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Top 10 Filmes em Anime que até Você quer Ver em Live-Action (ou Não)!

Lá vamos nós para mais uma daquelas listas feitas pelo japoneses, mas dessa vez eles escolheram aqueles dez filmes em anime, que deveriam ganhar live-action e que até você, gostaria de ver. Bom, eu não sei se gostaria de ver alguns desses animes clássicos com atores reais mas.. quem se importa? Vamos à lista!

Top 10 Filmes em Anime que até Você quer Ver em Live-Action (ou Não)!

Imagem aleatória que não tem nada a ver com o post

Pois bem, vamos explicar isso aqui para vocês entenderem melhor. Primeiro de tudo, essa lista não foi feita por mim mas pelos japoneses: os links vocês acham aí no fim do post. Sendo que eu me baseio mesmo na tradução feita pelo famoso site de listas SankakuComplex, porque eles adoram pegar essas listas infindáveis de coisas estranhas que os japoneses adoram participar.

Segunda coisa é que essa lista só tem aqueles filmes em anime (ou animação) que são filmes, saca? Então assim, não esperem nada de OVAs ou coisas do gênero, apenas aquelas animações pensadas desde o começo para passarem no cinema, compreenderam?

Será que é da…. não pode ser…

A terceira coisa é que tem um escolhido na lista que eu sei, todos vão reclamar. Mas eu prometo que vou tentar explicar o motivo dos japoneses considerarem ele um “anime”, ou uma animação, no final do post mesmo, porque se eu falar aqui vai estragar a surpresa. É uma animação ocidental. Que tem músicas!

Enfim, vamos ao Top10 Filmes de Anime que deveriam (ou não) ganhar filme com Atores Reais, segundo os japoneses, lista essa recheada com obras da Ghibli.

1. Kimi no Na wa

2. Mimi wo Sumaseba

3. Castle in the Sky

4. Tonari no Totoro

5. Detective Conan: Crimson Love Letter

6. (empate) Frozen

6. (empate) Evangelion: New Theatrical Edition

rei ayanami neon genesis evangelion

8. (empate). Spirited Away

8. (empate) Nausicaa of the Valley of the Wind

10. Omohi de Poroporo


Mas como assim… FROZEN?

Clique para ver o especial cosplay da linda Jaqueline Abrão

Quase 100% da lista é recheada pelos filmes em anime do Studio Ghibli feitos pelo gênio Hayao Miyazaki, o que na verdade não é nenhuma novidade. Novidade para mim foi ver que ainda tem trocentos filmes desse estúdio que eu não conheço e que apenas um dos que vi, A Viagem de Chihiro, os japoneses concordam comigo. Agora… até que seria interessante um live action da nova versão de Evangelion e até do mega famoso Kimi no Na wa.

Lembro que estavam falando até sobre transformar ele em live-action, num projeto de Hollywood, mas para ser bem sincero… será que é mesmo isso que queremos? Será que queremos mesmo outra obra-prima se tornando numa verdadeira cagadinha cinematográfica? Sério mesmo, mesmo?

Agora a grande duvida que eu sei muitos de vocês estão tendo: Como assim Frozen é um Anime? Sim, para os japoneses Frozen é anime. Mas… mas… Calma, vou explicar. Na verdade é muito simples. É porque se trata de uma ANIMAÇÃO. Os japoneses não diferenciam como nós ocidentais, animes de desenhos. Para eles qualquer coisa feita de forma… animada? Trata-se de um anime.

Nós acabamos por diferenciar porque animação no ocidente se tornou “desenho animado”, “cartoon”, ou seja algo endereçado APENAS para o público infanto-juvenil, coisa que os japoneses, como bem sabemos, discordam deveras.

Desenho Animado Vs Anime

Digamos que animação para eles é algo para todo mundo ver e não apenas para quem é bobão e gosta de ver desenho pela manhã no lugar da Fátima Bernardes. Dia desse eu volto melhor nesse tema sobre a diferença entre Desenho Animado e Animê. Garanto que vocês vão curtir. Mas enquanto isso…

ABRAÇÃO!

Fontes: [Link] SankakuComplex / Ranking.goo [Link]

Kami nomi zo Shiru Sekai (The World God Only Knows) – Indicação: O Harém que o Herói passa o Rodo na Geral!

Quer dizer que você gosta de Animes Haréns e está procurando um para ver? Seja bem vindo (ou bem vinda). Desta vez vamos trazer o famoso The World God Only Knows, também conhecido como Kami nomi zo Shiru Sekai — finalmente um harém que o herói passa rodo e pega geral. Vem comigo!

Kami nomi zo Shiru Sekai (The World God Only Knows) – Indicação: O Harém que o Herói passa o Rodo na Geral!

Trago mais um anime para indicar para vocês vossas senhorias. Desta vez… adivinhem só, mais um harém! Acabei falando um pouquinho dele no podcast sobre animes harém que fiz com o Mago Giva, mas na boa, resolvi que ia indicar também porque ele merece.

Para falar de Kami Nomi começo falando de… Jogos de Conquista. O que são, para aonde vão e o que eles querem dizer, aqui mesmo neste post especial sobre o assunto. Mas caso você não queira ir lá e voltar… Games de Conquista são aqueles jogos de perguntas e respostas, também chamados de Visual Novel, para conquistar pessoas!

Jogos de Conquista e Kami nomi? Tudo a ver!

Kami Nomi faz referência à Visual Novel Kanon… que também virou anime e é uma obra prima

Visual Novel são games que você pode conquistar meninas ou meninos (depende do jogo, depende do seu gosto). E no caso, o nosso querido herói da história, o grande Keima Katsuragi digamos que se considera o DEUS desses games de conquista, porque ele joga todos eles de maneira fullpower!

Até que um certo dia ele acaba recebendo um email com um desafio, para que ele conquiste mais moçoilas… pensando se tratar de um novo game do gênero ele aceita e… acaba caindo no conto do diabo. Bom… uma diabinha moe.

Elsie sua demônia linda!

Ele acaba selando contrato com a demônia Elsie (que é burrinha e gente fina) para liberar os espíritos que escaparam do inferno e que consomem as almas das meninas. Elsie é uma das demônias que precisa levar esses espíritos de volta para o inferno. Mas imagine algo bem kawaai desu da Elsie, mesmo falando que é uma demonia, beleza?

Agora com a gargantilha no pescoço (e com seu pescoço em jogo, porque se ele não conseguir conquistar as meninas ele vai morrer!), Keima parte para o mundo real para conquistar garotas reais, liberar os espíritos do mal de meninas reais e assim… se salvar no processo. Ele não quer salvar o universo. Só o pescoço.

E quantas meninas ele Salva?

Beijos e…

Aí que tá. Haréns geralmente os heróis são cercados por personagens femininas (mas não pegam ninguém), e isso meio que acontece e não acontece Kami nomi. Durante as suas Três Temporadas Keima se mete em várias enroladas para conquistar as moças que estão dominadas por esses espíritos e fazer com que elas… Melhorem? Mas uma de cada vez.

E para exorcizá-las Keima tem de fucking beijá-las!

…Pegação!

FINALMENTE TEMOS UM HARÉM QUE O PROTAGONISTA PASSA O RODO!

Mas como nada são flores, ele realmente tem de conquistar o coração das meninas. Mostrando carinho e afeto, mexendo fundo no kokoro. Seja ajudando uma voltar a competir; a outra entender que ela pode ser uma ótima lutadora e feminina ao mesmo tempo; mais uma que pode sim vencer a timidez ou que ser professora é um processo de caminho com seus alunos…

A idol doidinha e gatinha do anime

Mas lembrem-se… depois de livres dos espíritos elas não se lembram mais que se apaixonaram. Ou será que não?…

Qual a Melhor das Temporadas?

As deusas que nada lembram as deusas de Ah! Megami-Sama, ponto para Kami Nomi!

Como eu disse o anime tem 3 Temporadas, sendo a última a que considerei a melhor: Megami hen, a Temporada das Deusas. Nela, seres desconhecidos tentam não só tomar o Inferno, assim como também o Paraíso e a Terra. E como o Keima salva muitas garotas, acaba se envolvendo. Num comentário breve, além das cenas sensacionais (que eu não posso contar, mas envolve duas mulheres com ele no mesmo quarto) essa temporada é recheada de ação.

Não só pelo foco nas deusas e as reconquistas que ele tem de fazer (as deusas vão parar no corpo de meninas que ele conquistou antes) mas também no Keima, que apesar de ser dahorinha você sair por ai beijando geral, ele acaba… bom. Até porque elas não lembram de nada… E claro que você vai ver as outras duas temporadas para ver a terceira. Eu já falei que o anime inteiro é engraçado e tem pegação?

Ayumi x Chihiro – a fanbase vai entender

Mas lembre… não assista Kami nomi esperando ver só ecchi; mesmo tendo algum e algumas das meninas sendo lindas e Moe, o foco é fazer aquela menina tímida se encontrar e passar a conversar com outras pessoas; ou a sua amiga de infância crescer e se tornar uma bela mulher.

Então digamos que o Deus da Conquista não é um anime para um público (mesmo sendo um shonen) mas para todo mundo que quiser entender melhor o coração das mulheres pessoas. E curtir beijocas. E pegação!

Nunca te esquecerei, garota bibliotecária!

Abração!

Danadinha!

Fontes: Wikipedia [Link]/[Link] Wikia [Link]/ [Link]

Chuunibyou demo Koi ga Shitai! – Review: Aprendendo a superar a dor de uma Perda com o Dark Flame Master!

Você sabe o que é Chuunibyou? E o anime, Chuunibyou demo Koi ga Shitai!, já ouviu falar? E se eu te disser que é aquele anime da menina com tapa olho… Mas não o de terror. E se mesmo assim você não reconhece… Talvez seja hora de você conhecer, ou relembrar deste anime clássico, aqui na minha review de Chuunibyou demo Koi ga Shitai! Com Spoilers! Vem comigo.

Chuunibyou demo Koi ga Shitai! – Review: Aprendendo a superar a dor de uma Perda com o Dark Flame Master

Há quanto tempo não faço review de anime? As últimas foram Charlotte, Maou Yuusha e Re:Zero, isso há mais de dois anos (ou quase 2 anos!). Mas depois de publicar tantas indicações de anime, eu me vi combalido a fazer uma review de um que o grande pierrotgluton é fã: Chuunibyou demo Koi ga Shitai! E como eu sempre faço no começo dos meus textos, dou uma palhinha do que vou falar, porque pode ser que interesse você, querida leitora ou leitor, ler pelo menos uma parte.

Eu vou falar do seu roteiro/enredo, de como ele é bem amarrado. Vou explicar um pouquinho o que é Chuunibyou; dar uma palhinha sobre a Hilariedade dele e terminar com a beleza do Sentido do Anime, que é… não vou dizer agora, se você quiser saber vai logo para a seção lá embaixo. E quero lembrar que esta review do anime é somente da Primeira Temporada de Chuunibyou, por motivos que esclareço no texto. Mas antes a gostosa… Sinopse!

Sinopse da zoeira by my Memory

Isso que é sinopse amigo!

Saca aquela velha história da menina que chega mudando a vida do cara, bem clássico de animes seinen de romance? Então… na verdade Chuunibyou começa com Yuuta, o nosso querido Dark Flame Master AKA Lelouch de Code Geass (inclusive é o mesmo dublador) jogando fora suas coisas de… Dark Flame Master. Mas ao mesmo tempo ele acaba encontrando, descendo com suas belas e macias perninhas desengonçadas pelo lado de fora de seu apartamento, uma mocinha. Após ajudar a estranha mocinha, nosso herói acaba caindo numa história com aventuras de montão!

O Roteiro/Enredo super bem amarrado do Dark Flame Master!

Vocês já reparam como a Rikka, a nossa querida menina que apresenta sinais de “Chuunibyou” não tem um alter-ego? Ela tem o olho “da morte” mas ela não se transforma num “Dark Flame Master” ou numa “Mori Summer” como a gatíssima Nibutani. E por que eu resolvi começar falando do roteiro, citando essa curiosidade? Eu não sei, me lembrei de repente e isso vai fazer parte do argumento central sobre o “Sentido” do anime.

Já repararam também que em Chuunibyou cada episódio é completamente interligado no seguinte? Como se a história na verdade fosse uma só, e não vários capítulos em separado, que no frigir dos ovos contam uma coisa só. Vou explicar. Vocês lembrar dos tokusatsus antigos, ou então de Sakura Card Captors, Sailor Moon?

Imagem Aleatória

Cada episódio tinha uma narrativa e uma história diferente da outra, mas que no fim acabava se interligando por pequenas coisas que aconteciam no decorrer dos episódios. Por exemplo, Os Changeman derrotavam um monstro, mas então acontecia algo com o Change Vermelho que permanecia no decorrer da série. Ou mesmo a Sakurinha, que cada episódio prendia uma carta diferente, mas ela ia se apaixonando pelo Shaoran aos poucos.

Então, esse tipo de narrativa fragmentada é o que NÃO acontece em Chuunibyou. Cada episódio é como se fosse um dia após o outro: Rikka vai para a escola e daí ela resolve fazer seu grupo escolar (porque não quer ficar sozinha) e depois encontra a Nibutani, etc, etc.

Esse enredo não fragmentado em pequenas narrativas é o que na verdade considero mais inteligente do ponto de vista autoral de Chuunibyou. E acredite, você querer saber como por exemplo a Rikka vai ficar sozinha com o Yuuta no quarto, vai te levar a continuar assistindo.

Mas e o que é Chuunibyou afinal de contas?

Então, eu poderia mentir para vocês e dizer que é um tipo de doença psicológica que acontece com os jovens — mas isso não está documentado e não aparece ser algo sério nem mesmo no Japão… Não é algo sério porque para ser considerado doença, precisa fazer algum mal à pessoa, ou as outras pessoas que faz parte do circulo social dela. Se nós não podemos levar Chuunibyou a sério do ponto de vista psicológico, mas sabemos que acontece (mais ou menos) no Japão, vamos tentar entender isso na ótica do anime.

Todo mundo que apresenta Chuunibyou lá, seja o Yuuta, a Nibutani, a Rikka ou a Dekomori não parece sofrer de depressão ou de solidão profunda. Parece algo mais como… uma tentativa da própria juventude de lidar melhor com a realidade a sua volta. Mais ou menos como ser gótico, emo ou gostar de ver anime. Parece ser um tipo de interação socialmente aceita entre os jovens, como por exemplo, brincar de “power ranger” quando se é criança, que acabam encontrando também quem curte e assim fazer parte de um grupo.

Nibutani sua linda!

Mas assim… se existe Chuunibyou no Japão… O termo existe no Urban Dictionary e é mais ou menos isso que expliquei para vocês: uma forma do jovem se encontrar no mundo. Interessante como essa obra acaba por tomar isso de uma forma tão HILARIANTE e ao mesmo tempo profunda… Mas vamos focar um pouquinho no Hilariante antes da gente chegar no Que o Anime quer Dizer, e Porque eu não gosto da 2º Temporada.

Hilário, satírico e lotado de Cultura Pop

A Toka aparece no nosso especial de Milfs dos animes, Click na imagem e veja!

Cara… Chuunibyou é hilário . Eu tava aqui tão sério fazendo esse texto quando me lembrei das tiradas da Rikka, das porradas que sua irmã boazuda faz segurando uma concha de sopa e até das lutas épicas delas duas. Das porradas que o Yuuta leva, dos foras que a linda e moe pracar?lho Kumin-senpai da no amigão dele, o Makoto, enfim. E sem contar de todas as referências que Chuunibyou tem. Seja com o Lelouch de Code Geass, com Senhor dos Anéis (dá onde você acha que veio a Mori Summer afinal?) e principalmente Another.

De longe Chuunibyou acabou se tornando referência por brincar e fazer zoeira com as poses estranhas e afetadas dos animes ou filmes mainstream. E sim, antes que alguém tenha alguma duvida, a Rikka é uma sátira à Another, como eu citei no nosso Top Animes Clássicos de 2012. Aliás, uma das minhas maiores motivações para fazer essa mega review de Chuunibyou foi porque eu acho que ele merece.

Vai dizer que você não sabia que essa referência era da Galadriel de Senhor dos Anéis? Até o livro dela é!

O anime brinca de forma genial com a cultura japonesa, com a cultura pop em geral, além de conseguir falar de algo deveras profundo ao mesmo tempo que brinca com o crescimento e o “se tornar adulto”. Se pouca gente aqui no Brasil fala de Chuunibyou mas viu animes como Charlotte por exemplo (que tenta zoar da cultura pop e também usa o estilo Lelouch de ser no protagonista), então é melhor ver a primeira temporada dele. Mas só a primeira… porque ela fala de…

A superação de uma dor no meio da Juventude

Você já sofreu? Por algum motivo eu acabo sempre falando de draminhas aqui no blog, mesmo nunca tendo feito uma review das 4 Grandes Obras da Key (vou fazer este ano, fique conosco). Mas como que faz uma obra de drama, em? Neste texto explico a fórmula Key de obras primas que fazem caminhoneiros chorarem chamando pela Mamãe, como o Yoga: um encontro inesperado; um cadinho de humor e candura junto a um sofrimento; separação forte, e talvez (talvez) reencontro (tô sendo bem simplista aqui). E essas coisas acontecem em Chuunibyou?

Pense bem: Yuuta acha Rikka – ela é doida de pedra, gatinha e hilária – ele entende que ela perdeu o pai – ela vai morar com a mãe e com a avó (separação) – Ele vai ao reencontro dela (reencontro) = caminhoneiro chorando.

A gente falou do roteiro bem amarrado de “um dia depois do outro”. Citei o quanto ele é engraçado e expliquei que Chuunibyou acontece como uma forma do jovem se encontrar e compreender melhor o mundo à sua volta. Todos os personagens que têm Chuunibyou não parecem ter depressão (mesmo que eles tenham passado por momentos difíceis), e que todos têm um alterego… Menos a Rikka. Quem viu o anime e não se perdeu na comédia (coisa difícil) ou nas belas pernas e no amor fofo e moe dela, percebia o que poderia vir.

Menos eu. Foi um baque ver como um anime que você caia de dar risada e ia se apaixonando lentamente por ela (porque ela é fofa) guardaria algo tão profundo. É como se a Kyoto Animation (a produtora do anime) tivesse aprendido com Kanon e Clannad e resolveu nos assombrar com essa faceta, de que muitas vezes os jovens se escondem nos cemitérios, ouvem metal pesado, viram o DARK FLAME MASTER ou têm o “Olho da Morte” porque algo de muito ruim aconteceu, ou acontece com eles.

Eu nem vou longe como o anime vai de “aceitar a Rikka doidinha de pedra como ela é”, mas sim de aceitar as dores e de tentar crescer do modo mais bonito e forte possível, como a Rikka faz. Com a ajuda do Yuuta, da Toka e até do seu “Olho da Morte” que a permite “ver” mais beleza na sua vida. E não… ela não é a Nagisa (que salva o herói em Clannad), muito pelo contrário.

É isso pessoal, abração!

Perai… E a Segunda Temporada?

Dizem que a 1temp foi feita com plot do Drama vindo da direção do Anime, e na vdd só a 2temp seguiu o verdadeiro plot da Light Novel. Se é vdd… eu não sei.

Saca o roteiro interligado? Não tem. Arranjar um modo para superar as dores? NÃÃO. E o amor para crescer… ÉÉÉÉ NÃO! Nem vou falar do último episódio ou da menina de cabelo rosa para fazer um triângulo amoroso de abestados. Se você quiser rir… veja que é tão ou mais hilária que a primeira e tem doses cavalares de moe (o que é sempre bom). Ma só veja para rir mesmo, não queira mais do que isso.

Agooooora sim, Abração!

Fontes: Urban Dictionary [Link]/ Wikia [Link]/ Wikipédia [Link]

Amaenaide yo!! – Indicação: Aquele Anime Ecchi do Monge Taradão e das Monjas Também!

Tem algum tempo que não posto aqui no site, né verdade? E como é que pode eu não postar nenhum anime? É chegado a hora de indicar um anime ecchi muito conhecido… para aqueles que gostam de ecchi. O nome dele? Amaenaide yo!! Ou como apelidei: “Aquele anime ecchi em que o monge é taradão e as monjas também são“. Venham comigo descobrir mais desse anime e se ele vale à pena. Vamos lá!

Amaenaide yo!! – Indicação: Aquele Anime Ecchi do Monge Taradão e das Monjas Também!

Estava eu comentando o post do Harém moe “Boku wa Tomodachi” (siga o link para você lê-lo também) com um amigo, quando ele mesmo me perguntou: “Esse Harém tem Ecchi?”. Boku wa Tomodachi como todo bom harém tem algumas doses de ecchi sim, mas ele não tem cenas de “ecchi extremamente fortes”, como vemos em Kiss vs Sis por exemplo. Aliás… Boku Wa é o que eu disse, um “Harém Moe” — tanto que ele não aparece no nosso Top 15 Animes Ecchi para pessoas que gostam de Safadezas.

Aí eu cá pensando com meus botões, “Tem um harém bastante ecchi?”. Acabei lembrando deste que vos trago hoje: Amaenaide yo!! Ele é um harém Bastante Ecchi — mas com um enredo deveras interessante, e porque não dizer emocionante. Digamos que você pega (pega quem, como assim?) para ver um ecchi, e recebe de brinde um anime muito bom. Eu preciso dizer que me surpreendi demais enquanto via esse anime do monge safadão e das monjas taradinhas.

A Sinopse Taradinha

Imagem meramente ilustrativa nº1

A historia de Amaenaide yo passa em volta do herói Satonaka, que na verdade é um “monge taradão em treinamento”. Ele foi chamado pela vovô para terminar seu treinamento “mongivico” num templo que só tem Sacerdotisas LINDAS, Moe e “bem apessoadas”. Mas se engana o amigo/a se acha que ele é “timidozinho” e bobão como a maioria dos heróis de animes harém comuns e água com açúcar.

Satonaka foi chamado pela vovó porque ele tem um poder interior muito forte, que desperta sempre que ele TOCA ou vê alguma coisa “pervertida” — daí as sacerdotisas boazudas e safadonas. Não ia adiantar ele ser um taradão se elas também não fossem. Mas o verdadeiramente interessante é que o poder dele é de “Libertação”, capaz de fazer as “almas perdidas” dos mortos , alcançarem a iluminação. Ou seja, apesar do anime ter um plot totalmente voltado ao ecchi e à… safadeza, ele acaba citando temas profundos da espiritualidade. Pois é.

Um anime ecchi com foco na Espiritualidade

Imagem meramente ilustrativa nº2 (A irmãzona e a irmãzinha)

Assim podemos ver que apesar do plot inicial focado em taradíces, a história central na verdade é bem séria e acompanhamos o Satonaka (junto às suas sacerdotisas boazudas e safadinhas) lutarem para fazer exorcismos.

Na verdade a luta é para fazer com que as almas dos mortos alcancem a luz e a paz de que tanto elas precisam. E o mais interessante é que cada história é densa, intrigante, emocionante, ou mesmo Muito Difícil, para que cada alma encontre o descanso que precisa.

Imagem meramente ilustrativa nº3 a Chitose (Tsundere)

Ahh sim… a “sacerdotisa” que o nosso heróis mais gosta é a doce, meiga e “Dou porrada em quem ver a minha pantsu”: Chitose (a ruivinha da imagem acima). Para os entendidos, ele gosta mais da Tsundere (click e veja nosso Top Tsunderes que mais amamos). A Chitose assim como todas as outras é uma gata, tem seus poderes Especiais, e vai ajudar o nosso querido monge “Iluminado” a salvar as almas errantes, enquanto admiramos bastante ecchi.

Fica ai dica para vocês meninos e meninas de um “Harém Ecchi” Muito Bom e com uma história maravilhosa. Certeza de que este é um anime que agrada todos os gostos (monges e monjas) e que ainda traz uma mensagem legal… por trás (como assim?).

Imagem meramente ilustrativa nº4

Abração!

Top 5 Animes de Ficção Científica que todo Fã de Sci Fi deve Ver

E que tal mais um top maneirão? É hora de trazermos o Top 5 Animes de Ficção Científica, que mesmo fãs de Sci Fi devem conhecer porque são bons de mais! Se vocês duvidam, venham comigo para uma breve sinopse de cada um. Eu garanto que vão querer assistir esses animes assim de terminar de ler, até se você não gostar de ficção científica. Vem comigo.

Top 5 Animes de Ficção Científica que todo Fã de Sci Fi deve Ver

Esse é aquele momento no ano que eu resolvo tirar da poeira posts guardados há séculos. E logo de começo, porquê não um Top Anime Alguma Coisa? Breve faço um top animes harém, comédia, animes de ação e porradaria…, shoujos e romances, bem na vibe do Top Animes Ecchi que fiz com meu amigo pierrotGluton. Mas na boa, não tô muito afim de lembrar de outros animes agora, e como eu sei que o Violet Evergarden tem tudo para se tornar um dos novos expoentes do gênero, vamos aos Sci fi.

Lembrando que essa lista não é formada só por animes sci fi que eu adoro, mas sim que muita gente que curte anime considera como os melhores do gênero. Também nesse Top5 todos são Animes Seinen, tirando algumas menções honrosas — sim eu acrescento alguns. E não posso esquecer que um grande anime amado por todos não faz parte desse Top: primeiro porque todo mundo conhece e tá careca de saber; segundo porque eu não gosto de Neon Genesis Evangelion. Mas a gente tem uma review dele aqui no site caso você queira ver — gosto não se discute.

Enfim, vamos à lista!

Serial Experiments Lain

Para ser bem sincero com vocês, eu já perdi a conta de quantas vezes falei de Serial Experiments Lain aqui no site. Falei no Top Curiosidades dos Animes. Citei a linda ninfeta Lain como uma das Mulheres mais Lindas dos Animes e  também no Top Mulheres +Poderosas dos Animes, quem estava lá? Pois é. Serial pode não ser um anime que eu ame tanto, mas com certeza merece estar aqui — e em primeiro lugar mesmo eu não colocando notas ou posições nesse top.

O anime começa focando Lain, uma simples estudante do ensino médio, aonde uma amiga de sala acabou de cometer suicídio — essa mesma amiga mandou emails perturbadores para outras meninas… (depois de morta…). Lain não entende bem do mundo digital (chamado de Weird no anime) e nada sabe sobre “email”, porque nunca havia sentido vontade de usar. Mas talvez por causa do suicídio de sua colega, ou por curiosidade de ler as mensagens, ela resolve procurar mais desse mundo virtual que permite com que a mente do usuário penetre nele durante algum tempo (a Weird é mais como um VR, compreende?).

Serial Experiments Lain é uma grande “Teoria da Conspiração”, misturada com “Teorias Pseudocientíficas”, o que torna tudo ainda mais complexo. Mas Lain demonstra ter uma aptidão enorme em lidar com a Weird. O porquê você só vai descobrir, vendo esse clássico.

Ghost in the Shell

Depois de quase quebrar a cachola para entender Serial Experiments Lain, Ghost in the Shell é outra história. Mas não vou falar nem do filme da Scarlett (porque eu não vi) e tampouco da série de animes que ficou conhecida como SAC. E nem dos ovas também porque eu sou muito over, eu gosto só de clássicos. Vamos falar dos dois filmes clássicos de Ghost in the Shell que além de serem ótimos sci fi, também são animações que eu gosto muito. E claro, Mokoto também aparece no meu Top Mulheres +Poderosas dos Animes.

Num resumo muito básico e numa sinopse meia boca, o anime se passa no futuro, no ano de 2029. Lá existe o processo de “tornar um ser humano um cyborg por completo”. Sua “mente” é extraída do corpo e colocado num corpo de cyborg. Motoko é uma das pessoas que passaram pelo processo e trabalha para a Seção9 — como se fosse uma FBI. O primeiro filme animê começa de forma espetacular com a clássica cena do Motoko pulando nua e invisível num prédio para cumprir uma missão de… não posso falar.

Se vocês gosta de ficção científica como eu, além de ver boas cenas de ação animadas lindamente, veja Ghost in the Shell. Os dois primeiros filmes.

Akira

Sem dúvida alguma o anime mais conhecido dos top5. Se você nem ao menos ouviu falar de Akira, eu te pergunto: Você gosta mesmo de Ficção Científica? Akira é um filme animado feito em 1988 e é totalmente “must to have”, mesmo não sendo nem de longe tão complexo como a maioria dos animes que cito aqui. Mas como explico no meu texto sobre “Ficção Científica X Filmes Space Opera“, AKIRA se enquadra perfeitamente como um autêntico sci fi por mostrar o medo que a humanidade tem diante da Ciência.

O anime se passa numa Tóquio pós-apocalipítica do futuro com toda cara de Mad Max futurista, com motocas maneiras e roupas transudas dos anos 80. Engraçado que o futuro lá é 2019, o que significa que temos exatamente 1 ano para termos uma Terceira Guerra Mundial que destrua a cidade e que o povo japonês a reconstrua com o nome de Neo-Tokyo.

Voltando ao anime… a história fica em volta do Kaneda, que é líder de uma gangue de motoqueiros que usam motos da hora, e do seu amigo Tetsuo, que acaba sequestrado pelo governo que faz experiências científicas nele objetivando uma arma final… O final? Assistam esse clássico!

Ergo Proxy

Se Serial Experiments Lain é complicado Ergo Proxy sem dúvida chega perto do nível de “Animes que te fazem quebrar a cuca para entender”. E sim, eu acabei também por citar a linda Re-1 Mayer no meu especial de Top Mulheres Lindas dos Animes… porque olha para ela. Ela é a Amy Lee Saradona. Mas enfim, a gente não tá aqui para falar do quanto a Re-1 Mayer é gostosa linda, e sim para falar do anime.

Imagine um mundo completamente destruído por algo… que você não sabe o que é. E existem pequenas cidades, pequenos “domos”, que conseguiram escapar (ou melhor, sobreviver) da completa destruição lá fora. E mesmo assim, há pessoas que vivem fora dos domos, mas querem Entrar nessas cidades paraíso. Esse é o caso do Vincent Law: um imigrante que almeja entrar num desses domos Trabalhando como um técnico que procura “robos individuais” com defeito… mas estranhamente, ele não tem memória do “antes” de sua vida.

E a Re-l Mayer? Ela é a protagonista e trabalha como investigadora. No anime estão havendo alguns assassinatos envolvendo os humanos e seus parceiros “robôs individuais” e dos imigrantes, como o Vicent Law. Mesmo sem poder se intrometer na investigação, Re-l Mayer vai atrás — e atira, luta muito bem e nos guia diante do anime. Ergo Proxy lembra muito o filme Blade Runner, mas em vez de termos um “homem” como investigador, quem faz esse papel é a Re-l Mayer, que também lembra um cadinho a Mokoto de Ghost in the Shell. Mas muito de longe.

Na verdade até o sentido do anime faz lembrar bastante Blade Runner. O que nos torna humanos? Assistam e descubram!

Wolf’s Rain

Imaginem um futuro após o futuro. Eu sei, é muito fumo, maconha e doideira. Mas imaginem que nesse tempo a ciência alcançou um nível que é como um somatório com a alquimia — como se os alquimistas não tivessem deixado de existir após a revolução da Química de Dalton e da Física Newtoniana. Como se os alquímicos tivessem evoluído com a ciência. É este o tempo do anime. Não é uma outra realidade: é um outro tempo, como se fosse um outro universo, mas no nosso mundo.

Então, esse mundo construído por cientistas-alquímicos parece que está perto de acabar. Alguém em busca da imortalidade (na verdade alguéns) comprometeu a estrutura deste universo (deste mundo) e parece que tudo vai se extinguir. Menos… menos para os lobos. Mas não imagine lobos comuns. Como se trata de outro universo, esses lobos (talvez por experiências?) na verdade também são humanos, e eles estão em busca de uma flor (criada por esses cientistas…) porque eles acreditam que essa flor é a única forma de salvar esse universo.

Cheza a ‘menina-flor’

Eu sei, parece tudo uma viagem louca na maionese, e é mesmo. O anime porém não é tão difícil de compreender como Serial Experiments Lain ou Ergo Proxy (porque ambos têm Roteiros Modernos e Wolf’s Rain na verdade é um Anime Pós-Clássico, o que facilita e meio que me faz não gostar tanto dele quanto gosto dos dois primeiros). Mas mesmo assim, o fato da ciência ser decisiva na mudança de nossas vidas torna o anime um clássico para quem gosta de ficção científica.

E se eles conseguem salvar o mundo com ajuda da flor, da Cheza, e se os “cientistas” também se arrependem da busca pela imortalidade… para descobrir, só assistindo.

Menções Honrosas: SAO e Accel World/ Elfen Lied

E agora eu vou fechar com duas menções honrosas — na verdade três. Mas como as duas primeiras são do mesmo autor… Sword Art Online tem como seu herói o sombrio Kirito, e do outro lado Accel World é protagonizado pela dupla Haru (o gordinho mitológico) e Kuroyukihime (a gatinha magrinha sexy demais).

Ambos são animes shonen futurísticos de Realidade Virtual e parecem dividir o mesmo universo, só que em tempos distintos. SAO conseguiu fazer mais sucesso por ser mais “convencional” e Accel está no meu coração — melhor que SAO em minha opinião. Eu não vou explicar os dois por um ser mainstream, mas de qualquer jeito fica aí as indicações para vocês conhecerem.

Elfen Lied… é outra história. Ele também aparece no meu Top Mulheres +Poderosas dos Animes. E porque não está no Top5? Não sei se considero ele uma ficção científica “true”. Por mais que as experiências científicas tenham modificado seres humanos, eu não penso que o anime foque a ciência como motor central da história. Ela está lá, mas está mais como em Star Trek. Mas um Star Trek de terror com muito sangue, gore, dor e sofrimento humano.

Na verdade Elfen Lied consegue retratar com maestria não as perguntas clássicas de sci fi como “O que é ser uma pessoa”, ou “Será que nosso mundo não é um cérebro numa cuba?”, e Sim o quão nós, seres humanos, Somos Monstros.


É isso pessoal, espero que vocês tenham curtido as indicações. Garanto que se você for fã de ficção científica, PRECISA NECESSARIAMENTE ver esses animes. Se você curtir anime, vai ser legal para abrir os horizontes, mas fãs de sci fi PRECISAM ver esses clássicos. Despeço-me dizendo, au revoir (arrevuá!).

Abração!

5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar

E lá vamos nós falar de mais games aqui no Afonte Geek! Desta vez é uma lista de games de corrida escolhida a dedo para te fazer começar a gostar do gênero — ou então para você que ama esse tipo de game, ter boas lembranças. Bem-vindos aos 5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar.

5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar

Eu admito para vocês amiguinhos e amiguinhas que tenho um fraco. Eu amo games de corrida desde… bom pelo menos eu amava na infância. E saindo um pouco dela também, diria eu. Acabei pegando uns bons games de corrida que joguei muito e resolvi trazer alguns deles para vocês talvez relembrarem, talvez conhecerem.

Lembrando que essa lista é do meu gosto e se vocês pensarem que “faltou algum”, não posso fazer nada sobre isso. Que tal comentarem e dizerem qual curtem?

Enfim, Vamos ao post.

Top Gear

Um CLÁSSICO Br. Publicado pela KEMCO no distante ano de 1992 (começo de vida do Super Nintendo), também conhecido como Top Racer, foi um verdadeiro divisor de águas… Só para nós brasileiros. Lá fora essa primeira versão não fez tanto sucesso assim não. Sua gameplay e trilha sonoras sem igual é o que mais fazem desse game ser um clássico do gênero.

As música, as fases demoníacas dos placões, os Password — eu tinha todos eles escrito numa folha de papel branca, junto com as do Mega Man II de NES. Acho que muita gente vai dizer que é O Melhor game de corrida já feito. Sem dúvida um exagero. Mas a junção de velocidade, pistas, placas e uma trilha sonora embasbacante fica na memória para todo o sempre, amém. E se eu falar mais serão apenas adjetivos.

NOSTALGIA!

Fonte: Wikipedia [Link]

F-1 World Grand Prix I e II

Saindo um pouquinho dos jogos com gameplay menos “severa”, mas ainda assim muito difícil em algumas fases, que é o caso de Top Gear, para entrar direto no que eu gosto de chamar de “Simuladores de Corrida do Tempo da Vovó”. A primeira versão do game foi feita em 1998 e a segunda entre 98-99, o que sugere que mal terminaram o primeiro, foram para o segundo.

Ambos feitos pera Paradigm e VideoSystem e se tratando de games oficiais da Formula One Administration Limited. Não vou mentir, se tratam realmente de games com um nível um pouco acima. Você realmente tem que gostar do gênero e advirto, vai quebrar um pouco a cabeça nas primeiras vez que for guiar os lindos bólidos.

Com gráficos mais polidos e a dificuldade menos acentuada, o F1 II acredito que seja mais convidativo para iniciantes, mas ambos são games excepcionais. Eu lembro de não ter conseguido zerar o F-1 1 em outro modo que não fosse o “rookie”, enquanto no II fui um pouco mais longe. Mas de qualquer jeito, sempre se consegue destravar imagens maiores quando se completa a jornada.

Fontes: N64 Brasil [Link]/ N64Brasil [Link]

 F-Zero X

Fantástico. Só posso dizer isso. Este eu zerei em todos os modos e dificuldades possíveis. Basicamente voltamos aos games de corrida com “realidade aumentada” aonde a gameplay que tem um foco maior para a diversão do jogador. Isso não o torna mais fácil, porém.Feito pela própria BIG N no ano de 1998 F-Zero X, continuação do F-Zero de SNES é pura LOUCURA.

Loopings absurdos, velocidades estonteantes e uma quantidade absurda de outros carros para destravar durante as várias fases, F-Zero X é um deleite para os fãs de velocidade. Para ser sincero com vocês, eu nunca vi muita graça do F-Zero para Super Nintendo… mas este aqui… lembro de ficar com o coração na mão em DIVERSAS fases, tanto pelos loopings quanto pela velocidade.

Jogaço que vale muito à pena mesmo!

Fonte: N64 Brasil [Link]

Mario Kart

Aqui meio que é um combo né verdade? Sido lançado o seu primeiro no distante ano de 1992 sendo que seu último foi o aclamado Mario Kart 8. Eu pude jogar as versões de SNES e N64 e fico morrendo de vontade de experimentar o Double Dash para Game Cube.

Acho que alguns de vocês devem estar se perguntando agora, “Mas Mario Kart deveria fazer parte de uma lista de games de corrida?”. Se você for levar em conta a gameplay e que a ideia é ser o mais rápido — não importando como — então sim, ele tem de estar aqui. Aliás ele PRECISA aparecer. Se não estivesse seria um sacrilégio.

É engraçado como esse game desperta a IRA– e as disputas com amigos e namorados/as sempre rendem boas!Mario Kart sinceramente é um clássico.

Fonte: Wikipédia [Link]

Biker Mice from Mars

Muita gente deve estar se perguntando agora porque não pus games como Rock in Roll Racing (que tem uma trilha sonora maravilhosa) ou mesmo Lamborghini. Bom… primeiro porque sou um “old-gamer”. Para falar a verdade, um very old gamer. Então era de esperar nenhum Forza por aqui, certo?

Segundo que acho Rock in Roll Racing muito travado e aquele game da Lamborghini me é odioso… Sim, eu não gosto nadica de nada de GTA ou de ficar fugindo da policia. Daí já viram né? Muitos games clássicos de moto ou de carro mais “divertidos” como Cruise in USA ficaram MUITO de fora. Votei para fechar com Biker Mice from Mars que se tratava de um desenho dos anos 90 que ganhou um game, vejam só!

Com visão isométrica com uma jogabilidade sensacional. Leve, fácil de se entender, e com cada “motoqueiro” com suas próprias facilidades ou dificuldades. Sem contar que tem uma dificuldade crescente em nível acentuadíssimo — não vou mentir, se você jogar no modo Hard as últimas fases são osso duro.

Vale à pena dar aquela conhecida.

Extra: Top Gear Rally

Indo para o finalzinho e tenho certeza que muita gente aí deve estar com uma carinha, “O quê? Nem mesmo Top Gear 3000?”. Pois é… Mas citar como extra Top Gear Rally? Eu tenho um motivo forte. A verdade e que se trata de um game com gráficos muito, muito ruins, com repetições de pista a esmo; não conta com o aclamado “nitro” dos games do SNES e ainda só para piorar, vem com uma seleção pequena de carros. Só coisa boa, né verdade?

A questão é que se trata de um game épico e muito, muito pouco conhecido pelos gamers, por isso vale à pena citá-lo. Gameplay sensacional aonde você tem que escolher qual a sua melhor dirigibilidade — sem segredo. Não tem motores para trocar. Pneus para escolher ou maluquices de tintas legais.

Aqui o negócio é você, a pista os outros dezenove competidores. Para um cara como eu que não gosta de complicações a não ser “Apertar Star e Play” não podia ser melhor. Se você não conhece esse game de 1997 pare tudo e dê uma jogada. Vale à pena.

Fonte:N64 Brasil [Link]


Esses são os games do gênero que mais gosto e queria trazer para vocês conhecerem. Se vocês tiverem mais alguns aí, ou discordam/concordam de minhas opiniões não se façam de rogados e comentem. Abração!

ps: Juro que não sou um nintendista!

Boku wa Tomodachi ga Sukunai (Haganai) – Indicação: Porque animes Harém não são apenas para Bocós

Que tal a gente falar de animes Harém? Eu sei que muitos de vocês pensam que haréns são animes para otakus virjões, mas eu gosto muito do gênero e em especial quero indicar um que fez relativo sucesso. Estou falando do meu querido Boku wa Tomodachi, também conhecido como Haganai. E ai? Será que animes harém só são bons para virjões? Vem comigo.

Boku wa Tomodachi ga Sukunai (Haganai) – Indicação: Porque animes Harém não são apenas para Bocós

Outro eu dia fiz um podcast com meus queridos amigos MagoGiva e  o PastorGi (ambos são o mesmo maluco, mas fodase) e a gente resolveu fazer um especial só de animes harém. Se você quiser ver (ou melhor, ouvir o papo muito doido) clique aqui. Por incrível que pareça nós não demos a mínima palhinha sobre Boku wa Tomodachi, vai lá Deus saber porquê.

E isso é até engraçado porque Haganai foi um dos animes harém que mais fizeram sucesso recente no Japão — junto com o meu odiado Oreimo — e sem sombra de dúvidas, pelas citações que vejo dele em hentais doujin e mesmo na cultura pop em geral, a gente meio que esqueceu de falar de um novo clássico do gênero (dá pra chamar algo novo… de clássico?).

Acreditem, este anime é um Seinen

Enfim, Boku wa se trata de uma obra Seinen, ou seja, voltada para um público mais maduro (eu o que é Seinen aqui) e isso quer dizer que apesar dele ter muita comédia e cenas de harém habituais, vamos ter conversas sérias e discussões mais profundas. Eu sei que soa estranho falar em “profundas” quando estamos falando em animes harém, mas vai na minha é um fato.

Para falar a verdade, a Primeira Temporada de Boku Wa é incrivelmente boa; realmente um dos melhores haréns já feitos. Enfim, em Haganai tu vai ver o “herói da vez” (Kodaka) ir para uma escola nova. Ele é meio loiro, daí todo mundo na escola zoa e odeia ele — geralmente japoneses não gostam das pessoas diferentes — e ele acaba conhecido como um “delinquente”. Por lá, delinquentes pintam os cabelos, vejam só.

O Clube dos Solitários

Na turma dele, ele encontra a Yozora, que era uma amiga de infância — só que o Kodaka não lembra disso… por que ele não lembra? Vejam! Ele acaba fazendo amizade com as pessoas “esquisitas” da escola, ou melhor, aqueles que não têm “amigos de verdade” — todas Mulheres, claro, afinal estamos falando de um anime harém.

Temos a própria Yozora que funda o “Clube dos Solitários”, a Sena (a niku) que é linda, super inteligente e toda gostosona, mas que não tem nenhum amigo de verdade — as meninas da sala a odeiam por ela ser “perfeita”; os rapazes só a veem como uma “mulher objeto” e/ou têm “medo” dela. Daí, ela não tem amigos.

Pouquinho de Ecchi faz bem o coração da gente

Eu nunca disse que não tinha ecchi

O trap do anime que quer deixar de ser trap (e ele guarda um mistério debaixo da saia que nos é revelado na segunda temporada), a Loli que é a freirinha (o colégio é meio que um convento, porque sim), a menina cientista (que fica maravilhosamente linda, também na 2º temporada) e por fim, a própria irmã do Herói que “pensa” que é uma Maho Shoujo (garota mágica)… porque esse assunto estava muito em voga nos animes daquela época. Que o diga Chuunibyou.

Ufaaa… Mas eu falei em questões profundas e sérias… aonde elas estão? Como deu para perceber, a maioria delas fica em volta de temas como “aceitação” e “conhecer um amigo de verdade, alguém em que se possa confiar”. Na verdade o anime fala em “crescer como pessoa”, daí vocês entendem porque ele é tão bom. E claro que ele é comédia também. A Yozora por exemplo é uma peste, e vai infernizar a vida de todo mundo — mas ela é assim, por… assistam!

Haréns existem mesmo no Japão?

E antes de eu me despedir, talvez vocês pensem que “Haréns” não existam na sociedade japonesa, certo? Para sua surpresa e para minha, eles acontecem mesmo por lá. O motivo é que as mulheres japonesas costumam escolher a dedo o “homem perfeito”, e ai elas acabem se digladiando por um, quando ele aparece. Eu sei, é bizarro, mas aqui temos coisas como futebol ser mais importante que a ciência, então não vamos falar nada.

Enfim, fiquem com essa belíssima indicação chamada Boku Wa Tomodachi. Tenho certeza que muitos e muitas de vocês vão acabar se identificando com os personagens e com os problemas que eles vivem. Além de morrerem de rir. Ah sim… deixem de preconceito com os animes haréns, temos pérolas no gênero.

Será que teremos momentos amor i love you?

Abração!

E mais ecchi pra terminar o post… porque eu quero.

Top 3 HQs de Mundos Paralelos que você deve Ler HOJE!

Olá meus bons amigos e amigas, quer dizer que vocês vieram até aqui no meu blog, para saber sobre HQs né verdade? E ainda por cima, ver um Top HQs de mundos paralelos, ou seja, aquelas histórias que se passam foram do lore e do canon original de suas respectivas historinhas. E vocês vieram me procurar, o cara que fez varias reviews de HQs clássicas? Venham comigo amiguinhos!

Top 3 HQs de Mundos Paralelos que você deve Ler HOJE!

Primeiro de tudo quero que vocês saibam: esse top 3 não tem “numeração” de primeiro ou terceiro colocado. Digamos que vocês vão saber qual eu curto mais enquanto lerem. Segundo, eu deixei fora dessa lista Batman: Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, porque eu quis mesmo. Não tem muito o que dizer sobre — mesmo sendo a minha graphic novel preferida.

Claro, não teremos spoilers e a minha escolha se baseou muito no que eu queria no momento, sabe como é? Por exemplo, essas hqs (na verdade se trata de uma hq serializada e duas graphic novels) escolhidas por não serem muito longas ou complexas não vão exigir do leitor um conhecimento prévio de nada. Basta pegar, ler na ordem certinha (nada de ler o primeiro capitulo e depois o capítulo nove, tem de seguir a ordem, OK?) que vocês vão curtir.

Tudo avisado? Vamo lá.

Dias de um Futuro Esquecido

Essa para mim é a melhor saga dos X-men. Fim. Tá, tá certo, vou falar um pouco mais. Eu li a saga da Fênix Negra (INTEIRA) e cá pra nóz, o negócio é bem maçante. E sem noção também. Mas aqui… bom aqui nós também temos coisas um pouco maçantes (como por exemplo, o roteirista a todo mundo ter de explicar o que é adamantium, ou quem era a Tempestade) mas são coisas menores e no geral, bem comuns para época que foi lançada.

Ela foi escrita por Chris Claremont e desenhada por John Byrne, os dois autores de novela preferidos do público Marvel e que levou os X-Men ao auge da fama. Inclusive existem fofocas que o que ajudou a dar um fim nessa incrível parceria, foi justamente o fato de que essa história existiu. Parece que um deles queria trazer histórias temporais e que elas fizessem parte do cânone dos mutantes, mas o outro não queria. E como um não quer, dois não brigam… mas lembre-se, fofocas.

Dias de um Futuro Esquecido

Sobre a Hq em si, tirando a chatice de explicar quem são os X-Men a cada duas páginas, é uma obra de arte. Ela ainda tem aqueles lances de novela que os dois autores AMAVAM (uiii), mas ela é profunda e visceral. Ocorrem muitas mortes e o futuro não é apenas distópico: ele toma ares de uma verdade bem factual. O fim mesmo… é um fim muito diferente das obras comuns da Marvel… Olha, se é para ter uma obra da Marvel em minha coleção, é esta obra de arte. E também A Queda de Murdock.

Ahh… o filme? Esqueça o filme.

Superman: Entre a Foice e o Martelo

Pois é, agora vamos para a obra do Superman que eu li e mais gosto. E olha que eu li Superman All stars do Morrison e achei beem fraquinha. Bom, não vou discutir sobre a criação da roda, mas que Red Son, ou como ficou conhecida aqui nas terras tupiniquins, Superman: Entre a Foice e o Martelo, é uma Grande obra de arte, isso ela é com certeza.

Escrita por Mark Millar e desenhada, pintada e ilustrada por um monte de pessoas diferentes, foi lançada sob o selo Elseworlds da DC, ou seja, ela não é uma hq serializada, mas uma Graphic Novel.

E a primeira coisa que eu preciso dizer é Mark Millar, por que você fez uma obra de arte aqui, e fez uma BOMBA chamada Guerra Civil para a Marvel? Cara… como pode isso? Como você escreve tão maravilhosamente bem na DC e faz aquela atrocidade que é Guerra Civil? Sim, estou irado porque comprei sem ler, e queria muito meu suado dinheiro de volta. Mas enfim, vamos em frente.

Imagine que o Superman em vez de ter seu foguete caído no Kansas… ele caísse na União Soviética, ainda nos tempos do Camarada Stalin? Como essa criança cresceria? O que ela pensaria? Como seria esse Superman criado na ideologia socialista, num ambiente anti-democrático e repleto de perseguições e mortes políticas?

Será que ele ainda seria o “Escoteiro”? Aquele cara que de tão bonzinho dá nos nervos? E como seria o Batman desse mundo paralelo? E a Mulher Maravilha? Cara… se você puder, leia. Mark Millar fez uma completa obra-prima e a única coisa que vou dizer para vocês é BIZARRO. Bizarro, você é o melhor vilão do Superman.

Reino do Amanhã

E agora estamos falando da possivelmente, maior obra-prima aqui da nossa pequena listinha. Para mim, segundo lugar de melhores HQs, perdendo apenas para Cavaleiro das Trevas, por muito pouco. Escrita por Mark Waid e desenhada pelo GÊNIO Alex Ross, Kingdom Come trata-se de um verdadeiro divisor de águas e muitas a consideram como um quebra de paradigmas dentro do mundo dos quadrinhos — mais ou menos como foi Cavaleiro das Trevas.

Como Kingdom Come é de 1996 eu não diria que ela é de fato um quebra de paradigmas, ou ainda que ela foi “mal compreendida” quando foi lançada… Não vou tão longe assim. Mas que é inegável a grandeza da obra, isso é. A mensagem que ela passa é tão forte, e de uma maneira tão clara, que na verdade é até difícil imaginar que alguém não a tenha entendido.

Imaginem um futuro distópico, aonde os heróis tomaram o mundo. Na verdade, são os filhos desses heróis. Mas eles não são tão “heroicos” como os heróis que nós conhecemos — muito pelo contrário. Parece que a qualquer momento haverá uma guerra e todo dia ocorrem desgraças e caos. Até que no leito de morte de um herói que era capaz de ver o futuro, está um pastor. Este pastor, fica ao lado de seu amigo até o fim — a despeito de todos agora temerem esses “super-seres” o pastor fica — e ele lhe presenteia… com seus poderes.

Assim o pastor volta para casa meio atordoado com o possível “Apocalipse”… No dia seguinte, enquanto rezava dentro de sua igreja, lhe aparece o Anjo da Morte, o Espírito da Vingança: Espectro. E este lhe procura porque o pastor agora é capaz de ver o futuro — e o Espectro está preocupado com o caos e a hecatombe que deve ocorrer. O Espírito da Vingança pensa em preceder a hecatombe, causando-a ele mesmo. Mas para decidir com mais cautela o que fazer, é preciso ver o Futuro.

O Espírito de Vingança

E bom não vou falar mais nada. Se você se sentir preparado ou preparada para ler esta obra-prima chamada Reino do Amanhã, mande ver. Mas lembrem, trata-se de um universo paralelo e não é canon… Afinal você veio ver esse top porque está atrás de hqs de universos paralelos, né verdade?

Abração!