Uma Despedida e um Até Breve – História das Mídias Sociais e como fazer Reviews (Podcast)

Como se dá adeus, não é verdade? Geralmente a gente fala tchau. Mas este é um post de despedida aqui do Afontegeek. Basicamente o último post oficial aqui do bloguizinho que está no ar há 8 anos, e 7 anos sob minha direção. Mas vamos explicar melhor o assunto aqui no texto. E quem sabe, um até breve.

Uma Despedida e um Até Breve – História das Mídias Sociais e como fazer Reviews (Podcast)

Bom pessoal aqui quem vos fala é AdminTB num comunicado. E não é clickbait. Depois de algumas idas e vindas principalmente nos últimos dois anos, decidi que é hora de fechar o site. Não se preocupem, nenhum post vai sair do ar. Nenhum link do AMSScan será retirado do ar. Tudo permanece aonde está e como está. O que muda na realidade é que não tenho mais tanto fogo de escrever ou manter o site ativo com constância.

Talvez postando menos (bem menos) mas na verdade fazendo sempre que possível, podcasts no canal osEscudeiros é a forma que decidi me manter ativo na internet. Nada mais de grandes resenhas, grandes reviews ou algo do tipo.

Explico melhor tudo isso no podcast, além de contar um pouco sobre como foi a evolução da internet ao longo dos anos — e explico um pouquinho também o método que utilizo na produção das reviews/ críticas.

Acho sinceramente que não tem muito o que dizer, até porque já falei amiúde no podcast. Motivos de sair e dele fechar, tudo bem explicadinho — ouçam ele vocês vão curtir. Lembrando também que a página do Afontegeek no facebook permanece Ativa, principalmente com os posts do #mago que está bem empolgado.

E para o site voltar… hummm… Talvez se houver algum aporte financeiro ou algo do tipo. Qualquer coisa deixo aqui mesmo meu Email caso seja de algum interesse. Têm vários posts meus e dos outros editores aqui no site além do midiakit dele com todos os dados sobre. Se você amiga ou amigo gostar do nosso trabalho, basta nos procurar.

Primeira logo

Meio que me despeço com sabor de dever cumprido. O site fez ao longo desses anos +3MILHÕES de visualizações, mesmo quando o youtube e o instagram começaram a bater firme nos sites nerds. Senão me engano peguei ele em 2013 com menos de 1mi então eu tenho mesmo um completo sabor de dever cumprido. No mais, ouçam o podcast.

Fiquem com Deus, ou com a entidade que vocês mas gostarem, ou consigo mesmos se não houver nenhuma. Aquele abraço fraterno do seu amigo do bairro, AdminTB. E bom… havendo vontade minha escreverei aqui mesmo no afontegeek de forma esporádica além de postar os podcasts que fizer aqui também.

Aquele Abraço!

ps: Sim, eu sou melodramático mesmo, rs.
ps²: Curti demais fechar o site com uma mega review da obra de Ah! Megami-sama. Se você curtir as deusas, recomendo a leitura.

Ah! Megami-sama (Oh My Goddess!) – Review da obra: Descobrindo e Redescobrindo as Deusas

Você já teve uma obra que acompanhou durante anos e sempre gostou mais do que como um fã, um verdadeiro admirador que aprende e vivencia junto a ela? Pierrot Gluton e eu fizemos esta bela review falando sobre nossa história e também uma análise do mangá e do anime das deusas de Ah! Megami-sama. Estão prontos? Espero que estejam.

Ah! Megami-sama (Oh My Goddess!) – Review da obra: Descobrindo e Redescobrindo as Deusas

A vida é um conjunto de experiências e vivências que se complementam e transformam ou tornam nossa existência naquilo que ela é, o céu ou o inferno, e existem algumas insignificâncias perante os demais olhos que para outros são referências que influenciam como verdadeiros parâmetros, ideais mesmo.

E dentre essas situações especiais o romance do mortal Keichii Morisato e a divindade Belldandy se enquadra perfeitamente.

Esse é o verdadeiro pano de fundo de Ah! Megami-Sama/Oh! My Goddess.

Sou de um tempo em que animes eram novidades que apareciam nas tevês (todas abertas, não haviam​ canais fechados), de um tempo antes.da.minha alfabetização, onde assistia Speed Racer, Sawamu, As aventuras de Cacá… depois assistia mais Rei Arthur e os Cavaleiros dá távola Redonda… Andei afastado.

Não me animei com Cavaleiros do Zodíaco (quem assistiu moero Arthur não curte). Gostei do Dragon Ball com Goku de rabinho… e me afastei… retomei depois de anos, através de canal fechado… Naruto… comprei os DVDs… 12… E devagar recomecei… Sakura card captors… Samurai X… e aí veio a internet… e fui recomeçando… achei um site.

Um que foi muito famoso… e resolvi fazer uma escolha para começar a assistir firme e forte… não queria algo famoso ou modinha… queria redescobrir… fui por ordem alfabética e por simpatia a primeira vista…

A minha escolha… Ah Megami-sama… Oh! my Goddess…

À primeira vista, a primeira impressão pode nos influir em muito na permanência ou não de continuar assistindo. Mas já no primeiro episódio aquela história me atraiu… não era um anime para crianças. Trazia os dilemas de um jovem recém admitido numa universidade… e longe de um padrão nerd ou intelectual… encontramos um azarado supremo… um calouro explorado por seus senpais… que fica de “castigo” enquanto seus colegas de república saem pra gandaia.
Ele ficou para avisar a irmã de um dos senpais que ele estava ocupado com algo. Avisou… e na sequência o telefone toca…

Aí realmente começa a história… uma deusa fala com ele pelo telefone… ele acha engraçado. Mas ela aparece para falar com ele pessoalmente… ela iria atender a um único desejo… qualquer coisa… ser o homem mais rico… mais poderoso… ou destruir o mundo… qualquer coisa… ele pede: “Eu queria uma deusa como você por toda a minha vida…”. E a magia acontece.

Uma história de para Sempre

Nesses anos todos acompanhando essa história vimos uma relação de amor profundo… muitas risadas… e algo que me tocou profundamente… uma poesia intrínseca a toda história… o amor pelo resto da vida… Quem pode estar com a gente pelo resto dá vida?

Keichi escolheu uma deusa (Beldandy)… E essa história se mostrou realmente mágica e divina… mantendo nossas atenções e pensamentos nessa relação literalmente mágica… vimos deuses, deusas, demônios… famílias, desejos e sonhos se transformando em realidade… o amor acontecendo. Mas o anime termina sem encerrar as histórias desse casal… o que nos resta?

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Mangás… achamos pela internet… devoramos… quando no grupo do Orkut (pouco tempo né) acho um grupo de admiradores que acompanhavam o mangá… comentávamos quando saía os capítulos… ali conheci o ValhallaKnight, mas… eis que pararam de traduzir o mangá… a história continuava… os fansubs em inglês continuavam… procurei contato com fansubs pra ver se alguém continuava… nada… nenhuma resposta.

Dane-se… fui no Orkut e perguntei se alguém topava fazer a tradução comigo… o ValhallaKnight topou… quem faz as primeiras traduções do nada, sem um tutorial sofre… mas se diverte… e cada capítulo era delicioso de trabalhar… sem domínio pleno de inglês, pegamos as edições do inglês…

O fim?

Traduzimos na forma mais grosseira (sim, Google tradutor) e depois fazíamos a edição final… limpávamos os balões e escrevíamos. Claro que estávamos as traduções… e descobrimos que traduzir é diferente de transcrever… por vezes alteramos traduções que não diziam o que estava ali… buscávamos em outros idiomas… comparávamos… às vezes destruíamos e reconstruimos…

Mas… veio a notícia do fim do mangá… e para nossa tristeza… porque ainda queríamos mais dá história… ela acabou… foi uma das traduções que nós temos mais orgulho de ter feito… foi linda, poética e amorosa… como deve ser o amor por uma deusa.

Às análises

A obra foi iniciada em agosto de 1988 e finalizada em abril de 2014 por Kousuke Fujishima, ou seja 26 anos, que devem ter sugado boa parte da alma do autor. Existem duas coisas a se salientar na evolução, o traço e a forma de abordar em seu argumento:

O traço e a Arte

Capa da primeira edição

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Capa da primeira edição

Próximo do Capitulo 150

ams005Capítulo 300

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Pode-se observar como foi evoluindo gradualmente o traço, até porque o mangá começou a ser publicado em 88, e seguia-se a estética da época, claro que o traço melhorou muito aos nossos olhos.

Quanto ao argumento nos roteiros, em alguns arcos existem partes não tão queridas assim, mas vamos combinar, difícil manter o pique sempre, mas na maioria das vezes o enredo sempre foi bom, mas a elaboração deles foram se melhorando. No começo era algo meio rústico até, mas com o passar do tempo até mesmo os encantamentos surgiram mais bem elaborados.

O autor desenvolveu bem a habilidade de deter o leitor querendo levar ao próximo, nem sempre porque a narrativa é linear, mas porque existem semeaduras esparsas, pontas… mesmo no encerramento ficou um ar de que quem sabe um dia…


Vou até um pouco mais longe meu bom amigo PierrotGluton

Fujishima no começo da obra tinha uma arte com dois tons distintos. O primeiro deles era focado mais para as obras de “comédia romântica” da época, tanto que se você olhar bem, as deusas têm lembranças dos traços de Video Girl Ai.

Mas o outro ponto era A MODA. Todas as deusas e demais personagens tinham traços que lembram MUITO como estilistas desenham em seus croquis, assim como também os próprios trajes do começo do mangá, sempre são extremamente antenados com a moda dos anos 80-90. Se você olhar bem, até mesmo os formatos dos rostos — e não apenas as roupas e os traços longilíneos de seus corpos– lembram manequins.

Quase “Chibi”

Depois disto, os traços foram mudando chegando ao que eu chamo de “infantil estilizado” que foi o do meio dos anos 90 (que é a arte dos ovas aonde muita gente conheceu as deusas). Mas aí mesmo no meio dos anos 90, começou a se formar o ponto mais marcante da arte do Fujishima: Os cabelos e os olhos.

Até que no começo de 2000, essa arte “infantil estilizada” que já era a base para o MOE de todas as obras de romance que tinham como referencia AMS, ganhou o tom que temos hoje — o primor. Algumas capas do mangá não são simples “capas de mangá”, são obras de arte. Toda a arte é perfeita e bem cuidada em seus mínimos detalhes, e reza a lenda que durante o filme, o próprio Fujishima cuidou de desenhar os cabelos das deusas.

Capas perfeitas assim são o “normal” em AMS

A história das deusas se confunde

A história da obra de Fujishima se confunde com muitas outras histórias. Com a história dele mesmo como um grande e sensível autor, um cara capaz de falar com à audiência seinen sobre uma história de amor de aparência piegas com perdão da palavra, “bobona”. É bem aparente a inspiração tanto em VGA como naqueles filmes dos anos 80 das “mulheres perfeitas” que na verdade, se tornam maravilhosas justamente pelas suas imperfeições dignamente humanas.

É lindo a primeira vez, tanto no anime como no mangá, quando a Belldandy, o suprassumo da perfeição (canta, dança, guerreira, fala várias línguas, é paciente, carinhosa, entende de física quântica…) sente Ciúme. Ou quando no mangá, ela zomba do K1 a primeira vez (Bell zomba dele todo o tempo no mangá para quem não sabe… zomba mesmo, não é pureza e inocência como aparenta no anime).

É interessante porque a Belldandy nada mais é do que a “garota misteriosa” que tanto os shonen de romance (e os shoujos têm também a sua contraparte) gostam. Ela acabou de chegar na cidade parar mudar “up side down” o mundo do protagonista. Só que essa namorada, é… uma deusa! Basicamente temos dois clichês ai… um plot de aparência tudo o que você conseguir pensar. E no fim ela acaba se tratando de uma obra magnânima.

Yamato…?

E é interessante para mim que antes sempre gostei mais da Urd, da Peorth e hoje olhar especificamente para a Bell. Ela é um símbolo (ao menos deveria ser) das “Yamato Nadeshiko”. Não tem muita comparação aqui no ocidente. É difícil falar de outra cultura a partir de uma visão ocidental e não vou me adentrar nisso.

As Yamato nos animes porem têm a personalidade da Belldandy. Cuida, ama, mas tem uma coisa que não se encontra numa Margie Simpsons da vida, ou em qualquer outro arquétipo de submissa como a Padmé de Star Wars. Ela… espera. Do seu “escolhido”. Belldandy espera que ele seja cavalheiro, forte, ético, corajoso. E o escolhido não tem de suplantar cada uma dessas exigências na esperança de se tornar um “chosen one”… ele tem de Ser para Merecer o coração dela.

Ah! Megami-sama é o Hokuto no Ken das obras de Romance

Moooeeeeeeee

No fundo AMS que se confunde com a cultura pop ocidental e japonesa, que traz a figura da forte mulher japonesa, que espera um forte samurai para ser seu parceiro (e este é o Keiichi), que se confunde com a história da moezição dos mangás e animes, que ele começou.

Foi o Fujishima com seu trabalho meticuloso de arte, cuidado dos olhos, cabelo, roupas como se fossem croquis de moda, e colocando amor ali. AMS fazendo um paralelo muito acertado, é para indústria japonesa o Hokuto no Ken das histórias de amor.

Alicia Florence (ARIA, obra de Amano Ai)
Alicia Florence (ARIA, obra de Kozue Amano)… Bell aqui e ali rs
Sento de Amagi Brilliant Park

Em todos os sentidos. Quando vemos a arte de autoras como a Kozue Amano, claramente e totalmente inspiradas no Fujishima, ou obras menores como de Amagi Brilliant Park até gigantescas como Fate/Zero.

A dubladora da Irisviel de Fate/ Zero por exemplo, bebe muito da dublagem feita pela Kikuko Inoue para Belldandy, além tomar inspirações  de personagens como a Maetel, para que ela mesma pudesse criar a sua própria visão de Yamato.É impossível na verdade, desassociar Ah! Megami-sama do resto. De todo o resto.

Sobre minha vida…

PierrotGluton já contou como nos conhecemos e como começamos a traduzir AMS. Foi uma tradução de suor, amor e lágrimas. Eu adorava na realidade. É triste de se pensar que um mangá que vendeu tanto no ocidente (USA) não ter uma tradução oficial aqui no Brasil (até o fim). Hoje por motivos muitos estou afastado dos “animês” mas sigo acompanhando de longe. Como amante de várias outras obras… É tão estranho.

Ah! Megami-sama não é um drama, apesar de ter momentos de drama. Não é uma obra de ação, mesmo tendo cenas de ação da Belldandy lutando contra demônios ou outras entidades para salvar seu namorado, como a Valkyria que ela é — ou do Keiichi fazendo o mesmo mas não de um modo tão épico.

AMS no fundo, só fala de seres humanos no seu dia-a-dia e nas decisões fáceis e difíceis que tomamos. Na relação engraçada da Belldandy de amar “objetos velhos”, como toca-fitas e tvs de tubo sempre dizendo, “só precisava de carinho para funcionar”. Ou do Keiichi falando “está delicioso” para o almoço que sua esposa fez para ele.

Até isso é digno de nota: o encontro da Bell e do K1 é um “casamento acertado japonês” sem interferência de pais ou da família. Apenas duas pessoas que se conheceram e por motivos estranhos, moraram juntas até surgir o amor. E decidiram morar juntas para sempre.

Esta obra marca. Deixe-a marcar sua vida também.

Esse é o verdadeiro pano de fundo de Ah! Megami-Sama/ Oh! My Goddess.

Era Venenosa (Poison Ivy) Cosplay – Gata da Semana Especial

Depois dos especiais e das cosplayers da Arlequina que tal mais uma linda vilã da DC ganhar um especial? A escolhida de hoje foi a Era Venenosa, também conhecida como Poison Ivy pelos gringos. Eu explico um pouquinho da história da personagem além de trazer as belíssimas cosplayers. Vamo lá!

Era Venenosa (Poison Ivy) Cosplay – Gata da Semana Especial

Mais uma das clássicas vilãs do Batman. Amiguinha da Arlequina, e uma das personagens mais fortes no geral do universo DC. Sim… Era se trata de mais uma dos vários vilões do Batman com Graduação — botânica é a dela. Quase todos os vilões do morcego têm alguma formação a nível de terceiro grau e a Era Venenosa segue a regra.

Claro que como muitos de vocês, conheci a personagem a partir daquele clássico desenho Batman Animated series, e a única coisa que mais me marcou da personagem — além dela ser doida de pedra e preferir salvar uma planta que uma vida humana… Humm não me parece muito diferente da realidade isso mais não… — foi a voz dela. Pois é. Engraçado como mesmo depois de velho ainda lembro com carinho da voz da dubladora… Mas aqui falamos de cosplayers.

Como sempre caso estiverem com pressa, vão logo para o fim do post. Curtam com moderação amiguinhos e amiguinhas. E vamo lá conhecer um pouquinho mais da Poison Ivy, conhecida por aqui como Era Venenosa

Quem é a Era?

E mais uma pesquisa curtinha só mesmo para pegar os desavisados e informar mais ou menos a personagem. Se vocês querem pesquisas ultra bem feitas, vejam as histórias da Power Girl, Super Girl e Mulher Maravilha. Aqui só mesmo aquela pincelada pra ninguém ficar perdido. Então, a personagem foi criada por Robert Kanigher (escritor) e Sheldon Moldoff (artista) e apareceu a primeira vez no distante ano de 1966 Batman #181.

Ela já teve três versões, sendo a Pré-crise das Infinitas Terras, a Pós-Crise e a atual dos Novos52 que com algumas mudanças, segue na Rebirth (Renascimento). Não vou me ater muito nelas, mas no geral a Pamela Lillian Isley (nome verdadeiro dela) foi seduzida pelo seu prof. de Universidade (as versões variam sendo que na pós-crise o professor é de botânica) e injetou doses mortais de veneno na moça que acabou sobrevivendo por milagre.

Quando curada acabou se tornando a linda ecoterrorista que nós conhecemos e amamos, cuja única amiga (às vezes mais que amiga) é a psicóloga e doida de pedra, Arlequina.

E.. sim ela tem poderes… ao menos segundo a wikia. Como ela acabou sobrevivendo a este veneno ainda quando jovem, e depois no seu trabalho de eco-terrorista espalhando venenos pelo mundo (que ela acabou se envenenando ainda mais deliberadamente…), Isley acabou ficando imune a muitos venenos (inclusive o soro do Coringa) e resiste à várias e várias doenças, sejam viroses, bactérias ou fungos.

Ela tem uma espécie super imunidade. Além disso a Era Venenosa tem um “toque mortal” e como bem sabemos, usa venenos e feromônios para controlar super-herois e super-heroínas desavisados/as. Sem preconceitos.

Vamos agora ver as cosplayers?

E quem são as gatas Cosplayers da Era?

E lá vamos nós para colocar aqui todas as lindas cosplayers que escolhi da Era Venenosa. Lembrando que as que têm link aqui no post é porque têm especiais aqui mesmo no site e basta clicar. As outras basta aos amigos e amigas buscarem os nomes no google que encontrarão.

Enfim, as cosplayers da Era de hoje são: Talixoxo cosplay, Starship cosplay, Ladylemon, Elena Blueskies, Callie cosplay, Nicole Marie Jean acompanhada da Ivy Doomkitty (em 2 imagens), as brasileiras Vivian Vee (Era Venenosa) e Starship cosplay (Arlequina) fazendo ensaio juntas, Jaqueline Abrão (br), Adami Langley (br) fechando com a linda Dy chan (br).

poison ivy era venenosa cosplay sexy Vivian Vee in love Harley Quinn Starship Cosplay

Espero que gostem da seleção que fiz, escolhida a dedo, com muito carinho e a minha mão somente. E lembrando sempre meninos e meninas, apreciem com moderação. Curtam a Galeria de Imagens de cosplays da Era Venenosa aqui embaixo. Até a próxima!

Cosplays da Poison Ivy (Era Venenosa)

Cosplay Poison Ivy gata sexy Dy Chan Era Venenosa Harley Quinn Vi Cosplay sexy
starship cosplay poison ivy era venenosa cosplay sexy gostosa
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Fonte: Batman.fandom (ING) [Link]

Ravena Cosplay – Gata da Semana Especial

Já tivemos Power Girl, Super Girl e Mulher Maravilha, agora é hora das cosplays da linda Ravena, nossa heroína que faz parte dos Teen Titans! Sei que muitos de vocês (inclusive este que vos fala) conheceu a personagem graças aquele desenho sensacional, começo dos anos 2000, e para sempre ela ficou nas nossas mentes… Vamo lá ver as cosplayers da Ravena!

Ravena Cosplay – Gata da Semana Especial

Ravena ou Estelar, quem você gosta mais? Eu não vou mentir para vocês senhoras e senhores que conheci ambas as personagens no desenho Jovens Titans… o original, lembram? Meados de anos 2000. Lembro que muita gente gostava da Ravena, principalmente as meninas e alguns meninos também. Eu nunca tive um gosto especial por nenhuma das duas… tirando acho eu que as belas pernas da personagem. Não tem como não gostar.

Mas como não estamos fazendo um especial da Estelar também, vamos focar na bruxinha, contar um pouquinho da história dela e também vou dizer um pouco de minha opinião dessa personagem, que parece ter uma ligação com a Feiticeira Escarlate da Marvel — pois é. E claro, caso o amigo ou amiga estiveram com muita pressa vão logo no fim do post e apreciem as belas cosplayers… com Moderação.

Vamo lá!

Quem é a Ravena?

E lá vamos noiz… Desta vez não vou colher tantas informações como geralmente faço e fiz nos posts da Power Girl, Super Girl e Mulher Maravilha. Enfim, Ravena foi criada por Marv Wolfman e George Pérez sendo que sua primeira aparição foi Teen Titans, DC Comics Presents volume 1, grupo que até hoje faz parte. Mas a personagem como bem sabem (ou não sabem) já foi rebootada e apareceu na Terra Primária por Dan Didio e Brent Anderson na Novas52 Phantom stranger.

No geral em ambas as versões (pré novos52 e a das novos52 da terra primal) Ravena é filha de Trigon que é um demônio muito poderoso que conquista várias dimensões, e uma uma humana que na versão original, possivelmente é de Gotham, chamada Angela Roth (também conhecida como Arella).

No geral ela tem poderes de Telecinesia, projeção astral, absorver a dor dos outros para se curar com rapidez (e assim curar a outra pessoa), pode projetar a sua alma (geralmente em forma de corvo) e ela também se teletransporta… mas na verdade como ela mesma disse ao Mutano, ela viaja entre dimensões.

Na versão dos novos 52 Trigon diz que na verdade ela tem muito mais poder interior; mas por exemplo, na versão original, ela só conseguiu seu poder de voar depois de trocar de corpo com uma menina adolescente… não me perguntem como foi isso. E claro, ela também foi criada pelos monges de Azarath, que são também uma sociedade pacífica interdimensional.

Não mudou muito nas duas versões e nem na versão do desenho original dos Jovens Titans. Basicamente ela lembra uma Jean Grey e essa história de “troca de corpos” e ela ser toda dark, também me lembrou a Psylock.

Enfim, vamos ver as cosplayers escolhidas!

As cosplayers escolhidas da Ravena

E lá vamos nós para colocar aqui todas as lindas cosplayers que escolhi da Ravena. Lembrando que as que têm link aqui no post é porque têm especiais aqui mesmo no site e basta clicar. As outras basta aos amigos e amigas buscarem os nomes no google que encontrarão.

Enfim, as cosplayers da Ravena de hoje são: Juliana Nasome, Cynthia cos, Kahsan cosplay junto com o Nate-cos (mutano), Kinpatsu, Ladylemon, Nadyasonika, OMG Cosplay, Panchancosplay, Chelzor, a brasileira Giu hellsing junto da Karen (Estelar), Jackie cosplay, Tenledi, Ryuu-lavitz e fechando com a mais que perfeita erocosplayer Swimsuit succubus.

Espero que gostem da seleção que fiz, escolhida a dedo, com muito carinho e a minha mão somente. E lembrando sempre meninos e meninas, apreciem com moderação. Curtam a Galeria de Imagens de cosplays da Ravena aqui embaixo. Até a próxima!

Galeria Imagens Cosplay Ravena

Fontes: Dc.fandom (ING): New Earth (original) [Link]/ Prime Earth (Novos52) [Link]

Star Wars Os Últimos Jedi – Review: Um filme de Fantasia no Espaço… da Disney (Episódio VIII)

Olá amigos e amigas, como vão? A review do Episódio VIII vem com pressa, pouquíssimo tempo depois da do Episódio VII. E será que neste longa as perguntas que ficaram em aberto no filme anterior (de quem é a Jornada do Herói? d’aonde veio a Primeira Ordem? Quem sou eu?) foram respondidas? Venham comigo e vamos descobrir.

Star Wars Os Últimos Jedi – Review: Um filme de Fantasia no Espaço… da Disney (Episódio VIII)

Rey… fazendo cosplay da She-ha! Ficou maneiro

Este foi o filme de Star Wars que mais demorei para assistir. Atônito e horrorizado depois de ver Rogue One, sabia que o futuro da franquia estava sob as forças do Lado Negro (ou das Trevas, como os filmes da Disney gostam de chamar). Não vou tecer comentários sobre “O filme da Segunda Guerra Mundial ideologicamente carregado no Espaço da Disney“, mas o fato da “”causa”” ser o grande motivo de Rogue One e não a DEMOCRACIA, me assustou e me moveu para longe de Star Wars por mais de dois anos.

E cá estamos para prosseguir a nossa homérica saga para analisar os filmes da Disney de Star Wars. No episódio VII vimos que o filme deixara muitas duvidas, tanto em relação ao seu sentido: de quem seria a Jornada a ser Contada; até fatos da própria história do longa: como a Primeira Ordem TEM TANTA GRANA? Além do background dos personagens. Costumeiramente, duvidas dificilmente são respondidas nos filmes da saga. Até porque elas costumam ter impacto o suficiente quando o são (“Luke, I AM YOUR FATHER!“).

Não vou falar de Rogue One

Este é o caso deste filme de fantasia no espaço da Disney que bem poderia ser um musical espacial, da Disney. E como sempre nas minhas reviews de SW. trato de assuntos que não se vê falando por ai, sendo eles, O Sentido da Franquia na boca de Mark Hammil, Um filme de ação e aventura que dá sono e um Filme de Fantasia da Disney… no espaço.

Venham comigo!

O Sentido da Franquia na boca de Mark Hamill

Vou começar pelas coisas boas. Apesar do J.J. Abrams ter abandonado a direção neste segundo longa da Trilogia Disney, ele permaneceu como produtor executivo (dizem que ele é de fato um fã de Star Wars). Abrams deixou para dirigir e roteirizar (talvez fora um erro grave, o roteiro) Rian Johnson. O diretor não teve nada a ver com Rogue One (escrito por tanta gente que só consigo pensar que na verdade se tratavam dos acionistas da Disney) mas temos um elemento principal daquele longa aqui no episódio VIII.

A coisa boa é que por Abrams ser fã, entende Star Wars. Para mim foi muito bom (um “EU TE DISSE”!) quando Mark Hamill falou que Os Jedi não deveriam continuar, porque eles ficavam sempre envaidecidos pelo uso da Força. Basicamente, ele fez uma exegese da franquia em poucas frases, de coisas que eu falei amiúde principalmente na review do Episódio III, a Vingança dos Sith.

Tomando uns goró, porque sábios mestres maneiros tomam goró

Ele explicou tudo — não cuidaram do medo de Anakin e fora um Jedi que o treinara; ele mesmo ficou perdido por ser o grande Luke Skywalker; Yoda ao ajudá-lo a queimar a “árvore Jedi” deixou claro aquilo que o Samurai Hippie, o Liam Neeson, vinha falando há anos, de como a ordem Jedi vinha “patrulhando a galáxia” e exercendo todo seu poder sobre ela e o desequilíbrio que causara. E no alto de sua Arrogância como usuários da Força, não viram os Sith se aproveitando da situação.

Hamill, finalmente atuando a altura de si mesmo deixando de ser o “menino acanhado” para ser o “mestre revoltado” revelara tudo. Ele foi e é o ponto alto (pelo menos até agora) dos filmes da Disney de Star Wars, junto com o Finn que é maneiro. E para mim que gastara tanto tempo fazendo as reviews, foi uma recompensa.

Um filme de ação e aventura que dá sono

Os animaizinhos!

E agora que falei das coisas boas… foi só eu que quase dormi ao ver o filme? Duas vezes? A primeira foi quando o Finn junto com a “mecânica oriental” estavam salvando os “cavalinhos” do cativeiro terrível, em meio a uma guerra aonde toda a resistência poderia morrer. E antes que me chamem de insensível, lembrem, crianças escravizadas que cuidavam dos “bichinhos” e ninguém deu a mínima para elas.

O segundo ponto foi no final do filme. Talvez porque não fora o Abrams que dirigira, o longa não teve aquela “passada de acontecimentos” que são sua marca. Em vez disso tivemos… “Quests”.

Quests de Rpg!

Fiquei um bom tempo pensando como traduziria esse ponto do roteiro e o melhor que pensei foi em “Quests”, como as Quests dos jogos de RPG. Em vez de vários acontecimentos, Episódio VIII tem Quests, que podem ser traduzidas como “Missões”.

A primeira missão foi longo no começo do filme: o breve ataque da “Resistência sem naves” contra a armada da Primeira Ordem. Depois a segunda quest foi escapar… porque a Resistência é pobre coitadinha, ela mal tem naves e a Primeira Ordem tem cruzadores e destroyers maneirões.

E aí (depois de vários momentos de tensão sexual entre a general de cabelo Rosa que defende uma “causa” como os personagens de Rogue One e o capitão aka “I wanna Be Tom Cruise“) tivemos a segunda quest aonde o Finn foi enviado junto à mecânica oriental para conseguirem um jeito de invadirem os destroyers inimigos e… destruí-los?

Mais e mais Quests…

Daí o plano deu errado e a General de cabelo Rosa que parecia traidora na verdade iria se sacrificar pela causa enquanto todos fugiam (não tem piloto automático no espaço não?).

Mas ai… o plano deu errado de novo e a nova quest depois que a General que gosta de novinhos jogou sua nave no destroyer inimigo à “””semi-velocidade-da-luz””” pela causa, a resistência iniciou outra Quest para um planeta… Acho que vocês me entenderam. E todas essas missões com começo-meio-fim dão cansaço… parece que nunca acabam! No fim, tudo o que eu queria às 2h do longa era que ele terminasse.

Enquanto isso no Lustre… do outro lado da Galáxia…

Mas não acabou ainda! Enquanto todas essas Quests rolavam, do outro lado da Galáxia Rey estava na Quest da sua Jornada para ser Treinada pelo sábio mestre mais maneiro e melhor interpretado de toda a história de Star Wars — enquanto namorava com seu namoradinho no telefone sem fio da força…

Filme de Fantasia da Disney… no espaço.

Repararam como a Força aqui, na verdade seus usuários, são overpower ultra-poderosos +8mil? A cena da Leia se salvando (no que seria a morte mais injusta para a atriz e para a personagem) eu quase chorei. De tristeza. A atriz havia falecido poucos meses depois da filmagem e de repente era como se ela estivesse viva e escapado da morte. Eu pessoalmente, não gostei.

Isso sem falar a “quase queda” do Luke ao “quase matar” um adolescente… por Medo; coisa que ele nunca vacilou como Jedi. Pela primeira vez senti, talvez, a mesma coisa que Pamela Lyndon Travers sentiu ao ver Merry Poppins desvirtuada no cinema — o livro dela não tem nada a ver com o filme açucarado de Walt Disney.

Todo este filme com este uso da Força como M A G I A não tem precedentes nos longas de Star Wars: espíritos intercedendo nas coisas; pessoas desafiando a morte; outras fazendo um corpo físico aparecer em outro lugar… é tudo poderoso demais. A cena do Snoke controlando inteiramente um outro usuário da força foi… uma bosta. E aqui estou falando como fã mesmo.

A Força nunca foi “Solução Mágica” para todos os problemas (lembrem, os Sith também ganham). A cena do Luke “assustando” um exército inteiro é ridícula porque Jedis não vencem exércitos. Aquilo foi no-sense no ponto de vista da história de Star Wars.

M A G I A

Veja bem, essas são análises diante do que fora Star Wars. Mas do ponto de vista de pessoas que nunca viram um filme da Franquia são normais. Por quê? Porque é fantasia. E fantasia é isso mesmo. Existem varinhas de condão, fadas, bruxas e trevas; e na fantasia o mal sempre tem que desaparecer, porque um fio de esperança tem que aparecer.

Oras, como não ter esperança se você tem M A G I A ao seu lado? Basta ter alguém que saiba usar a M A G I A. É como o espírito do Yoda falou: “Aqueles livros Jedi são inúteis (assim como a história pregressa da franquia). Não há nada que a jovem Rey já não saiba.”. E aqui fica bem claro do porquê eu quase dormir vendo um filme de Ação e Aventura. Porque não se trata de um filme de Ação e Aventura, mas um filme de Fantasia no espaço.

Conclusão: Fantasia Espacial e não um Épico Familiar no espaço

Por incrível que pareça um Épico tem vários pés no chão. Nunca foi à toa que no exército da Leia o único que a desobedecia era Han Solo: ele nunca fez parte daquele exército. Quando ele fez, já era um General. A mesma coisa quando o Império contra-atacou. Não se precisava de mais uma arma de destruição em massa. O Império simplesmente invadiu a base Rebelde naquele planeta gelado e a cena antológica do Darth Vader entrando, aconteceu. Simples assim.

Os Jedi nunca foram per si, a salvação da guerra. Eram o começo, Uma Nova Esperança. A Leia procurou o Ben porque temia Darth Vader pelo fato dele ser “diferente” e não porque o Ben iria matar todo mundo com M A G I A (foi o que ela descobriu). Leia precisava de ajuda, e não de uma Última Esperança que resolveria tudo, como mágica. Mas isso, todas essas questões de Star Wars e que definem Star Wars, não importam no Episódio VIII, porque ele não é um filme que conta a Jornada de um herói ou uma heroína sobre um Épico familiar espacial, como um Ulisses Espacial.

Não preciso de família para ser quem quero ser

Esse Conto de Fadas da Disney NÃO é um épico familiar, como sempre fora Star Wars (palavras do Lucas). E a ausência de background familiar da Rey e do Finn são sintomáticas também. Diria até que a ausência de ancestralidade é facto desta geração não apenas no cinema. O Ren matar o pai (nasceu no pedido de Harrison Ford) tomou o sentido de “Não preciso de família para ser quem quero ser“. Soa familiar?

“Mumm-Ra” espacial… morto logo no começo para as crianças conseguirem dormir

Esses filmes da Disney (estes dois) têm tantos elementos de queda e de Jornada, mas pecam tanto em ter um pézinho no chão, porque simplesmente não precisam ter. Snoke por exemplo… um Sith com tamanho poder que enganou o discípulo do Luke, morto daquele jeito… e d’aonde ele veio, como a Primeira Ordem é tão rica assim?

E sinceramente, não ligo se derem essas explicações em outras mídias ou no Ep. IX. Lembrem, o Império Galático era o IMPÉRIO, ele cobrava impostos DA GALÁXIA. Como a Republica GALÁTICA não tem dinheiro para nada? Nem umas navezinhas novas? No-sense.

A resistência poderia procurar o caldeirão do Hulk para fazer um “Lata-velha” nessas naves

A questão é essa. Os filmes da Disney não falam de uma Aventura Épica Familiar, de uma Jornada do Herói, um Épico Espacial. Eles são pura fantasia no espaço. Contos de fada não precisam se ligar a “pequenos detalhes”, precisam apenas contar uma historia de ninar, aonde se há esperança (M A G I A), há vida. Uma Fantasia espacial de ninar, como fora Merry Poppins.

O “Yoda Lightning” como os gringos estão chamando

Disney deve estar orgulhoso.

Star Wars O Despertar da Força – Review: Qual Jornada do Herói/Heroína? (Episódio VII)

Olá minhas amigas e meus amigos, como vão? Sim… prometi que faria a review dos filmes Star Wars da Disney quando comecei a maratona de reviews de todos os filmes da saga. Finalmente chegou a hora de começarmos já que o episódio IX está nos cinemas. Será que J.J. Abrams conseguiu entregar um bom filme aos fãs?

Star Wars O Despertar da Força – Review: Qual Jornada do Herói/Heroína? (Episódio VII)

Em pleno fim do ano cá estamos para dar inicio ao fim de nossa grande saga épica de reviews dos filmes de Star Wars. Primeiro começamos do final, avançamos para os filmes dos anos 2000 e chegamos finalmente aos longas “Star Wars da Disney” como me acostumei a referir. Eles têm uma visão única da franquia, completamente avessa e diferente do que Lucas faria, e espero deixar esse ponto claro no decorrer das reviews.

Enfim, depois da franquia ficar mais de um década na geladeira, é lançado em 2015 O Despertar da Força, com direção de J.J. Abrams que já havia dirigido dois filmes de Star Trek e carregado eles de ação. A direção e o roteiro é bem característico do Abrams (um roteiro bastante corrido, contando acontecimentos a cada momento, o que faz que seus longas nunca parem no mesmo lugar) e se esperava que ele a empregasse também no seu primeiro filme de Star Wars.

E sim, essa review assim como as anteriores tenta trazer aquela visão diferente das críticas e reviews comuns que vocês vêem por aí. O texto fala essencialmente de 3 temas: Fanservice, Fãs vs. Diretor da vida Real, e por fim o sentido da obra que permeia todo ele, de Quem é a Jornada?

Fanservice

O Despertar da força tem um ponto que o nosso amigo Ródi (ex-editor do site) sempre falou sobre Star Wars: “Admintb, nos filmes de Star Wars o primeiro é sempre alegre com o mal ao longe… o segundo é o mal em todo seu poder… o terceiro o bem vence”. Ironicamente eu fui ao cinema ver o Despertar da Força na estreia e eu estava disposto a provar que essa tese do nosso amigo estava errada. Mas não. Ele tinha razão!

O Despertar da Força tem seu roteiro inteiramente inspirado na Nova Esperança (ep. IV). Tem um pouquinho também da Ameaça Fantasma, mas a grande fonte que ele bebe é mesmo no filme dos anos 70. Primeiro aquela coisa de “Os segredos do mal estão aqui e precisamos encontrar alguém para nos ajudar” e ao mesmo tempo corre o plot da “Aquela pessoa que é ninguém mas que no final faz grandes coisas!“.

No fundo esse tipo de armação do roteiro é o maior fanservice do filme. Maior que o Han solo e o Chewbacca, maior que a Milleninum Falcon e maior ate que o Kylo Ren “I wanna be Darth Vader“.

Mas é claro que apesar de termos esse roteiro bem desenhadinho o estilo do Abrams aparece a olhos vistos. Ação frenética em que toda hora acontece alguma coisa que causa uma correria entre os personagens da trama. E no meio disso tudo, temos um piloto (eu nem lembrava dele!); a menina que será o novo Luke (ou a nova Anakin) que é uma simples catadora de lixo solitária, e o personagem até agora com background mais interessante, o Finn (aquela numeração randômica é coisa de fã maluco, não vou lembrar).

Fãs Vs. Diretor da Vida Real

Han solo morre no filme. Acho que o interessante não é nem o parricídio (o filho matando o pai e sofrendo horrores por não saber se conseguirá cumprir a sua Jornada de Vilão/Antagonista). A cena só é marcante do ponto de vista cinematográfico (ou só eu lembro da ponte que Luke e Vader lutaram praticamente nos três filmes dos anos 70?) e dramático também. Star Wars é sim carregado de drama teatral e isso, apesar de brega, é o que torna a saga tão querida pelos fãs.

A morte foi feia, porém? Ela foi melodramática. Mas quem é “fã das antigas” sempre soube que Harrison Ford queria há muito tempo que Han Solo morresse, e na verdade foi um “favor” que J.J. Abrams fez para o ator. Sim, o sentido da morte do Han Solo pela primeira vez em muitos anos (além do Retorno de Jedi) se deu por um fator externo ao filme. Daí, e só daí que a Jornada do Kylo Ren pode ser pensada no sentido do longa.

E é interessante como “aquela luta interior” dele de não sabermos ao final se ele vai se tornar ou não um malvado Sith, ou se a Rey (que é extremamente overpower) vai ou não se tornar uma Jedi… ou uma poderosa Sith (e quem sabe A Jedi, porque… sem treino fazer o que ela faz é uma loucura total, mas né?). E até mesmo o Finn, que mesmo com medo da Primeira Ordem (por ter sido “robotizado” por ela) sem pestanejar ou “fugir” de pegar o sabre, toma e o empunha para salvar a sua “friendzone”. Pronto, é isso.

Aliás, os três personagens principais do longa também passam pelo seu “fugir da jornada”, a “negação do fardo”, o que torna tudo ainda mais confuso de um certo ponto de vista. Geralmente quem anda pelos passos da Jornada é quem será o plot principal do filme, mas neste, todos os três vivenciam a sua jornada. Ao mesmo tempo.

de Quem é a Jornada?

E aqui ficou a pergunta para quem terminou de ver o filme. De quem é a Jornada? Se você pegar por exemplo, como expliquei na review da Nova Esperança, nós tínhamos Luke e Ben Kenobi (depois Yoda), que eram o “Escolhido pela força e seu mestre sábio”, e o “O Casal Épico +1” da princesa Leia, Han Solo e Chewbacca.

Aliás, Lucas se preocupou bem em separar esses dois grupos em todo o decorrer da Trilogia Clássica para deixar claro que o Épico familiar que ele estava tratando, era sobre Luke, Vader e Leia — mesmo que Leia estivesse principalmente lutando pela democracia e contra a ditadura do Império Galático, porque essa era a história épica dela.

O Casal do Épico… e o Dom Quixote de lata

A mesma coisa nos filmes dos anos 2000. Havia uma separação clara do escolhido e seus mentores, e o resto da história com o perigo dos Sith se aproximando. De um lado o épico do herói, ou no caso do Anakin, a história da sua caída no abismo para cumprir a profecia de colocar equilíbrio na Força; e na outra toda a questão política dos Jedi serem uma espécie de Braço Armado da Republica e os Sith se aproveitando disso.

Lucas mais uma vez, com seu estilo próprio, se preocupou em contar bem o Épico familiar e aquilo que o cercava, não dando uma atenção “absurdamente grande” no quesito político ao Épico, porque Jedis sozinhos não vencem exércitos.

Mas no Despertar da Força, qual Jornada é a Jornada? De qual épico nós estamos falando? Será a Jornada de Rey que ao mesmo tempo que procura seus pais tem um poder (muito poder mesmo, quase uma saiyajin) absurdo com a Força? Ou será o Finn que pôs sua individualidade à prova e se negou a cometer crueldades e foi soltar o “piloto que eu não lembro o nome”, não porque ele queria ser da Resistência, mas porque era o Certo a se Fazer.

Ou será que estamos acompanhando uma outra jornada de decaída, do Kylo Ren lutando (praticamente como sua geração luta) com mascaras maneiras que imitam a de seu vovô maneiro, porque ele quer ser muito, mas muito mal igual ele foi, e ainda não é mal o suficiente?

Primeira Ordem: Quem são? D’aonde vem? Talvez num próximo filme…

Essas três jornadas estão juntas e misturadas a uma guerra entre uma Republica sem dinheiro nem para comprar destroiyers (pelo amor de Deus a resistência lutando contra o Império tinha uma armada galática de mais respeito!) e um grupo político chamado Primeira Ordem liderada por um Sith extremamente misterioso e temido, mestre do Ren. Quem são afinal, Snoke e Primeira Ordem? De onde vieram, como surgiram?

Conclusão

Cadê o beijo?

São perguntas demais. Perguntas demais até para um filme Star Wars. Mas ver a Millenium Falcon voando de novo, a interação Leia e Solo (cadê o beijo na boca Disney??), os tiros, e até a cena dantesca de ver o Harrison Ford dando um soquinho num guarda (eu ri horrores!) coisa clássica do ator que ficou com ele até em Indiana Jones, foi muito, mas muito legal. Fanservice meus amigos, fanservice. Não é só coisa de anime não.

E aquele final… Tomadas aéreas completamente desnecessárias ao encontrar o grande sábio mestre, agora Luke Skywalker, numa atuação também dramática do Mark Hammil, que coitado, não pôde dizer uma palavra em duras horas de filme. Melodramático, brega e legal, como filmes de Star Wars devem ser. O verdadeiro problema não foi as doses cavalares de fanservice, mas as várias perguntas demais em demasia. E a falta de foco numa Jornada e numa história. Será que as coisas melhoram no episódio VIII?

Veremos.

Princesa Peach Cosplay – Gata da Semana Especial

Eu já trouxe especial de cosplayers da Princesa Zelda e também da heroína de Metroid, Samus Aran. Já que ao que parece gosto muito da Nintendo, vamos dar prosseguimento a esta vibe e trazer também o especial de cosplays da minha linda Princesa Peach. Por que sim, pelo jeito eu não sou o único (além do Mario) que tem uma tara por ela… Vamo lá!

Princesa Peach Cosplay – Gata da Semana Especial

A princesa Peach, a linda e clássica donzela em perigo dos games. É engraçado trazê-la para o blog porque já fiz especiais cosplays de heroínas dos games como a Lara Croft e a Samus Aran (Metroid), assim como personagens de games de luta como a Chun-li e a Kasumi (DoA). Não que a Peach hoje em dia seja só “donzela em perigo”, haja visto que ela já estreou um jogo em que ela salva os irmãos Mario, o game Super Princess Peach.

Acho que hoje ela tá mais para “desejada e jamais alcançada”, como a gente vê no final do Mario Odissey. E sim…eu tenho uma tara secreta pela Princesa Peach. Assim… antes eu não tinha. Na verdade nunca tive. Isso começou há pouco tempo, eu acho, graças a uma “amiga minha” e tals… enfim, podemos dizer que tenho hoje uma tara pela princesa e entendo bem o porquê de tanto do Mario quanto o Bowser correrem atrás da loirinha.

Enfim, vamos saber um pouquinho mais da personagem no post, e caso o amigo ou amiga estiverem com pressa a galeria de imagens está no finzinho. E sim… tem um ensaio nudes da princesa também, bem no fim do post mesmo. Apreciem com moderação.

Como nasceu a Princesa Peach e quem ela é?

Pois é pessoal, e como nasceu a linda Princesa Peach? Bom, ela foi criada pelo gênio Shigeru Miyamoto, ainda no Super Mario Bros. original. Ela seria como uma continuação da “Pauline”, a mesma personagem que foi raptada no Donkey Kong original. Por acaso, foi o próprio Miyamoto que primeiro desenho a Princesa Toadstool, como ela ficou conhecida aqui no ocidente, pelo fato dela ser a monarca do Reino dos cogumelos.

Por mais que para Miyamoto “a história não fosse importante, mas a jogabilidade sim”, a história do Super Mario Bros. de famicon/ NEs é meio… forte, com o Rei Koopa (também conhecido como Bowser) tendo transformado os habitantes do reino cogumelo nos Blocos que o Mario quebra… quando dá cabeçadas…

Enfim, anos depois, para o lançamento do Super Mario Bros. 3, Miyamoto pediu ao artista Yōichi Kotabe que redesenhasse toda a turma que ele havia criado, e claro, a Peach também estava inclusa.

Se antes ela tinha um vestido branco e um cabelo vermelho (muito por conta da pouca memória dos cartuchos do Nes de primeira leva) o Kotabe a redesenhou de vestido rosa, cabelo loiro (apesar de num anime da época ela ainda aparecer de cabelo vermelho) e os olhos de “gato”, que fora pedido do próprio Shigeru.

E não vou mentir, gosto bem mais dela com esse redesenho do Kotabe. E agora? Agora… ela ainda é a monarca do Reino cogumelo, disputada por todos, mas que não quer ninguém a não ser defender seu Reino. Empowerment é aqui mesmo.

Quais as maravilhosas Princesas Peach de hoje?

E lá vamos nós para colocar aqui todas as lindas cosplayers que escolhi da Princesa Peach. Lembrando que as que têm link aqui no post é porque têm especiais aqui mesmo no site e basta clicar. As outras basta aos amigos e amigas buscarem os nomes no google que encontrarão. Enfim, as cosplayers da Princesa Peach de hoje são: Kayla Kiss (nudes dela no fim do post), Zombie Bit Me, Vera bambi, Raychul moore, Layze Michelle (br), Nao dignity, Liz Katz, Elizabeth Ortíz Chávez, MolecularAgatha e a linda Elliria.

Espero que gostem da seleção que fiz, escolhida a dedo, com muito carinho e a minha mão somente. E lembrando sempre meninos e meninas, apreciem com moderação. Curtam a Galeria de Imagens de cosplays da Peach. E sim, eu não esqueci. Logo abaixo da Galeria tem a seleção de cosplayers +18 da Princesa também (só clicar nos links). Quem quiser conferir eu pessoalmente, recomendo.

Galeria Cosplay da Princesa Peach

Cosplays da Princesa Peach +18 (Entendo o Super Mario)

Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (1)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (2)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (3)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (4)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (5)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (6)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (7)

Fonte: Nintendo.fandom – Princea Peach [Link]

A Verdadeira História da Caneta Espacial da NASA de 10 Milhões de Dólares – Fato ou Mito?

Que tal uma curiosidade científica para fechar o ano de 2019? No meio de várias tretas e pendengas deste ano sobre a Terra ser plana (não vou responder), o Afontegeek sempre postou curiosidades de fatos científicos ou históricos, e esse mito da caneta espacial de 10 milhões de dólares vale à pena dar uma olhadinha. Será que a NASA realmente gastou essa grana toda? E será que os soviéticos simplesmente usavam lápis? Vamos descobrir!

A Verdadeira História da Caneta Espacial da NASA de 10 Milhões de Dólares – Fato ou Mito?

Então amiguinhos vamos falar hoje um pouquinho da história espacial, tema que particularmente muito me interessa e intriga desde os meus 18 aninhos. Aliás, recomendo muito que vocês visitem a página e o canal do Homem do Espaço, especialista brasileiro da área de Astronáutica. Assim como o famoso blog Brazilian Space que há anos envereda o espaço aonde a internet brasileira jamais esteve.

Mas aqui neste post vamos falar da lenda da caneta da NASA que custou mais de 10 milhões de doletas — e nossa fonte é um artigo em inglês do Scientific American.  Essa é uma teoria que circunda nas internets desde o inicio dos anos 2000, aonde os cientistas da NASA perdidos em resolver o problema de escrever aonde não se tem gravidade (a tinta da caneta não desce em gravidade zero) teriam gastado anos de pesquisa e 10 milhões de dólares para resolver esse problema — e não teriam encontrado solução. Em contrapartida, os pobres e inventivos soviéticos simplesmente começaram a usar… lápis!

Então… meio que eu já estou estragando a surpresa dizendo que essa história é um mito… Mas… como a NASA resolveu esse problema? E os russos realmente usavam lápis?

O que se usava no Inicio da Era Espacial (1960-)

Cápsula Mercury da NASA (inicio do programa espacial americano)

Pois muito bem, originalmente ambos (americanos e soviéticos) usavam lápis, de acordo com os historiadores da NASA. Um fato interessante é que a NASA comprou 34 “grafites mecânicos” do Houston’s Tycam Engineering Manufacturing em 1965 por $4,382.50 dólares, ou seja cada grafite custou a bagatela de $128.89 doletas!! Quando essa compra a estilo “Brasil construindo estádio de futebol para a Copa” veio à tona pela imprensa, a NASA começou a procurar algo mais barato para que os astronautas usassem no espaço.

Mas de qualquer jeito… lápis não são uma boa escolha para serem usados no espaço. Porque as pontas podem se quebrar e se soltar na micro-gravidade, podendo ferir tanto a tripulação quanto causar dano às espaçonaves. Além disso, lápis são inflamáveis, algo que a NASA queria evitar depois que a Apollo 1 pegou fogo.

O “capetalismo” surge!

Foto emblemática da Cápsula Apollo orbitando a Lua

Pois muito bem, uma empresa de canetas chamada Fisher Pen Company, e seu dono Paul C. Fisher, investiram 1 milhão de dólares para criar o que hoje é chamada de “Caneta Espacial”. Mas… essa grana não veio da NASA — a agência só se envolveu no projeto da caneta depois que ela já estava em patente.

Em 1965 (o mesmo ano que a NASA gastou quase 130 dólares por grafite) Fisher patenteou uma caneta que era capaz de escrever de cabeça para baixo, tanto no frio quanto no calor extremos (-45,56 °C até +204 °C) e mesmo debaixo d’água ou submersa a outros líquidos. Se estivesse muito quente a tinta simplesmente ficava verde ao invés do Azul que era o normal.

Fisher Space Zero Gravity Pen

Nesse mesmo ano, Fisher ofereceu a AG-7 ou “Caneta Espacial Anti-Gravidade” para a NASA, mas por causa do fiasco (principalmente da opinião publica) anterior da compra dos “grafites mecânicos” a NASA ficou meio hesitante se comprava ou não. Mas depois de testar intensivamente a caneta, a agência decidiu que iria começar a usá-la em voos espaciais no começo de 1967.

Como Funciona a Caneta Espacial?

Estação Espacial Internacional (2011)

Diferente das canetinhas normais que confiam na gravidade para que a tinta desça da esferográfica para o papel, o cartucho é pressurizado com nitrogênio por 35 psi (por volta de 24.607,44 kgf/m²). Essa pressão empurra a tinta em direção à esfera de carboneto de tungstênio na ponta da caneta.

A tinta também é diferente, e Fisher usou uma tinta que permanece num estado como um gel sólido, até que o movimento da ponta esferográfica da caneta a torna num fluido. E o nitrogênio pressurizado também previne que o ar se misture com a tinta evitando assim que ela de evaporar ou oxidar.

E os Soviéticos, o que fizeram?

Cápsula Vostok Soviética

De acordo com a Associeted Press (AP) reporta em fevereiro de 1968, a NASA comprou 400 dessas “Canetas Esferograficas Espaciais Anti-Gravidade” para o programa Apollo. Um ano depois, do outro lado da cortina de ferro… a União Soviética também adquiriu 100 canetas e mais 1000 cartuchos de tinta para usar nas suas missões espaciais Soyuz, de acordo com “United Press International”.

A AP também reportou que ambos, NASA e a agência espacial Soviética receberam o mesmo desconto de 40% por comprarem as canetas “no atacado”. Ambas pagaram $2.39 dólares por caneta, ao invés de $3.98 doletas.

Sergei Korolev

E aqui vai um pequeno “adendo”. Naquela época, diferente dos USA que haviam unificado todas as investigações espaciais numa única grande agência (isso feito graças a interferência de Kennedy), a URSS dividia em vários Bureaus de pesquisa espaciais e ICBMs; todos esses Bureaus lutavam entre si querendo partes do recursos vindos do Kremlin.

Nesta data da compra das canetas “em atacado” (1969), o Bureau de Sergei Korelev, responsável por todos os grandes feitos espaciais soviéticos começava a perder prestigio dentro da URSS por conta da morte do seu grande e genial projetista chefe ucraniano, em 1966.

Soyuz design de Sergei Korolev

Foi sob os comandos e desenhos de Korolev e seu Bureau que lançou-se Sputnik, Gagarin, Laika, e previa-se chegar a Lua. Uma pena que ele veio a falecer antes de fazer chegar à superfície lunar o que poderia ser o primeiro cosmonauta.

Voltando às Canetas Espaciais e aos dias de Hoje

E assim meus amigos e minhas amigas,  soviéticos e americanos, capitalistas e russos, desde o final de 1960 usam as canetas espaciais de Fisher, criando-se assim toda uma linha de canetinhas espaciais. Na verdade, surgiu uma nova linha chamada “Shuttle Pen”, usada pela NASA nos seus Ônibus Espaciais (chamados de Shuttles) e também pelos russos na sua maravilhosa estação espacial MIR.

E HOJE você amigo ou amiga, caso queira adquiria uma “Fisher Space Zero Gravity Pen”, pode comprar ela diretamente da AMAZON por 25 doletas, novinha! Tá achando que eu tô mentindo? Siga o Link e compre uma você também! Confesso que fiquei tentando em adquirir uma… mas com esse dólar alto… Quem sabe num futuro, não tão distante!

Soyuz acoplada a MIR

Ah… eu gosto tanto quando a Ciência e a Liberdade econômica dão as mãos… sempre aproximando as pessoas, sejam elas soviéticas, russas, americanas, brazucas… ou mesmo nós pobres mortais que não podem viajar para o espaço sideral!

Hoje o Falcon 9

Aquele Abraço!

Fontes: Scientific American [Link]  / Amazon [Link] Fisher Space Zero Gravity Pen

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