A esposa de Mansel deu tudo o que tinha para ele correr. Michael também não era nenhum rico, e muito menos Hamilton. Então deixa de ser chato e veja esse filmão!

2 – Speed Racer

Como assim outro filme de fantasia, e logo em 2º Lugar? Eu só posso ter pirado! E aqui vou redimir esse longa. Os fãs do anime não gostam do filme… porque são chatos. São daqueles que dizem “O mangá é melhor que o anime”, quando na verdade sentem emoção mesmo de ver o Goku falando KAMEHAMEHAA, do que lendo. As pessoas são chatas e a gente convive com elas. Os segundos, são aqueles que gostam de “filmes de carros” e acham ele colorido demais, nada a ver com carros. E os terceiros, os cinéfilos, também acham ele colorido demais e as atuações exageradas — além dele ser “muito tradicional e fora de moda”.

Eu entendo todas essas críticas de pessoas chatas e que transam com cigarro na boca. Das primeiras, de que o filme nunca vai ser igual o anime, eu vou lhes dizer: nunca vai ser, mas é uma ÓTIMA ADAPTAÇÃO DA OBRA ORIGINAL. Uma adaptação fiel nas questões certas e até na história do anime. Os segundos, caras, vocês não gostam de filmes de carro. Sério mesmo. Gostar de ver rachas e gostar de corrida da automóvel como um esporte de alto desempenho são coisas inversamente proporcionais. Mas tenho fé que vocês podem passar a gostar do esporte, porque grandes pilotos gostam de adrenalina.

Cenas de ação dignas de Anime! Muito fodas!

Por último, o filme é colorido por uma questão estética do diretor: um futuro que a humanidade apesar de ainda ser bem fdp, ter dado certo (em vez de ser aqueles futuros cyberpunks pós-apocalípticos). O futuro chegou e os carros…  carros voam. E aí está a grande sacada do longa: os carros unem a família. Se você não se emocionar na cena que o Speed e seu pai conversam, e a família inteira se ajuda você é um chato. Ou uma chata. E é por isso que você transa com cigarro na boca. Se é que.. você transa.

Nem vou falar das cenas de ação: são Perfeitas.

Menções Honrosas: 500 Milhas e Relâmpago Marquinhos

Eu infelizmente não tive tempo de ver o 500 Milhas, mas é certo que ele figuraria aqui na lista. Talvez se num futuro não muito distante eu assista, atualizo o post. Sobre o Relâmpago Marquinhos… só precisa ganhar.

Eu sei que correr é legal e que disputar é da horinha, mas prêmio de consolação é uma bosta. Stirling Moss pode ter 4 vice-campeonatos porque era um gentleman, mas ele também ganhou diversas corridas, incluso Monaco e a Mille Miglia em cima do Fangio.

1 – Gran Prix

Finalmente o primeiro lugar. Ele pode ser antigo e dá trabalho encontrar mas se você ama corridas, filmes de carros e F-1, todo esforço vale à pena. Retrata justamente as provas de F-1 entre as décadas de 60-70, quando mortes e acidentes eram comuns. Dentro de um enredo feminista e de grande liberdade sexual — e você ai reclamando porque transa com cigarro na boca.

E o principal: não tenho ideia como eles gravaram as cenas REAIS, nas pistas REAIS, com toda a sensação de velocidade naquela época. Todas as grandes pistas de F-1 que hoje estão capadas, como Spa Francorchamps e a Nürburgring no verdadeiro inferno verde, com cenas sensacionais! E a própria disputa em si do título, as mortes, as modelos, meu Deus. O filme me fez ter diversos orgasmos e voltar diversas vezes só para rever — e estou falando de cenas de ação num filme feito na década de 60!

Cenas de ação SENSACIONAIS, as melhores de todos os filmes aqui citados

Se vocês não tiverem tempo e querem mandar toda a minha lista para o saco, mandem ver. Mas vejam Gran Prix que é sem dúvida o melhor filme de corridas que ao menos eu, pude ver. Não digo que é o melhor porque não vi 500 Milhas. Mas com certeza merece aparecer aqui em primeiro.


Eu não ligo para o seu Hate kk

É isso meus amiguinhos e amiguinhas. Sei que vocês devem me odiar porque odeio Velozes e Furiosos, mas sigam minhas dicas e vejam pelo menos Rush, no Limite. Certeza que vão curtir.

Abração!

Lovely Complex – Indicação: O anime de Romance um pouquinho fora do Comum

Sejam bem vindos e bem vindas, meus caros amigos e amiguinhas a mais uma indicação de anime. Desta vez vamos indicar um shoujo excelente e hilário, que eu sinceramente penso que todo mundo pode, e deve dar uma chance: Lovely Complex. Senta aí, vamos ver a indicação e quem sabe eu não te convenço a assistir esse anime de romance, né verdade? Vem comigo.

Lovely Complex – Indicação: O anime de Romance um pouquinho fora do Comum

Como eu prometi no texto de Dantalian no Shoka, farei várias indicações de anime durante esses dias. Claro que eu não vou só postar animes, mas já que estamos na vibe, vamos lá.

A indicação de hoje é Lovely Complex. Trata-se de um anime shoujo de romance, deveras engraçado e que para ser sincero (igual a música do Engenheiros do Havaí) acredito que todo mundo deveria dar uma chance — Lovely Complex faz parte da “Trindade de Shoujos que Todo mundo Viu”, junto com Kaichou Wa Maid-sama e Toradora (mesmo Toradora não sendo um shoujo, mas enfim).

Muito bem, se você não sabe o que é um Shoujo, eu indico a leitura do meu texto aonde eu explico os gêneros dos animes, mas no geral, shoujos são obras voltadas mais às experiências do desenvolvimento da mulher, como “primeiro amor”, “aquela patricinha chata que me odeia”, etc, e na maioria das vezes (mas não em todas) são obras de romance.

Mas devo dizer que este aqui sai um cadinho assim, do lugar comum, coisa que no geral a gente se atrai mais, né verdade? Como assim? Por exemplo, acabamos por preferir aqueles romances “quase impossíveis” (nerd se apaixona pela patricinha da sala) do que aquele amor nerdinho e nerdinha basicão café com leite… vocês me entenderam.

Que é um Shoujo?

Geralmente todo shoujo narra a história da “Menina feinha da sala que se apaixona por cara Bonitão”. Essa é a receita de bolo clássica — pois é, shoujos também têm receitas de bolo, assim como os shonens e seus épicos. Caso não seja assim, também temos muito o “Menina Friendzoneada vai tentar forever ficar com o carinha Bonitão”. O carinha ser bonitão ou não, eu não ligo, porque 100% dos haréns que eu assisto as gurias são lindas e maravilhosas, então é normal os caras serem “Carlos Daniel”.

Pois então… Lovely Complex é meio diferente. Na verdade é “Menina que não sabe que é Bonita, se apaixona por carinha ‘normal’, e carinha normal é tampinha e Não quer nada com ela”.

Bolo de Chocolate com Recheio de Chocolate

A historia se repete até certo ponto, ou seja, “Menina A quer carinha B que não quer nada com ela”, mas o fato deles serem hilários, bons amigos, gostarem das mesmas coisas, terem personalidades parecidas (e o carinha ter vergonha de ficar com uma mina alta, porque ele é um pintor de rodapé… não que o Deni Devito ligue para isso) torna tudo sensacional.

Lovely Complex é de longe, um dos melhores animes do gênero que eu já vi e se trata de indicação certa, para você amigo ou amiga, que goste de um romance com comédia (MUITA COMÉDIA) com uma pitadinha de feels e prefere comer bolo de chocolate com recheio de chocolate, que bolo de chocolate sem doce de chocolate.

O que será que acontece?

Mas e aí? Será que a altona bonitona vai ficar com o baixinho fodão — aviso, contém spoiler neste link. E será que o baixinho fodão vai se tornar um taradão por meninas mais altas no fim da história? Assistam e descubram.

ps: Haja Sofrimento nesses shoujos… nunca vi tanta mulher sofrendo.

Dantalian no Shoka – Indicação: Mistério com um pouco de Ocultismo

Olá a todos, aqui é seu querido e amado AdminTB, trazendo a indicação do anime Dantalian no Shoka, que é uma obra um tanto quanto psicológica, com um pouco de gore e repleta de ocultismo. Certeza que vocês vão curtir. Veeeenham!

Dantalian no Shoka – Indicação: Mistério com um pouco de Ocultismo

Estava eu aqui tentando pensar num anime “meio desconhecido” mas muito bom para os amigos, e acabei lembrando de Dantalian no Shoka. Como pretendo fazer mais algumas indicações no decorrer dos dias, e como esta aqui estava à mão (tinha postado ela no blog nerdpobre), resolvi trazer pra cá.

Sei que meus amigos e minhas amigas, leitores e leitoras aqui do blog, estão acostumados com minhas reviews, críticas, análises, textos longos e completos sobre os animes e tals, mas nas indicações só vou trazer textinhos rapidinhos. Saca uma rapidinha?

Pois então. Vem comigo.

Sinopse “by my memory”

Eu vou fazer uma sinopse meio “made by my memory” então já sabem. Dantalian conta a historia de Hugh Anthony Disward, que se bem recordo, havia voltado da 1ºGG. Ele vinha cuidar de uma mansão deixada para ele pelo seu querido avô. Contudo, lá ele também encontra a misteriosa Dalian.

E a chave da mansão na verdade não abre nenhuma porta… ela abre um portal que vai direto para a “Biblioteca Dantalian” a qual, a pequena Dalian é a guardiã. Mas para acessar a tal “Biblioteca Mística” e assim usar os poderosos livros ocultos, ele precisa “abrir” o portal… Portal que é nada mais nada menos o coração da pequena moça.

Comparações e/ou Referências

Essa cena e imagens, para quem viu, faz recordar tanto de Guilty Crown da linda Inori, como também de Gosick. Mas Dantalian conta mistérios, alguns em volto sobre as outras “bibliotecas místicas”, e vamos dizer que eles têm um tom mais “ocultista” que os animes citados. Eu até poderia dizer o que significa a palavra “Dantalian”, mas sei lá, rs.

Bom… como eu sei que o pessoal deve ter ficado meio curioso… Dantalian (para quem gosta de ocultismo) se trata de um grande e poderoso demônio do inferno. Meio que é como se ele fosse um “demônio do conhecimento”, porque ele pode ensinar várias artes e ciências.

E isso acabar tendo a ver com a própria Dalian, guardiã da sua biblioteca e detentora de vários tipos de artes e segredos poderosos — sempre com o pensamento de permitir que apenas “poucos” tenham acesso à sua vasta biblioteca mística. Mas calma, tem medo não, a história de Dalian é só anime rs.

Conclusão

Anime de mistérios, poderes místicos, muito ocultismo e gore em volta ao período “Pré-Segunda Guerra Mundial” — e quem é afinal de contas, a linda Dalian, e porque ela não envelhece? Uma pena só o anime não ter ganhado segunda temporada. Teria sido interessante ver como os livros místicos mudaram o curso da 2GG.

Se eu for dar algum destaque para o anime, deixo palavras especiais ao alto nível de gore em alguns episódios (hehe) e a relação entre a Dalian e o Anthony. As cenas de ação sensacionais, e há um episódio aonde temos uma espécie de máquina humanoide… não vou falar muito para não dar spoiler.

É isso pessoal, eu me despeço por aqui. Espero que tenham curtido essa minha primeira indicação e aguardem, porque já tenho alguns animes em “ponto de bala” para postar no site. Sempre nessa vibe: textinhos curtinhos, só para deixar o gostinho de quero mais para ver o anime.

Abraços!

ps: Sim eu não falei que o anime tem lolis.

Top 15 Desenhos Educativos que até Você vai Curtir (Parte 3)

Eu já fiz um top de desenhos animados atuais, de comédia, desenhos brasileiros, e até daqueles desenhos clássicos que todos devem ver uma vez na vida. Resolvi continuar esse especial com desenhos educativos.., sei que muitos de meus leitores/as não gostam desse tipo de post, mas caso você seja papai, mamãe, titio, titia, ou até um/a educador/a e tá afim de conhecer aquela boa animação para os pequenos? Então, vem comigo! Top 15 desenhos Educativos que até Você vai curtir, Parte 3!

Top 15 Desenhos Educativos que até Você vai Curtir (Parte 3)

PARTE 1 PARTE 2PARTE 3

Top Melhores Desenhos Animados (Cartoons)

Desenhos ClássicosDesenhos BrasileirosDesenhos de ComédiaDesenhos da Atualidade Desenhos Educativos

Olá meus bons amigos e amigas para mais um top listas aqui deste querido bloguizinho. Eu sei, é meio bizarro esse tipo conteúdo aqui no site, porque nós trazemos cosplays, falamos de literatura fantástica (como as obras de Edgar Allan Poe), temos posts de bandas de metal, enfim, é aquela bagunça. Mas como eu sou tio, professor, e também gosto de desenho, de vez em quando eu paro para ver como andam as animações — até as mais infantis.

Primeira coisa que essa lista não teremos Peppa Pig. A segunda coisa é que também trago alguns desenhos da época que EU era criança e curtia. Por fim, no top15 vamos ter desenhos que eu não gosto muito (mas que vi para ter uma base) e sempre que tivermos uma animação que eu goste, que estaria numa lista minha pessoal, eu vou falar. Isso mesmo, esse top15 não é bem uma lista pessoal, mas uma lista para você que é educador, que gosta de animação e quer conhecer um pouco mais dos dois mundos.

Vem comigo.

Shaun, o Carneiro

Acabei falando um pouco mais de “Shaun, o Carneiro” lá na Parte 2 quando citei a série “Timmy e seus Amigos” que é basicamente um “spin-off de um spin-off”. Na verdade Shaun é um spin-off da animação stop motion Wallace e Gromit, dos estúdios Aardman Animations, sendo portanto uma animação americana e britânica. Por incrível que pareça Shaun inclusive já ganhou um filme em 2015 (que eu não vi, mas poxa, tá na minha lista).

E o que mais posso dizer? Hilário. Sem dúvida o desenho mais engraçado aqui dessa Parte 3. Eu não diria porém que ele é exatamente focado para o publico infantil como é a sua spin-off, Timmy e seus amigos, que inclusive os professores têm um papel fundamental por serem realmente pedagogos no sentido forte da palavra. Mas ele merece ser citado nesse top15, como foi Pingu e também Masha e o Urso — são animações para todas as idades, muito engraçadas e sempre com “algo a ensinar” durante o episódio. Talvez estejamos vendo mesmo um clássico.E caso você não conheça, assista. Recomendo.

Fonte: Wikipédia (BR) [Link]

Doutora Brinquedos

E aqui eu trago um pouco dos desenhos que passam no canal infantil da Disney. Trouxe dois, começando com a “Doutra Brinquedos”. A animação é produzida pela Brown Bag Films e foi criada pela produtora executiva da Disney, Chris Nee, que é premiada pelo “Humanitas” inclusive — um espécie de Pulitzer para aqueles que trabalham com a televisão.

Nee conta que teve ideia de criar o desenho quando foi levar seu filho que sofre de asma para o médico. Ela queria que a personagem central fosse feminina, e aceitou logo de cara quando a Disney mencionou se ela poderia ser negra. Dito e feito. Nee diz que ficou muito feliz por saber que uma personagem como a Doutora Brinquedos poderia influência as gerações vindouras.

Agora que nós sabemos um pouquinho da personagem, preciso dizer que não gosto muito desse desenho falando como um adulto, por ele ser meio lento, não ter humor — apesar da nossa dublagem fazer um trabalho excelente. Mas assim como Babar e O pequeno urso, considero muito válido que uma criança pequena o assista.

Por exemplo, eu gostei muito dos episódios que a Doutora Brinquedos (ela é uma médica de brinquedos) conta fatos históricos interessantes, como o episódio que ela mostra um pouco da história de uma enfermeira americana (a Florence Nightingale senão me engano) e também dos episódios que ele enfrenta disrupturas, vamos dizer assim, geralmente envolvendo um boneco que é um rei baixinho.

Digo disrupturas porque fogem do comum, com mais confrontos, discussões, desacordos, opiniões e personalidades diferentes, mas tudo envolta para resolver os problemas dos episódios — justo esses que mais gosto, são muito raros. Deixo aqui a indicação.

Fontes: Wikipedia (ING): Link/ Link/ Link

Princesinha Sofia

E agora outro da Disney Junior, que recomendo. Conta com a direção de Jamie Mitchell e lá nos USA a princesinha Sofia é dublada pela Ariel Winter, que é atriz da serie Modern Family (e é linda!). O desenho se passa com o plot da mãe da Sofia casando com o rei de um lugar de fantasia chamado Encântia. Falando assim parece mais bobo do que é, mas na verdade é um desenho interessante.

Isso porque, vejam bem, ela tem dois irmãos do padrasto, uma loirinha metidinha e um menininho gente fina, a mãe e o pai deles são bem sérios, mas sempre acontece algo “fora do padrão”, como encontrar uma bruxinha que quer ajudar a mãe, bom enfim. Eu não vou ficar aqui falando muito, apenas dê um tempinho e assista — é legal ver como personagens tão distintos convivem juntos e como eles dialogam entre si para resolver seus problemas, diferenças, e tudo isso com um toque Disney.

Digamos que é uma animação que se preocupa muito com os problemas de uma família recém formada (por pais separados). Creio que nesse contexto ela é interessante de ser assistida e por ter mais ação é mais indicada principalmente para os pequeninos. E eu sempre lembro de uma amiga quando falo desse desenho.

Fontes: Wikipedia (ING): Link/ Link

Daniel Tigre

Sem dúvida algum o desenho mais fofo dessa parte 3… e possivelmente até de todo o top15. Ele carrega aquelas repetições próprias de desenho educativo, como pausas para explicar certo conceito (e explicar de novo, e de novo), mas mesmo assim a animação é tão “bonitinha” e educativa da maneira correta, que até mesmo adultos podem assistir.

E aqui vai a curiosidade: Daniel Tigre (Daniel Tiger’s Neighborhood) foi feito inspirado numa antiga série de tv educativa dos USA, chamada de “Mister Rogers’ Neighborhood”, criada por Fred Rogers, sendo que foi ao ar dos anos 60 até inicio dos anos 2000. Como diz a wikipedia (ING), a animação é voltada para as crianças em idade pré-escolar, ensinando inteligência emocional e respeito humano.

O próprio Fred Rogers recebeu diversos prêmios e honrarias envolvendo seu trabalho de psicologia, desenvolvimento infantil e na tv. Eu não vou ficar aqui listando tudo, mas vou deixar alguns links em inglês caso você queira conhecer mais o trabalho dele. Para completar o próprio desenho do Daniel Tigre ganhou prêmios no “Parents Choice Award” e indicações em diversos outros.

Para ser bem sincero com vocês, o desenho é mesmo tudo isso: ensina inteligência emocional às crianças (como lidar com seus problemas, seja raiva, medo, ansiedade), a como conversar com os outros para ser ouvido e como ouvir aquele que lhe pede… é uma boa animação até para adultos.

Nesse quesito ele é como se fosse um “Timmy e seus amigos” mais orientado psicologicamente, em vez de ter um olhar mais pedagógico. Além de ser um desenho fofo, como diria os japoneses, kawaii. Até eu de vez em quando aprendo algumas coisas com Daniel Tigre: de quando me sinto frustrado ou meus coleguinhas não me escutam, lembro que ser grosso não é uma coisa legal, e preciso agir mais como o Daniel aprendeu em algum episódio.

Fontes: Wikipedia (ING): Link/ Link/ Npc.org: [Link]

Os Camundongos Aventureiros

E para terminar a animação da parte 3 que mais me marcou (porque eu via quando era criança): Os camundongos do campo e da cidade (The Country Mouse and the City Mouse Adventures). O desenho foi produzido pela France Animation, Cookie Jar Entertainment e HBO, tendo também como parceiros de produção a Germany’s Ravensburger e a famosa (pelo menos para mim) Reader’s Digest nos USA.

A animação foi meio que uma co-produção de diversos países do mundo, ou melhor dizendo, ele recebeu aporte financeiro de diversas empresas espalhadas pelo mundo. O que eu posso dizer mais é que a animação foi escrita por 3 pessoas: Patrick Granleese, Caroline R. Maria e Bruce Robb.

É muito possível que você tenha visto esse desenho. Bom, se você veio parar aqui à procura de desenhos educativos para seu filho/filha ou mesmo como um pedagogo/pedagoga que gosta de animação assim como eu, com certeza absoluta conhece um pouco desse ótimo desenho que até bem pouco tempo, passava na tv Cultura.

Digamos que ele tem um pouco dos elementos que mais gosto em todas as animações que falei no decorrer deste post: tem aquelas disrupturas, fala de personagens e passagens históricas importantes, ensina diálogo e apreço às diferenças. Ainda hoje é um ótimo desenho a ser assistido por todas as idades.

E o Alexander é hilário e a Emily manda bem. Fiquem com essa ótima indicação.

Fontes: Wikiédia (ING): [Link]/ Wikipedia (BR): [Link]


Essa é a Parte 3 pessoal. Como vocês viram eu não coloquei nesse top15 desenhos que pareçam “bobos” ou que agridam a nossa inteligência. Na verdade, procurei por desenhos que possam ser assistidos JUNTO com seus pimpolhos, ou aqueles que tu cuidas; animações que até mesmo adultos possam curtir tenham algo a ganhar e a aprender com elas.

Espero sinceramente que tenham gostado desse top15 que me deu um trabalhão de fazer e se divirtam assistindo. E se você caiu aqui de gaiato ou gaiata no navio, que tal ver a Parte 1 ou a Parte 2?

Abraços!

Top 15 Desenhos Educativos que até Você vai Curtir (Parte 2)

Sejam bem vindos a mais uma série de tops. Eu já fiz tops desenhos animados atuais, de comédia, desenhos brasileiros, e de desenhos clássicos que todos devem ver uma vez na vida. E sim, resolvi continuar com desenhos educativos: seja bem vindo/a você é papai, mamãe, titio, titia, ou até um/a educador/a e tá afim de conhecer aquela boa animação para os pequenos? Então vem comigo ver o Top 15 desenhos Educativos que até Você vai curtir, Parte 2!

Top 15 Desenhos Educativos que até Você vai Curtir (Parte 2)

PARTE 1 PARTE 2PARTE 3

Top Melhores Desenhos Animados (Cartoons)

Desenhos ClássicosDesenhos BrasileirosDesenhos de ComédiaDesenhos da Atualidade Desenhos Educativos

Como vão vocês, tudo ok? Eu sei, é meio bizarro esse tipo conteúdo aqui no site, porque nós trazemos cosplays, falamos de boa literatura, temos posts de bandas de metal, enfim, é aquela bagunça gostosa. Mas como eu sou tio, professor, e também gosto de desenho, de vez em quando eu paro para ver como andam as animações — até as mais infantis.

Primeira coisa que essa lista não teremos Peppa Pig, e alguns desenhos por aí que fazem sucesso. A segunda coisa é que também trago alguns desenhos da época que EU era criança — ou seja, são animações um tanto quanto antigas e até difíceis de serem achadas, mas que valem MUITO à pena até mesmo você que é adulto acompanhar.

Por fim, no top15 vamos ter desenhos que eu não gosto muito (mas que vi para ter uma base) e sempre que tivermos uma animação que eu goste de verdade, que estaria numa lista minha pessoal, eu vou pontuar. Isso mesmo, esse top15 não é bem uma lista pessoal, mas uma lista para você que é educador, ou mamãe, que gosta de animação e quer conhecer um pouco mais dos dois mundos. Vem comigo.

Caillou

Garanto que esse aqui todo mundo conhece, já viu algum episódio, ou pelo menos ouviu falar, correto? Bom, Caillou ou Ruca como é conhecido na terrinha de Portugal, é feito tendo como base uma série de livros de pré-escola escritos por Christine L’Heureux e ilustrados por Hélène Desputeaux. Uma curiosidade é que “Caillou” se trata de uma gíria em francês que quer dizer… careca. E não, Caillou nada tem a ver com câncer, então tirem os cavalos da chuva.

Bom… e por que careca? Porque os livros nasceram com Caillou ainda bebê, e as autoras (sic?) resolveram manter o estilo da arte dele de carequinha mesmo. E do que eu posso falar do desenho? Olha… de um modo estranho o desenho mantém sua atenção para descobrir como o Caillou vai resolver algum “problema” ou como ele vai aprender alguma coisa.

Posso estar enganado, mas essa é uma maneira muito boa de fazer os pequenos raciocinarem e a aprender consigo mesmos — olhando como fazer, para fazer também. Agora… não, Caillou não é muito daqueles desenhos que EU goste. Mas vale à pena por ter caráter e valor didático e reflexivo para os pequenos.

Fontes: Wikipedia PT [Link]/ Bigmae.com [Link]

Timmy e Seus amigos

Esse é um daqueles desenhos que eu realmente gosto. “Timmy Time”, ou Timmy e seus amigos, é um desenho americano e inglês criado pela Aardman Animations. Timmy na verdade é um spin-off de “Shaun o carneiro”, que também é um spin-off do filme Wallace Gromit, que trouxe o carneiro mítico, Shaun — pois é, se você achou que o desenho parecia com esse clássicos desenhos de stop-motion, sorria, porque você estava certo.

E o que mais posso dizer além desses dados todos? Esse é um desenho “educativo” com uma pegada de humor que eu tanto gosto — que agrada até mesmo nós, adultos. Falo isso porque as “crianças” são cuidadas na escola por um professor coruja e por uma professora pelicano (eu acho…). É interessante ver como dois profissionais da educação lidam com elas: sempre estando próximos para qualquer “desafio” que surgir no decorrer no episódio.

Por exemplo, se Shaun quer andar com o carrinho porque ele é fã de F-1, se ele quebrar tudo, sujar tudo, e fazer zuera com seus amiguinhos, ele limpa tudo e cuida dos coleguinhas que foram zuados. Eu não sei explicar melhor que isso. O que posso dizer é o seguinte: assistam, veja como é perfeita a interação das crianças + professores, e aproveite para dar umas boas risadas. Desenho extremamente recomendado.

Fonte: Wikipedia (pt-br) [Link]

O Pequeno Urso

Garanto que muitos vão se lembrar dessa animação. Como eu disse, alguns desenhos do Top15 eu vi ainda na minha infância, e apareceriam aqui porque de fato, merecem — esse é o caso do Pequeno Urso.

E já começo com as curiosidades: o desenho foi ilustrado pelo GÊNIO Maurice Sendak e escrito por Else Holmelund Minarik, feito pela Nelvana, ganhou até mesmo um filme de 1h em 2001. O que mais posso dizer? Assistam. E coloque também para os pequenos que você cuida, assistirem. Minha memória afetiva é muito, muito forte com essa animação, e com certeza tem bom motivo para isso.

De cá, lembro muito da amiga Pata, da galinha, os pais do pequeno urso, e claro, dele mesmo. Lembro muito também da dublagem dele. Apesar de não ser bucólico ou saudosista, essa animação passa um sentimento bom. Se você puder, veja. Muito recomendado.

Fontes: Wikipedia (pt) [Link] / Hqscomcafé [Link]

Babar

Garanto que todo mundo já ouviu ou viu falar de Babar em algum momento. Babar foi criado por Cecile de Brunhoff, pianista clássica francesa. Ela criou a história para seus filhos na hora de dormir. Um dia, um dos pequenos contou a história de Babar para o pai, que era ilustrador, e ele resolveu fazer um primeiro livro chamado “Histoire de Babar”, no distante ano de 1931. Conta seu filho Mathie, que a ideia era que Babar viesse com a dupla autoria, de Cecile e Jean, mas o nome dela foi retirado segundo o filho, devido a sua modéstia, e porque sua contribuição na história havia sido pequena.

Então, a história de Babar é que sua mãe havia sido morta por um caçador e ele consegue escapar dele. Nisso ele sai da Selva e vai para uma cidade, conhece a sua amiga, a “Velha Senhora”, que é como sua tutora.  Na cidade, ele aprende não só os costumes, mas varias tecnologias humanas. Quando retorna para o reino dos elefantes, o antigo rei morre comendo um cogumelo estragado, e ele acaba elegido pelo conselho dos elefantes como novo rei — porque ele havia apreendido muita coisa dos humanos e estava ajudando seu povo a evoluir, vencer conflitos, enfim.

Agora que vocês sabem disso, Jean de Brunhoff (o ilustrador e co-autor de Babar) lançou mais seis livros dele, e depois, Laurent de Brunhoff, filho de Jean e Cecile, continuou a escrever mais livros de Babar. Lembrando que Babar casou com sua prima, Cecile, e fundou uma cidade chamada Celesteville.

Babar conta com uma animação (que é a que todos conhecemos), vários livros e filmes animados, se trata de um personagem extremamente reconhecido e fonte de inspiração até para Maurice Sendak: de como se ilustrar e contar uma história infantil. Eu podia ficar aqui e continuar falando sobre outras questões que envolvem Babar, como algumas sobre o “neocolonialismo”, o estilo de vida e arte francês, mas para ser bem sincero com vocês, a única coisa que vou dizer é o seguinte: assistam.

Vocês vão aprender muito com o Babar, de como ser corajoso, como levar a vida com ética, e até mesmo como ser um bom rei ou rainha. Recomendado não só para pequenos, como para nós, grandões. Se Sendak tem ele como inspiração, acreditem, vale à pena.

Fontes: Wikipedia (ING) [Link]/ [Link]

Os 7 Monstrinhos

Eu falei tanto de Maurice Sendak e o grande motivo é que praticamente todas as animações educativas realmente boas e inteligentes do meu tempo, vieram de livros criados e/ou ilustrados por ele. O cara é simplesmente um gênio da área, e merece muito que você assista e coloque seus pequenos para assistir as obras dele. E aqui temos um grande exemplo: Os 7 monstrinhos, desenho feito tomando como base o livro criado por Sendak, de mesmo nome.

E o que eu digo? Bom, são 7 monstrinhos vivendo numa casa criados pela Mãe deles. É simplesmente excepcional. O desenho não fala sobre diversidade. Ele é um desenho das diferenças. Mas não do jeito chato e politizado, de ser. E sim do jeito certo: cada monstrinho com suas peculiaridades, gostos e personalidades.

Se trata de fato de uma das animações mais inteligentes que já vi, com uma arte bonita, e lotado de boas inspirações e de ensinamentos éticos: além de ser extremamente engraçado, permitindo que todos possam assistir. Do qual eu gosto mais? A uma é a líder. O 2 é o nerd. O 3 é mais artístico. O 4, o descolado. O 5 o engraçado para daná. A 6 é a mais bela de todos. O 7 é o atrapalhado gente fina. Gosto mais de todos juntos.

Se O Pequeno Urso e Babar, pecam por não ter nadinha de nada de humor (talvez o pequeno urso um pouco), isso sem contar o Caillou, que a gente ri mais porque ocorrem “trapalhadas” do que piadas em si, aqui com os 7 monstrinhos, nós temos humor, inteligência, arte, enfim.

Caso vocês não conheçam essa obra do genial Sendak, deem um tempinho agora mesmo, parem tudo que estejam fazendo, e vão lá assistir alguns episódios. Essa é sem duvida uma das animações que mais gosto aqui deste top15.

Fonte: Wikipedia (pt-br) [Link]


Top 15 Desenhos Educativos que até Você vai Curtir (Parte 3) wall

Essa é a Parte 2 pessoal. Como vocês viram eu não vou colocar nesse top15 desenhos que pareçam “bobos” ou que agridam a nossa inteligência. Na verdade, procurei colocar apenas animações que possam ser assistidas JUNTO com seus pimpolhos, ou aqueles que tu cuidas; animações que até mesmo adultos possam curtir tenham algo a ganhar e a aprender com elas.

Vamos para a Parte 3.

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