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Halo 2 – Review: Bugado, Perfeito e Visceral

Você já jogou Halo? Eu fiz essa mesma pergunta na review de Halo: Combat Evolved. Acho que se você jogou Halo 2, deve ter conhecido o Halo 1, ou ao menos, se veio parar nesta review é porque bateu aquele interesse. Halo 2 é… visceral. Mas vamos falar um pouquinho mais deste clássico dos FPS. Venham comigo!

Halo 2 – Review: Bugado, Perfeito e Visceral

Olá meus bons amigos e minhas amigas, como vocês estão? Pois é, cá estamos para fazer a Review de Halo 2, a continuação aguardada do clássico dos FPS “Halo: Combat Evolved“. Como na outra review eu me via um pouco como um “noob” jogando um FPS clássico, agora já me sinto mais à vontade. Desta vez eu joguei no modo Heroic (o Hard de Halo) e talvez por isso mesmo, não vou focar muito este texto na visão de “Um cara jogando um FPS desconhecido pelo povão”.

Exploro alguns pontos do jogo em sí, mas sem esquecer do fator que acho mais preponderante quando falamos de jogos de video-game, que é a experiência pessoal. Então esta review tem um direcionamento talvez seguindo as palavras de Jason Jones, um dos fundadores da Bungie, estúdio que criou Halo:

“Halo 2 é muito de Halo 1, só que é como se Halo 1 estivesse em chamas, indo a mais de 200km/h através de uma zona de hospital, sendo perseguido por helicópteros e ninjas. E todos os ninjas também estão em chamas!”

Vamo lá?

uma Experiência Bugada e com Mudanças de Gameplay

A Evolução Gráfica da Cortana comparada ao Halo1 é Dramática! (gameplay meu)

Vamos primeiro colocar o elefante em cima da mesa começando por alguns pontos Negativos de Halo 2. Eu tive acesso a versão de PC para Vista, lançada em 2007 com melhorias gráficas com relação a do Xbox clássico de 2004, e teoricamente melhorias nos “bugs”(hoje existe também a versão Anniversary com gráficos ainda melhores mas que vai exigir um PC mais parrudo). O problema é que acho que dos bugs mais notados têm a ver com a Inteligência Artificial dos soldados humanos, que deveriam nos ajudar — não estou falando da linda Cortana.

Eles ganharam uma atenção especial desde Halo 1, porque basicamente Masterchief entrava nas bases “sozinho” para resolver os problemas com os Covenant (os Aliens). Em Halo 2, desde as primeiras cenas o foco mudou um pouco de “Rambo”, do Halo 1, para “S.w.a.t. com um cara muito bom no time” em Halo 2. Essa claramente foi a tentativa principal da equipe que desenvolveu o jogo. Fazer que mais interações de equipe ocorressem durante a jogatina. Mas os soldados humanos… Minha nossa. Além deles SEMPRE matarem os Mgalekgolo, que são os aliens mais poderosos e mais SATISFATÓRIOS de serem mortos durante a jogatina… são uns bostas. Malditos Humanos!

Esses caras! Que delicia vencer eles no X1 de Colt

Eles revelam nossa posição, gastam bala à toa, morrem sozinhos caindo de precipícios — em alguns pontos do jogo eu REPETI alguns cenários para que alguns amigos marines ficassem vivos, principalmente as soldados marines que são bem legais e participativas, mas minha nossa… Não tive nenhuma experiência divertida com os humanos que estavam lá para ajudar o Masterchief.

Outra coisa que realmente não me agradou, foi a mudança da gameplay de tirarem os Kit de médico para recuperar o life. Agora sua vida restaura sozinha durante um tempo de cooldown. No game eles chamam de Energy shield, e era basicamente o que os aliens usavam no Halo 1. Minha crítica é que você ter um life único te faz não arriscar, como se fazia no primeiro jogo. Isso significa que você não pode mais juntar vários lifes, sair que nem o Rambo “matando geral” e ter muita diversão ao fazer isso. Agora, mesmo com o Masterchief estando muito mais forte que no Halo original, seus movimentos têm de ser melhor calculados porque em poucos tiros você pode morrer. Até hoje não gosto dessa mecânica de jogo.

Masterchief pensando: “Preferia ficar sem eles no meu time”

E armas… como faltam armas em Halo 2, ao menos no Hard!

Complicado e Perfeito

Sim… a gente joga com um ALIEN em Halo 2

Claro… ainda tenho mais algumas reclamações. Como a falta de um MAPA principalmente ao jogar com o Arbitrer… Sim, Halo 2 não é apenas “dois” por ser uma continuação. Você agora tem duas diferentes formas de gameplay. Uma que é mais visceral e potente com o Masterchief (minha preferida!). E outra mais veloz e mais ágil, com um dos líderes Alien do Covenant, mas que por ter um life muito menor vai exigir do jogador ser bem mais sorrateiro e inteligente, lutando como um “fdp” para vencer os inimigos. E o grande erro é que os Covenant não gostam de utilizar as IAs (como a Cortana), por terem preconceito contra elas (você começa a entender só nesses elementos de gameplay, porque os Covenant estão perdendo a guerra contra os Humanos)

Vou explicar melhor. Os Covenant são os aliens dominantes da nossa Galáxia, com a humanidade correndo logo atrás para se sagrar como soberana. E os Covenant não são uma única espécie. São vários aliens que resolveram se unir sob um governo teocrático central. E na verdade, toda a tecnologia que permitiu aos Covenant conseguirem serem os dominantes da nossa galáxia foi extraída dos Halo, que são armas de destruição em massa criadas pelos antigos soberanos da Via Láctea, os Forerunners.

Guilty Spark (ele é HILÁRIO!) uma das IA dos Forerruner e o Heretic

Justamente por utilizar da tecnologia Forerruner, eles acabaram se encontrando com as IAs que estes Forerruners deixaram lá para tomar conta dos Halo. E aqui vai o problema que influi na gameplay. Neste Halo 2 as fases ficaram ENORMES, consideravelmente gigantescas quando comparadas ao Halo 1 que tem mais áreas de labirinto. Aqui no H2 a maioria das missões são em áreas abertas e você se perder é lugar comum.

Arbitrer pensando: “Quem precisa de IA ou um MAPA quando se tem um Trabuco?”

A questão é que o Mastechief conta com a Cortana (a nossa IA), para guiar mais ou menos aonde o jogador tem de ir, o que fazer e algumas vezes até o que vai enfrentar. O Arbitrer coitado… não tem nenhuma IA e nem um mapa para auxiliar aonde ir nas áreas gigantes.

 

 

 

Mas vocês devem ter notado nestas minhas descrições de problemas, como o fator História é dominante em H2 assim como é no H1. E aqui meus amigos e minhas amigas é o que torna H2 ao meu ver, melhor e mais visceral ainda que Halo Original.

Visceral e Único

Miranda Keyes… engraçado enquanto jogava não achava ela bonita

Falei dos problemas. Dos Humanos se matando sozinhos, ou delatando nossa posição para os inimigos. A falta de Mapas que vai tornar uma missão em especial com o Alien um INFERNO, indiferentemente de quem seja o jogador. Mas vocês notaram nas mecânicas do jogo um dos fatores essenciais que fazem de Halo uma série única entre os FPS. A História. Notaram como a história influi na gameplay? Vai ser impossível você não sentir empatia com os humanos “abobados” (eles conversam com a gente durante as fases) ou até mesmo com alguns comandantes, como o caso da Miranda Keyes. A mesma coisa se diz dos aliens que ajudam o Arbitrer.

Se você vai querer salvar alguns dos soldados humanos inúteis, os soldados aliens, sejam eles quais forem que estiverem ao seu lado, principalmente os baixinhos, os Grunts… Você vai rir, mandar eles para o combate e enfim, jogar com eles. Por acaso os aliens são úteis, diferentemente dos soldados humanos. E sim, se joga também com o alien, caso vocês não notaram, com sua jogabilidade e experiência individuais. De certo que há também alguns probleminhas com os saves automáticos (salvando ou não salvando…) mas muito disso vai de cada jogador.

Esses carinhas são hilários! Mas eficientes soldados

Cada experiência que se tem com Halo 2 é única. Eu joguei praticamente ao mesmo tempo com um amigo, e criamos estratégias diferentes para lidar com os desafios de cada fase. Por exemplo, eu falei que a jogabilidade do alien exige do jogador que ele seja mais “fdp” por ele ser mais fraco que o Masterchief. O “brodi” acabou passando várias missões sem salvar jogando com ele, porque era mais fácil correr ou se esconder, até cumprir o que tinha de ser feito, do que “matar geral”. Eu preferi ir matando cada inimigo do modo mais “sacana” possível, seja por trás, usando a invisibilidade, ou com muita paciência, até porque eu me divertia mais jogando assim.

Lembro que ele vinha falar comigo que “H2 não tinha save” e eu pensei “tem de ter um jeito de salvar” até que acabei por descobrir. Limpe o local que salva. Mas aqui vai a dica: vão ter momentos tanto com o Masterchief quanto com o Arbitrer que tudo o que você vai querer é um save . Mas ele não virá (eu continuei matando geral mesmo quando o save não vinha). Então meu amigo ou minha amiga… lute por sua vida e faça o impossível para por um fim na guerra entre Humanos e Covenant, antes que o Flood destrua a todos nós!

Arbitrer… pose maneira mas mais fraco que um gato!

Conclusão – O que mais posso dizer?

Nada pode ser mais satisfatório que SOCAR UM ALIEN!

Halo 2 é incrível. Jogando no Hard você vai ter de enfrentar hordas e mais hordas de inimigos. Aparecem também inimigos novos agora que você joga como o Arbitrer. As fases também são um show à parte. Para mim é incrível como H2 continua um jogo bonito até hoje! E mesmo as fases mais impossíveis com áreas enormes e sem mapa, jogando com o Alien que é um fracote (comparado ao Mastechief) você vai ter momentos de pura ação. Terá de pensar muito no que fazer e depois, executar.

Para mim jogar com o Mastechief é sempre mais gostoso e foi um deleite aparecer na base alien dos Brutes (os “Donkey Kong”, outra espécie alien que faz parte dos Covenant) e destroçar o lugar. Até a referência a Doom jogando com o Masterchief vs. Flood nos finais do game precisa ser lembrada. Bate o Medinho.

Aliens Voadores… Acho que vi isso primeiro em Metroid Prime…

Já com o Alien que passei maus bocados na “secreta fase gigante que não direi o nome”, não vou mentir, foi indescritível descobrir o caminho certo e vencer todos os Flood sozinho. Depois, mais à frente é preciso ir até o ponto de encontro com os amigos Alien da Elite, enfrentando os Flood durante todo o percurso. Sem contar outro momento dos “finalmente”, que para se chegar na sala de um “Boss” (outro elemento tirado de Metroid Prime) você tem de enfrentar os Brutes sozinho, sem armas e jogando com o Arbitrer… Visceral.

Boa Sorte soldado!

A Linda Cortana te espera para te guiar na Guerra

Fontes:
Halopedia: Halo 2 [Link]/ Heretic Leader [Link]/ Arbitrer [Link]
Halo.fandom: Halo 2 [Link]/ Elite Ranger[Link]
Metroid.fandom: Flying Pirate [Link]

Rei Ayanami Cosplay (Evangelion) – Gata da Semana Especial

Depois do especial cosplay da Asuka, porque não fazer um também para a minha musa do anime, a linda Rei Ayanami de Evangelion? Sim… vamos conhecer um pouquinho mais dessa linda personagem kuudere e claro, nos deleitar com as lindas moçoilas que curtem fazer cosplays da Rei. Mas com moderação senhoras e senhoras.

Rei Ayanami Cosplay (Evangelion) – Gata da Semana Especial

E lá vamos nós para mais um post de cosplay, seguindo aqui o mini-especial de cosplays das “minas de Evangelion”. Desta vez voz trago a linda, misteriosa e “kuudere” Rei Ayanami, que afirmo logo, é a personagem feminina que mais gosto de Evangelion. É até engraçado trazer ela aqui para o site porque há muito tempo eu tinha em mente de fazer o especial cosplay da personagem, mas só agora, depois de trazer o post da Asuka, é que veio a coragem neste velho blogueiro.

Enfim, eu falo um pouco da personagem, mas bem pouco mesmo porque, apesar de Evangelion ser um anime, filmes, mangá, etc, bem antigo, eu realmente evito spoilers. Acho que o plot central da história da Rei deve espantar cada pessoa que assista o anime a primeira vez. Mas falo o basicão e aproveito para explicar um pouco o conceito de “kuudere” que exploro melhor no post “O que é Tsundere, Yandere, Kuudere, Dandere e Moe dos Animes“.

Mas agora é hora de cosplays, moçoilas lindas e coisas assim.

Rei? Kuudere? O que é isso tudo?

Pois bem, se o amigo ou amiga não for apressadinho/a para ver as imagens das beldades — se você for, sigam ao fim do post que lá nós temos a Galeria de Imagens das cosplayers, podem ir, sem problemas — Kuudere na verdade veio da forma como os japoneses pronunciam a palavra inglesa “cool”; cool quer dizer “legal”, mas também, “frio” e “gelado”. Logo “cool” + deredere” são aquelas personalidades que “amam de um modo mais frio”.

“Como assim veio do inglês?” Isso é bem comum. Um exemplo clássico é da palavra “Kissu”. No Japão, até o fim da Segunda Guerra Mundial não havia termo para “beijar na boca”, porque era um coisa que só se fazia dentro de quatro paredes, entre duas pessoas que se amam. Foi por causa da influência americana que “beijo na boca”, passou a “ser coisa comum” e ganhou um nome: “Kissu”.

E eu costumo amar as Kuudere. Não porque elas são frias ou não demonstram sentimento. Mas é como se lá dentro tivesse um forno queimando! Não tem o exemplo das Tsunderes, que a “brutalidade” é uma casca para uma flor? Aqui a frieza sempre esconde uma candura enorme.

Nas mãos de autores sérios, essa timidez excessiva e essa aparente frieza estão ali porque a personagem sofreu uma dor muito forte ou esconde um segredo angustiante, tendo toda a sua doçura escondida. Um exemplos de Kuudere clássicas são a Kanade de Angel Beats e Rei Ayanami de Evangelion (ambos animes com reviews aqui no site).

Um pouco da Rei Ayanami que tanto gosto

Rei é também conhecida como a “Primeira Criança”, piloto do Eva Evangelion Unit-00, e como vocês bem sabem ou não, é uma das personagens centrais de Evangelion. No começo do anime Rei parece ser bem fechada, indiferente aos acontecimentos e as pessoas a sua volta, mas com o progredir do anime, ela acaba demonstrando um pouco mais de seu lado, sua doçura e preocupação principalmente com o protagonista do anime.

Outra coisa que também é bem marcante na personagem é o quanto ela se machuca dentro de seu Eva, meio que tentando dominá-lo ou fazer com que ele haja de forma mais contundente.

É meio claro ao menos para quem vê o anime, que Rei é a que mais sofre (ou uma das que mais sofre) fisicamente, até mesmo nos treinamentos de seu Eva. Tudo isso é claro, fica claro e tem boas razões de ser. Mas só será agraciado/a quem ver o anime. Ou os vários filmes, ou mesmo o mangá. Vão lá pessoal, garanto que vocês não vão se arrepender de conhecer uma das Kuudere que mais gosto dos animes.

Mas enfim chega de falar de chatice, estamos aqui para ver um pouco das cosplayers, não é verdade?

As cosplayers da Rei que trouxe Hoje

E como esse especial já estava planejado há bastante tempo, meio que eu trouxe uma quantidade absurda de cosplayers. Lembrando que as que tem o link para clicar, possuem especial aqui no site e as que não têm, vocês mesmos podem procurar um pouco elas no google, caso bata aquela vontade especial de se divertirem.

Enfim, temos a Rei-doll, Rinaca, Jatek, Ivycosplay, Shiroiaisu Yoko, Ayaka shooting star, Darkfelicia, Amemiya luna, Youronlydoll, Nana Kuronoma, Koyuki, Tomia, Bunny Ayui, Julia russian Idol, Chiisana lunas’room, Vandych alex…

E a lista segue com Carol Ayanami + Plu Moon de Asuka e Kitty Honey. Fim. Se vocês repararem bem a maioria das cosplays são japonesas, ou ao menos uma boa parte delas. Assim como também elas tem um perfil que é bem comum entre as cosplayers da Rei e que como eu gosto da personagem, acabo gostando também de olhar. E sim… as cosplayers japonesas que aparecem na lista são “ero-cosplay”, então se divirtam caso quiserem procurar as moças no google.

Sem contar que tem aí uns nudezinhos que eu vou colocar em links separados. Sabe como é, aqui é um site de respeito, nada de +16 é permitido. Só em link no fim do post.

Galeria de Imagens Cosplay Rei Ayanami

Nudes da Nana Kuronoma Rei Ayanami Cosplay

rei cosplay evangelion nude Nana Kuronoma

Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 1)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 2)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 3)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 4)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 5)

Nude da Vandych Alex Rei Ayanami Cosplay

Vandych Alex Rei Aynami Nude (foto 1)
Vandych Alex Rei Aynami Nude (foto 2)
Vandych Alex Rei Aynami Nude (foto 3)

Fontes: Evangelion.fandom [Link]/ O que é Tsundere, Yandere, Kuudere, Dandere e Moe dos Animes [Link]

Planetarian pode ganhar novo Anime OVA – ATUALIZAÇÃO – Verba Garantida!

Planetarian: the Reverie of a Little Planet, aquela visual novel especial lançada no distante ano de 2004 para o PC que por um milagre da nossa Yumemi-chan ganhou uma série de animes OVA em 2016 e mais tarde filme também. Agora em 2019 está naquela luta para produzir um OVA que comemore seus 15 anos de lançamento. E você? O que você acha do Planetário?

Planetarian pode ganhar novo Anime OVA – ATUALIZAÇÃO – Verba Garantida

Planetarian é uma obra especial para mim assim como Ah! Megami-sama por diversos motivos. Mas vamos primeiro à noticia. A Key/ visual Arts anunciou uma campanha crowdfunding para arrecadar uma grana no intuito de lançar um novo anime OVA de planetarian em 29 de novembro. A campanha tem a meta de 276 mil dolares trumps, para ter aquela graninha de produzir o OVA de 25 minutos chamado “Planetaria Snow Globe”.

Por que 29 de novembro? Porque ela marca os 15 anos de aniversário de lançamento do jogo visual novel (kinect novel) de PC Planetarian: The reverie of a little planet. E o OVA tem a ideia de ser a prequel, uma história pequena chamada Snow Globe que foi lançada dentro de uma light novel que vinha junto num bundle limited-edition para o jogo de PC original.

A light novel é um compilado de contos que além de “Snow Globe” contém “Jerusalém”, “Hoshi no Hito” (Man of the Stars) e “Tircis to Aminte” (Tircis and Aminte). Por acaso, quando eu fiz a review da visual novel e pesquisando sobre ela, sempre ouvi falar dessas histórias da light novel. E cá entre nós, para mim o Filme foi inspirado na “Man of the Stars” e agora este ova se conseguir alcançar a meta, será inspirado em Snow Globe.

“O que você acha do Planetário? Aquele lindo brilhar da eternidade que nunca se apaga, não importa quando… Todas as estrelas em todo o céu estão esperando por você.”

Pois bem, a light novel (prequel) também foi lançada num bundle especial na versão de PS2 de Planetarian, e mais tarde a Visual Arts pela Bunko, publicou a versão impressa em separado dela em 2008. São essas quatro histórias da light novel que inspiraram os três CDs drama assim como o cd de “Snow Globe”, que estreou no Comic Market 71 em 2006.

Jin Tamamura (The Girl in Twilight, Iron Vendetta) é o possível diretor deste OVA, enquanto Shogo Yasukawa (JoJo’s Bizarre Adventure, Food Wars! Shokugeki no Soma) retorna do anime de Planterian (os OVAs de 2016) para ajudar na produção do Roteiro. Hitomi Takechi (Hyperdimension Neptunia) também retorna como character designer.

Kawaai!!

E sim a Key/ Visual arts já fez uma campanha de crowdfunding para lançar um game VR de planetarian em 2018 e deu certo — o que acaba colocando boas expectativas para o financiamento deste OVA. Assim como Planetarian ganhou também uma versão do game para o Switch em 31 de Janeiro deste ano.

Todas as estrelas do céu estão esperando por você

Cara Planetarian… Acreditem ou não, até hoje não vi o filme lançado em 2016 porque eu sei que vai ser “barra”.  Fiz a review da Visual Novel assim como comentei o lançamento do anime e do filme numa alegria absurda, longos 10 anos depois do jogo ter sido lançado — parecia fake news!

Planetarian é daquelas obras clássicas da produtora que fez CLANNAD, Kanon, AIR, Angel Beats e tantas outras que inspiraram a Kyoani (mando condolências ao pessoal da Kyoani depois daquele atentado que vitimou tantas pessoas) assim como outras empresas e autores de animes, mangás e light novels, graças ao gênio do mestre Jun Maeda.

Arte Oficial de Kuzuya “Junker” (Lixeiro) no Anime

E os OVAS conseguiram não ser muito fortes no quesito drama como é o jogo Visual Novel e de certo modo isso é um ponto positivo, porque acaba abrindo a obra para aqueles que não curtem muito sair por aí chorando, possam também conhecê-la. Aliás, recomendo muito essa serie de ovas a qualquer um que goste de qualquer tipo de anime, de shonen a seinen ou mesmo que não goste de “desenho japonês” a vê-los.

E o que mais posso dizer? Veja os ovas, o filme, e se puder, adquira o jogo (visual novel) em alguma das mais variadas mídias que ele foi lançado, seja na steam, android, switch ou dê seu jeito.

Planetarian é daquelas obras que mesmo não tendo a profundidade de Túmulo dos Vaga-lumes por ser uma ficção, acaba por adquirir tantas nuances que é impossível não mexer com você, quem quer que você seja. E eu garanto que você vai acabar chorando mais com o joguinho.

ps: Ficarei atento ao resultado do crowdfunding. Qualquer coisa atualizo este post.

ATUALIZAÇÃO – Verba da Crowdfunding Alcançada!

Vocês lembram que eu falei que assim que saíssem mais noticias manteria este post atualizado? Pois muito bem. O ANN revelou que a crowdfunding foi um sucesso até ultrapassando a meta que era por volta de 30 milhões de yen (mais ou menos 276 mil trumps) e chegou ao numero de 32,967,126 yen (o que dá por volta de 300 mil doletas) em apenas DOIS DIAS! Isso significa que sim, já se tem o dinheiro suficiente (até mais que o suficiente) para a produção deste OVA de por volta 25 minutos de duração.

Mas agora… com resultados tão promissores da crowdfunding eles já planejam uma nova meta de 40 milhões de yens (por volta de 356 mil dólares) para assim fazerem um OVA com mais de 25 minutos.

Para quem não sabe, olha a Yumemi e o Lixeiro conversando aqui no nosso logo!

Vou ser bem sincero com vocês meus amigos e minhas amigas. Eu já esperava que eles conseguissem a grana dos fãs. Será que vão conseguir mais? A coisa que ficou mais clara na minha mente é que Planetarian, que sempre pareceu ser a obra mais de “nicho” da Key, (cuja possui os fãs mais seletos que não a abandonam) principalmente depois dos primeiros OVAs e o Filme, talvez ela não seja mais tão de nicho assim e tenha um público bastante respeitável.

Creio que o pessoal da Key também já notou isso.

Fonte: ANN [Link]/ ANN [Link]

Ah! Megami-sama ganha um mangá Spin-off: Ah My Job-Hunting Goddess

Olá meus amigos e minhas amigas, há quanto tempo não temos umas noticias aqui no blogzim, não é verdade? Pois bem, desta vez trago uma noticia pouco falada tanto entre os gringos quanto aqui no Brasil. O mangá das deusas, Ah! Megami-sama também conhecido como Oh! My Goddess acaba de ganhar um spin-off por enquanto bem curtinho. Mas quem sabe não pode render? Vamos lá descobrir um pouco mais dele!

Ah! Megami-sama ganha um mangá Spin-off: Ah My Job-Hunting Goddess

Olá meus queridos amigos e amigas, como vão? Tem já um bom tempo que não trago noticias por aqui, não é verdade? A última se tratou do novo mangá do autor de Nazo no Kanojo X, mas agora é hora de falar das deusas. Essa é uma noticia já antiga, e foi levada a publico a primeira vez no finalzinho de 2018. Resolvi trazê-la agora porque estava esperando que ele chegasse aqui no ocidente com mais conteúdo  — e como demorou, meu Deus!

Mas enfim, esse spin-off chamado Ah My Job-Hunting Goddess (Aa Shūkatsu no Megami-sama) foi lançado a primeira vez em Março de 2019 pela Kodansha, mesma editora do mangá das deusas. Uhei Aoki autor de “Manga ni, Henshū tte Hitsuyō desu ka?, Fringe-Man” é quem escreve a história, enquanto Kumichi Yoshizuki, autor de “Someday’s Dreamers, Kimi to Boku no Ashiato” é quem desenha a arte do mangá.

O plot inicial gira em torno de Keiichi e Belldandy, agora já casados (spoilers de quem leu o último capitulo do mangá), vivem “felizes para sempre”, mas por causa de recessão a loja de motocicletas do Keiichi vai mal das pernas. Preocupada com a situação a sua amada “Yamato Nadashiko” resolve procurar um emprego para ajudar.

E claro, para quem não sabe, Fujishima (autor original) produziu o mangá na Afternoon de 1988 até 2014, com series de anime, ovas, filmes e tudo mais. Por ironia do destino (ou não) Fujishima terminou de escrever Ah! Megami-sama bem próximo do período que casou com a linda cosplayer Nekomu Otogi, e sim, o casal já tem um filhinho, ou filhinha, não sei, não entendo bem desse negócio de fofoca de famosos.

Nekomu Otogi – Casou com uma deusa de verdade o danado!

Aonde encontrar Ah My Job-Hunting Goddess?

Como falei no começo do post, esse foi um dos motivos de eu ter demorado tanto de postar essa noticia — queria trazer alguma informação dele cá para o ocidente. Infelizmente não sei dizer se teve ou terá mais do que três capítulos, mas graças às deusas, consegui achar ele traduzido para o espanhol, feito por um santo homem (ou santa) chamado Jonah-san, que fez tudo: editou, traduziu diretamente do Japonês e enfim, aquele trabalho que fãs sabem como é hardcore de fazer.

Deixo o Link aqui caso você queira ler se for um grande fã das deusas como eu, ou mesmo se quiser conhecer um pouco a história delas sem ter de encarar duas series de anime com OVAS e filmes (um materialzão) e está só querendo algo bem light para começar. Eu que terminei os três capítulos (nov.2019) advirto que está mais focado no humor, com uma Belldandy levemente inspirada no mangá de suas fases iniciais ainda. Mas recomendo tanto para fãs quanto para pessoas que querem começar a conhecer as deusas.

Abração!

ps: Quem sabe o AMS Scan não traduz esse spin-off do espanhol para o pt-br? ValhallaKnight e PierrotGluton fica ai o pedido para vocês dois!

Fontes: ANN [Link] e [Link]/ IMDB [Link]/ ninemanga [Link]

Asuka Cosplay (Evangelion) – Gata da Semana Especial

Olá minhas amigas e meus amigos fãs de cosplays e de cosplayers, que saudade em? Desta vez eu trouxe o especial de cosplays da linda Asuka de Neon Genesis Evangelion. Eu falo um pouco da personagem, do anime, e também digo quem são as lindas moçoilas que fazem parte deste especial. Ansiosos e Ansiosas? Venham comigo!

Asuka Cosplay – Gata da Semana Especial

Que tal falarmos um pouquinho de cosplay? Pois é, aqui no site meio que já trouxe várias cosplayers, tanto internacionais como brasileirinhas também, além de diversos personagens, tanto de animes quanto da Marvel ou da DC. E como já tenho alguns especiais de cosplay semi-prontos, resolvi logo trazê-los para quem quiser apreciá-los.

E desta vez resolvi trazer o especial cosplay da “segunda criança” de Evangelion, a Asuka Langley Sohryu (ou Soryu), porque eu tinha algumas fotinhas de várias cosplayers dela por aqui no meu HD, e aí pensei, porque não trazer, porque trazer, porque não trazer, trouxe-as! Espero que curtam e apreciem com moderação meninos e meninas!

Asuka – A Tsundere que mais amamos Odiar

Crystal Graziano Asuka de Evangelion

Eu já fiz um especial de Top 5 Tsunderes aonde eu falei até que de forma razoável da personagem. Cliquem no link caso queiram conhecer mais algumas personagens que “curtem gritar e mandar pacas”, caso vocês gostem delas. Então, falando da linda Asukinha, ela tem apenas 14 aninhos, dona do EVA 02 (que se trata da mãe dela) é de longe uma das personagens que menos gosto entre todas as Tsunderes que assisti (eu que já não gosto muito de tsunderes). Então não tô nem aí que você aí queria beijar ela enquanto eu prefiro a Rei Ayanami (cliquem e vejam o especial cosplay dela!).

Falar da Asuka é quase desnecessário. Por que? Porque Evangelion se trata de um anime que até o papagaio do vizinho conhece (clique no link e veja a Review do Anime). Mas vamos lá né? Asuka é mezo/mezo, porque seu pai é alemão e sua mãe (Kyoko Zeppelin Souryuu) é japonesa. A mãe dela ficou doida no começo dos experimentos com os EVAs e se matou no dia que ela foi declarada como a “Segunda Criança”. Mais um Trauma de família para o enredo de Evangelion.

Asuka tem uma personalidade um pouco fraca (só vi o anime…), muito por causa dos traumas que sofreu, (como todos do anime). Por vezes cai em desespero, mas em outras tentou agarrar o Shinji. Aliás, se alguém me perguntar, acho que ela tentou fazer isso mais por curiosidade (por viver com uma mulher mais velha) do que por qualquer outra coisa. E só vou falar até aqui, sem spoilers, sem mais nada. Se você quiser saber um pouco mais da Asuka, veja o anime, filmes, mangá… Recomendo. Ou não.

Quem são as lindas Cosplayers de Hoje?

Cosplay Asuka gostosa sexy Adami Langley

Dá pra dizer que estamos chegando perto da melhor parte desses especiais de cosplay. As lindas beldades de hoje são a Nana Kuronoma, Chiisana Luna’s room, Ju Tsukino, Foxy Cosplay, Misa chiang, Kitty Honey, Crystal Graziano, Feldon, Plu Moon, Adami Langley, Karen, Ivycosplay. As que tem link para clicar já tem especial para elas mesmas aqui no site, então caso vocês curtirem as cosplayers só seguirem para ver os especiais das moças.

Em cada especial também tem links de páginas do instagram, facebook, etc, de cada uma. Na duvida, agora que sabem o nome das moças bastam pesquisar vocês mesmos, vão ao Google! E espero que curtem fiquem ai com a Galeria de Imagens das moças, e um videozinho de uma página de cosplays especial para a Asuka. Curtam com moderação senhoras e senhores.

Galeria de Imagens Cosplays da Asuka

Asuka Cosplay sexy butt tits Karen
Cosplay Asuka Bunny Plu Moon coelhinha sexy ecchi

Fontes: Top 5 Tsunderes [Link]/ Evangelion.fandom [Link]

Samurai Shodown II – Review: O jogo de Samurais Definitivo

Olá meus amigos e minhas como vocês estão? Começo mais uma review aqui no site com um título pretensioso. Será mesmo que Samurai Shodown II é o jogo de Samurais definitivo? Com certeza para alguns é o melhor jogo da série (e o número de pessoas jogando ele no fightcade não me deixa mentir). Mas ele é bom assim mesmo? Ou será que não? Venham comigo jogadores de games de X1 para descobrir!

Samurai Shodown II – Review: O jogo de Samurais Definitivo

Olá a todos e todas, estão felizes? A primeira coisa que preciso dizer é calma, eu sei que o título é forte mas só quero deixar aqui a minha opinião. Samurai Shodown II é para mim (apesar da minha main nele ser muito ruim) um dos melhores jogos de Samurai (ao menos da serie Shodown) que eu já joguei.

Claro, eu nem acho que ele é o melhor de todos, inclusive aqui colocando games como Last Blade, etc. Mas vou argumentar direitinho porque Samurai Shodown II é sim um jogo muito bom, completo, e apesar de suas falhas, é superior ao meu querido Samurai Shodown I (que tem também uma review aqui no site) e até hoje atrai um publico cativo, ao menos na América Latina.

Vamo lá!

História, Personagens, Enredo, etc…

Hoooriuuuugen!

Samurai Shodown II não é nem de longe tão preocupado em “trazer a vibe dos Samurais para o nosso tempo”, como temos no Samurai original. Ele ainda tem, mas não chega perto àquele sentimento de Japão Feudal, que até mesmo as músicas proporcionavam. No Samurai II, os produtores resolveram trazer mais uma “vibe de jogo de luta” e colocar mais personagens com características que encontramos por aí.

Por exemplo, Genjuro e Haohmaru finalmente fazem a dupla Ryu e Ken, Kyo e Yori, que praticamente todos os jogos de luta possuem. Neinhalt Sieger acaba sendo aquele personagem que utiliza mais ataques pesados, agarrões e que causam muito dano, assim como Wan-fu, que teve uma absurda mudança no seu character design.

Wan-fu e Earthquake
Wan-fu e Earthquake

A mesma coisa pode-se dizer de sua história. Se antes o vilão Amakusa, inspirado no samurai ronin católico “Amakusa Shiro” que havia sido morto junto com toda a sua vila, por ser cristão, trazia todo aquele sentimento de vingança e também de um Japão que luta contra a invasão estrangeira (sentimentos próprios do Japão feudal e até atual, um pouco)… ele tinha uma certa profundidade por causa de sua inspiração baseada em fatos reais.

Já a vilã Mizuki, que é uma sacerdotisa xintoísta que teve seu corpo possuído pela mesma entidade demoníaca que havia ressuscitado Amakusa, justamente por não ter essa carga histórica e não ter uma figura tão marcante como ele, acabou apagada e é sempre esquecida pelos fãs. Chega a ser até triste a história dela, porque não foi uma vingança como é o caso do Amakusa. Ela foi possuída pelo “Ambrosia” afinal de contas… Mesmo eu gostando bem mais da Mizuki que do Amakusa. Vocês me entendem.

Final Verdadeiro Mizuki Samurai Shodown II
Final Verdadeiro, aqui a Mizuki Samurai Shodown II – 1 Ficha

Enfim, essas características mais “gerais” do Samurai II acabam fazendo ele mais próximo como “história e personagens” de um jogo de luta mais tradicional (aonde o “clima e o sentimento” não importam muito) mesmo que ainda trazendo essa marca da série. Imaginem um anime shonen de Samurais: é a vibe do Samurai II. Imaginem um anime seinen sobre o Japão feudal: Samurai I.

Talismãs não são importantes. A Jogabilidade É!

Longplay meu Zerando Samurai Shodown II com minha Waifu

O que Samurai II deixou um pouco de ambientação trouxe em jogabilidade. Falei bastante na review passada que Samurai I tem poucos frames e por isso mesmo, muitos golpes acabam saindo de modo instantâneo e o jogador tem que pensar nisso. Assim como falei bastante do diferencial da série que é a sua barra de POW ou “rage” que a tornam única. Mas faltava o “Akuma”.

Faltavam golpes especiais e secretos, além de mais frames de animação em alguns personagens para balancear mais o jogo e deixá-lo mais bonito — coisa que foi ao extremo no Samurai IV… haja frames lá! Agora sim, nós temos tudo isso no Samurai II. Mais golpes, golpes que se conectam mais facilmente uns nos outros (os combos!), mais frames de animação para “avisar” ao jogador que seu oponente vai fazer algum golpe, etc.

Final Verdadeiro Nakoruru Samurai Shodown II
Nakoruru e seu “secreto” com comando absurdo de difícil – Final com 1 Ficha

Aliás, se as combinações de comandos não fossem tão complexas no Samurai II nós veríamos mais jogadores fazendo os golpes “secretos” (que não dão lá muito dano, mas são maneiros de se ver). Contudo, só o fato deles existirem o tornam mais com aquele sentimento de “jogo de luta”, que talvez faltasse um pouco no Samurai original. Então… especiais, secretos, mais frames… o pessoal da SNK resolveu focar realmente na jogabilidade.

Combos e Golpes conectados? O que é isso?

Essa é um pouco da essência de jogos de luta. Quando você acerta um golpe no seu oponente há um tempo de “poucos segundos” para você acertar outro golpe nele, e mais outro e assim sucessivamente. Mas o Samurai I, por ter poucos frames e até pela ambientação dele (Samurais no Japão Feudal) geralmente um golpe acertado causava muito dano, mesmo para personagens que não causassem lá tanto assim.

Justamente por isso ele se baseia muito em acertar “um” golpe certeiro. E como os frames são poucos há uma dificuldade maior de você acertar outro golpe logo em seguida. Eu também falo isso lá na review. Claro, tenham em mente que Samurai ainda tem, tanto no Samurai II quanto em todos os outros, essa característica de “golpe certeiro que dá muito dano”, mas o ato de conectar golpes (“combar”) no Samurai I não era muito otimizado. É possível, mas dá um trabalhão fazer isso lá!

Sieger e Hanzo
Sieger e Hanzo

Já o Samurai II… muitas vezes um “horiugen” (que é um golpe antiaéreo) não dá tanto dano, quanto se você antes acertar um outro golpe e depois, fizer o Horiugen. A mesma coisa para golpes de pernas que são muito úteis aqui e causam dano significativo além de servirem de ótimos conectores, e às vezes, iniciadores de combos essenciais para se ganhar uma luta. Isso acaba tornando o jogo mais divertido e você sempre acaba “descobrindo” novas formas de “combar”, às vezes com golpes muito fortes seguidos!

E por que é o jogo de Samurai Definitivo? Tem Falhas?

Porque ele ainda mantém o POW que pode virar uma luta. Ainda tem essa coisa do “golpe certeiro” que faz parte da estratégia e da vibe dos Samurais feudais (e como eu gosto de dizer, é sem choro), mas por conectar golpes mais facilmente, ter mais frames para avisar que eles serão feitos, o tornam mais gostoso e sempre uma novidade ao ser jogado. Cada partida acaba sendo uma descoberta, seja com a máquina ou contra alguém. É como se todo um leque de “golpes certeiros” fosse aberto e faz com que o jogador/a fique horas tentando descobri-los!

Claro… ter mais frames deveria deixar o jogo mais lento. Mas não. Justamente porque Samurai I é decidido muitas vezes sem o jogador ver (porque não dá para ver o golpe executado) a luta acaba demorando mais naquela espera de “Quem vai errar primeiro”? Isso não acontece no Samurai II.

Mas e as Falhas? Ter mais frames acaba deixando você exposto a tomar um golpe do inimigo se o personagem dele for mais rápido que o seu, ou se ele for mais rápido do que você. Além dos agarrões muito, mas muito roubados e que dão um dano absurdo, mesmo em personagens que não são especialistas nisso. Por exemplo, você pode fazer um agarrão até pouquíssimos frames depois de seu oponente executar um golpe (ele acaba tendo uma prioridade altíssima!) que você vai agarrar! E convenhamos, Agarrar no Ar é hilário. São particularidades do Samurai II. Mas é muito melhor assim.

Por exemplo, no Samurai III entrou um sistema diferente que foi aperfeiçoado no IV, de 3 golpes de espada e apenas 1 de perna (parecido com Last Blade). Isso acabou “capando” alguns personagens que usam muito as pernas como a própria Nakoruru, além de sempre exigir que um golpe específico de cada personagem seja o conector de mais golpes. Explicando melhor, cada personagem tem um comando específico que permite iniciar os combos… Isso é muito ruim em minha opinião.

Deviam ter ficado com o sistema simples e intuitivo do Samurai II.

Conclusão

Longplay meu Zerando com o Ukyo

Eu ainda não tive a oportunidade de jogar o Samurai Shodown novo, mas espero muito que eles tenham voltado ao sistema de dois botões de espada, dois botões de perna. Espero que eles tenham tirado pelo menos a ideia de ter um comando único para conectar os golpes. Engraçado como uma coisa tão simples como essa, permitir que qualquer golpe inicie combos, faz com que até hoje, ao menos aqui na América Latina, Samurai Shodown II seja tão jogado e amado.

Mas é isso que importa na verdade: a jogabilidade. Claro que a minha Nakoruru do Samurai II é horrível coitadinha dela, e já no Samurai IV ela é o boneco mais forte!! Mas eu poder conectar um golpe voador forte seguido de slash… ou então um golpe forte de katana depois um “fantasma” com o Ukyo, ambos tirando um dano absurdo… não tem preço. É como eu gosto de falar… Satisfatório. E fighting games têm de ser assim… Satisfatórios.

Abraços!

Fonte: Snk.fandom [Link]
Lançando em 1994 para os arcades e portado para vários consoles

Galeria de Imagens

ps: Consegui zerar com uma ficha e liberar o final verdadeiroI
ps²: Sim, sou eu jogando nesses prints de Perfect, etc!

Kono Oto Tomate: Escute esse Som – Indicação do Anime

PierrotGluton não para meus amigos e amigas! Desta vez indicado um anime que tem aquela cara de shoujo, aquela cara de slice of life, mas que sempre tem aquele algo mais, que só os japoneses são capazes de proporcionar. Vamo ver o que ele acha? Bora!

Kono Oto Tomate: Escute esse Som – Indicação do Anime

Os japoneses são bem bairristas, os monstros só atacam lá, somente japoneses são evocados para outros mundos e por aí vai. Mas… no caso temos algo que realmente só tem no Japão, uma “harpa deitada” que é um dos instrumentos mais tradicionais do Japão.

A trama gira em torno de um clube de koto que está prestes a fechar, restando apenas um membro. A ele se juntam um “delinquente”, uma virtuosa instrumentista solo, uma patricinha despeitada, três cabeças de vento, orientados por um músico/maestro fora da curva… Plot de um anime chato pacas não é?

Errou! A trama e os personagens são tão bem desenvolvidos que o balizador de um bom anime se apresenta… assistir e acabar sem você perceber que o tempo passou. Venha se apaixonar por personagens, músicas e casais que se formam. Um shoujo escolar com doses bem pensadas de drama, numa grata surpresa de um tema bem out side.

Aproveitem e deem aquela passada na página do AMS Scan Oficial.

Blade – A Lâmina do Imortal (Mugen no Juunin): O que pensar da Imortalidade? – Indicação do Anime (2019)

Grande pierrotGluton. Provando que a imortalidade existe até no Brasil, terra que nunca houve um “Brasil Feudal”, ele nos traz uma bela indicação do anime Blade of the Immortal, também conhecido por aqui como Blade, A Lâmina do Imortal. Ele que já leu o mangá quando era mais novo, resolveu dar umas bisbilhotada no anime deste ano (2019) produzido pela Amazon. Vamos ver o que o velho amigo achou.

Blade – A Lâmina do Imortal (Mugen no Juunin): O que pensar da Imortalidade? – Indicação do Anime

A poucos dias, a Amazon lançou um remake de um mangá já lançado no formato de anime. Não assisti aquela primeira versão. Vamos contar como conheci Blade, a lâmina do imortal (Mugen no Junin). Na década de 90, ainda influenciado pelas revistas Marvel, não me sentia muito atraído por qualquer outra coisa (sim, fã boy), mas por alguma razão, uma revista, um mangá me chamou a atenção.

Era Blade. Não, não confundam o Blade do Wesley Snipes… A história se passa no Japão da era Tokugawa (saudades Samurai X), onde um samurai sem patrão (um Ronin) vagueia tentando se redimir de seus pecados… Na primeira cena, o sujeito é retalhado… Morto deveria ser, mas morto não estava (Yoda me inspirou).

As partes cortadas se juntavam com minhoquinhas puxando os pedaços cortados e fazendo se juntar novamente. Não vou relatar sobre detalhes dos plot e tal… Mas o nível de carnificina me lembrou os de revistas de terror dá década de 80. Eis que esses dias… Sem pretensão… Assisto ao primeiro episódio… E fico deslumbrado… Que obra meus amigos… Que artes lindas de se ver… Não tenham esperanças… Não pensem em roteiros melosos e grudentos… Grudentos de sangue talvez…

Trazendo que a vida, mesmo a de um imortal é feita de sangue, dor e solidão. Algo corriqueiro no universo japonês… No entanto… Há poesia, mesmo no lodo… E as flores surgem dos lugares menos esperados… Assistam.

Até Samurais sanguinários em busca de redenção têm waifus…

Review do velho no AMS Scan: [Link] passem lá e curtam a página.