Star Wars Os Últimos Jedi – Review: Um filme de Fantasia no Espaço… da Disney (Episódio VIII)

Olá amigos e amigas, como vão? A review do Episódio VIII vem com pressa, pouquíssimo tempo depois da do Episódio VII. E será que neste longa as perguntas que ficaram em aberto no filme anterior (de quem é a Jornada do Herói? d’aonde veio a Primeira Ordem? Quem sou eu?) foram respondidas? Venham comigo e vamos descobrir.

Star Wars Os Últimos Jedi – Review: Um filme de Fantasia no Espaço… da Disney (Episódio VIII)

Rey… fazendo cosplay da She-ha! Ficou maneiro

Este foi o filme de Star Wars que mais demorei para assistir. Atônito e horrorizado depois de ver Rogue One, sabia que o futuro da franquia estava sob as forças do Lado Negro (ou das Trevas, como os filmes da Disney gostam de chamar). Não vou tecer comentários sobre “O filme da Segunda Guerra Mundial ideologicamente carregado no Espaço da Disney“, mas o fato da “”causa”” ser o grande motivo de Rogue One e não a DEMOCRACIA, me assustou e me moveu para longe de Star Wars por mais de dois anos.

E cá estamos para prosseguir a nossa homérica saga para analisar os filmes da Disney de Star Wars. No episódio VII vimos que o filme deixara muitas duvidas, tanto em relação ao seu sentido: de quem seria a Jornada a ser Contada; até fatos da própria história do longa: como a Primeira Ordem TEM TANTA GRANA? Além do background dos personagens. Costumeiramente, duvidas dificilmente são respondidas nos filmes da saga. Até porque elas costumam ter impacto o suficiente quando o são (“Luke, I AM YOUR FATHER!“).

Não vou falar de Rogue One

Este é o caso deste filme de fantasia no espaço da Disney que bem poderia ser um musical espacial, da Disney. E como sempre nas minhas reviews de SW. trato de assuntos que não se vê falando por ai, sendo eles, O Sentido da Franquia na boca de Mark Hammil, Um filme de ação e aventura que dá sono e um Filme de Fantasia da Disney… no espaço.

Venham comigo!

O Sentido da Franquia na boca de Mark Hamill

Vou começar pelas coisas boas. Apesar do J.J. Abrams ter abandonado a direção neste segundo longa da Trilogia Disney, ele permaneceu como produtor executivo (dizem que ele é de fato um fã de Star Wars). Abrams deixou para dirigir e roteirizar (talvez fora um erro grave, o roteiro) Rian Johnson. O diretor não teve nada a ver com Rogue One (escrito por tanta gente que só consigo pensar que na verdade se tratavam dos acionistas da Disney) mas temos um elemento principal daquele longa aqui no episódio VIII.

A coisa boa é que por Abrams ser fã, entende Star Wars. Para mim foi muito bom (um “EU TE DISSE”!) quando Mark Hamill falou que Os Jedi não deveriam continuar, porque eles ficavam sempre envaidecidos pelo uso da Força. Basicamente, ele fez uma exegese da franquia em poucas frases, de coisas que eu falei amiúde principalmente na review do Episódio III, a Vingança dos Sith.

Tomando uns goró, porque sábios mestres maneiros tomam goró

Ele explicou tudo — não cuidaram do medo de Anakin e fora um Jedi que o treinara; ele mesmo ficou perdido por ser o grande Luke Skywalker; Yoda ao ajudá-lo a queimar a “árvore Jedi” deixou claro aquilo que o Samurai Hippie, o Liam Neeson, vinha falando há anos, de como a ordem Jedi vinha “patrulhando a galáxia” e exercendo todo seu poder sobre ela e o desequilíbrio que causara. E no alto de sua Arrogância como usuários da Força, não viram os Sith se aproveitando da situação.

Hamill, finalmente atuando a altura de si mesmo deixando de ser o “menino acanhado” para ser o “mestre revoltado” revelara tudo. Ele foi e é o ponto alto (pelo menos até agora) dos filmes da Disney de Star Wars, junto com o Finn que é maneiro. E para mim que gastara tanto tempo fazendo as reviews, foi uma recompensa.

Um filme de ação e aventura que dá sono

Os animaizinhos!

E agora que falei das coisas boas… foi só eu que quase dormi ao ver o filme? Duas vezes? A primeira foi quando o Finn junto com a “mecânica oriental” estavam salvando os “cavalinhos” do cativeiro terrível, em meio a uma guerra aonde toda a resistência poderia morrer. E antes que me chamem de insensível, lembrem, crianças escravizadas que cuidavam dos “bichinhos” e ninguém deu a mínima para elas.

O segundo ponto foi no final do filme. Talvez porque não fora o Abrams que dirigira, o longa não teve aquela “passada de acontecimentos” que são sua marca. Em vez disso tivemos… “Quests”.

Quests de Rpg!

Fiquei um bom tempo pensando como traduziria esse ponto do roteiro e o melhor que pensei foi em “Quests”, como as Quests dos jogos de RPG. Em vez de vários acontecimentos, Episódio VIII tem Quests, que podem ser traduzidas como “Missões”.

A primeira missão foi longo no começo do filme: o breve ataque da “Resistência sem naves” contra a armada da Primeira Ordem. Depois a segunda quest foi escapar… porque a Resistência é pobre coitadinha, ela mal tem naves e a Primeira Ordem tem cruzadores e destroyers maneirões.

E aí (depois de vários momentos de tensão sexual entre a general de cabelo Rosa que defende uma “causa” como os personagens de Rogue One e o capitão aka “I wanna Be Tom Cruise“) tivemos a segunda quest aonde o Finn foi enviado junto à mecânica oriental para conseguirem um jeito de invadirem os destroyers inimigos e… destruí-los?

Mais e mais Quests…

Daí o plano deu errado e a General de cabelo Rosa que parecia traidora na verdade iria se sacrificar pela causa enquanto todos fugiam (não tem piloto automático no espaço não?).

Mas ai… o plano deu errado de novo e a nova quest depois que a General que gosta de novinhos jogou sua nave no destroyer inimigo à “””semi-velocidade-da-luz””” pela causa, a resistência iniciou outra Quest para um planeta… Acho que vocês me entenderam. E todas essas missões com começo-meio-fim dão cansaço… parece que nunca acabam! No fim, tudo o que eu queria às 2h do longa era que ele terminasse.

Enquanto isso no Lustre… do outro lado da Galáxia…

Mas não acabou ainda! Enquanto todas essas Quests rolavam, do outro lado da Galáxia Rey estava na Quest da sua Jornada para ser Treinada pelo sábio mestre mais maneiro e melhor interpretado de toda a história de Star Wars — enquanto namorava com seu namoradinho no telefone sem fio da força…

Filme de Fantasia da Disney… no espaço.

Repararam como a Força aqui, na verdade seus usuários, são overpower ultra-poderosos +8mil? A cena da Leia se salvando (no que seria a morte mais injusta para a atriz e para a personagem) eu quase chorei. De tristeza. A atriz havia falecido poucos meses depois da filmagem e de repente era como se ela estivesse viva e escapado da morte. Eu pessoalmente, não gostei.

Isso sem falar a “quase queda” do Luke ao “quase matar” um adolescente… por Medo; coisa que ele nunca vacilou como Jedi. Pela primeira vez senti, talvez, a mesma coisa que Pamela Lyndon Travers sentiu ao ver Merry Poppins desvirtuada no cinema — o livro dela não tem nada a ver com o filme açucarado de Walt Disney.

Todo este filme com este uso da Força como M A G I A não tem precedentes nos longas de Star Wars: espíritos intercedendo nas coisas; pessoas desafiando a morte; outras fazendo um corpo físico aparecer em outro lugar… é tudo poderoso demais. A cena do Snoke controlando inteiramente um outro usuário da força foi… uma bosta. E aqui estou falando como fã mesmo.

A Força nunca foi “Solução Mágica” para todos os problemas (lembrem, os Sith também ganham). A cena do Luke “assustando” um exército inteiro é ridícula porque Jedis não vencem exércitos. Aquilo foi no-sense no ponto de vista da história de Star Wars.

M A G I A

Veja bem, essas são análises diante do que fora Star Wars. Mas do ponto de vista de pessoas que nunca viram um filme da Franquia são normais. Por quê? Porque é fantasia. E fantasia é isso mesmo. Existem varinhas de condão, fadas, bruxas e trevas; e na fantasia o mal sempre tem que desaparecer, porque um fio de esperança tem que aparecer.

Oras, como não ter esperança se você tem M A G I A ao seu lado? Basta ter alguém que saiba usar a M A G I A. É como o espírito do Yoda falou: “Aqueles livros Jedi são inúteis (assim como a história pregressa da franquia). Não há nada que a jovem Rey já não saiba.”. E aqui fica bem claro do porquê eu quase dormir vendo um filme de Ação e Aventura. Porque não se trata de um filme de Ação e Aventura, mas um filme de Fantasia no espaço.

Conclusão: Fantasia Espacial e não um Épico Familiar no espaço

Por incrível que pareça um Épico tem vários pés no chão. Nunca foi à toa que no exército da Leia o único que a desobedecia era Han Solo: ele nunca fez parte daquele exército. Quando ele fez, já era um General. A mesma coisa quando o Império contra-atacou. Não se precisava de mais uma arma de destruição em massa. O Império simplesmente invadiu a base Rebelde naquele planeta gelado e a cena antológica do Darth Vader entrando, aconteceu. Simples assim.

Os Jedi nunca foram per si, a salvação da guerra. Eram o começo, Uma Nova Esperança. A Leia procurou o Ben porque temia Darth Vader pelo fato dele ser “diferente” e não porque o Ben iria matar todo mundo com M A G I A (foi o que ela descobriu). Leia precisava de ajuda, e não de uma Última Esperança que resolveria tudo, como mágica. Mas isso, todas essas questões de Star Wars e que definem Star Wars, não importam no Episódio VIII, porque ele não é um filme que conta a Jornada de um herói ou uma heroína sobre um Épico familiar espacial, como um Ulisses Espacial.

Não preciso de família para ser quem quero ser

Esse Conto de Fadas da Disney NÃO é um épico familiar, como sempre fora Star Wars (palavras do Lucas). E a ausência de background familiar da Rey e do Finn são sintomáticas também. Diria até que a ausência de ancestralidade é facto desta geração não apenas no cinema. O Ren matar o pai (nasceu no pedido de Harrison Ford) tomou o sentido de “Não preciso de família para ser quem quero ser“. Soa familiar?

“Mumm-Ra” espacial… morto logo no começo para as crianças conseguirem dormir

Esses filmes da Disney (estes dois) têm tantos elementos de queda e de Jornada, mas pecam tanto em ter um pézinho no chão, porque simplesmente não precisam ter. Snoke por exemplo… um Sith com tamanho poder que enganou o discípulo do Luke, morto daquele jeito… e d’aonde ele veio, como a Primeira Ordem é tão rica assim?

E sinceramente, não ligo se derem essas explicações em outras mídias ou no Ep. IX. Lembrem, o Império Galático era o IMPÉRIO, ele cobrava impostos DA GALÁXIA. Como a Republica GALÁTICA não tem dinheiro para nada? Nem umas navezinhas novas? No-sense.

A resistência poderia procurar o caldeirão do Hulk para fazer um “Lata-velha” nessas naves

A questão é essa. Os filmes da Disney não falam de uma Aventura Épica Familiar, de uma Jornada do Herói, um Épico Espacial. Eles são pura fantasia no espaço. Contos de fada não precisam se ligar a “pequenos detalhes”, precisam apenas contar uma historia de ninar, aonde se há esperança (M A G I A), há vida. Uma Fantasia espacial de ninar, como fora Merry Poppins.

O “Yoda Lightning” como os gringos estão chamando

Disney deve estar orgulhoso.

Star Wars O Despertar da Força – Review: Qual Jornada do Herói/Heroína? (Episódio VII)

Olá minhas amigas e meus amigos, como vão? Sim… prometi que faria a review dos filmes Star Wars da Disney quando comecei a maratona de reviews de todos os filmes da saga. Finalmente chegou a hora de começarmos já que o episódio IX está nos cinemas. Será que J.J. Abrams conseguiu entregar um bom filme aos fãs?

Star Wars O Despertar da Força – Review: Qual Jornada do Herói/Heroína? (Episódio VII)

Em pleno fim do ano cá estamos para dar inicio ao fim de nossa grande saga épica de reviews dos filmes de Star Wars. Primeiro começamos do final, avançamos para os filmes dos anos 2000 e chegamos finalmente aos longas “Star Wars da Disney” como me acostumei a referir. Eles têm uma visão única da franquia, completamente avessa e diferente do que Lucas faria, e espero deixar esse ponto claro no decorrer das reviews.

Enfim, depois da franquia ficar mais de um década na geladeira, é lançado em 2015 O Despertar da Força, com direção de J.J. Abrams que já havia dirigido dois filmes de Star Trek e carregado eles de ação. A direção e o roteiro é bem característico do Abrams (um roteiro bastante corrido, contando acontecimentos a cada momento, o que faz que seus longas nunca parem no mesmo lugar) e se esperava que ele a empregasse também no seu primeiro filme de Star Wars.

E sim, essa review assim como as anteriores tenta trazer aquela visão diferente das críticas e reviews comuns que vocês vêem por aí. O texto fala essencialmente de 3 temas: Fanservice, Fãs vs. Diretor da vida Real, e por fim o sentido da obra que permeia todo ele, de Quem é a Jornada?

Fanservice

O Despertar da força tem um ponto que o nosso amigo Ródi (ex-editor do site) sempre falou sobre Star Wars: “Admintb, nos filmes de Star Wars o primeiro é sempre alegre com o mal ao longe… o segundo é o mal em todo seu poder… o terceiro o bem vence”. Ironicamente eu fui ao cinema ver o Despertar da Força na estreia e eu estava disposto a provar que essa tese do nosso amigo estava errada. Mas não. Ele tinha razão!

O Despertar da Força tem seu roteiro inteiramente inspirado na Nova Esperança (ep. IV). Tem um pouquinho também da Ameaça Fantasma, mas a grande fonte que ele bebe é mesmo no filme dos anos 70. Primeiro aquela coisa de “Os segredos do mal estão aqui e precisamos encontrar alguém para nos ajudar” e ao mesmo tempo corre o plot da “Aquela pessoa que é ninguém mas que no final faz grandes coisas!“.

No fundo esse tipo de armação do roteiro é o maior fanservice do filme. Maior que o Han solo e o Chewbacca, maior que a Milleninum Falcon e maior ate que o Kylo Ren “I wanna be Darth Vader“.

Mas é claro que apesar de termos esse roteiro bem desenhadinho o estilo do Abrams aparece a olhos vistos. Ação frenética em que toda hora acontece alguma coisa que causa uma correria entre os personagens da trama. E no meio disso tudo, temos um piloto (eu nem lembrava dele!); a menina que será o novo Luke (ou a nova Anakin) que é uma simples catadora de lixo solitária, e o personagem até agora com background mais interessante, o Finn (aquela numeração randômica é coisa de fã maluco, não vou lembrar).

Fãs Vs. Diretor da Vida Real

Han solo morre no filme. Acho que o interessante não é nem o parricídio (o filho matando o pai e sofrendo horrores por não saber se conseguirá cumprir a sua Jornada de Vilão/Antagonista). A cena só é marcante do ponto de vista cinematográfico (ou só eu lembro da ponte que Luke e Vader lutaram praticamente nos três filmes dos anos 70?) e dramático também. Star Wars é sim carregado de drama teatral e isso, apesar de brega, é o que torna a saga tão querida pelos fãs.

A morte foi feia, porém? Ela foi melodramática. Mas quem é “fã das antigas” sempre soube que Harrison Ford queria há muito tempo que Han Solo morresse, e na verdade foi um “favor” que J.J. Abrams fez para o ator. Sim, o sentido da morte do Han Solo pela primeira vez em muitos anos (além do Retorno de Jedi) se deu por um fator externo ao filme. Daí, e só daí que a Jornada do Kylo Ren pode ser pensada no sentido do longa.

E é interessante como “aquela luta interior” dele de não sabermos ao final se ele vai se tornar ou não um malvado Sith, ou se a Rey (que é extremamente overpower) vai ou não se tornar uma Jedi… ou uma poderosa Sith (e quem sabe A Jedi, porque… sem treino fazer o que ela faz é uma loucura total, mas né?). E até mesmo o Finn, que mesmo com medo da Primeira Ordem (por ter sido “robotizado” por ela) sem pestanejar ou “fugir” de pegar o sabre, toma e o empunha para salvar a sua “friendzone”. Pronto, é isso.

Aliás, os três personagens principais do longa também passam pelo seu “fugir da jornada”, a “negação do fardo”, o que torna tudo ainda mais confuso de um certo ponto de vista. Geralmente quem anda pelos passos da Jornada é quem será o plot principal do filme, mas neste, todos os três vivenciam a sua jornada. Ao mesmo tempo.

de Quem é a Jornada?

E aqui ficou a pergunta para quem terminou de ver o filme. De quem é a Jornada? Se você pegar por exemplo, como expliquei na review da Nova Esperança, nós tínhamos Luke e Ben Kenobi (depois Yoda), que eram o “Escolhido pela força e seu mestre sábio”, e o “O Casal Épico +1” da princesa Leia, Han Solo e Chewbacca.

Aliás, Lucas se preocupou bem em separar esses dois grupos em todo o decorrer da Trilogia Clássica para deixar claro que o Épico familiar que ele estava tratando, era sobre Luke, Vader e Leia — mesmo que Leia estivesse principalmente lutando pela democracia e contra a ditadura do Império Galático, porque essa era a história épica dela.

O Casal do Épico… e o Dom Quixote de lata

A mesma coisa nos filmes dos anos 2000. Havia uma separação clara do escolhido e seus mentores, e o resto da história com o perigo dos Sith se aproximando. De um lado o épico do herói, ou no caso do Anakin, a história da sua caída no abismo para cumprir a profecia de colocar equilíbrio na Força; e na outra toda a questão política dos Jedi serem uma espécie de Braço Armado da Republica e os Sith se aproveitando disso.

Lucas mais uma vez, com seu estilo próprio, se preocupou em contar bem o Épico familiar e aquilo que o cercava, não dando uma atenção “absurdamente grande” no quesito político ao Épico, porque Jedis sozinhos não vencem exércitos.

Mas no Despertar da Força, qual Jornada é a Jornada? De qual épico nós estamos falando? Será a Jornada de Rey que ao mesmo tempo que procura seus pais tem um poder (muito poder mesmo, quase uma saiyajin) absurdo com a Força? Ou será o Finn que pôs sua individualidade à prova e se negou a cometer crueldades e foi soltar o “piloto que eu não lembro o nome”, não porque ele queria ser da Resistência, mas porque era o Certo a se Fazer.

Ou será que estamos acompanhando uma outra jornada de decaída, do Kylo Ren lutando (praticamente como sua geração luta) com mascaras maneiras que imitam a de seu vovô maneiro, porque ele quer ser muito, mas muito mal igual ele foi, e ainda não é mal o suficiente?

Primeira Ordem: Quem são? D’aonde vem? Talvez num próximo filme…

Essas três jornadas estão juntas e misturadas a uma guerra entre uma Republica sem dinheiro nem para comprar destroiyers (pelo amor de Deus a resistência lutando contra o Império tinha uma armada galática de mais respeito!) e um grupo político chamado Primeira Ordem liderada por um Sith extremamente misterioso e temido, mestre do Ren. Quem são afinal, Snoke e Primeira Ordem? De onde vieram, como surgiram?

Conclusão

Cadê o beijo?

São perguntas demais. Perguntas demais até para um filme Star Wars. Mas ver a Millenium Falcon voando de novo, a interação Leia e Solo (cadê o beijo na boca Disney??), os tiros, e até a cena dantesca de ver o Harrison Ford dando um soquinho num guarda (eu ri horrores!) coisa clássica do ator que ficou com ele até em Indiana Jones, foi muito, mas muito legal. Fanservice meus amigos, fanservice. Não é só coisa de anime não.

E aquele final… Tomadas aéreas completamente desnecessárias ao encontrar o grande sábio mestre, agora Luke Skywalker, numa atuação também dramática do Mark Hammil, que coitado, não pôde dizer uma palavra em duras horas de filme. Melodramático, brega e legal, como filmes de Star Wars devem ser. O verdadeiro problema não foi as doses cavalares de fanservice, mas as várias perguntas demais em demasia. E a falta de foco numa Jornada e numa história. Será que as coisas melhoram no episódio VIII?

Veremos.

Princesa Peach Cosplay – Gata da Semana Especial

Eu já trouxe especial de cosplayers da Princesa Zelda e também da heroína de Metroid, Samus Aran. Já que ao que parece gosto muito da Nintendo, vamos dar prosseguimento a esta vibe e trazer também o especial de cosplays da minha linda Princesa Peach. Por que sim, pelo jeito eu não sou o único (além do Mario) que tem uma tara por ela… Vamo lá!

Princesa Peach Cosplay – Gata da Semana Especial

A princesa Peach, a linda e clássica donzela em perigo dos games. É engraçado trazê-la para o blog porque já fiz especiais cosplays de heroínas dos games como a Lara Croft e a Samus Aran (Metroid), assim como personagens de games de luta como a Chun-li e a Kasumi (DoA). Não que a Peach hoje em dia seja só “donzela em perigo”, haja visto que ela já estreou um jogo em que ela salva os irmãos Mario, o game Super Princess Peach.

Acho que hoje ela tá mais para “desejada e jamais alcançada”, como a gente vê no final do Mario Odissey. E sim…eu tenho uma tara secreta pela Princesa Peach. Assim… antes eu não tinha. Na verdade nunca tive. Isso começou há pouco tempo, eu acho, graças a uma “amiga minha” e tals… enfim, podemos dizer que tenho hoje uma tara pela princesa e entendo bem o porquê de tanto do Mario quanto o Bowser correrem atrás da loirinha.

Enfim, vamos saber um pouquinho mais da personagem no post, e caso o amigo ou amiga estiverem com pressa a galeria de imagens está no finzinho. E sim… tem um ensaio nudes da princesa também, bem no fim do post mesmo. Apreciem com moderação.

Como nasceu a Princesa Peach e quem ela é?

Pois é pessoal, e como nasceu a linda Princesa Peach? Bom, ela foi criada pelo gênio Shigeru Miyamoto, ainda no Super Mario Bros. original. Ela seria como uma continuação da “Pauline”, a mesma personagem que foi raptada no Donkey Kong original. Por acaso, foi o próprio Miyamoto que primeiro desenho a Princesa Toadstool, como ela ficou conhecida aqui no ocidente, pelo fato dela ser a monarca do Reino dos cogumelos.

Por mais que para Miyamoto “a história não fosse importante, mas a jogabilidade sim”, a história do Super Mario Bros. de famicon/ NEs é meio… forte, com o Rei Koopa (também conhecido como Bowser) tendo transformado os habitantes do reino cogumelo nos Blocos que o Mario quebra… quando dá cabeçadas…

Enfim, anos depois, para o lançamento do Super Mario Bros. 3, Miyamoto pediu ao artista Yōichi Kotabe que redesenhasse toda a turma que ele havia criado, e claro, a Peach também estava inclusa.

Se antes ela tinha um vestido branco e um cabelo vermelho (muito por conta da pouca memória dos cartuchos do Nes de primeira leva) o Kotabe a redesenhou de vestido rosa, cabelo loiro (apesar de num anime da época ela ainda aparecer de cabelo vermelho) e os olhos de “gato”, que fora pedido do próprio Shigeru.

E não vou mentir, gosto bem mais dela com esse redesenho do Kotabe. E agora? Agora… ela ainda é a monarca do Reino cogumelo, disputada por todos, mas que não quer ninguém a não ser defender seu Reino. Empowerment é aqui mesmo.

Quais as maravilhosas Princesas Peach de hoje?

E lá vamos nós para colocar aqui todas as lindas cosplayers que escolhi da Princesa Peach. Lembrando que as que têm link aqui no post é porque têm especiais aqui mesmo no site e basta clicar. As outras basta aos amigos e amigas buscarem os nomes no google que encontrarão. Enfim, as cosplayers da Princesa Peach de hoje são: Kayla Kiss (nudes dela no fim do post), Zombie Bit Me, Vera bambi, Raychul moore, Layze Michelle (br), Nao dignity, Liz Katz, Elizabeth Ortíz Chávez, MolecularAgatha e a linda Elliria.

Espero que gostem da seleção que fiz, escolhida a dedo, com muito carinho e a minha mão somente. E lembrando sempre meninos e meninas, apreciem com moderação. Curtam a Galeria de Imagens de cosplays da Peach. E sim, eu não esqueci. Logo abaixo da Galeria tem a seleção de cosplayers +18 da Princesa também (só clicar nos links). Quem quiser conferir eu pessoalmente, recomendo.

Galeria Cosplay da Princesa Peach

Cosplays da Princesa Peach +18 (Entendo o Super Mario)

Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (1)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (2)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (3)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (4)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (5)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (6)
Cosplay Princesa Peach nude Kayla Kiss (7)

Fonte: Nintendo.fandom – Princea Peach [Link]

A Verdadeira História da Caneta Espacial da NASA de 10 Milhões de Dólares – Fato ou Mito?

Que tal uma curiosidade científica para fechar o ano de 2019? No meio de várias tretas e pendengas deste ano sobre a Terra ser plana (não vou responder), o Afontegeek sempre postou curiosidades de fatos científicos ou históricos, e esse mito da caneta espacial de 10 milhões de dólares vale à pena dar uma olhadinha. Será que a NASA realmente gastou essa grana toda? E será que os soviéticos simplesmente usavam lápis? Vamos descobrir!

A Verdadeira História da Caneta Espacial da NASA de 10 Milhões de Dólares – Fato ou Mito?

Então amiguinhos vamos falar hoje um pouquinho da história espacial, tema que particularmente muito me interessa e intriga desde os meus 18 aninhos. Aliás, recomendo muito que vocês visitem a página e o canal do Homem do Espaço, especialista brasileiro da área de Astronáutica. Assim como o famoso blog Brazilian Space que há anos envereda o espaço aonde a internet brasileira jamais esteve.

Mas aqui neste post vamos falar da lenda da caneta da NASA que custou mais de 10 milhões de doletas — e nossa fonte é um artigo em inglês do Scientific American.  Essa é uma teoria que circunda nas internets desde o inicio dos anos 2000, aonde os cientistas da NASA perdidos em resolver o problema de escrever aonde não se tem gravidade (a tinta da caneta não desce em gravidade zero) teriam gastado anos de pesquisa e 10 milhões de dólares para resolver esse problema — e não teriam encontrado solução. Em contrapartida, os pobres e inventivos soviéticos simplesmente começaram a usar… lápis!

Então… meio que eu já estou estragando a surpresa dizendo que essa história é um mito… Mas… como a NASA resolveu esse problema? E os russos realmente usavam lápis?

O que se usava no Inicio da Era Espacial (1960-)

Cápsula Mercury da NASA (inicio do programa espacial americano)

Pois muito bem, originalmente ambos (americanos e soviéticos) usavam lápis, de acordo com os historiadores da NASA. Um fato interessante é que a NASA comprou 34 “grafites mecânicos” do Houston’s Tycam Engineering Manufacturing em 1965 por $4,382.50 dólares, ou seja cada grafite custou a bagatela de $128.89 doletas!! Quando essa compra a estilo “Brasil construindo estádio de futebol para a Copa” veio à tona pela imprensa, a NASA começou a procurar algo mais barato para que os astronautas usassem no espaço.

Mas de qualquer jeito… lápis não são uma boa escolha para serem usados no espaço. Porque as pontas podem se quebrar e se soltar na micro-gravidade, podendo ferir tanto a tripulação quanto causar dano às espaçonaves. Além disso, lápis são inflamáveis, algo que a NASA queria evitar depois que a Apollo 1 pegou fogo.

O “capetalismo” surge!

Foto emblemática da Cápsula Apollo orbitando a Lua

Pois muito bem, uma empresa de canetas chamada Fisher Pen Company, e seu dono Paul C. Fisher, investiram 1 milhão de dólares para criar o que hoje é chamada de “Caneta Espacial”. Mas… essa grana não veio da NASA — a agência só se envolveu no projeto da caneta depois que ela já estava em patente.

Em 1965 (o mesmo ano que a NASA gastou quase 130 dólares por grafite) Fisher patenteou uma caneta que era capaz de escrever de cabeça para baixo, tanto no frio quanto no calor extremos (-45,56 °C até +204 °C) e mesmo debaixo d’água ou submersa a outros líquidos. Se estivesse muito quente a tinta simplesmente ficava verde ao invés do Azul que era o normal.

Fisher Space Zero Gravity Pen

Nesse mesmo ano, Fisher ofereceu a AG-7 ou “Caneta Espacial Anti-Gravidade” para a NASA, mas por causa do fiasco (principalmente da opinião publica) anterior da compra dos “grafites mecânicos” a NASA ficou meio hesitante se comprava ou não. Mas depois de testar intensivamente a caneta, a agência decidiu que iria começar a usá-la em voos espaciais no começo de 1967.

Como Funciona a Caneta Espacial?

Estação Espacial Internacional (2011)

Diferente das canetinhas normais que confiam na gravidade para que a tinta desça da esferográfica para o papel, o cartucho é pressurizado com nitrogênio por 35 psi (por volta de 24.607,44 kgf/m²). Essa pressão empurra a tinta em direção à esfera de carboneto de tungstênio na ponta da caneta.

A tinta também é diferente, e Fisher usou uma tinta que permanece num estado como um gel sólido, até que o movimento da ponta esferográfica da caneta a torna num fluido. E o nitrogênio pressurizado também previne que o ar se misture com a tinta evitando assim que ela de evaporar ou oxidar.

E os Soviéticos, o que fizeram?

Cápsula Vostok Soviética

De acordo com a Associeted Press (AP) reporta em fevereiro de 1968, a NASA comprou 400 dessas “Canetas Esferograficas Espaciais Anti-Gravidade” para o programa Apollo. Um ano depois, do outro lado da cortina de ferro… a União Soviética também adquiriu 100 canetas e mais 1000 cartuchos de tinta para usar nas suas missões espaciais Soyuz, de acordo com “United Press International”.

A AP também reportou que ambos, NASA e a agência espacial Soviética receberam o mesmo desconto de 40% por comprarem as canetas “no atacado”. Ambas pagaram $2.39 dólares por caneta, ao invés de $3.98 doletas.

Sergei Korolev

E aqui vai um pequeno “adendo”. Naquela época, diferente dos USA que haviam unificado todas as investigações espaciais numa única grande agência (isso feito graças a interferência de Kennedy), a URSS dividia em vários Bureaus de pesquisa espaciais e ICBMs; todos esses Bureaus lutavam entre si querendo partes do recursos vindos do Kremlin.

Nesta data da compra das canetas “em atacado” (1969), o Bureau de Sergei Korelev, responsável por todos os grandes feitos espaciais soviéticos começava a perder prestigio dentro da URSS por conta da morte do seu grande e genial projetista chefe ucraniano, em 1966.

Soyuz design de Sergei Korolev

Foi sob os comandos e desenhos de Korolev e seu Bureau que lançou-se Sputnik, Gagarin, Laika, e previa-se chegar a Lua. Uma pena que ele veio a falecer antes de fazer chegar à superfície lunar o que poderia ser o primeiro cosmonauta.

Voltando às Canetas Espaciais e aos dias de Hoje

E assim meus amigos e minhas amigas,  soviéticos e americanos, capitalistas e russos, desde o final de 1960 usam as canetas espaciais de Fisher, criando-se assim toda uma linha de canetinhas espaciais. Na verdade, surgiu uma nova linha chamada “Shuttle Pen”, usada pela NASA nos seus Ônibus Espaciais (chamados de Shuttles) e também pelos russos na sua maravilhosa estação espacial MIR.

E HOJE você amigo ou amiga, caso queira adquiria uma “Fisher Space Zero Gravity Pen”, pode comprar ela diretamente da AMAZON por 25 doletas, novinha! Tá achando que eu tô mentindo? Siga o Link e compre uma você também! Confesso que fiquei tentando em adquirir uma… mas com esse dólar alto… Quem sabe num futuro, não tão distante!

Soyuz acoplada a MIR

Ah… eu gosto tanto quando a Ciência e a Liberdade econômica dão as mãos… sempre aproximando as pessoas, sejam elas soviéticas, russas, americanas, brazucas… ou mesmo nós pobres mortais que não podem viajar para o espaço sideral!

Hoje o Falcon 9

Aquele Abraço!

Fontes: Scientific American [Link]  / Amazon [Link] Fisher Space Zero Gravity Pen

Saeko Busujima Cosplay (HOTD) – Gata da Semana especial

Ahh… aquelas lindas personagens de animes que atiçam nosso espírito e nossa curiosidade! Eu nunca assisti High School of the Dead, mas levando em consideração o que a Saeko Busujima representa para os fãs, resolvi fazer aquele especial de cosplays pra ela. Vamo lá aprender um cadinho da personagem e ver essas lindas meninas fazendo cosplays da Saeko? Vamo lá!

Saeko Busujima Cosplay (HOTD) – Gata da Semana especial

Olá a todos e todas, como vocês estão meus queridos amiguinhos e amiguinhas danados? Pois é, ainda tenho mais algumas cosplays na lista pra fazer e resolvi trazer desta vez a linda Saeko Busujima do anime/mangá High School of the dead. E sim, eu nunca li o mangá e menos ainda vi o anime, mas já tem várias cosplayers adoram fazer o cosplay da Saeko, porque não trazê-la para cá, não é verdade?

E sim… mesmo não vendo o anime ou o lendo o mangá, eu faço a de praxe pesquisa para saber um pouco da personagem e fingir trazer um pouco mais de conteúdo além das lindas beldades que vocês caso queiram, já podem começar a apreciar (com moderação é claro) indo diretamente para o fim do post para ver a Galeria de Imagens.

Então, vamo lá!

Quem é Saeko Busujima?

Então pessoal eu vou seguir de referência uma página do Amino fã da Saeko e também uma de hero.fandom, isso quer dizer que se houver alguma informação errada, culpem eles, não a mim. E sim, caso tiver algo errado deixe seu comentário — não quer dizer que vá corrigir nada, mas é legal deixar comentário eu curto! Então, a Saeko tem 18 aninhos, mede 1,74 e pesa 56kg (se fosse no mundo real ela teria um corpo quase de uma modelo). Não que eu achasse ruim, pelo contrário.

Então, ela é estudante do colégio Fujimi, filha do mestre Busujima e uma grande estudante da arte do Kendo (Kendo é a arte samurai japonesa que em vez de usar espadas de verdade, se usa espadas de madeira); ela é memro do grupo de sobreviventes liderado pelo Komuro. Se destaca por ser confiável e o tipo de pessoa que nas mais dificeis situações da vida você pode confiar. E segundo ao texto do Amino é graças a ela que muitas pessoas do grupo estão vivas ainda.

Já o texto do Fandom completa um pouco as informações, dizendo que ela é a segunda mais velha do grupo (depois do Shizuka) e age como uma “irmã mais velha”. Se apaixona pelo Takashi assim que acontece o apocalipse zumbi, começando a usar o primeiro nome do rapaz e pedindo para que ele também faça o mesmo. Ela é bem calma em combate seguindo o verdadeiro espirito samurai vindo de sua familia, seguindo “à risca” o que pode ser interpretar como código Bushido; frequentemente repete a frase “É a decisão de um Homem”, o que dá mais evidência de seguir as regras do Bushido de samurai.

E uma informação que eu pensei agora… existiram algumas famosas samurais japonesas assim como elas eram sempre a última linha de defesa dentro de um castelo do Xogum ou de um Samurai (senhor de terras) na época também, dos Xogum. E não, não sei nada do código do Bushido, nem me perguntem. Enfim…

Quais foram as cosplayers da Saeko que escolhi?

Saeko Busujima cosplay sexy Thábata Cardoso Juka Crasoves Rei Miyamoto hotd cosplays sexy

E lá vamos nós para colocar aqui todas as lindas cosplayers que escolhi da Saeko Busujima. Lembrando que as que têm link aqui no post é porque têm especiais aqui mesmo no site e basta clicar. As outras basta aos amigos e amigas buscarem os nomes no google que encontrarão. Enfim, as cosplayers da Saeko de hoje são: Sheryl Ringo, as brasileiras Thabata Cardoso (Saeko) num ensaio junto da Juka crasoves (Rei Miyamoto), Dy Chan (br), Katyuska MoonFox fechando com a maravilhosa KikiKannon Cosplay.

Espero que gostem da seleção que fiz, escolhida a dedo, com muito carinho e a minha mão somente. E lembrando sempre meninos e meninas, apreciem com moderação. Curtam a Galeria de Imagens de cosplays da Saeko.

Aquele Abraço!

Galeria de Imagens Cosplay Saeko Busujima

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Saeko HOTD cosplay Katyuska MoonFox

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Fontes: Amino [Link]/ Hero.fandom [Link]

Halo 2 – Review: Bugado, Perfeito e Visceral

Você já jogou Halo? Eu fiz essa mesma pergunta na review de Halo: Combat Evolved. Acho que se você jogou Halo 2, deve ter conhecido o Halo 1, ou ao menos, se veio parar nesta review é porque bateu aquele interesse. Halo 2 é… visceral. Mas vamos falar um pouquinho mais deste clássico dos FPS. Venham comigo!

Halo 2 – Review: Bugado, Perfeito e Visceral

Olá meus bons amigos e minhas amigas, como vocês estão? Pois é, cá estamos para fazer a Review de Halo 2, a continuação aguardada do clássico dos FPS “Halo: Combat Evolved“. Como na outra review eu me via um pouco como um “noob” jogando um FPS clássico, agora já me sinto mais à vontade. Desta vez eu joguei no modo Heroic (o Hard de Halo) e talvez por isso mesmo, não vou focar muito este texto na visão de “Um cara jogando um FPS desconhecido pelo povão”.

Exploro alguns pontos do jogo em sí, mas sem esquecer do fator que acho mais preponderante quando falamos de jogos de video-game, que é a experiência pessoal. Então esta review tem um direcionamento talvez seguindo as palavras de Jason Jones, um dos fundadores da Bungie, estúdio que criou Halo:

“Halo 2 é muito de Halo 1, só que é como se Halo 1 estivesse em chamas, indo a mais de 200km/h através de uma zona de hospital, sendo perseguido por helicópteros e ninjas. E todos os ninjas também estão em chamas!”

Vamo lá?

uma Experiência Bugada e com Mudanças de Gameplay

A Evolução Gráfica da Cortana comparada ao Halo1 é Dramática! (gameplay meu)

Vamos primeiro colocar o elefante em cima da mesa começando por alguns pontos Negativos de Halo 2. Eu tive acesso a versão de PC para Vista, lançada em 2007 com melhorias gráficas com relação a do Xbox clássico de 2004, e teoricamente melhorias nos “bugs”(hoje existe também a versão Anniversary com gráficos ainda melhores mas que vai exigir um PC mais parrudo). O problema é que acho que dos bugs mais notados têm a ver com a Inteligência Artificial dos soldados humanos, que deveriam nos ajudar — não estou falando da linda Cortana.

Eles ganharam uma atenção especial desde Halo 1, porque basicamente Masterchief entrava nas bases “sozinho” para resolver os problemas com os Covenant (os Aliens). Em Halo 2, desde as primeiras cenas o foco mudou um pouco de “Rambo”, do Halo 1, para “S.w.a.t. com um cara muito bom no time” em Halo 2. Essa claramente foi a tentativa principal da equipe que desenvolveu o jogo. Fazer que mais interações de equipe ocorressem durante a jogatina. Mas os soldados humanos… Minha nossa. Além deles SEMPRE matarem os Mgalekgolo, que são os aliens mais poderosos e mais SATISFATÓRIOS de serem mortos durante a jogatina… são uns bostas. Malditos Humanos!

Esses caras! Que delicia vencer eles no X1 de Colt

Eles revelam nossa posição, gastam bala à toa, morrem sozinhos caindo de precipícios — em alguns pontos do jogo eu REPETI alguns cenários para que alguns amigos marines ficassem vivos, principalmente as soldados marines que são bem legais e participativas, mas minha nossa… Não tive nenhuma experiência divertida com os humanos que estavam lá para ajudar o Masterchief.

Outra coisa que realmente não me agradou, foi a mudança da gameplay de tirarem os Kit de médico para recuperar o life. Agora sua vida restaura sozinha durante um tempo de cooldown. No game eles chamam de Energy shield, e era basicamente o que os aliens usavam no Halo 1. Minha crítica é que você ter um life único te faz não arriscar, como se fazia no primeiro jogo. Isso significa que você não pode mais juntar vários lifes, sair que nem o Rambo “matando geral” e ter muita diversão ao fazer isso. Agora, mesmo com o Masterchief estando muito mais forte que no Halo original, seus movimentos têm de ser melhor calculados porque em poucos tiros você pode morrer. Até hoje não gosto dessa mecânica de jogo.

Masterchief pensando: “Preferia ficar sem eles no meu time”

E armas… como faltam armas em Halo 2, ao menos no Hard!

Complicado e Perfeito

Sim… a gente joga com um ALIEN em Halo 2

Claro… ainda tenho mais algumas reclamações. Como a falta de um MAPA principalmente ao jogar com o Arbitrer… Sim, Halo 2 não é apenas “dois” por ser uma continuação. Você agora tem duas diferentes formas de gameplay. Uma que é mais visceral e potente com o Masterchief (minha preferida!). E outra mais veloz e mais ágil, com um dos líderes Alien do Covenant, mas que por ter um life muito menor vai exigir do jogador ser bem mais sorrateiro e inteligente, lutando como um “fdp” para vencer os inimigos. E o grande erro é que os Covenant não gostam de utilizar as IAs (como a Cortana), por terem preconceito contra elas (você começa a entender só nesses elementos de gameplay, porque os Covenant estão perdendo a guerra contra os Humanos)

Vou explicar melhor. Os Covenant são os aliens dominantes da nossa Galáxia, com a humanidade correndo logo atrás para se sagrar como soberana. E os Covenant não são uma única espécie. São vários aliens que resolveram se unir sob um governo teocrático central. E na verdade, toda a tecnologia que permitiu aos Covenant conseguirem serem os dominantes da nossa galáxia foi extraída dos Halo, que são armas de destruição em massa criadas pelos antigos soberanos da Via Láctea, os Forerunners.

Guilty Spark (ele é HILÁRIO!) uma das IA dos Forerruner e o Heretic

Justamente por utilizar da tecnologia Forerruner, eles acabaram se encontrando com as IAs que estes Forerruners deixaram lá para tomar conta dos Halo. E aqui vai o problema que influi na gameplay. Neste Halo 2 as fases ficaram ENORMES, consideravelmente gigantescas quando comparadas ao Halo 1 que tem mais áreas de labirinto. Aqui no H2 a maioria das missões são em áreas abertas e você se perder é lugar comum.

Arbitrer pensando: “Quem precisa de IA ou um MAPA quando se tem um Trabuco?”

A questão é que o Mastechief conta com a Cortana (a nossa IA), para guiar mais ou menos aonde o jogador tem de ir, o que fazer e algumas vezes até o que vai enfrentar. O Arbitrer coitado… não tem nenhuma IA e nem um mapa para auxiliar aonde ir nas áreas gigantes.

 

 

 

Mas vocês devem ter notado nestas minhas descrições de problemas, como o fator História é dominante em H2 assim como é no H1. E aqui meus amigos e minhas amigas é o que torna H2 ao meu ver, melhor e mais visceral ainda que Halo Original.

Visceral e Único

Miranda Keyes… engraçado enquanto jogava não achava ela bonita

Falei dos problemas. Dos Humanos se matando sozinhos, ou delatando nossa posição para os inimigos. A falta de Mapas que vai tornar uma missão em especial com o Alien um INFERNO, indiferentemente de quem seja o jogador. Mas vocês notaram nas mecânicas do jogo um dos fatores essenciais que fazem de Halo uma série única entre os FPS. A História. Notaram como a história influi na gameplay? Vai ser impossível você não sentir empatia com os humanos “abobados” (eles conversam com a gente durante as fases) ou até mesmo com alguns comandantes, como o caso da Miranda Keyes. A mesma coisa se diz dos aliens que ajudam o Arbitrer.

Se você vai querer salvar alguns dos soldados humanos inúteis, os soldados aliens, sejam eles quais forem que estiverem ao seu lado, principalmente os baixinhos, os Grunts… Você vai rir, mandar eles para o combate e enfim, jogar com eles. Por acaso os aliens são úteis, diferentemente dos soldados humanos. E sim, se joga também com o alien, caso vocês não notaram, com sua jogabilidade e experiência individuais. De certo que há também alguns probleminhas com os saves automáticos (salvando ou não salvando…) mas muito disso vai de cada jogador.

Esses carinhas são hilários! Mas eficientes soldados

Cada experiência que se tem com Halo 2 é única. Eu joguei praticamente ao mesmo tempo com um amigo, e criamos estratégias diferentes para lidar com os desafios de cada fase. Por exemplo, eu falei que a jogabilidade do alien exige do jogador que ele seja mais “fdp” por ele ser mais fraco que o Masterchief. O “brodi” acabou passando várias missões sem salvar jogando com ele, porque era mais fácil correr ou se esconder, até cumprir o que tinha de ser feito, do que “matar geral”. Eu preferi ir matando cada inimigo do modo mais “sacana” possível, seja por trás, usando a invisibilidade, ou com muita paciência, até porque eu me divertia mais jogando assim.

Lembro que ele vinha falar comigo que “H2 não tinha save” e eu pensei “tem de ter um jeito de salvar” até que acabei por descobrir. Limpe o local que salva. Mas aqui vai a dica: vão ter momentos tanto com o Masterchief quanto com o Arbitrer que tudo o que você vai querer é um save . Mas ele não virá (eu continuei matando geral mesmo quando o save não vinha). Então meu amigo ou minha amiga… lute por sua vida e faça o impossível para por um fim na guerra entre Humanos e Covenant, antes que o Flood destrua a todos nós!

Arbitrer… pose maneira mas mais fraco que um gato!

Conclusão – O que mais posso dizer?

Nada pode ser mais satisfatório que SOCAR UM ALIEN!

Halo 2 é incrível. Jogando no Hard você vai ter de enfrentar hordas e mais hordas de inimigos. Aparecem também inimigos novos agora que você joga como o Arbitrer. As fases também são um show à parte. Para mim é incrível como H2 continua um jogo bonito até hoje! E mesmo as fases mais impossíveis com áreas enormes e sem mapa, jogando com o Alien que é um fracote (comparado ao Mastechief) você vai ter momentos de pura ação. Terá de pensar muito no que fazer e depois, executar.

Para mim jogar com o Mastechief é sempre mais gostoso e foi um deleite aparecer na base alien dos Brutes (os “Donkey Kong”, outra espécie alien que faz parte dos Covenant) e destroçar o lugar. Até a referência a Doom jogando com o Masterchief vs. Flood nos finais do game precisa ser lembrada. Bate o Medinho.

Aliens Voadores… Acho que vi isso primeiro em Metroid Prime…

Já com o Alien que passei maus bocados na “secreta fase gigante que não direi o nome”, não vou mentir, foi indescritível descobrir o caminho certo e vencer todos os Flood sozinho. Depois, mais à frente é preciso ir até o ponto de encontro com os amigos Alien da Elite, enfrentando os Flood durante todo o percurso. Sem contar outro momento dos “finalmente”, que para se chegar na sala de um “Boss” (outro elemento tirado de Metroid Prime) você tem de enfrentar os Brutes sozinho, sem armas e jogando com o Arbitrer… Visceral.

Boa Sorte soldado!

A Linda Cortana te espera para te guiar na Guerra

Fontes:
Halopedia: Halo 2 [Link]/ Heretic Leader [Link]/ Arbitrer [Link]
Halo.fandom: Halo 2 [Link]/ Elite Ranger[Link]
Metroid.fandom: Flying Pirate [Link]

Rei Ayanami Cosplay (Evangelion) – Gata da Semana Especial

Depois do especial cosplay da Asuka, porque não fazer um também para a minha musa do anime, a linda Rei Ayanami de Evangelion? Sim… vamos conhecer um pouquinho mais dessa linda personagem kuudere e claro, nos deleitar com as lindas moçoilas que curtem fazer cosplays da Rei. Mas com moderação senhoras e senhoras.

Rei Ayanami Cosplay (Evangelion) – Gata da Semana Especial

E lá vamos nós para mais um post de cosplay, seguindo aqui o mini-especial de cosplays das “minas de Evangelion”. Desta vez voz trago a linda, misteriosa e “kuudere” Rei Ayanami, que afirmo logo, é a personagem feminina que mais gosto de Evangelion. É até engraçado trazer ela aqui para o site porque há muito tempo eu tinha em mente de fazer o especial cosplay da personagem, mas só agora, depois de trazer o post da Asuka, é que veio a coragem neste velho blogueiro.

Enfim, eu falo um pouco da personagem, mas bem pouco mesmo porque, apesar de Evangelion ser um anime, filmes, mangá, etc, bem antigo, eu realmente evito spoilers. Acho que o plot central da história da Rei deve espantar cada pessoa que assista o anime a primeira vez. Mas falo o basicão e aproveito para explicar um pouco o conceito de “kuudere” que exploro melhor no post “O que é Tsundere, Yandere, Kuudere, Dandere e Moe dos Animes“.

Mas agora é hora de cosplays, moçoilas lindas e coisas assim.

Rei? Kuudere? O que é isso tudo?

Pois bem, se o amigo ou amiga não for apressadinho/a para ver as imagens das beldades — se você for, sigam ao fim do post que lá nós temos a Galeria de Imagens das cosplayers, podem ir, sem problemas — Kuudere na verdade veio da forma como os japoneses pronunciam a palavra inglesa “cool”; cool quer dizer “legal”, mas também, “frio” e “gelado”. Logo “cool” + deredere” são aquelas personalidades que “amam de um modo mais frio”.

“Como assim veio do inglês?” Isso é bem comum. Um exemplo clássico é da palavra “Kissu”. No Japão, até o fim da Segunda Guerra Mundial não havia termo para “beijar na boca”, porque era um coisa que só se fazia dentro de quatro paredes, entre duas pessoas que se amam. Foi por causa da influência americana que “beijo na boca”, passou a “ser coisa comum” e ganhou um nome: “Kissu”.

E eu costumo amar as Kuudere. Não porque elas são frias ou não demonstram sentimento. Mas é como se lá dentro tivesse um forno queimando! Não tem o exemplo das Tsunderes, que a “brutalidade” é uma casca para uma flor? Aqui a frieza sempre esconde uma candura enorme.

Nas mãos de autores sérios, essa timidez excessiva e essa aparente frieza estão ali porque a personagem sofreu uma dor muito forte ou esconde um segredo angustiante, tendo toda a sua doçura escondida. Um exemplos de Kuudere clássicas são a Kanade de Angel Beats e Rei Ayanami de Evangelion (ambos animes com reviews aqui no site).

Um pouco da Rei Ayanami que tanto gosto

Rei é também conhecida como a “Primeira Criança”, piloto do Eva Evangelion Unit-00, e como vocês bem sabem ou não, é uma das personagens centrais de Evangelion. No começo do anime Rei parece ser bem fechada, indiferente aos acontecimentos e as pessoas a sua volta, mas com o progredir do anime, ela acaba demonstrando um pouco mais de seu lado, sua doçura e preocupação principalmente com o protagonista do anime.

Outra coisa que também é bem marcante na personagem é o quanto ela se machuca dentro de seu Eva, meio que tentando dominá-lo ou fazer com que ele haja de forma mais contundente.

É meio claro ao menos para quem vê o anime, que Rei é a que mais sofre (ou uma das que mais sofre) fisicamente, até mesmo nos treinamentos de seu Eva. Tudo isso é claro, fica claro e tem boas razões de ser. Mas só será agraciado/a quem ver o anime. Ou os vários filmes, ou mesmo o mangá. Vão lá pessoal, garanto que vocês não vão se arrepender de conhecer uma das Kuudere que mais gosto dos animes.

Mas enfim chega de falar de chatice, estamos aqui para ver um pouco das cosplayers, não é verdade?

As cosplayers da Rei que trouxe Hoje

E como esse especial já estava planejado há bastante tempo, meio que eu trouxe uma quantidade absurda de cosplayers. Lembrando que as que tem o link para clicar, possuem especial aqui no site e as que não têm, vocês mesmos podem procurar um pouco elas no google, caso bata aquela vontade especial de se divertirem.

Enfim, temos a Rei-doll, Rinaca, Jatek, Ivycosplay, Shiroiaisu Yoko, Ayaka shooting star, Darkfelicia, Amemiya luna, Youronlydoll, Nana Kuronoma, Koyuki, Tomia, Bunny Ayui, Julia russian Idol, Chiisana lunas’room, Vandych alex…

E a lista segue com Carol Ayanami + Plu Moon de Asuka e Kitty Honey. Fim. Se vocês repararem bem a maioria das cosplays são japonesas, ou ao menos uma boa parte delas. Assim como também elas tem um perfil que é bem comum entre as cosplayers da Rei e que como eu gosto da personagem, acabo gostando também de olhar. E sim… as cosplayers japonesas que aparecem na lista são “ero-cosplay”, então se divirtam caso quiserem procurar as moças no google.

Sem contar que tem aí uns nudezinhos que eu vou colocar em links separados. Sabe como é, aqui é um site de respeito, nada de +16 é permitido. Só em link no fim do post.

Galeria de Imagens Cosplay Rei Ayanami

Nudes da Nana Kuronoma Rei Ayanami Cosplay

rei cosplay evangelion nude Nana Kuronoma

Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 1)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 2)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 3)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 4)
Nana Kuronoma Rei Ayanami Nude (foto 5)

Nude da Vandych Alex Rei Ayanami Cosplay

Vandych Alex Rei Aynami Nude (foto 1)
Vandych Alex Rei Aynami Nude (foto 2)
Vandych Alex Rei Aynami Nude (foto 3)

Fontes: Evangelion.fandom [Link]/ O que é Tsundere, Yandere, Kuudere, Dandere e Moe dos Animes [Link]

Planetarian pode ganhar novo Anime OVA – ATUALIZAÇÃO – Verba Garantida!

Planetarian: the Reverie of a Little Planet, aquela visual novel especial lançada no distante ano de 2004 para o PC que por um milagre da nossa Yumemi-chan ganhou uma série de animes OVA em 2016 e mais tarde filme também. Agora em 2019 está naquela luta para produzir um OVA que comemore seus 15 anos de lançamento. E você? O que você acha do Planetário?

Planetarian pode ganhar novo Anime OVA – ATUALIZAÇÃO – Verba Garantida

Planetarian é uma obra especial para mim assim como Ah! Megami-sama por diversos motivos. Mas vamos primeiro à noticia. A Key/ visual Arts anunciou uma campanha crowdfunding para arrecadar uma grana no intuito de lançar um novo anime OVA de planetarian em 29 de novembro. A campanha tem a meta de 276 mil dolares trumps, para ter aquela graninha de produzir o OVA de 25 minutos chamado “Planetaria Snow Globe”.

Por que 29 de novembro? Porque ela marca os 15 anos de aniversário de lançamento do jogo visual novel (kinect novel) de PC Planetarian: The reverie of a little planet. E o OVA tem a ideia de ser a prequel, uma história pequena chamada Snow Globe que foi lançada dentro de uma light novel que vinha junto num bundle limited-edition para o jogo de PC original.

A light novel é um compilado de contos que além de “Snow Globe” contém “Jerusalém”, “Hoshi no Hito” (Man of the Stars) e “Tircis to Aminte” (Tircis and Aminte). Por acaso, quando eu fiz a review da visual novel e pesquisando sobre ela, sempre ouvi falar dessas histórias da light novel. E cá entre nós, para mim o Filme foi inspirado na “Man of the Stars” e agora este ova se conseguir alcançar a meta, será inspirado em Snow Globe.

“O que você acha do Planetário? Aquele lindo brilhar da eternidade que nunca se apaga, não importa quando… Todas as estrelas em todo o céu estão esperando por você.”

Pois bem, a light novel (prequel) também foi lançada num bundle especial na versão de PS2 de Planetarian, e mais tarde a Visual Arts pela Bunko, publicou a versão impressa em separado dela em 2008. São essas quatro histórias da light novel que inspiraram os três CDs drama assim como o cd de “Snow Globe”, que estreou no Comic Market 71 em 2006.

Jin Tamamura (The Girl in Twilight, Iron Vendetta) é o possível diretor deste OVA, enquanto Shogo Yasukawa (JoJo’s Bizarre Adventure, Food Wars! Shokugeki no Soma) retorna do anime de Planterian (os OVAs de 2016) para ajudar na produção do Roteiro. Hitomi Takechi (Hyperdimension Neptunia) também retorna como character designer.

Kawaai!!

E sim a Key/ Visual arts já fez uma campanha de crowdfunding para lançar um game VR de planetarian em 2018 e deu certo — o que acaba colocando boas expectativas para o financiamento deste OVA. Assim como Planetarian ganhou também uma versão do game para o Switch em 31 de Janeiro deste ano.

Todas as estrelas do céu estão esperando por você

Cara Planetarian… Acreditem ou não, até hoje não vi o filme lançado em 2016 porque eu sei que vai ser “barra”.  Fiz a review da Visual Novel assim como comentei o lançamento do anime e do filme numa alegria absurda, longos 10 anos depois do jogo ter sido lançado — parecia fake news!

Planetarian é daquelas obras clássicas da produtora que fez CLANNAD, Kanon, AIR, Angel Beats e tantas outras que inspiraram a Kyoani (mando condolências ao pessoal da Kyoani depois daquele atentado que vitimou tantas pessoas) assim como outras empresas e autores de animes, mangás e light novels, graças ao gênio do mestre Jun Maeda.

Arte Oficial de Kuzuya “Junker” (Lixeiro) no Anime

E os OVAS conseguiram não ser muito fortes no quesito drama como é o jogo Visual Novel e de certo modo isso é um ponto positivo, porque acaba abrindo a obra para aqueles que não curtem muito sair por aí chorando, possam também conhecê-la. Aliás, recomendo muito essa serie de ovas a qualquer um que goste de qualquer tipo de anime, de shonen a seinen ou mesmo que não goste de “desenho japonês” a vê-los.

E o que mais posso dizer? Veja os ovas, o filme, e se puder, adquira o jogo (visual novel) em alguma das mais variadas mídias que ele foi lançado, seja na steam, android, switch ou dê seu jeito.

Planetarian é daquelas obras que mesmo não tendo a profundidade de Túmulo dos Vaga-lumes por ser uma ficção, acaba por adquirir tantas nuances que é impossível não mexer com você, quem quer que você seja. E eu garanto que você vai acabar chorando mais com o joguinho.

ps: Ficarei atento ao resultado do crowdfunding. Qualquer coisa atualizo este post.

ATUALIZAÇÃO – Verba da Crowdfunding Alcançada!

Vocês lembram que eu falei que assim que saíssem mais noticias manteria este post atualizado? Pois muito bem. O ANN revelou que a crowdfunding foi um sucesso até ultrapassando a meta que era por volta de 30 milhões de yen (mais ou menos 276 mil trumps) e chegou ao numero de 32,967,126 yen (o que dá por volta de 300 mil doletas) em apenas DOIS DIAS! Isso significa que sim, já se tem o dinheiro suficiente (até mais que o suficiente) para a produção deste OVA de por volta 25 minutos de duração.

Mas agora… com resultados tão promissores da crowdfunding eles já planejam uma nova meta de 40 milhões de yens (por volta de 356 mil dólares) para assim fazerem um OVA com mais de 25 minutos.

Para quem não sabe, olha a Yumemi e o Lixeiro conversando aqui no nosso logo!

Vou ser bem sincero com vocês meus amigos e minhas amigas. Eu já esperava que eles conseguissem a grana dos fãs. Será que vão conseguir mais? A coisa que ficou mais clara na minha mente é que Planetarian, que sempre pareceu ser a obra mais de “nicho” da Key, (cuja possui os fãs mais seletos que não a abandonam) principalmente depois dos primeiros OVAs e o Filme, talvez ela não seja mais tão de nicho assim e tenha um público bastante respeitável.

Creio que o pessoal da Key também já notou isso.

Fonte: ANN [Link]/ ANN [Link]

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