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Star Wars: Review de A Vingança dos Sith (Episódio III) – Cumprindo o seu Destino como Darth Vader

Lá vamos nós senhoras e senhores, para mais uma review dos filmes de Star Wars, desta vez a resenha de A Vingança dos Sith, episódio III, o último da filmologia presequel, ou como eu prefiro, o último dos filmes dos anos 2000. Será que ele foi melhor que a tragédia chamada Episódio II? Será que Anakin tornou-se o “herói” que era esperado em Ameaça Fantasma? Vem comigo!

Star Wars: Review de A Vingança dos Sith (Episódio III) – Cumprindo o seu Destino como Darth Vader

Quer dizer que vocês já estão aqui comigo na última review dos filmes Star Wars dos anos 2000? Pois então vamos sentar e desbravar um pouco mais deste clássico longa senhoras e senhorios.

Igualmente dirigido e roteirizado pelo próprio Lucas, assim como foi o episódio II, a primeira coisa que eu devo dizer é que o roteiro está ok, assim como sua direção.O que é um alívio na verdade. Até me surpreendi com a qualidade principalmente do roteiro e da história em si (o enredo), que são muito bons se comparado ao episódio II.

E já que declarei amores iniciais ao filme acredito que os leitores já estão adivinhando que Lucas nos deu o que mais desejávamos: Wars, em Star Wars. Lucas pode não ser mestre em muita coisa, mas é mestre em saber o que seus espectadores esperam.

Anakin preocupado com o que eu falo dele no texto

E como já é de costume, vou tentar mostrar coisas que poucas pessoas  falam e dar um fechamento a esta trilogia do milênio.

Vem comigo.

Consertando os erros do Passado

Na minha última review ficou bem claro que tanto o roteiro quanto a direção do longa de 2002 são ruins. Falas muito meladas, declarações de amor ultrarromânticas, seguidas pela tentativa pífia de contar uma história de amor enquanto Obi Wan queimava os fundilhos atrás do caçador de recompensas…

Sem contar o próprio sentido do Ataque dos Clones, que ao invés de nos dar a Guerra Clônica, nos pediu para que nos contentássemos em saber como ela começou: como a política é um circo de leões e que histórias de amor podem ser ultra-chatas.

Talvez sabendo que episódio II tinha mais amor que guerra, e quase nada de explicações sobre diversos temas, Lucas finalmente percebeu que não é isso que Star Wars se trata. Star Wars se trata sobre família e sobre guerra. Sobre sabres de luz e estrelas da morte. E não sobre politicagem e contar a história de como a República Romana caiu. Ele continua contando mas isso se torna spin off dentro do episódio III.

Não por acaso o foco foi realmente guerras e dramas familiares, mais principalmente sobre o medo de Anakin em perder seus entes queridos — e de como é difícil para alguém crescer frustrado por nunca se tornar o Pelé que haviam dito que ele se tornaria; ou o Fangio. Ou o Jordan. Vocês entenderam.

Calma gente, ele tá frustradinho

É interessante como um diretor/roteirista percebe aonde errou e tenta colocar de volta os pneus no traçado da pista.

Mas antes de ir para os finalmentes, vamos aos pormenores

No texto anterior perguntei se o episódio III nos explicaria porque o conde Dookan (interpretado genialmente pelo Christopher Lee, que infelizmente nada apareceu neste longa) contou todo o grand design para Obi Wan. E como eu “adivinhei”, ele não explica. E pior.

Se Dookan fazia jogo duplo com Darth Sidios, e a Federação do Comércio só queria se vingar dele (por ele os ter enganado no primeiro longa), por que eles voltam a confiar no Darth Sidius? Não era mais fácil procurar os Jedi, contar a história toda e acabar a guerra? Mind blowing, não interessa saber o porquê, só aceite.

Mas na verdade a Padmé é o Grande Problema dessa trilogia milenial. Rainha aos 14 anos (igualzinho ao D. Pedro II)… mas Rainha ELEITA. Senadora que era contra à república ter um exército e que não está nem aí, quando seu suplente é o principal responsável à criação do exército. Agora o mais perturbador é que sendo “da paz e contra guerras e exércitos” ela não liga do Anakin assassinar crianças e mulheres. Duas fucking vezes! Mas vou voltar ao relacionamento deles mais tarde…

Saindo um pouco da Padmé… um Conselho Jedi que não sente um Sith é basicamente o que Palpatine fala para o Yoda perto do fim do episódio III: “Seu orgulho te cegou!”.

E como eu também falei na review anterior, isso não faz o menor sentido. Mas Lucas percebeu que esses furos já estavam feitos. Não há como você contornar erros numa história. O melhor que você pode fazer é acertar o enredo para contar o que seu filme deve contar.

Se a Direção e o Roteiro estão de volta aos trilhos, falta…

Caretas

Boas atuações. Como eu venho falando nos meus textos anteriores, coisa que o próprio Lucas também já disse, Star Wars fala sobre questões de família dentro de um épico espacial. E finalmente temos isso de volta. Na verdade o episódio III é necessariamente a continuação do episódio I — ou seja, uma jornada de crescimento do “herói”, que no caso é o Anakin.

É engraçado isso porque na trilogia original não se trata bem de uma “jornada de crescimento” do trio ternura (Luke, Leia e Solo) mas sim de uma clássica jornada do herói… dos três.

Mais caretas

No caso da trilogia milenial (tirando o episódio II porque este se atém muito à política) a história se passa envolta ao Crescimento do Anakin. Que foi belissimamente interpretado pelo guri Jake Lloyd, mas terrivelmente vivido pelo Hayden Christensen.

Meu Deus… eu lembro que reclamava muito da atuação da Natalie Portman e não entedia o motivo dela atuar tão mal (em 2005 ela também fez V de Vingança). Mas assistindo com um olhar crítico  você percebe que no episódio II ela estava estranhamente desconfortável ao lado do Hayden, que atuava bem mal, o que fazia ela… não ligar muito ao dizer coisas clichê como “vamos morrer juntos”.

…e mais caretas. Vai num banheiro meu filho!

Mas o III como eu expliquei, é o retorno ao trilho da pista. Drama familiar e Wars. E como falei no episódio I, o filme é todo sobre a sensação que aquele menino é muito perigoso para ficar sozinho, mesmo que ele seja tão bonzinho e tenha salvado Naboo. Ou seja, Lucas PRECISAVA de Anakin, porque a história é sobre o nascimento de Darth Vader. Lucas necessitava de boas atuações do Hayden, porque o filme é sobre como Vader surge.

Violência Doméstica e os finalmentes

E nós temos o que a Natalie (que atua aqui como a mulher mais submissa que eu já vi… e atua muito mal como mulher submissa) já havia percebido. Que o Hayden só sabia fazer caretas. Caretas para dizer que está com raiva, para dizer que está triste; para dizer que queria fazer cocô. Ainda bem que Obi Wan está do nosso lado.

Obviamente que num relacionamento tão ruim, numa história de amor impossível, que começou errado com eles jovens demais, terminaria mal. Maria da Penha no Anakin, Obi Wan!

Pega ele Obi Wan

Eu sinceramente não consigo entender os fãs que gostam mais da Padmé que da Leia. Cara… no fim do filme ela sabia que Anakin tinha matado crianças 2x. Padawans e crianças do povo da areia.

Sabia que o cara era mal e cruel (de uma forma bem mal atuada, mas era mal e cruel) e mesmo assim diz: “Vamos fugir juntos Anakin, esquecer de tudo, eu te amo, eu te amo”… eu chego a entender porque a Natalie atuava mal. A Padmé é um personagem quebrado (mulher de ladrão?). Diz querer a paz, mas aceita o maridão psicopata.Engraçado também que Anakin faz tudo pelo medo de perder Padmé, e ele mesmo acaba por bater na sua própria esposa. É irônico. Na verdade todo esse drama familiar do surgimento do Vader com a guerra ao fundo, os Jedi tentando tomar o poder para impedir que um Sith tome primeiro é muito bom! Esse enredo meus amigos é excelente.

E põe para pensar também… Os Jedi iriam destituir o senado, matar o supremo chanceler… pela democracia? Iam mesmo? Ou só é um ponto de vista?

Pega ele Samuel L. Jackson!

Conclusão: Sith, Jedis e Darth Vader

Uma pena que dentro deste enredo excelente o Hayden estraga tudo, né verdade? E a Natalie em certa parte, porque devia ser chato para ela (mesmo ela sendo uma atriz, e atrizes não ficam chateadas), fazer uma esposa submissa ao seu marido psicopata. Enquanto enredo da história, chega a ser poético. Se eles tivessem atuado bem…

Voltando um pouco ao que falei na review do Episódio I, Liam Neeson, o nosso Samurai Hippie, havia descoberto aquele Guri que poderia trazer uma ruptura na força, sendo que ele mesmo, Liam Neeson, achava que havia algo errado e por isso não queria fazer parte do Conselho Jedi (crença que o Conde Dookan também repete no episódio II). Mais tarde, Obi wan, crendo na profecia, acreditava firmemente que ele traria equilíbrio.

Pensem bem. Uma Republica Galática fragilizada. Políticos como ratos. Uma Federação do Comércio que tinha razão em fazer suas disputas e depois foi enganada por um Sith. E o principal, Jedis que queriam destituir o senado e matar o chanceler para fazer uma “transição pacífica”, de volta a um tipo de democracia que eles Jedi, queriam. Bom… ao menos lutavam por Democracia, e não por uma “causa” como nos filmes da Disney…

Mas vou ser claro: quem tinha poder de verdade na Republica Galática era o Conselho Jedi. Eram os Jedi que botavam medo aonde passavam, mostrando seus sabres de luz como um PM mostra sua arma. Aí um Sith foi lá e com ajuda do escolhido pela Força, colocou a balança de volta aos eixos, porque como dizia o tonto do Anakin, Jedis não deveriam ser maus.

Essa batalha, Yoda vs Palpatine, mostra o quão cego yoda estava por ser mais poderoso na força que o Imperador. No fim… ele perde porque caiu de um lugar alto!

Meus amigos e amigas, de modo irônico Lucas nos diz que Darth Vader restaurou a balança da Força. Jedis devem ser caras legais e não cegos pelo poder e pelas suas habilidades. Infelizmente Anakin se destruiu enquanto pessoa no processo ao cair no abismo, como eu falei na review do episódio VI. Coisa que Luke nunca fez.

Mas Lucas nos deu em troca um dos épicos espaciais com um dos enredos mais sensacionais que já vimos.

Melhor cena do Filme

Aquele abraço pessoal!

Star Wars: Review do Ataque dos Clones (Episódio II) – O Romance dos Estranhos e a Guerra que Ninguém viu

Olá meus queridinhos e minhas queridas amigas, sejam bem vindos a mais uma review de Star Wars! Desta vez se trata da review do Episódio II, Ataque dos Clones, aquele filme que muita gente esperava com muito ardor desde que Ben Kenobi falou sobre como foram incríveis e terríveis as guerras clônicas. Vamos sentar e ver se essas guerras foram tão épicas como Ben nos contou. Vem comigo!

Star Wars: Review do Ataque dos Clones (Episódio II): O Romance dos Estranhos e a Guerra que Ninguém viu

O filme é meia boca, mas esse cartaz é maneiro demais!

Hei você, aí do outro lado, sentado ou sentada com a mão no mouse ou olhando a tela do celular, você já leu minhas reviews anteriores, em especial a do Episódio I? Não? Então é bom ler viu! Mas se você não ler porque você é desses, vamo aqui comigo falar do até agora, pior roteirizado e mal dirigido filme de Star Wars dos anos 2000 — o que é até inesperado levando em conta o quanto o Episódio I é bem feito.

E sim… antes que vocês me xinguem eu sou um fã de Star Wars então não tem nenhum hate nisso que eu falei. Só são verdades e os amigos e amigas vão concordar comigo (ou não) no decorrer do meu texto.

Imagem aleatória e muito maneira do Samuel L. Jackson

Lembrando que minhas reviews de SW seguem a ideia de perpassarem cronologicamente pelos longas e meio que sempre tento escrever como se fosse um espectador que nunca viu os filmes, trazendo aspectos que ninguém fala por aí. Acredito que já comecei bem ao dizer que o roteiro e a direção do episódio II deixam a desejar. Mas enfim, chega de enrolar, venham comigo!

O romance dos esquisitões

Olha… eu juro pela Força, que eu quero pegar leve. E eu vou. Mas a situação de Anakin, que por ser jedi deveria ser um monge, e da Padmé (uma ex rainha de uma democracia… o que é bizarro… e agora senadora do planeta de origem que não tinha um exército e ainda é contra a formação de um para a República Galática… loucura) que tem um carreira meteórica na política, com seus 24 aninhos…

Cara, ela foi por 2 eleições seguidas “”Rainha”” de Naboo e agora é senadora galática… é muito mind blowing! Vamos pular isso. Carreira meteórica na política. Mais Foda que Margareth Thatcher.

E do outro lado, o Jedi rebelde sem causa com as cantadas mais absurdas desse lado do universo. Eu nem vou falar que eles depois vieram a casar e tals… Mas cara, foi gasto basicamente 1 hora de filme (junto do Obi Wan investigando os clones e pai do Boba Fett) num romance melado, desgastante, com falas terríveis e atuações piores ainda.

A Natalie Tentou

Dessa vez eu preciso dizer que a Natalie tentou… Ela certamente atuou muito melhor que o Hayden (o Anakin), mas mesmo assim. É um misto de roteiro infeliz e direção sem noção, porque você tenta contar duas histórias paralelas que nada têm a ver uma com a outra. Nem dá para culpar muito os atores.

E… é terrível. Eles não combinam como casal. Eu acho que a Natalie realmente não curtia nem estar próxima do Hayden. A química era muito ruim. Preciso comentar também que a Padmé nem ficou revoltada pelo Anakin ter matado mulheres e crianças indefesas, enquanto vingava a morte da sua mãe. Isso conta muito o tipo de mulher fraca (moralmente) e subserviente que a personagem é, destoando terrivelmente da Leia.

Imagina Han Solo matando crianças e Leia ficando sussa, “vem ká da um abracinho”? Eu não. Aliás o tipo de relacionamento dos dois, que começou errado lá atrás numa admiração de infância, culmina no que a gente já sabe… Mas só vou falar na próxima review.

Se o romance é ruim… CADÊ A FUCKING GUERRA CLÔNICA?

Pois é… O Ataque dos Clones só conta COMO a guerra começou. E é tudo muito mal explicado, porque o Conde Dookan (Dooku se você for um fã chatão) conta na cara dura que Darth Sidius havia dominado o senado e na verdade a Federação do Comércio queria se vingar de ter sido usada POR ELE no primeiro filme.

E que também a Padmé havia conseguido que seu senador, de um planeta inexpressivo (PORQUE NÃO TINHA UM EXÉRCITO!) se tornasse supremo Chanceler. Ou seja… se você não entendeu os trâmites políticos, eu resumo para você amiguinho: OS VILÕES TINHAM RAZÃO.

Momento Ra’s Al Ghul/Macaco Louco= “Contando o plano maligno para o herói do filme”

E por que o Conde Dookan resolveu contar o grand design para um Jedi… eu não sei. Talvez isso fique melhor explicado no próximo filme. Eu duvido. Mas reiterando: A Federação do Comércio queria tirar um Sith do poder, mas os Jedis não deixaram. E o Conde tava fazendo papel de “agente duplo” nisso tudo.

Mas e a Fucking Guerra?

Mas AdminTB… e a fucking GUERRA que Obi Wan contou para o Lucky, de que seu pai havia sido um herói? Ela não devia aparecer nesse filme? O filme não deveria ser sobre essa guerra? Mas Não é.

O que Lucas nos dá em troca é um “romance estranho” e a motivação política que culminou na guerra. Mas se você quiser ver a guerra, ai meu caro amiguinho ou amiguinha, vai tem que assistir aquela animação Clone Wars, ou comprar hqs. Lucas era um cara esperto e garanto que a Disney é bem pior.

O que tem de bom no filme, afinal?

Como fã da série, você entende as motivações por trás da guerra. Entende por exemplo como um suplente de uma senadora, que era CONTRA a república ter um exército, acaba fazendo o contrário da vontade da sua eleita! Claro que de forma inocente Jar Jar Binx acabou sendo o “idiota político” que tanto vemos por aí, seja no Brasil, seja no mundo.

O que é bem estranho Lucas querer nos ensinar sobre política e  a defender sempre a DEMOCRACIA (vejam bem, a grande defesa dos três longas de 2000 é a defesa à DEMOCRACIA e ser contra a qualquer Estado Autoritário). Porque afinal, quem assiste Star Wars não quer entender de política… quer ver Guerra nas fucking Estrelas!

Foi a primeira vez que vimos outro Sith usando a força “naqueles raios”, além do próprio Imperador. Assim como vimos pela primeira vez, do que o grande mestre Yoda era capaz.

Aliás, foi nesse filme que o “nível” Jedi começou a subir de “Samurais Médiuns com alguns poderes” para verdadeiros Super Sayjins — sendo que neste filme aonde começou as batalhas Jedi em CGI, por conta do malabarismo dos sabres de luz. E para ser bem sincero com vocês, eu acho bem feio esse estilo jedi super saijyn.

E eu sei que muitos concordam comigo.

O Conde Dookan é muito maneiro e a luta dele contra Anakin e Obi Wan neste filme é SENSACIONAL. Mas essa de CGI… Não.

Concluindo

Samuel L. Jackson e Christopher Lee: as melhores coisas do Episódio II

Então… é isso. Um ensinamento sobre política; uma amostra do poder de Yoda. A origem dos Stormtrooper e também do Boba Fett… é uma tentativa de ser um filme fanservice se vocês conseguiram captar bem. Mas o que todo fã de Star Wars queria ver mesmo, era a Guerra Clônica em si. Tanto que são as melhores cenas do longa. Lá no finalzinho.

E cara… Christopher Lee e Samuel L. Jackson dão um show nos seus papéis. Não salvam o filme porque só aparecem mesmo no final durante as cenas da guerra, que “por acaso” como eu já disse, são as melhores da película. Uma pena realmente.

Enquanto isso, Anakin e Padmé continuam a viver seu amor “estranho”. Estranho mesmo é ver uma senadora casando em vez de brigando com seu suplente por ele fazer o oposto do que ela queria. Ou será que não é tão estranho assim? Quando não vimos políticos curtindo a vida enquanto o universo está pegando fogo? Que ensinamento estranho para um filme aonde a guerra deveria ser o foco não é?

Imagem maneira do Conde Dookan para terminar a review. Sim, eu sei que o Yoda tá nela, mas é o fucking Christopher Lee!

Abração, nos vemos no Episódio III!

Star Wars: Review de A Ameaça Fantasma (Episódio I) – O Início da Jornada de Crescimento do “Herói”

Olá meus amigos e minhas amiguinhas, como vão? Que tal lermos uma review sobre A Ameaça Fantasma, Episódio I da minha série de filmes preferida, Star Wars?! Peguem suas cadeiras, ajeitem suas bundas no sofá, e vamos ler juntos a minha humilde review sobre esse já clássico longa do ainda mais clássico épico especial que muitos de nós amamos. Venham comigo.

Star Wars: Review de A Ameaça Fantasma (Episódio I) – O Início da Jornada de Crescimento do “Herói”

Depois de uns bons meses sem fazer nenhuma review de Star Wars, porque estou no projeto de escrever reviews de todos os filmes da série (até mesmo os spin offs estão na minha conta), finalmente volto para fazer a review do Episódio I, A Ameaça Fantasma. E se o amigo ou amiga caiu aqui de barato no navio, eu quero dizer que estou seguindo a ordem Cronológica dos filmes, então estamos literalmente, na nossa quarta resenha.

Como sempre, faço um texto que fala sobre coisas que poucos comentam de Star Wars. Não muito no que diz respeito a “curiosidades” (algumas você pode encontrar nas minhas reviews do episódio V e episódio VI) mas a ideia realmente é tocar em temas e falar de assuntos que poucos fãs de Stars Wars gostam, ou mesmo sabem. Além de dizer coisas que ninguém diz.

Foto aleatório muito maneira do Darth Maul

Episódio I que aliás é um bom filme, com um roteiro ok e uma boa direção. Mas deixa de enrolação. Vamo lá.

Liam Neeson – O Samurai Hippie

“Ah se eu não fosse um monge hippie…”

Olhando com os olhos de hoje… Imagine que você nunca tinha visto o episódio I mas conheça o Liam de diversos filmes que ele faz, seja salvando a família dele e depois punindo os caras maus de um jeito bem da hora, ou seja salvando pessoas de um voo. Vocês têm em mente que Liam Neeson é um cara “durão”. Na verdade, se vocês viram o episódio que o Liam aparece em Family Guy essa impressão fica ainda mais forte, porque ele é irlandês, e irlandeses são durões.

Então… imaginar aquele cara como um samurai hippie… lembrando que Star Wars foi muito baseado em samurais e tokusatsus, não só o Darth Vader mas também a questão dos sabres (que mais parecem katanas) etc. Mas daí você vê um cara que acredita “no escolhido”, que não ouve o Conselho Jedi (na review do Episódio III me atenho melhor ao Conselho e a relação do Liam Neeson com ele) e que age com os ideias de paz e amor (e é dublado pelo Batman). Qui-Gon Jinn nos dias de hoje com certeza seria um mestre jedi vegano.

Mas isso não é detrimento nenhum, porque apesar de não ser tão bem treinado nas artes jedi, foi ele que apresentou ao publico vários conceitos interessantes. O primeiro, que um mestre jedi pode realmente ter um aprendiz, um padawan. O segundo, que Jedis andam por aí no universo “tirando onda” e são temidos por onde passam (até porque na trilogia anterior, eles já estavam extintos, lembrem-se). E o que acho mais interessante: o conceito dos Midi-chlorian.

Midi-chlorian – A fantasia espacial precisava de alguma “ciência”

E aqui o ponto mais intrigante. Um Hippie, que acredita na profecia e parece seguir ideias como buscar igualzinho a um “louco” o escolhido… e que era contra como o Conselho Jedi estava organizando as coisas. Ele que nos apresentou este primeiro ponto de ciência na serie. Quer dizer que não se trata apenas de algo como “a força”, mas também cada indivíduo possui uma certa quantidade de midi-chlorian que vai determinar como ele pode “melhor sentir” (não consigo achar outro termo) a força.

Para ser bem sincero com vocês, não vou me ater muito nesse tópico “da ciência em Star Wars”, porque vários conceitos científicos são explicados de forma péssima nos filmes. Coisas como dobra espacial e até mesmo o próprio sabre de luz vão para o saco se eu ficar aqui tentando explicar a forma que Star Wars explica como esses eventos se dão. O que me faz pensar: o que pode ter dado na telha de Lucas para trazer algo mais científico para os Jedi, os Sith e a força?

De tudo isso a única coisa que fica na minha mente é que Anakin tem MAIS DE 8 MIL… digo mais de 20 MIL Midi-chlorian. Mais de 20 MIL NAPPA? SIM MAIS DE 20 MIL VEDITA! Esse assunto até me faz querer falar um pouco do Anakin… mas como ele vai ser o “centro” do texto, vamos falar da Natalie Portman primeiro.

Natalie Portman – Por que você odeia Star Wars?

Então… eu não sei. Mas vamos parar para pensar um pouco. Episódio I é de 1999 e as melhores atuações da Natalie no cinema viriam só depois de V de Vingança (2005), culminando com seu oscar em 2011 por Cisne Negro. Antes ela tinha feito outros bons filmes em 96, mas meio que nada disso explica o porquê dela atuar TÃO MAL fazendo a Padmé. Olha para o naipe da moça: oscar, globo de outro, atuações excelentes em filmes blockbusters (tirando em Thor… mas ali realmente… só salvo o Idris Elba). Realmente não sei explicar.

E bom… eu sei que muitos de vocês são fãs tanto da Natalie, quanto da Padmé, mas vamos analisar a situação. Naboo foi atacada pela Federação do Comércio, porque a Republica Galática estava passando por um período de muita fragilidade (a inspiração aqui é na queda da Republica Romana).

Sim, eu não gosto de você Padmé

Mas Naboo… NÃO TINHA UM EXÉRCITO. Simples assim. E algo de muito estranho eles serem uma democracia com uma Rainha… Mas não vou entrar em mérito. Pelo menos uma vitória nisso tudo: o senador Palpatine, que era de Naboo (diga-se), se torna Chanceler da República.

Mas aonde a Natalie poderia ter atuado bem? Em várias ocasiões. Destaco que foi Padmé que planejou a “revoluçãozinha” para retornar ao poder em Naboo depois de fugir igual a Coroa Portuguesa. Porque pensem bem. No filme não fica claro que a Rainha Padmé “eleita democraticamente” tinha apenas 14 aninhos, e uma menina liberou a retomada de poder do seu planeta, se unindo a um povo que era excluído social e politicamente na Republica Galática.

E vejam só, ela conseguiu! Mas por que a gente fica com a sensação que essa rainha de 14 anos que consegue retomar o poder, é tão fraca? Porque a Natalie Portman odeia Star Wars. Ela até tenta algumas vezes… Outro caso de atuação da Padmé seria com…

Anakin – O 50’Cent de 9 anos de idade

No filme NÃO PARECE que a linda Padmé tem 14 anos e que o BAIXINHO Anakin tem 9. Sério mesmo, NÃO PARECE. E todo mundo repara as olhadas que um faz para o outro. Na verdade, pela Natalie parecer ser tão mais velha que o Jake Lloyd (o menino que faz o Anakin) que todo mundo pensa, em pedobear. Sério mesmo.

Na verdade a atuação da Natalie sendo “eu gosto tanto de novinhos” fica realmente estranha do meio do filme em diante. Mas não vou focar muito nisso, porque o Anakin tem 9 e ela 14. Então não tem nada de muito estranho ai não. A não ser a atuação da Natalie…

Mas voltando ao 50’Cent, o menino além de ter mais DE 20 MIL MIDI-CHLORIANS, é perdoem a palavra: mais pegador que muito marmanjo, com apenas 9 aninhos. Chama a Padmé de anjo logo no começo; dá um broche de bronze esculpido à mão para a moça. Consegue vencer a corrida num podi que ele mesmo fez (com peças compradas vai lá Deus saber como), enfim.

O menino Anakin poderia ser o próximo Mc Catra (Deus o tenha). Mas além disso, ele é o motor da Ameaça Fantasma. Anakin é o móbile da história, seja vencendo a corrida e conseguindo o dinheiro para consertar a nave, seja destruindo a nave-mãe da Federação do Comércio: o que parece ser contraditório ao título do longa. Acho que já chegamos no momento derradeiro.

A Ameaça Fantasma não é o Darth Maul

Essa foto é muito maneira, eu tinha que colocar

Na verdade a Ameaça Fantasma é o Senador Palpatine. Acho que quem assistir atentamente (até pela voz da dublagem) vai sacar que o mestre do fucking Darth Maul (que é um dos melhores personagens de SW dos anos 2000 e quase não teve falas, vejam só) é o Senador. Sério mesmo. Pelo menos uma duvidazinha vai ficar.

Isso posto, que a ameaça está logo ali aonde não se espera e que Jedis super poderosos dentro do Conselho Jedi, não conseguem IRONICAMENTE sentir nenhum DISTÚRBIO NA FORÇA de que o Darth Sidious está bem do ladinho…

“mãe do Anakin” – Shmi Skywalker

Isto objetivamente dito, a esperança de que fala a mãe do Anakin, a “quebra” na força, reside no Anakin. O que é estranho não é verdade? Até contraditório também. Que  tipo de esperança é essa, que consegue salvar Naboo mas que traz consigo o Medo? E é ainda mais engraçado por ser só um menino de 9 anos (com puta jeito com as mulheres).

E o Conselho sente isso. Talvez seja por isso também, que depois eles permitem que o sábio Obi Wan, o treine — antes ter um perigo perto, do que longe. Acho que o Samuel L. Jackson (não vou chamar ele de mestre Windu, ele é o Fucking Samuel L. Jackson) pensou isso ao concordar com o Yoda.

O Conselho Jedi – Melhor ter um perigo perto, do que longe

Tudo isso… por causa do medo de perder entes queridos. Faz até pensar. Um menino de 9 anos com medo de nunca mais ver a sua mãe — que o teve de maneira estranha… ou que pelo menos não queria dizer “de verdade”. Preferiu o “ele veio da força”. Talvez isso fique mais claro no episódio II.

Agora… sem duvida alguma a verdadeira ameaça e que dá porquê ao longa; que é sentida desde o inicio pelo Conselho Jedi, é o Escolhido… descoberto por um Samurai Hippie.

Boa Liam Neeson, boa!

A melhor Batalha Jedi

Para não dizerem que eu não falei: A Ameaça Fantasma tem uma das melhores, senão a melhor sequência de batalha Jedi de toda a franquia. Ela não é “super sayjin”, mas não é travada. Ela é humana aonde a luta pela vida permanece. Basicamente como “samurais médiuns com poderes”.

E Jar Jar Binx… POR QUE GEORGE LUCAS, POR QUÊ?

POR QUÊ?

Agora sim me despeço. Abração!

5 Curiosidades do Chaves que nem a Dona Florinda sabe!

Que tal a gente se distrair um cadinho com algumas curiosidades inúteis sobre o seriado do Chaves?  Eu sei que muita gente gosta e ainda curte, e o bom humor que o Bolaños fazia se tornou histórico em toda a América Latina: o pequeno grande Chespirito. Mas quero falar de algumas coisas no-sense e outras que vão te espantar. Vem comigo saber coisas que nem a mamãezinha do Quico sabia.

5 Curiosidades do Chaves que nem a Dona Florinda sabe!

Pois é senhoras e senhores, eu estava tranquilo na minha poltrona domingo de manhã, e infelizmente não ia passar nenhuma prova de Fomula-1 (eu sou daqueles que vê F-1 até hoje). E aí eu resolvi zapear pelos canais da tv para procurar alguma coisa legal. De repente, me deparei com o Chaves, passando no SBT. Clássico dos clássicos, me fez morrer de rir como sempre.

Então me bateu a ideia: que tal fazer um top curiosidades dos chaves de maneira bem despretensiosa? Claro que como sempre eu cito as fontes de todas as informações com links e mais links, porque eu sou desses. Mas vamos ler todas com bom humor e um cadinho de saudade.

Vem comigo!

1 – Dona Florinda era casada com o Chaves

Isso todo mundo já sabe e está careca de saber. Mas eu trago essa informação aqui “em primeira mão”, porque antes de casar com o Bolaños (e se tornar uma “mandona” depois disso) a dona Florinda Meza…

2 – A Velha coroca passava o Rodo

Pois é, ela passava o rodo na geral. Ela pegou realmente o Professor Girafales (Ruben Aguirre), depois pegou o próprio tesouro… o Quico (Kiko), o ator Carlos Villagrán. Por fim ficou com o Chaves, o Bolaños a partir de 1977. E tanto o Quico quanto o Chaves eram casados na época. Não sei porque mas estou me sentindo o Nelson Rubens!

Fontes: Noticiasdatv [Link]/ Bahia Noticias [Link]/ Extra [Link]

3 – A Bruxa do 71 era amiga do Madruguinha

A Angelines Fernández era REALMENTE amiga do Ramón Valdés, o Seu Madruga. Mas amiga mesmoo. Tanto que depois da morte dele, ela ficou em depressão por lembrar do passado que teve, antes de se mudar para o México. Passado de GUERRILHEIRA.

Sim… antes de fugir para o México (e passar uma estadia em Cuba primeiro) ela foi uma Guerrilheira e lutou contra a ditadura de Fraco, na Espanha, sua terra natal, (ela nasceu em Madri). Diz a filha que o passado de guerrilha a assombrava, principalmente depois da morte do Seu Madruga.

Mas quando ela finalmente foi para o México, conheceu o Madruguinha, e ambos atuaram em vários filmes mexicanos na chamada “Era de Ouro” do cinema mexicano. E por acaso foi o Don Ramón que convidou a Clotilde para fazer parte do Chaves, apesar de antes ela só ter atuado em filmes mas sérios e dramáticos.

Fonte: mdeMulher [Link]

4 – e a Bruxa do 71 já foi uma das mais belas Atrizes do México!

E sim, na época que ela era uma famosa atriz do cinema mexicano (1950 mais ou menos), era considerada uma das mulheres mais lindas do México, mesmo sendo espanhola. E olhando mais fotinhas (no link abaixo) ela poderia ser até hoje também.

Fontes: Forumch [Link] / Portalcurio [Link]

5 – Seu Madruga e sua Clássica Camisa!

E já que estamos falando do Seu Madruga… tem várias curiosidades curiosas sobre ele. Algumas vocês podem ver até seguindo os links acima. Mas a que eu quero terminar, é que o Ramón chegava no estúdio, não colocava maquiagem nenhuma, vestia a calça jeans dele, e usando a própria camisa que vinha de casa, começava a gravar. Simples assim.

Agora você entende porque nos episódios que sujavam a camisa ou a calça dele inteirinhas, ele ficava tão puto. Porque ERAM AS ROUPAS DELE DE VERDADE! Seu Madruga, para sempre, um mito!

Fonte: megaCurioso [Link]


Então é isso meninada boa. Eu poderia ficar aqui falando dias e mais dias de mais curiosidades curiosas, de como por exemplo, o Senhor Barriga (Édgar Vivar) na verdade morar de aluguel num apartamento que o Senhor Madruga alugou para ele… Mas acho que já chega por hoje, não é verdade?

Aquele abraço maroto, fuuui!

Top 10 Filmes em Anime que até Você quer Ver em Live-Action (ou Não)!

Lá vamos nós para mais uma daquelas listas feitas pelo japoneses, mas dessa vez eles escolheram aqueles dez filmes em anime, que deveriam ganhar live-action e que até você, gostaria de ver. Bom, eu não sei se gostaria de ver alguns desses animes clássicos com atores reais mas.. quem se importa? Vamos à lista!

Top 10 Filmes em Anime que até Você quer Ver em Live-Action (ou Não)!

Imagem aleatória que não tem nada a ver com o post

Pois bem, vamos explicar isso aqui para vocês entenderem melhor. Primeiro de tudo, essa lista não foi feita por mim mas pelos japoneses: os links vocês acham aí no fim do post. Sendo que eu me baseio mesmo na tradução feita pelo famoso site de listas SankakuComplex, porque eles adoram pegar essas listas infindáveis de coisas estranhas que os japoneses adoram participar.

Segunda coisa é que essa lista só tem aqueles filmes em anime (ou animação) que são filmes, saca? Então assim, não esperem nada de OVAs ou coisas do gênero, apenas aquelas animações pensadas desde o começo para passarem no cinema, compreenderam?

Será que é da…. não pode ser…

A terceira coisa é que tem um escolhido na lista que eu sei, todos vão reclamar. Mas eu prometo que vou tentar explicar o motivo dos japoneses considerarem ele um “anime”, ou uma animação, no final do post mesmo, porque se eu falar aqui vai estragar a surpresa. É uma animação ocidental. Que tem músicas!

Enfim, vamos ao Top10 Filmes de Anime que deveriam (ou não) ganhar filme com Atores Reais, segundo os japoneses, lista essa recheada com obras da Ghibli.

1. Kimi no Na wa

2. Mimi wo Sumaseba

3. Castle in the Sky

4. Tonari no Totoro

5. Detective Conan: Crimson Love Letter

6. (empate) Frozen

6. (empate) Evangelion: New Theatrical Edition

rei ayanami neon genesis evangelion

8. (empate). Spirited Away

8. (empate) Nausicaa of the Valley of the Wind

10. Omohi de Poroporo


Mas como assim… FROZEN?

Clique para ver o especial cosplay da linda Jaqueline Abrão

Quase 100% da lista é recheada pelos filmes em anime do Studio Ghibli feitos pelo gênio Hayao Miyazaki, o que na verdade não é nenhuma novidade. Novidade para mim foi ver que ainda tem trocentos filmes desse estúdio que eu não conheço e que apenas um dos que vi, A Viagem de Chihiro, os japoneses concordam comigo. Agora… até que seria interessante um live action da nova versão de Evangelion e até do mega famoso Kimi no Na wa.

Lembro que estavam falando até sobre transformar ele em live-action, num projeto de Hollywood, mas para ser bem sincero… será que é mesmo isso que queremos? Será que queremos mesmo outra obra-prima se tornando numa verdadeira cagadinha cinematográfica? Sério mesmo, mesmo?

Agora a grande duvida que eu sei muitos de vocês estão tendo: Como assim Frozen é um Anime? Sim, para os japoneses Frozen é anime. Mas… mas… Calma, vou explicar. Na verdade é muito simples. É porque se trata de uma ANIMAÇÃO. Os japoneses não diferenciam como nós ocidentais, animes de desenhos. Para eles qualquer coisa feita de forma… animada? Trata-se de um anime.

Nós acabamos por diferenciar porque animação no ocidente se tornou “desenho animado”, “cartoon”, ou seja algo endereçado APENAS para o público infanto-juvenil, coisa que os japoneses, como bem sabemos, discordam deveras.

Desenho Animado Vs Anime

Digamos que animação para eles é algo para todo mundo ver e não apenas para quem é bobão e gosta de ver desenho pela manhã no lugar da Fátima Bernardes. Dia desse eu volto melhor nesse tema sobre a diferença entre Desenho Animado e Animê. Garanto que vocês vão curtir. Mas enquanto isso…

ABRAÇÃO!

Fontes: [Link] SankakuComplex / Ranking.goo [Link]

Kami nomi zo Shiru Sekai (The World God Only Knows) – Indicação: O Harém que o Herói passa o Rodo na Geral!

Quer dizer que você gosta de Animes Haréns e está procurando um para ver? Seja bem vindo (ou bem vinda). Desta vez vamos trazer o famoso The World God Only Knows, também conhecido como Kami nomi zo Shiru Sekai — finalmente um harém que o herói passa rodo e pega geral. Vem comigo!

Kami nomi zo Shiru Sekai (The World God Only Knows) – Indicação: O Harém que o Herói passa o Rodo na Geral!

Trago mais um anime para indicar para vocês vossas senhorias. Desta vez… adivinhem só, mais um harém! Acabei falando um pouquinho dele no podcast sobre animes harém que fiz com o Mago Giva, mas na boa, resolvi que ia indicar também porque ele merece.

Para falar de Kami Nomi começo falando de… Jogos de Conquista. O que são, para aonde vão e o que eles querem dizer, aqui mesmo neste post especial sobre o assunto. Mas caso você não queira ir lá e voltar… Games de Conquista são aqueles jogos de perguntas e respostas, também chamados de Visual Novel, para conquistar pessoas!

Jogos de Conquista e Kami nomi? Tudo a ver!

Kami Nomi faz referência à Visual Novel Kanon… que também virou anime e é uma obra prima

Visual Novel são games que você pode conquistar meninas ou meninos (depende do jogo, depende do seu gosto). E no caso, o nosso querido herói da história, o grande Keima Katsuragi digamos que se considera o DEUS desses games de conquista, porque ele joga todos eles de maneira fullpower!

Até que um certo dia ele acaba recebendo um email com um desafio, para que ele conquiste mais moçoilas… pensando se tratar de um novo game do gênero ele aceita e… acaba caindo no conto do diabo. Bom… uma diabinha moe.

Elsie sua demônia linda!

Ele acaba selando contrato com a demônia Elsie (que é burrinha e gente fina) para liberar os espíritos que escaparam do inferno e que consomem as almas das meninas. Elsie é uma das demônias que precisa levar esses espíritos de volta para o inferno. Mas imagine algo bem kawaai desu da Elsie, mesmo falando que é uma demonia, beleza?

Agora com a gargantilha no pescoço (e com seu pescoço em jogo, porque se ele não conseguir conquistar as meninas ele vai morrer!), Keima parte para o mundo real para conquistar garotas reais, liberar os espíritos do mal de meninas reais e assim… se salvar no processo. Ele não quer salvar o universo. Só o pescoço.

E quantas meninas ele Salva?

Beijos e…

Aí que tá. Haréns geralmente os heróis são cercados por personagens femininas (mas não pegam ninguém), e isso meio que acontece e não acontece Kami nomi. Durante as suas Três Temporadas Keima se mete em várias enroladas para conquistar as moças que estão dominadas por esses espíritos e fazer com que elas… Melhorem? Mas uma de cada vez.

E para exorcizá-las Keima tem de fucking beijá-las!

…Pegação!

FINALMENTE TEMOS UM HARÉM QUE O PROTAGONISTA PASSA O RODO!

Mas como nada são flores, ele realmente tem de conquistar o coração das meninas. Mostrando carinho e afeto, mexendo fundo no kokoro. Seja ajudando uma voltar a competir; a outra entender que ela pode ser uma ótima lutadora e feminina ao mesmo tempo; mais uma que pode sim vencer a timidez ou que ser professora é um processo de caminho com seus alunos…

A idol doidinha e gatinha do anime

Mas lembrem-se… depois de livres dos espíritos elas não se lembram mais que se apaixonaram. Ou será que não?…

Qual a Melhor das Temporadas?

As deusas que nada lembram as deusas de Ah! Megami-Sama, ponto para Kami Nomi!

Como eu disse o anime tem 3 Temporadas, sendo a última a que considerei a melhor: Megami hen, a Temporada das Deusas. Nela, seres desconhecidos tentam não só tomar o Inferno, assim como também o Paraíso e a Terra. E como o Keima salva muitas garotas, acaba se envolvendo. Num comentário breve, além das cenas sensacionais (que eu não posso contar, mas envolve duas mulheres com ele no mesmo quarto) essa temporada é recheada de ação.

Não só pelo foco nas deusas e as reconquistas que ele tem de fazer (as deusas vão parar no corpo de meninas que ele conquistou antes) mas também no Keima, que apesar de ser dahorinha você sair por ai beijando geral, ele acaba… bom. Até porque elas não lembram de nada… E claro que você vai ver as outras duas temporadas para ver a terceira. Eu já falei que o anime inteiro é engraçado e tem pegação?

Ayumi x Chihiro – a fanbase vai entender

Mas lembre… não assista Kami nomi esperando ver só ecchi; mesmo tendo algum e algumas das meninas sendo lindas e Moe, o foco é fazer aquela menina tímida se encontrar e passar a conversar com outras pessoas; ou a sua amiga de infância crescer e se tornar uma bela mulher.

Então digamos que o Deus da Conquista não é um anime para um público (mesmo sendo um shonen) mas para todo mundo que quiser entender melhor o coração das mulheres pessoas. E curtir beijocas. E pegação!

Nunca te esquecerei, garota bibliotecária!

Abração!

Danadinha!

Fontes: Wikipedia [Link]/[Link] Wikia [Link]/ [Link]

Chuunibyou demo Koi ga Shitai! – Review: Aprendendo a superar a dor de uma Perda com o Dark Flame Master!

Você sabe o que é Chuunibyou? E o anime, Chuunibyou demo Koi ga Shitai!, já ouviu falar? E se eu te disser que é aquele anime da menina com tapa olho… Mas não o de terror. E se mesmo assim você não reconhece… Talvez seja hora de você conhecer, ou relembrar deste anime clássico, aqui na minha review de Chuunibyou demo Koi ga Shitai! Com Spoilers! Vem comigo.

Chuunibyou demo Koi ga Shitai! – Review: Aprendendo a superar a dor de uma Perda com o Dark Flame Master

Há quanto tempo não faço review de anime? As últimas foram Charlotte, Maou Yuusha e Re:Zero, isso há mais de dois anos (ou quase 2 anos!). Mas depois de publicar tantas indicações de anime, eu me vi combalido a fazer uma review de um que o grande pierrotgluton é fã: Chuunibyou demo Koi ga Shitai! E como eu sempre faço no começo dos meus textos, dou uma palhinha do que vou falar, porque pode ser que interesse você, querida leitora ou leitor, ler pelo menos uma parte.

Eu vou falar do seu roteiro/enredo, de como ele é bem amarrado. Vou explicar um pouquinho o que é Chuunibyou; dar uma palhinha sobre a Hilariedade dele e terminar com a beleza do Sentido do Anime, que é… não vou dizer agora, se você quiser saber vai logo para a seção lá embaixo. E quero lembrar que esta review do anime é somente da Primeira Temporada de Chuunibyou, por motivos que esclareço no texto. Mas antes a gostosa… Sinopse!

Sinopse da zoeira by my Memory

Isso que é sinopse amigo!

Saca aquela velha história da menina que chega mudando a vida do cara, bem clássico de animes seinen de romance? Então… na verdade Chuunibyou começa com Yuuta, o nosso querido Dark Flame Master AKA Lelouch de Code Geass (inclusive é o mesmo dublador) jogando fora suas coisas de… Dark Flame Master. Mas ao mesmo tempo ele acaba encontrando, descendo com suas belas e macias perninhas desengonçadas pelo lado de fora de seu apartamento, uma mocinha. Após ajudar a estranha mocinha, nosso herói acaba caindo numa história com aventuras de montão!

O Roteiro/Enredo super bem amarrado do Dark Flame Master!

Vocês já reparam como a Rikka, a nossa querida menina que apresenta sinais de “Chuunibyou” não tem um alter-ego? Ela tem o olho “da morte” mas ela não se transforma num “Dark Flame Master” ou numa “Mori Summer” como a gatíssima Nibutani. E por que eu resolvi começar falando do roteiro, citando essa curiosidade? Eu não sei, me lembrei de repente e isso vai fazer parte do argumento central sobre o “Sentido” do anime.

Já repararam também que em Chuunibyou cada episódio é completamente interligado no seguinte? Como se a história na verdade fosse uma só, e não vários capítulos em separado, que no frigir dos ovos contam uma coisa só. Vou explicar. Vocês lembrar dos tokusatsus antigos, ou então de Sakura Card Captors, Sailor Moon?

Imagem Aleatória

Cada episódio tinha uma narrativa e uma história diferente da outra, mas que no fim acabava se interligando por pequenas coisas que aconteciam no decorrer dos episódios. Por exemplo, Os Changeman derrotavam um monstro, mas então acontecia algo com o Change Vermelho que permanecia no decorrer da série. Ou mesmo a Sakurinha, que cada episódio prendia uma carta diferente, mas ela ia se apaixonando pelo Shaoran aos poucos.

Então, esse tipo de narrativa fragmentada é o que NÃO acontece em Chuunibyou. Cada episódio é como se fosse um dia após o outro: Rikka vai para a escola e daí ela resolve fazer seu grupo escolar (porque não quer ficar sozinha) e depois encontra a Nibutani, etc, etc.

Esse enredo não fragmentado em pequenas narrativas é o que na verdade considero mais inteligente do ponto de vista autoral de Chuunibyou. E acredite, você querer saber como por exemplo a Rikka vai ficar sozinha com o Yuuta no quarto, vai te levar a continuar assistindo.

Mas e o que é Chuunibyou afinal de contas?

Então, eu poderia mentir para vocês e dizer que é um tipo de doença psicológica que acontece com os jovens — mas isso não está documentado e não aparece ser algo sério nem mesmo no Japão… Não é algo sério porque para ser considerado doença, precisa fazer algum mal à pessoa, ou as outras pessoas que faz parte do circulo social dela. Se nós não podemos levar Chuunibyou a sério do ponto de vista psicológico, mas sabemos que acontece (mais ou menos) no Japão, vamos tentar entender isso na ótica do anime.

Todo mundo que apresenta Chuunibyou lá, seja o Yuuta, a Nibutani, a Rikka ou a Dekomori não parece sofrer de depressão ou de solidão profunda. Parece algo mais como… uma tentativa da própria juventude de lidar melhor com a realidade a sua volta. Mais ou menos como ser gótico, emo ou gostar de ver anime. Parece ser um tipo de interação socialmente aceita entre os jovens, como por exemplo, brincar de “power ranger” quando se é criança, que acabam encontrando também quem curte e assim fazer parte de um grupo.

Nibutani sua linda!

Mas assim… se existe Chuunibyou no Japão… O termo existe no Urban Dictionary e é mais ou menos isso que expliquei para vocês: uma forma do jovem se encontrar no mundo. Interessante como essa obra acaba por tomar isso de uma forma tão HILARIANTE e ao mesmo tempo profunda… Mas vamos focar um pouquinho no Hilariante antes da gente chegar no Que o Anime quer Dizer, e Porque eu não gosto da 2º Temporada.

Hilário, satírico e lotado de Cultura Pop

A Toka aparece no nosso especial de Milfs dos animes, Click na imagem e veja!

Cara… Chuunibyou é hilário . Eu tava aqui tão sério fazendo esse texto quando me lembrei das tiradas da Rikka, das porradas que sua irmã boazuda faz segurando uma concha de sopa e até das lutas épicas delas duas. Das porradas que o Yuuta leva, dos foras que a linda e moe pracar?lho Kumin-senpai da no amigão dele, o Makoto, enfim. E sem contar de todas as referências que Chuunibyou tem. Seja com o Lelouch de Code Geass, com Senhor dos Anéis (dá onde você acha que veio a Mori Summer afinal?) e principalmente Another.

De longe Chuunibyou acabou se tornando referência por brincar e fazer zoeira com as poses estranhas e afetadas dos animes ou filmes mainstream. E sim, antes que alguém tenha alguma duvida, a Rikka é uma sátira à Another, como eu citei no nosso Top Animes Clássicos de 2012. Aliás, uma das minhas maiores motivações para fazer essa mega review de Chuunibyou foi porque eu acho que ele merece.

Vai dizer que você não sabia que essa referência era da Galadriel de Senhor dos Anéis? Até o livro dela é!

O anime brinca de forma genial com a cultura japonesa, com a cultura pop em geral, além de conseguir falar de algo deveras profundo ao mesmo tempo que brinca com o crescimento e o “se tornar adulto”. Se pouca gente aqui no Brasil fala de Chuunibyou mas viu animes como Charlotte por exemplo (que tenta zoar da cultura pop e também usa o estilo Lelouch de ser no protagonista), então é melhor ver a primeira temporada dele. Mas só a primeira… porque ela fala de…

A superação de uma dor no meio da Juventude

Você já sofreu? Por algum motivo eu acabo sempre falando de draminhas aqui no blog, mesmo nunca tendo feito uma review das 4 Grandes Obras da Key (vou fazer este ano, fique conosco). Mas como que faz uma obra de drama, em? Neste texto explico a fórmula Key de obras primas que fazem caminhoneiros chorarem chamando pela Mamãe, como o Yoga: um encontro inesperado; um cadinho de humor e candura junto a um sofrimento; separação forte, e talvez (talvez) reencontro (tô sendo bem simplista aqui). E essas coisas acontecem em Chuunibyou?

Pense bem: Yuuta acha Rikka – ela é doida de pedra, gatinha e hilária – ele entende que ela perdeu o pai – ela vai morar com a mãe e com a avó (separação) – Ele vai ao reencontro dela (reencontro) = caminhoneiro chorando.

A gente falou do roteiro bem amarrado de “um dia depois do outro”. Citei o quanto ele é engraçado e expliquei que Chuunibyou acontece como uma forma do jovem se encontrar e compreender melhor o mundo à sua volta. Todos os personagens que têm Chuunibyou não parecem ter depressão (mesmo que eles tenham passado por momentos difíceis), e que todos têm um alterego… Menos a Rikka. Quem viu o anime e não se perdeu na comédia (coisa difícil) ou nas belas pernas e no amor fofo e moe dela, percebia o que poderia vir.

Menos eu. Foi um baque ver como um anime que você caia de dar risada e ia se apaixonando lentamente por ela (porque ela é fofa) guardaria algo tão profundo. É como se a Kyoto Animation (a produtora do anime) tivesse aprendido com Kanon e Clannad e resolveu nos assombrar com essa faceta, de que muitas vezes os jovens se escondem nos cemitérios, ouvem metal pesado, viram o DARK FLAME MASTER ou têm o “Olho da Morte” porque algo de muito ruim aconteceu, ou acontece com eles.

Eu nem vou longe como o anime vai de “aceitar a Rikka doidinha de pedra como ela é”, mas sim de aceitar as dores e de tentar crescer do modo mais bonito e forte possível, como a Rikka faz. Com a ajuda do Yuuta, da Toka e até do seu “Olho da Morte” que a permite “ver” mais beleza na sua vida. E não… ela não é a Nagisa (que salva o herói em Clannad), muito pelo contrário.

É isso pessoal, abração!

Perai… E a Segunda Temporada?

Dizem que a 1temp foi feita com plot do Drama vindo da direção do Anime, e na vdd só a 2temp seguiu o verdadeiro plot da Light Novel. Se é vdd… eu não sei.

Saca o roteiro interligado? Não tem. Arranjar um modo para superar as dores? NÃÃO. E o amor para crescer… ÉÉÉÉ NÃO! Nem vou falar do último episódio ou da menina de cabelo rosa para fazer um triângulo amoroso de abestados. Se você quiser rir… veja que é tão ou mais hilária que a primeira e tem doses cavalares de moe (o que é sempre bom). Ma só veja para rir mesmo, não queira mais do que isso.

Agooooora sim, Abração!

Fontes: Urban Dictionary [Link]/ Wikia [Link]/ Wikipédia [Link]

Amaenaide yo!! – Indicação: Aquele Anime Ecchi do Monge Taradão e das Monjas Também!

Tem algum tempo que não posto aqui no site, né verdade? E como é que pode eu não postar nenhum anime? É chegado a hora de indicar um anime ecchi muito conhecido… para aqueles que gostam de ecchi. O nome dele? Amaenaide yo!! Ou como apelidei: “Aquele anime ecchi em que o monge é taradão e as monjas também são“. Venham comigo descobrir mais desse anime e se ele vale à pena. Vamos lá!

Amaenaide yo!! – Indicação: Aquele Anime Ecchi do Monge Taradão e das Monjas Também!

Estava eu comentando o post do Harém moe “Boku wa Tomodachi” (siga o link para você lê-lo também) com um amigo, quando ele mesmo me perguntou: “Esse Harém tem Ecchi?”. Boku wa Tomodachi como todo bom harém tem algumas doses de ecchi sim, mas ele não tem cenas de “ecchi extremamente fortes”, como vemos em Kiss vs Sis por exemplo. Aliás… Boku Wa é o que eu disse, um “Harém Moe” — tanto que ele não aparece no nosso Top 15 Animes Ecchi para pessoas que gostam de Safadezas.

Aí eu cá pensando com meus botões, “Tem um harém bastante ecchi?”. Acabei lembrando deste que vos trago hoje: Amaenaide yo!! Ele é um harém Bastante Ecchi — mas com um enredo deveras interessante, e porque não dizer emocionante. Digamos que você pega (pega quem, como assim?) para ver um ecchi, e recebe de brinde um anime muito bom. Eu preciso dizer que me surpreendi demais enquanto via esse anime do monge safadão e das monjas taradinhas.

A Sinopse Taradinha

Imagem meramente ilustrativa nº1

A historia de Amaenaide yo passa em volta do herói Satonaka, que na verdade é um “monge taradão em treinamento”. Ele foi chamado pela vovô para terminar seu treinamento “mongivico” num templo que só tem Sacerdotisas LINDAS, Moe e “bem apessoadas”. Mas se engana o amigo/a se acha que ele é “timidozinho” e bobão como a maioria dos heróis de animes harém comuns e água com açúcar.

Satonaka foi chamado pela vovó porque ele tem um poder interior muito forte, que desperta sempre que ele TOCA ou vê alguma coisa “pervertida” — daí as sacerdotisas boazudas e safadonas. Não ia adiantar ele ser um taradão se elas também não fossem. Mas o verdadeiramente interessante é que o poder dele é de “Libertação”, capaz de fazer as “almas perdidas” dos mortos , alcançarem a iluminação. Ou seja, apesar do anime ter um plot totalmente voltado ao ecchi e à… safadeza, ele acaba citando temas profundos da espiritualidade. Pois é.

Um anime ecchi com foco na Espiritualidade

Imagem meramente ilustrativa nº2 (A irmãzona e a irmãzinha)

Assim podemos ver que apesar do plot inicial focado em taradíces, a história central na verdade é bem séria e acompanhamos o Satonaka (junto às suas sacerdotisas boazudas e safadinhas) lutarem para fazer exorcismos.

Na verdade a luta é para fazer com que as almas dos mortos alcancem a luz e a paz de que tanto elas precisam. E o mais interessante é que cada história é densa, intrigante, emocionante, ou mesmo Muito Difícil, para que cada alma encontre o descanso que precisa.

Imagem meramente ilustrativa nº3 a Chitose (Tsundere)

Ahh sim… a “sacerdotisa” que o nosso heróis mais gosta é a doce, meiga e “Dou porrada em quem ver a minha pantsu”: Chitose (a ruivinha da imagem acima). Para os entendidos, ele gosta mais da Tsundere (click e veja nosso Top Tsunderes que mais amamos). A Chitose assim como todas as outras é uma gata, tem seus poderes Especiais, e vai ajudar o nosso querido monge “Iluminado” a salvar as almas errantes, enquanto admiramos bastante ecchi.

Fica ai dica para vocês meninos e meninas de um “Harém Ecchi” Muito Bom e com uma história maravilhosa. Certeza de que este é um anime que agrada todos os gostos (monges e monjas) e que ainda traz uma mensagem legal… por trás (como assim?).

Imagem meramente ilustrativa nº4

Abração!