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Samurai Shodown 1 – Review: Quando Samurais encontram os Arcades!

Olá meus amigos e minhas amigas, como vocês estão? Hoje é dia de mais uma review aqui no afontegeek. Desta vez a review é de um clássico game de luta: Samurai Showdown, o primeirão lançado pela SNK para seus clássicos arcade Neo Geo MVS. Vamos ver como foi esse primeiro encontro no mundo do Japão Feudal.

Samurai Shodown 1 – Review: Quando Samurais encontram os Arcades!

Sempre quis trazer algum tipo de conteúdo do game que me trouxe para os fighting games, o grande Samurai Showdown 1, também conhecido como Samurai Spirits, e chegou a hora. Ironicamente a versão que joguei primeiro foi o Samurai Shodown de Snes, mas vamos chegar lá com calma e destrinchar um pouco a história mas principalmente a gameplay — prometo não me estender muito já que as fontes que utilizo são muito boas, a SNK.Fandom.

Enfim, o jogo foi lançado em 1993 contando com 12 opções de “bonecos” para o jogador, excluído o vilãozão Amakusa — que muitos até hoje chamam ele de ela, mas acho que hoje em dia pouco importa. Aliás uma curiosidade interessante que o game se passa nos fins do séc. XVIII, e a história do game conta que Amakusa foi revivido por sua promessa com um demônio chamado Ambrosia…

E no séc. XVI realmente existiu um Amakusa, o Amakusa Shirō, que era um ronin (um samurai que havia perdido seu título de samurai diante a seu mestre, ou Senhor), sendo que ele também era recém convertido ao catolicismo. Mais tarde volto ao Amakusa.

Além do jogo ter chegado as placas MVS e mais tarde aos consoles AES, ganhou versões em trocentos video games, como 3DO (era uma das mais completa em casa nos anos 90), Snes, Mega Drive (ambos portes bem diferentes e interessantes cada um no seu estilo e que agrada mais cada tipo de jogador; eu prefiro mais a versão de Snes por ser mais “bonita” e ter uma gameplay próxima a do arcade; a do Mega Drive é bem mais parecida em visual ao game original por ter o “sangue”, apesar de não ter o Earthquake e ter uma gameplay diferente no geral), Psone, e até no Switch.

Mas vamos falar do jogo.

Gameplay – O Diferencial dos Samurais

A grande inovação de Samurai Showdown comparado aos outros games de luta da época e até das gerações posteriores é a sua barra de POW. O game ainda não tem golpes especiais ou “secretões” como no Samurai Showdown II e principalmente no IV, mas essa barra de POW garantiu todo o diferencial da mecânica de jogo. Consiste num conceito bastante simples: A cada vez que você apanhar, aumenta o nível da sua “raiva” (RAGE) e com isso cada golpe que você executar vai causar mais dano que o normal.

Isso quer dizer que você pode estar apanhando a partida inteira aumentando a sua barra de POW até o máximo, e num golpe de sorte, “com muita farofa” ou até estratégia de jogo, com dois ou três golpes que não tirariam tanto dano, mas com o POW no máximo, você garante a vitória. Apesar de parecer uma mecânica “ladrona”, o POW adiciona ainda mais estratégia: por exemplo, se ambos os adversários estiverem apanhando bastante, ambos com o POW no máximo, o primeiro que conseguir executar um golpe certeiro ganha a partida.

Ahh… o sangue!

O mesmo caso se você estiver batendo muito no seu oponente e de novo, ele ficar com o POW no máximo. Você pode simplesmente “fugir” dele enquanto espera a barra dele descer e voltar ao normal. Esse mecânica que acompanha o jogo até hoje na sua versão mais moderna (3D lindona) é marca registrada do game e é contada em detalhes pelo Issui do Poeira Jogos. Recomendo ver o vídeo dele que conta sobre isso e mais curiosidades.

Visual e Frames “instantâneos”

O visual do game com toda a sua pixel arte é lindíssimo, seus cenários que tentam trazer o espírito de uma época dos fins no feudalismo do Japão, e o seu icônico “IPON!” que aparece no final dos combates.

Mas aqui vai um “pulo do gato” para quem quiser conhecer um pouco melhor o jogo: como esse foi o “primeirão” ele possui no geral menos frames de animação se comparado aos Samurai II e principalmente ao Samurai IV (esse tem tanta animação que deixa o jogo lento e truncado em minha opinião), e isso quer dizer que alguns golpes vão sair de forma “instantânea” assim que executados.

O pulo do gato mesmo é você saber (não adivinhar) o quanto vai demorar para desferir certo ataque ou quanto demora para defender um ataque de seu oponente (ou seja, saber quantos frames demoram para o Haohmaru por exemplo, executar a sua “lapada” mais forte, com dois botões). Com o tempo e experiência de jogo você vai começar a apreender essas coisas e quando defender/ executar certo ataque.

Digo isso porque essa é uma diferença (senão A diferença) mais importante se comparado ao Samurai II, e compreender que alguns frames no Samurai I são mais rápidos que no segundo pode ser a diferença de uma vitória ou tomar um Perfect.

Low tear, Top tear – Qual escolher?

Eu sei que essa review está “diferente”, mas se eu ficar falando de curiosidades e historinhas não teria a menor graça. Então, existem doze “bonecos” para escolher no Samurai Showdown 1, e temos uma diferença grande se comparado a um Street Fighter II que é a “base” dos games de luta. Por exemplo, a maioria dos games de luta tem um boneco que é mediano: não é excelente, nem muito ruim em nada e serve para o jogador iniciante se acostumar com a gameplay. No caso do SF2 se trata do Ryu. Em MK Eddi Boon e John Tobias queriam que o Liu Kang fosse esse boneco. A Lista é grande.

Todos pensam que o boneco mediano em Samurai é o Haohmaru. Mas aqui há a primeira quebra nisso. Haohmaru meio que começou a ideia de ter comandos facilmente executáveis por qualquer jogador, como meia lua (hadougen), frente-meia lua (shoryuken), mas ele não tem nem o range (alcance) e nem o dano mediano do jogo. Pelo contrário. Haohmaru é pesado, tem um alcance altíssimo e dá muito dano (é um dos bonecos que mais dão dano no Samurai). Na verdade com o POW no máximo dois ataques fortes são o bastante para ele terminar a luta. Então, tirando a lista de comandos básicos, ele não é nem de longe o boneco mediano do Samurai I.

Mas quais são os “mais fortes”? A minha lista pessoal é que no PVP (no X1, player vs player) primeiro vem o Hanzo (o ninja fodão) que está muito forte nesse Samurai I (apesar de ser o mais amado no online do Samurai II ele ficou muito fraco lá) com a Nakoruru brigando firme com o Haohmaru no pódio. Alguns citariam ainda a Charlotte e o Ukyo; Ukyo (o ceguinho) que para mim apesar de ter os comandos mais “difíceis” para um player iniciante é neste Samurai I o “mediano”. Ele é o Ryu.

Uma citação interessante é que eu vejo a Nakoruru extremamente OP na versão de Snes junto com o Hanzo.

Conclusão – Samurai Showdown um game de luta Marcante

Samurai Shodown é o meu game de luta preferido de longe. Gosto muito da sua mecânica de jogo de você precisar acertar poucos golpes certeiros para deitar seu oponente, ou até de tomar um IPON e ter o corpo do seu boneco cortado em mil pedaços. Apesar disso ter mudado um pouco desde o IV (que é o preferido de muita gente, mas eu não gosto tanto) ele ainda mantém essa mecânica que torna Samurai único entre os games de luta.

E eu acho muito gostoso esse clima de Japão feudal que ele traz. Tem o Galford que é o “ninja americano”; a Charlotte que é a “cavaleira francesa” que nessa época fazia referência a Joana D’ark; o Haohmaru e Ukyo que são quase que como Ronins; O Gen-an que parece um Oni e muitos pensam ser um ancestral da Mai Shiranui por terem o mesmo sobrenome… aliás se falava bastante na época da capacidade do Neo Geo de “zoom de sprites”, mas ironia das ironias hoje as pessoas jogam mais por causa da sua gameplay e de seu clima únicos.

Tem também a questão do Amakusa ser lembrado como uma “bruxa demoníaca”, que na verdade fala sobre o medo do japonês em ter sua cultura ameaçada por interferência estrangeira, medo este tão infundado em minha opinião que acabou fazendo toda uma elite de samurais ceifar as vidas de uma cidade inteira, mulheres e crianças, que estavam ao lado do Amakusa Shiro, o ronin católico que eu contei acima. Medo compreensível porém, faz parte da humanidade temer o desconhecido.

São essas referências e histórias com sua gameplay única que tornam Samurai Shodown, ou melhor Samurai Spirits tão gostoso de ser jogado hoje.

Nakoruru minha Waifu

E para quem não sabe, a Nakoruru é minha waifu de todos os games de luta. Eu sei que muita gente tem a Chun-li ou a Mai Shiranui como suas waifus, mas a Nakoruru é a minha waifu porque (além dela ser linda) eu praticamente aprendi e voltei a jogar fighting games graças a ela, então eu tenho todo um carinho pela personagem mesmo quando ela é abaixo do low tier (ou seja, muuuuito ruim Mesmo) como no Samurai Showdown II.

Uma curiosidade sobre a Nakoruru, que além dela fazer um pouquinho de referência à Sailor Moon com seu “This is nature’s punishment”, ela é realmente baseada no povo Ainu, que é considerado um povo indígena no Japão (e na Russia), daí veio o fato dela ser protetora da Natureza.

E para mim é legal saber que ela só foi parar no KOF XIV por causa sua da popularidade. Ou seja, não sou o único que tem ela como waifu. Perai… mas ai não dá, ela tem de ser a minha waifu!

Abração e bom game pessoal!

Fontes: Wikipedia (ING) Ainu People [Link]/
Wikipédia (Pt-br) Amakusa Shiro [Link] e Ronin [Link]
Snk.Fandom.com: Samurai Shodown [Link]/ Nakoruru [Link]

Halo: Combat Evolved – Review: Quando um Noob joga um dos melhores FPS da História

Olá, como vocês estão? Espero que estejam bem. Sejam bem-vindos a review de Halo: Combat Evolved, o primeiro Halo que saiu tanto para PC, MAC OS e claro, Xbox Clássico. Mas esta é uma review diferente. Vamos ver como um noob se sai jogando um clássico dos FPS! Sem Spoilers! Vamo lá!

Halo: Combat Evolved – Review: Quando um Noob joga um dos melhores FPS da História

Olá meus amigos e amigas, quem diria que o Afontegeek traria uma review de um dos games mais clássicos da História, não é verdade? Mas por algum motivo eu percebo que a maioria do público brasileiro não tem o menor contato com Halo, e raramente (eu nunca vi) numa roda de gamers, alguém cita que gosta ou jogou Halo.

E como pelo título da review vocês já notaram que eu não sou um true gamer, minha ideia aqui é apresentar o game para vocês br br hue hue, que jogam Call of Duty, Counter Strike e até Tribes, mas nunca viram Halo.

Eu já joguei um pouco de cada um dos que citei (menos Call of Duty), e até mesmo um pouquinho do Doom (clássico), Wolfestein: Enemy Territory (versão online), Hidded and Dangerous Deluxe, e tenho também uma jornada inicial no também pouco conhecido Metroid Prime. Então eu não sou bem um noob no mundo do FPS, mas não quer dizer que eu seja um mestre, longe disso.

Considero que sou um dos br br hue hue que nunca jogou Halo e sempre quis jogar. Assim que pude, fui jogar a versão para PC que a Bungie, a primeira desenvolvedora de Halo (antes da franchise ser comprada pela Microsoft) distribui. De vez em quando você encontra Halo: Combat Evolved em sites abandonaware, ou a precinhos bem camaradas na steam e na GOG.

Pois é, eu nunca joguei Halo mas tava morrendo de vontade. E você?

Você já jogou Halo? Não? Então JOGUE!

Digamos que você esteja ai como eu, morrendo de vontade de jogar Halo ou tem uma curiosidadezinha de conhecer o game, mesmo que por alto. Por acaso li bastante a “Halopedia” que conta detalhes da história de todos os jogos e a Lore absurdamente fantástica e complexa do game, e vou explicar um pouquinho dela para vocês durante a Review (só que sem spoilers).

Mas mais uma vez, eu sou um “noob” jogando um clássico, vou dar mais as minhas impressões e acho que isso vai servir de porta de entrada para você também.

Pois bem, o jogo começo na tensão. Você, que alguns chamam de Chief ou Masterchief (por algum motivo) acabou de colocar seu traje de batalha mais moderno, e acontece que aliens estão atacando uma nave humana em algum canto da Via Lactea.

Sim, o jogo começa já na loucura. Um dos Marines ensina os botões básicos e você começa. Primeiro você anda ao redor da nave meio que como stealth enquanto vê os outros marines atirando nos Ets — que FALAM! Sim, você consegue compreender as falas dos ets em Halo e isso é MUITO MANEIRO!

Depois que você finalmente acha o Capitão Jacob Keyes, você começa de verdade. Halo é um FPS bem classicão, ainda com sistema de vida “Apanhou demais e não achou life por ai, morreu” — eu curto. A diferença é que você tem um escudinho, que te permite levar alguns tiros antes de começar a perder life de verdade.

Apesar da Bungie dizer que Halo deve ser jogado no modo Heroic, eu joguei no modo Normal (que não é nem um pouco fácil) e acredite, você vai ficar correndo por ai nas fases seguintes procurando life, mesmo que seu escudo recarregue um pouquinho e você fique no soro.

Cortana, a nossa Navegadora

Depois que o jogo inicia com os humanos PERDENDO — já na tensão, aliens vs humanos, e com a gente PERDENDO — a nossa nave cai e a gente desce num campo aberto com um pouco de mar, que dá pra falar que é quando o jogo começa Mesmo. Esqueci de dizer… nós não estamos Solo na missão. Nós carregamos a nossa IA companheira, a Cortana. Para quem já jogou Zelda como eu, a primeira referência da Cortana era Navi de Ocarina of Time, que é nossa companheira/ chata de galocha que nos acompanha no jogo.

A Navi (ou navigator) foi criada pelo time de Myamoto para servir de “Z target”, e marcar mais facilmente os inimigos na tela, além de explicar alguns elementos da história para o jogador. Navi é um elemento de gameplay.

E a Cortana, a IA que acompanha o Masterchief, apesar de não servir como Z target, ela meio que nos prepara para o que virá, e o que devemos fazer. Falo isso porque depois que a história de Halo se desenrola (ou melhor, já no meio da 2º fase) nós ficamos literalmente sozinhos no mundo repleto de aliens (os chamados Covenants) que querem nos matar.

A sensação não é de solidão absoluta e de filme de terror como temos em Metroid Prime (a Samus é a mulher mais corajosa e bad ass dos games, Lara Croft o cara**o) justamente porque nós temos a Cortana. Ela é a nossa ligação com a base humana e sempre está nos contando o que acontece, o que devemos fazer e para onde ir. A gente cria uma ligação de afinidade com ela, porque ela é quem de fato Manda no que devemos fazer.

Veja bem, ela não nos dá dicas e nem ensina a usar os botões. Ela só fala o que está na nossa frente. Que nós devemos derrubar certa nave. Qual a provisão de inimigos e em quem Devemos Confiar.

Cortana é a nossa chefa e isso é muito maneiro na perspectiva de gameplay porque Halo é um FPS de ação (sem MAPA!!!!) e Cortana é muito útil o tempo inteiro para manter o sangue nos nossos olhos (avisando que virá uma horda de Covenant por exemplo), além de tirar a sensação de solidão, porque Halo não é um Metroid.

Os aliens “assustadores” e o Halo

Field Master (elites)

Durante o jogo inteiro a gente não tem a sensação como em Doom ou mesmo em Wolfstein: Enemy Territory que os Aliens são desalmados ou Seres Demoníacos do inferno. Eles falam o tempo inteiro, nos chamam de covarde, avisam aos outros que estamos por perto e Nos chamam de Demônio (porque o Masterchief não é o Homem de Ferro mas mete medo!) e a gente não sente hora nenhuma que eles são estranhos.

Mgalekgolohunter

Os aliens na verdade são pessoas como eu e você, nos fazem rir e até quando enfrentamos os aliens mais poderosos (que são os gigantes que tem armas de plasma nos pulsos e os outros guerreiros que vão sim te dar uns sustos com suas espadas de “luz dura”) não passam a sensação de medo.

 

 

Lembrem-se Halo é um game FPS de ação espacial. Na verdade a sensação para quem joga Halo é que os Covenant (os aliens) nem “do mal” são de verdade. Para ser sincero, antes de ler a lore do game na Halopedia, eu sempre pensei que nós humanos tentamos dominar o Halo por ele ser uma arma alien de destruição em massa (mas não é bem assim…).

A sensação para quem joga a primeira vez é que estamos em guerra por uma Arma de destruição em massa que pertence aos Aliens. Começamos perdendo (como eu contei acima) e enquanto o jogo progride acontecem coisas que pode-se dizer, têm um pouco de culpa nossa.

Mas eu não vou dizer nada mais além disso. Apenas que no decorrer do jogo vai aparecer uma ameaça PIOR que os Covenant, e esta ameaça sim vai dar agonia (até porque vai ter uma falta bruta de arma nas fases à frente). Confiem na .12 (arma humana) para enfrentá-la.

Gameplay, Gráficos e Fases

Aqui eu vou ser bem diretão. A Gameplay é fantástica. Rápida, direta como todo bom FPS, e a trilha sonora (além dos efeitos sonoros) ajuda muito a dar a sensação de que nós somos o Rambo Espacial, que Cortana vai nos passar as coordenadas, e nós vamos derrotar os Covenant! Sobre os gráficos… Por mais que Halo tenha muitas fases amplas e abertas (que são fodas) eu achei ele um jogo não tão bonito graficamente quanto o próprio Metroid Prime. O que é uma ironia se você pensar que o Xbox clássico era uma máquina mais potente.

Mas a beleza de Halo é justamente quando estamos nos mapas abertos e o jogo mostra toda a capacidade gráfica. Posso falar sem sombra de duvida que ele envelheceu bem demais. Mas… as fases fechadas… hummm… Primeiro que elas são absurdamente lotadas por HORDAS de inimigos principalmente no final. Mesmo jogando no normal.

Acredite, vem muito mais

A diferença que eu notei comparada com o modo Heroic é que o Normal você encontra mais life escondido nos mapas, mas as hordas aparentemente são as mesmas.

Esses mapas fechados são sim um pouco repetitivos (muita gente fala mal da The Library) mas caramba, as três ultimas fases sofrem um pouco de game design no geral — mesmas texturas, labirintos idênticos, hordas semi-infinitas, enfim é um pesadelo de game design e vai te deixar com coração na boca o tempo inteiro! Mas na boa? Mesmo com esses repetições, Halo tem uma ação e uma necessidade de urgência tão gostosas, que você vai zerar ele com gosto.

Conclusão – O FPS Evoluiu

Não tem nada de muito especial em Halo: Combat Evolved. Acredito que Halo 2 tem muito mais inovação — algumas delas trazidas direto de Metroid Prime — mas o que eu gosto mais de Halo são os elementos de Gameplay fora do habitual. Não é o uso de armas diferentes, dos veículos (alguns são maneiros de mais!) ou mesmo a interação com os Marines, os humanos do nosso lado (a IA do jogo até que é eficiente).

O que mais te deixa louco com Halo é a imersão. As interações com a Cortana, a sensação de guerra de verdade e que nós fazemos a diferença. Os inimigos aliens e outros personagens que aparecem no decorrer do jogo que vão sim, te fazer sorrir apesar de toda a desgraça que acontece à volta. O fato dos Covenant falarem, mesmo os mais poderosos tornam Halo um jogo fantástico. E não te lembra épicos espaciais como Star Wars ou Star Trek. Halo é Halo.

São esses elementos diferenciados, da Cortana comigo, de que sou Especial para a sobrevivência da espécie humana, que dão uma imersão absurda e tornam a gameplay de Halo sem igual. Se você nunca jogou Halo, a hora é agora!

Lançamento: 2001 (Xbox Clássico)/ 2003 (MAC OS e PC)

Fontes: Halopedia [Link]/ Heroic [Link]

Underworld, Symphony X – Resenha: O Retorno de Orfeu das Profundezas do Metal!

Olá meus amigos e minhas amigas, metaleiros e metaleiras, como vão? Estão felizes? Espero que estejam. Hoje eu trago a resenha do álbum Underworld da banda de metal progressivo neoclássico, Symphony X. O álbum foi lançado no distante ano de 2015, e veio logo depois do bem pesado Iconoclast. Será que ele ficou bom? Vamos descobrir agora.

Underworld, Symphony X – Resenha: O Retorno de Orfeu das Profundezas do Metal!

Olá a todos, tudo ok? Finalmente voltando a fazer resenhas aqui no Afontegeek, começo logo com uma resenha de metal. Eu gosto muito de fazer posts assim, já tendo feitos posts de álbuns do Therion, Rhapsody, e do próprio Symphony X.

Eu fiz a resenha do álbum V: the new Mythology Suite e também uma indicação do Iconoclast. Mas agora que finalmente eu peguei para ouvir com cuidado o Underworld, e exatamente por ter gostado mais dele do que eu poderia imaginar, resolvi fazer uma resenha sobre o danado.

Overture+Nevemore

Como vocês sabem, o álbum foi lançado em 2015 e é sucessor do bem mais pesado Iconoclast (este que lembra muito o álbum The Odyssey no quesito “Peso”, mas é bem mais que este). Quem ouvir o Undeworld vai notar algo interessante.

Em vez de continuar seguindo a tendência de colocar mais peso nas músicas e ainda mais vocais rasgados, esse álbum tem algo… dos álbuns anteriores. Quem for fã da banda de longos anos vai captar isso logo na introdução. É como se bons ventos trouxessem de volta o V: the new Mithology suite…?

O retorno do Hades

Underworld

“Musicalmente, Underworld tem coisas remanescentes dos outros álbuns da banda mas definitivamente tem sua própria individualidade” Michael Romeo

Pois é, se você lembrou de algo mais próximo do V: New Mithology mas principalmente do Divine Wings of Tragedy, pode crer que acertou em cheio meu caro amigo/a fã de metal progressivo neoclássico (seja lá o que essa classificação queira dizer).

Confesso que assim que peguei para ouvir de verdade o Underworld eu sorri. Simples assim. Abri um sorrisão diretamente com a intro “carregando” para a primeira música, algo que você já encontra há algum tempo nos trabalhos dos caras… mas o gostinho era mais de New Mythology que Paradise Lost.

Basicamente meu sorriso foi por causa da melodia. Eu havia começado a sentir falta de ouvir mais melodia e musicalidade no trabalho dos caras. Não que eu não goste do Iconoclast, por acaso é um álbum que eu gosto mais que o Paradise Lost e está no meu coração ao lado do The Odyssey. As músicas dele são inconfundíveis e eu gosto demais das primeiras e da impressionante Light up the night, que é veloz e pesada do jeitinho que eu gosto — apesar de com certeza, ser o trabalho que passei menos tempo ouvindo dos caras.

Without You

Talvez porque eu senti falta de ouvir música também? Eu curto ser headbanger, mas de vez em quando parar para ouvir algo que é “tastefull” faz bem à saúde. Ironicamente, eu acabei gostando mais das músicas “mais pesadas” do Undeworld, que não por algum acaso, são as primeiras. Mas mesmo assim, é bom ouvir mesmo nessas músicas mais “heavy”, algum tipo de melodia além que conduza o metal inteiro. Confesso que ouvi pouco disso no Iconoclast.

“Nós definitivamente somos conscientes dos fãs. Têm fãs da banda que gostam de um album como o Iconoclast que é bem pesado, e têm alguns que gostam mais de algo progressivo e mais melódico” Michael Romeo

Eu não sei vocês, mas acho que Michael Romeo ouviu os fãs. E falando do Underworld? O que eu posso dizer que é um sopro de novidade, trazendo algo clássico. É basicamente como Orfeu indo para o inferno e conseguindo trazer de volta “a garota”. Vamos falar um pouco das músicas que mais gosto (que por acaso já estão aí no decorrer do post) e aí eu termino a resenha.

As Melhores Músicas (que mais gostei)

Kiss of Fire

Overture+Nevermore, dá para dizer que é como ouvir a intro do V: the New Mithology juntinho da Evolution (The Grand Design), mas sem uma preocupação com os Shadows que você encontra nas outras duas do V. Agora a coisa mais interessante: não dá para ouvir elas sem ouvir também a Underworld, a terceira música do álbum.

E sim, ela coloca “pressão” com o teclado. Que saudade! Não deixa de ser algo bem diferente de praticamente todos os trabalhos anteriores dos caras aonde a terceira música geralmente é uma “quebra” do que acontece nas duas primeiras. Aqui simplesmente… você tem que ouvir ela junto.

Charon

Aqui a quebra vem justo na Without You, que tem toda aquela vibe de música lenta do Symphony X, que apesar de ser muito boa, nunca mais recuperou aquele estilo da Whispers do Damnation Game. Basicamente todo álbum do Symphony X tem aquela música lentinha que tenta de algum modo lembrar a Whispers, mas eu particularmente não gosto muito delas — tanto que mal lembro o nome. Mas vale citar Without You porque essa é a música lenta desse álbum e ela é sim muito boa!

Depois Kiss of Fire e Charon. Meu Deus… que deleite de metal. Vou avisando que as duas são pesadas mas elas têm aquela coisa que eu gosto demais e que você só encontra no Symphony X. Para resumir, são o tipo de música que vai te fazer “headbangear” e sorrir ao mesmo tempo por causa da melodia. São excelentes. Para fechar Hell and Back e principalmente In My Darkest Hour que eu gosto bem mais que a primeira por algum motivo que só posso descrever como: “O refrão que me lembra a 2ºGG”. Realmente dá até um arrepio. Os espertos vão entender a referência.

O que senti Falta?

Hell and Back

De uma música épica. A Swansong parece ser a epicmusic do disco, mas no fundo ela tenta ser mais uma música do Divine Wings (lenta porem metal). O que é muito bom, mas cara… depois de obras de arte como Revelation (que RIFF senhores!), The Odyssey (a música de +20 minutos com o final mais foda do universo) e Rediscovery pt.2, confesso que toda vez que coloco para ouvir o Underworld e ele termina na ótima Legends, eu fico com gostinho de “Quero um épico Tio”.

“Eu comecei procurando em Dante e Orfeo no submundo, aonde ele vai para o Hades ou para o Inferno para salvar a garota. Então é esse o tema de ir para o inferno e voltar por algo ou alguém que você gosta muito [que está no álbum]” Michael Romeo

Alguns podem argumentar que na verdade a épica do álbum é a Hell and Back e quando eu olho para que o Michael Romeo falando (ele é o Timo Tolkki do Symphony X, guitarrista, letrista principal e líder dos caras) eu tenho a sensação de que ela seja mesmo. Mas por algum motivo eu sinto que a música corre sem me dar o que eu quero. Eu nem ao menos sabia que ela tinha +9 minutos, vejam só. Só reparei agora. Mas isto  dito aviso logo que não influencia em nada na qualidade deste álbum.  Ele só termina com gostinho de quero mais.

Conclusão

In My Darkest Hour

Que álbum! Os caras conseguiram trazer aquele peso que a gente tanto ama reunindo ele com a melodia que tanto a gente sentiu falta. Os caras realmente foram no inferno e voltaram trazendo a melodia que lá estava acorrentada e presa por Hades, para nós. Eu não sei vocês mas esse é o tipo de coisa que a gente espera encontrar não apenas em bandas e artistas, mas também nas pessoas que estão próximas a nós.

E Orfeu, acho que valeu sim ir no Hades para buscar sua musa de volta. Sua musa chamada Melodia.

“O uso do numero três de Dante também faz referência no álbum. A música de abertura, “nevermore”, tem três sílabas, uma frase melódica de três sílabas, e cada verso contem três referências de três músicas do terceiro álbum da banda, o The Divine Wings of Tragedy” [Wikipedia ING]

Abraço!

Fontes:
Wikipedia [ING] [Link]
blabbermouth.net [Link]

As Cosplayers, os Hikikomori e as Pinups têm algo a ver? (videopodcast)

Bem-vindos a mais um videopodcast direto do canal os Escudeiros tv, desta vez trazendo o primeiro AnimaNerd Investigativo (ANI), aonde discutimos temas variados, sempre com eloquência e humor jovial. Venham saber um pouco sobre o Mundo das Cosplays, o universo obscuro dos Hikikomori e lembrar das lindas pin up: será que tudo isso tem algo em comum? É o que discutimos aqui.

As Cosplayers, os Hikikomori e as Pinups têm algo a ver? (videopodcast)

Sejam bem-vindos meus amigos e amigas ao primeiro videopodcast AnimaNerd Investigativo (ANI) aonde discutimos alguns temas misteriosos e interessantes. Logo de cara resolvemos falar de 3 assuntos que por incrível que possa parecer, se relacionam: as Cosplays, o movimento Pin Up e os Hikikomori. O que eles tem haver? Só vocês vendo o videozinho para descobrirem!

Espero que gostem de como eu, seu querido e amado Lord Sith brasileiro, AdminTB, e o grande guru e sábio dos animes, aquele que conhece todos os assuntos, desde quadrinhos até hikikomoris, o inenarrável Mago Giva, discutimos sobre os três temas — sempre de modo divertido mas não deixando de esquecer o conteúdo.

Esses são assuntos que meio que sempre quisemos tratar aqui no site. Acabamos por dividir o papo em três temas importantes e depois os relacionamos contanto um pouco da historia de cada um. Segue abaixo uma relação deles para vocês terem uma noçãozinha do papo:

As Cosplayers e as Pinups

D.Va cosplay sexy gostosa Lara Lunardi
Clique para ver o especial cosplay da Lara Lunardi que falei no videopodcast

Primeiro falamos sobre o mundo dos cosplays. Como ele começou, quais foram os primeiros cosplays que se tem noticia (pelo menos até agora), para daí falamos um pouco do mundo das cosplayers que temos hoje.

Seguindo daí diretamente para as pinups. Relacionamos o quanto as cosplayers de hoje (e posso falar também as musas do instagram) nos lembram o que foi o movimento pinup do inicio até meados do século XX. Desde o começo, lembrando de como as pinups surgiram lá atrás nos idos da 2º Guerra Mundial até o seu ápice, por volta dos finais dos anos 50.

E sim, os dois movimentos socioculturais se relacionam de algum modo e achamos esse ponto de ligação durante o vídeo.

Elizabeth Taylor (1940)

Os Hikikomori

Por fim, tratamos dos Hikikomori. Lembramos algumas tragédias que ocorreram nos anos 90 em Tokio e que os envolviam, além de traçar um verdadeiro perfil psicológico do que leva um japonês a se tornar um Hikikomori — e porque a sociedade japonesa (a família) cuida deles, mesmo que em completo contragosto.

Tem um motivo em especial da sociedade tradicional que é a do Japão ainda nos dias de hoje, cuidar desses seus familiares — um motivo que se assemelha muito com o baixo numero de desabrigados que não se vê, por lá.

E mais uma vez, relacionando as pinups da 2ºGG com as musas cosplayers de hoje (que tanto lá quanto aqui, são mulheres deveras inteligentes, diga-se, muitas graduadas, pós-graduadas e poliglotas… e isso desde as pinups do início do seculo XX) encontramos o ponto que liga elas, aos Hikikomori — alguns deles tirando fotos delas nos eventos expocosplays, que vemos todo ano nas terras japonesas.

Será este o primeiro cosplay da História? Vejam o video e descubram

Esse videopodcast AnimaNerd Investigativo está melhor que as reportagens da Glória Maria para o Globo Repórter. Tenho certeza que por mais que vocês discordem das nossas opiniões durante o video, vão tomar aquele susto com os fatos que nós apresentamos no decorrer dele. Acho que vale à pena dar aquela olhadinha.

Abraço!

10 Animes Harém que valem à pena serem vistos (videopodcast)

Vamos falar de animes harém, moçada? Não vou mentir que esse é um daqueles gêneros de animes que mais gosto, e que mais sofrem preconceito pelas pessoas em geral. Mas será que eles são bons  ou ruins? E quais deles merecem serem vistos? Vamo lá descobrir!

10 Animes Harém que valem à pena serem vistos (videopodcast)

Olá meus amigos e minhas amigas, como você estão? Estão felizes? Pois é, hoje é aquele belíssimo dia de colocar aqui no site mais um videopodcast postado no nosso canal oficial do youtube, osEscudeirostv.  Estou trazendo formato de video aqueles antigos podcasts do AnimeNerd, mas desta vez, em formato de videopodcast — ou seja, com imagens dos animes que a gente vai falando no decorrer do tempo.

E claro que exatamente por isso nós temos a presença dele, que dá o ar de sua graça em tantos vídeos aqui trazendo sempre humor, sabedoria e conhecimento para nos aclarar: o grande Mago Giva, ao lado do ser repleto do saber do mundo espiritual, o Pastor Gi — sim são a mesma pessoa, mas confesso que pelo menos eu morro de rir quando juntamos “os dois” numa conversa entre amigos.

E afinal de contas, o que a gente conversa nesse videopodcast histórico de animes harém? Oras… de animes harém! Mas não apenas quaisquer animes harem. Mas sim aqueles que mais gostamos, que mais temos memória afetiva e que podem e merecem serem vistos por aquela pessoa que tá começando a conhecer o gênero.

Falo isso porque muitos otakinhos têm um certo preconceito do tipo “Ain você vê anime harém, é?”, como se fosse o tipo de obra que só tem fanservice e mais nada. O que não deixa de ser verdade, animes harém têm fanservice. Mas não só isso. Aliás, o que diferencia um bom anime harém, de um anime harem qualquer, é que ele tenha algo mais (e bem mais) além do fanservice.

Ah! Megami-Sama
UM CLÁSSICO!

A coisa é engraçada porque no decorrer do vídeo a gente explica O que é um Anime Harem; muitas pessoas podem ter essa duvida do que torna um anime, um anime harém? É um anime em que todas as minas gostam do protagonista? É o anime em que ele é o bonzão mas não pega ninguém? E d’aonde veio esse termo, anime harém? E será que ele tem um fundo de verdade?

Será que os autores de animes harem só fazem esses animes pelo fanservice mesmo, ou têm um motivo por trás dentro da estrutura da sociedade japonesa, para eles criarem esse gênero tão específico de anime? Pois é, num papo descontraído desse a gente encontra espaço até para explicar coisas da sociedade japonesa. O Afontegeek e os Escudeiros são assim.

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Eu gostava muito de duas meninas desse harém

Agora eu preciso lembrar a vocês algumas coisas. A primeira delas é que essa lista não tem uma colocação. Nós só elencamos animes que mais gostamos e consideramos os melhores, ou os que melhor definem o gênero anime harem, sem nos preocuparmos em fazer algo como Primeiro, Segundo, essas coisas.

Claro que pelo menos uns 3 dessa lista de animes estaria facilmente numa lista de Melhores Animes de Todos os Tempos, tanto minha quanto do Mago Giva, e acredito que o primeiro que falamos (Aka, Ah Megami-sama) é de fato um clássico de todos os animes  e deve ser visto por qualquer ser humano que se considere um otakinho. Ou não.

Ou seja, vejam esse videopodcast não para saber o melhor e o pior, mas mais para conhecer e ter uma ideia de onde começar se você  quiser ver um anime harem de qualidade.

Kami Nomi faz uma Homenagem à Key no último episódio da segunda temp. se bem lembro: Como a melhor Visual Novel que o carinha jogou. A heroína lembra a Ayu de Kanon.
Alguns lembram da garota bibliotecária. Eu lembro da professorinha S2

A segunda coisa que eu preciso lembrar é que como temos a presença do inenarrável Pastor Gi, esperem piadinhas de humor pastelão no decorrer do vídeo. Eu sei que muita gente acha isso de um péssimo gosto e não quer saber de achar graça da vida, mas na hora a gente resolveu chamar o Pastor Gi, e ele compareceu. Fizemos um download dele.

Então assim, nos perdoem caso vocês não gostem das piadas, mas a lista é sincera, feita com amor, carinho e com aquela vontade muito grande de que pessoas normais e otakinhos que falam mal de harém, tenham uma apresentação inicial do gênero e passem até a curti-lo. Eu de cá lembro muito de um amiga minha que viu um desses da nossa lista e até hoje conversa dele comigo.

De que anime será essa moça? Não vale olhar o link da imagem!

E se a gente pretende fazer um video nos Escudeirostv e um post aqui no site somente com a lista de melhores animes harém, sem nossos papos malucos e repletos de piadinhas? Sim, com certeza. Mas depende do feedback de vocês.

Se vocês me pedirem e eu me reunir com os especialistas do gênero novamente, por que convenhamos, já devem ter surgido outros haréns que também merecem aparecer num top 10 — podem crer que eu farei. E sim, colocarei o esforço máximo de voltar a ver animes só por causa disso viu!

Enfim, fiquem com esse top10 bacanudo feito com muito carinho e humor por nós dois. Ou melhor, nós três.

Aquele abraço!

Yu-Gi-Oh! e o Pastor – Afinal, é um anime do DEMÔNIO? (videopodcast de humor)

E finalmente está no ar no canal osEscudeirostv do Afontegeek, mais um videopodcast contando com a presença do Pastor Gi! Desta vez falamos de Yu-Gi-Oh!, discutindo alguns assuntos “importantes”, e também falamos de ocultismo, mhahaha. Cheguem mais!

Yu-Gi-Oh! e o Pastor – Afinal, é um anime do DEMÔNIO? (videopodcast de humor)

Pois é meninos e meninas, mais um videopodcast no nosso querido canalzinho, lá nos Escudeirostv. Como já falei um pouco logo no começo, esse videopodcast é daqueles clássicos que conta com a presença do inenarrável Mago Giva, mas principalmente dele, que vem dos cinco picos antigos para iluminar nossas vidas e entende do sobrenatural como ninguém, o Pastor Gi.

O Pastor Gi neste vídeo desvenda para nós muito dos símbolos de ocultismo e satanismo que ficam por trás do anime e finalmente responde a pergunta que não quer calar: “Yi-Gi-Oh! é do Demônio?”.

Claro que não posso esquecer de temas interessantes que dizem respeito ao anime em si, como por exemplo as relíquias do Milênio, O Nome do Faraó e Quem é o verdadeiro vilão do Anime, mas sem dar muitos spoilers. Isso porque tanto eu quanto o mago sabemos curiosidades que apenas fãs conhecem — eu mesmo sou um grande fã do anime.

Pois muito bem. Quaisquer duvidas ou questionamentos sobre o que é falado no videopodcast, ou mesmo sobre ele mesmo, basta deixar o comentário aí embaixo que respondemos. E eu não preciso lembrar também que este é um videopodcast de humor, zueira e huehue br br, preciso? Mesmo que tenha umas infos interessantes do anime. Mas levem a vida no easy, assim como o video.

Porque rir é o melhor remédio.

Enfim, bom post para todos!

Maoyuu Maou Yuusha – Review com o Pastor Gi: O pecado da Carne e o Vacilo do santo! (video-podcast de humor)

Para quem não sabe o Afonte Geek já teve podcasts destinados inteiramente para o humor — chamado Assunto X! E como era de se esperar, alguns personagens dos antigos Podcasts voltaram no canal Os Escudeiros tv. Peguem uma cadeira, vamos dar umas risadas!

Maoyuu Maou Yuusha – Review com o Pastor Gi: O pecado da Carne e o Vacilo do santo! (video-podcast dehumor)

Bemvindos meninas e meninos a um dos video-podcasts de humor presente no canal os Escudeiros, direto do podcast AnimaNerd. Claro que não “falamos nada com nada” e se você não quiser nos ouvir no videozinho, é só não apertar play. Mas vai que você pode curtir não é verdade?

Nós convidamos o ilustríssimos Pastor Gi para comentar um pouco da sua experiência assistindo o anime da rainha demônia, Maoyuu Maou Yuusha. Sei que não preciso lembrar… mas é claro que a maioria das opiniões do Pastor NÃO SÃO AS NOSSAS, isso aqui é humor pastelão pessoal, tá ok?

Ele comenta um pouco sobre a Maou… os… ahamm peitos dela… e o quanto que foi difícil resistir à tentação de ver o anime — e o coitado do Pastor Gi não resistiu e bom… Não custa dar uma olhada no videozinho. Quem sabe você não gosta e ri com a gente né verdade?

E caso você tenha ficado na saudade que tal ler a Review do Anime, desta vez feita mais seriamente aqui mesmo no site?

Bom vídeo para todo mundo aê!

Já conhece a iniciativa Os Escudeiros?

Aquarion Evol – Review: E a Guerra dos Sexos ataca novamente! (video-podcast)

Dando continuidade ao nosso especial de reviews de anime em formato de video-podcasts, agora é a hora e a vez de… Aquarion Evol, a continuação da pérola que é Sousei no Aquarion! Infelizmente na nossa opinião não se trata de uma continuação à altura… vamos conferir no videozinho!

Aquarion Evol – Review: E a Guerra dos Sexos ataca novamente! (video-podcast)

Cá estamos nós para dar continuidade ao nosso especial sobre Aquarion. Novamente com o guru, aquele que sabe tudo dos animes, o grande Mago Givan, e claro, este que vos escreve, seu querido amigo do bairro o AdminTB. Dessa vez tentamos (a palavra certa é tentar mesmo) fazer uma review tão analítica quanto foi a de Sousei no Aquarion, mas meio que.. ficou difícil fazer uma review analítica com esse anime.

De qualquer jeito, separamos momentos especiais, falamos da história, das músicas sensacionais de Aquarion Evol, algumas possíveis falacias da história e enfim. Acabamos tocando também num ponto meio forte de se falar sobre animes: que animes mais antigos tendiam a colocar as mulheres ou em segundo plano, ou como vilãs, sem esquecer da conhecida “guerra dos sexos” que também é o caso de Aquarion Evol.

Claro que acabamos contando com alguns pontos de humor, mas é certeza que o amigo e a amiga do outro lado vai acabar gostando e rindo um pouco conosco. Lembrando sempre que essa é a nossa opinião e nós claro, respeitamos a opinião dos fãs e não sabemos tudo, of course. E claro… Como foi citado no video, e alguém quiser ver o nosso Top 15 Animes Ecchi (aonde eu falo lá de B Gata H Kei) só seguir o link.

Enfim, boa review para vocês!

Já conhece a iniciativa Os Escudeiros?