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5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar

E lá vamos nós falar de mais games aqui no Afonte Geek! Desta vez é uma lista de games de corrida escolhida a dedo para te fazer começar a gostar do gênero — ou então para você que ama esse tipo de game, ter boas lembranças. Bem-vindos aos 5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar.

5 Games de Corrida Clássicos que eu Curto e quero Indicar

Eu admito para vocês amiguinhos e amiguinhas que tenho um fraco. Eu amo games de corrida desde… bom pelo menos eu amava na infância. E saindo um pouco dela também, diria eu. Acabei pegando uns bons games de corrida que joguei muito e resolvi trazer alguns deles para vocês talvez relembrarem, talvez conhecerem.

Lembrando que essa lista é do meu gosto e se vocês pensarem que “faltou algum”, não posso fazer nada sobre isso. Que tal comentarem e dizerem qual curtem?

Enfim, Vamos ao post.

Top Gear

Um CLÁSSICO Br. Publicado pela KEMCO no distante ano de 1992 (começo de vida do Super Nintendo), também conhecido como Top Racer, foi um verdadeiro divisor de águas… Só para nós brasileiros. Lá fora essa primeira versão não fez tanto sucesso assim não. Sua gameplay e trilha sonoras sem igual é o que mais fazem desse game ser um clássico do gênero.

As música, as fases demoníacas dos placões, os Password — eu tinha todos eles escrito numa folha de papel branca, junto com as do Mega Man II de NES. Acho que muita gente vai dizer que é O Melhor game de corrida já feito. Sem dúvida um exagero. Mas a junção de velocidade, pistas, placas e uma trilha sonora embasbacante fica na memória para todo o sempre, amém. E se eu falar mais serão apenas adjetivos.

NOSTALGIA!

Fonte: Wikipedia [Link]

F-1 World Grand Prix I e II

Saindo um pouquinho dos jogos com gameplay menos “severa”, mas ainda assim muito difícil em algumas fases, que é o caso de Top Gear, para entrar direto no que eu gosto de chamar de “Simuladores de Corrida do Tempo da Vovó”. A primeira versão do game foi feita em 1998 e a segunda entre 98-99, o que sugere que mal terminaram o primeiro, foram para o segundo.

Ambos feitos pera Paradigm e VideoSystem e se tratando de games oficiais da Formula One Administration Limited. Não vou mentir, se tratam realmente de games com um nível um pouco acima. Você realmente tem que gostar do gênero e advirto, vai quebrar um pouco a cabeça nas primeiras vez que for guiar os lindos bólidos.

Com gráficos mais polidos e a dificuldade menos acentuada, o F1 II acredito que seja mais convidativo para iniciantes, mas ambos são games excepcionais. Eu lembro de não ter conseguido zerar o F-1 1 em outro modo que não fosse o “rookie”, enquanto no II fui um pouco mais longe. Mas de qualquer jeito, sempre se consegue destravar imagens maiores quando se completa a jornada.

Fontes: N64 Brasil [Link]/ N64Brasil [Link]

 F-Zero X

Fantástico. Só posso dizer isso. Este eu zerei em todos os modos e dificuldades possíveis. Basicamente voltamos aos games de corrida com “realidade aumentada” aonde a gameplay que tem um foco maior para a diversão do jogador. Isso não o torna mais fácil, porém.Feito pela própria BIG N no ano de 1998 F-Zero X, continuação do F-Zero de SNES é pura LOUCURA.

Loopings absurdos, velocidades estonteantes e uma quantidade absurda de outros carros para destravar durante as várias fases, F-Zero X é um deleite para os fãs de velocidade. Para ser sincero com vocês, eu nunca vi muita graça do F-Zero para Super Nintendo… mas este aqui… lembro de ficar com o coração na mão em DIVERSAS fases, tanto pelos loopings quanto pela velocidade.

Jogaço que vale muito à pena mesmo!

Fonte: N64 Brasil [Link]

Mario Kart

Aqui meio que é um combo né verdade? Sido lançado o seu primeiro no distante ano de 1992 sendo que seu último foi o aclamado Mario Kart 8. Eu pude jogar as versões de SNES e N64 e fico morrendo de vontade de experimentar o Double Dash para Game Cube.

Acho que alguns de vocês devem estar se perguntando agora, “Mas Mario Kart deveria fazer parte de uma lista de games de corrida?”. Se você for levar em conta a gameplay e que a ideia é ser o mais rápido — não importando como — então sim, ele tem de estar aqui. Aliás ele PRECISA aparecer. Se não estivesse seria um sacrilégio.

É engraçado como esse game desperta a IRA– e as disputas com amigos e namorados/as sempre rendem boas!Mario Kart sinceramente é um clássico.

Fonte: Wikipédia [Link]

Biker Mice from Mars

Muita gente deve estar se perguntando agora porque não pus games como Rock in Roll Racing (que tem uma trilha sonora maravilhosa) ou mesmo Lamborghini. Bom… primeiro porque sou um “old-gamer”. Para falar a verdade, um very old gamer. Então era de esperar nenhum Forza por aqui, certo?

Segundo que acho Rock in Roll Racing muito travado e aquele game da Lamborghini me é odioso… Sim, eu não gosto nadica de nada de GTA ou de ficar fugindo da policia. Daí já viram né? Muitos games clássicos de moto ou de carro mais “divertidos” como Cruise in USA ficaram MUITO de fora. Votei para fechar com Biker Mice from Mars que se tratava de um desenho dos anos 90 que ganhou um game, vejam só!

Com visão isométrica com uma jogabilidade sensacional. Leve, fácil de se entender, e com cada “motoqueiro” com suas próprias facilidades ou dificuldades. Sem contar que tem uma dificuldade crescente em nível acentuadíssimo — não vou mentir, se você jogar no modo Hard as últimas fases são osso duro.

Vale à pena dar aquela conhecida.

Extra: Top Gear Rally

Indo para o finalzinho e tenho certeza que muita gente aí deve estar com uma carinha, “O quê? Nem mesmo Top Gear 3000?”. Pois é… Mas citar como extra Top Gear Rally? Eu tenho um motivo forte. A verdade e que se trata de um game com gráficos muito, muito ruins, com repetições de pista a esmo; não conta com o aclamado “nitro” dos games do SNES e ainda só para piorar, vem com uma seleção pequena de carros. Só coisa boa, né verdade?

A questão é que se trata de um game épico e muito, muito pouco conhecido pelos gamers, por isso vale à pena citá-lo. Gameplay sensacional aonde você tem que escolher qual a sua melhor dirigibilidade — sem segredo. Não tem motores para trocar. Pneus para escolher ou maluquices de tintas legais.

Aqui o negócio é você, a pista os outros dezenove competidores. Para um cara como eu que não gosta de complicações a não ser “Apertar Star e Play” não podia ser melhor. Se você não conhece esse game de 1997 pare tudo e dê uma jogada. Vale à pena.

Fonte:N64 Brasil [Link]


Esses são os games do gênero que mais gosto e queria trazer para vocês conhecerem. Se vocês tiverem mais alguns aí, ou discordam/concordam de minhas opiniões não se façam de rogados e comentem. Abração!

ps: Juro que não sou um nintendista!

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Silent Hill (1999) – Review: Um game para se jogar sozinho

E cá temos de volta nosso querido amigo Aldair trazendo uma review de um dos games de survivor horror mais clássicos já feitos: O mítico Silent Hill. Espero que curtam o texto, porque ele fala da atmosfera densa, macabra e desafiadora do game. Só tenham cuidado para não ficarem com medo…

Silent Hill (1999) – Review: Um game para se jogar sozinho

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 Sinopse

Sete anos atrás Harry Mason e sua esposa encontraram um bebê numa estrada e o adotaram como se fosse sua filha, eles deram o nome de Cheryl a ela. Mesmo depois que sua esposa faleceu, Harry continuou a amar Cheryl como sua própria filha.

No começo do jogo, nós encontramos Harry Mason e Cheryl, de férias, indo para Silent Hill. Estranhos eventos ocorrem antes que eles entrem na cidade. Uma policial, numa moto, passa à frente deles. Momentos depois, Harry vê a moto caída na beira da estrada e a policial não está em parte alguma. Logo depois, uma figura de uma garota subitamente aparece na estrada.

Harry tenta desviar,derrapa o carro e desmaia.Quando retorna a consciência, Harry descobre que Cheryl se perdeu e ele se percebe no meio de um mal que devagar envolve Silent Hill, sem saber que a única maneira de sair dali é pelo sacrifício da própria filha.

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O que se esperar deste game?

Silent Hill para mim é o melhor e mais impactante game de survivor horror que eu já joguei, sua franquia é gigantesca mais admito desde já que joguei  o primeiro que foi pra o PS1 (e pelo que parece também foi lançado para pc além de versões pra portáteis muito depois), as sequencias do PS2 (não sei nem pesquisei se foi lançado pra outras plataformas) que são o 2, 3, 4 The room, Origens e Shattered Memories, o primeiro de 3 games lançados pra celular (queria poder ter jogado os três mais na época foi por sorte jogar o primeiro) e as do PS3 e Xbox 360 que são a Homecoming e Downpour, enfim.

Os games da série principal eu joguei por completo e um spin-off que foi o do celular, tem outros mais isso fica pra depois irei focar nos principais e que pelo menos eu tenha jogado. Voltando para o foco deste texto que nada mais é do que o primeiro jogo da franquia que me rendeu horas e mais horas de jogatina fazendo eu zera lo varias vezes pra descobrir, salvar personagens e tentar ver finais melhores no game, eu no meu primeiro zeramento tive o pior final possível (risos).

Porém com um pouco de teimosia eu corri atrás e consegui o melhor final não foi fácil lembrando que este game não tem um sentido de terror comum ele é bem mais tenso e nos da uma imersão muito macabra e beirando ao real em nossa mente imaginativa, um Thriller psicológico muito bem arquitetado e extremamente sombrio e com clara exposição de satanismo ao qual não se deve ficar parado, pois se não poderá se arrepender amargamente.

O game mesmo sendo antigo pode e irá lhe dar sustos e faze-los ver coisas que podem ser desagradáveis fora que mesmo armado este game nos da a sensação e na pratica real que sempre estaremos em total desvantagem, a neblina densa esconde os maiores medos e os monstros que se escondem por trás dela não estão pra brincadeira.

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Teor macabro ou é só exagero?

Queria eu que fosse só exagero mais o game nós mostra que não podemos ter medo apenas de morto vivo, e pra piorar o game foca nos medos dos personagens então nunca espere a mesmice e já saiba que o que verá sempre será do que podemos caracterizar como grotesco, sádico e até masoquista, porém macabro.

O game tem uma dificuldade moldada ao level que tu escolhe, como um game como qualquer outro mais o que mais se destaca são seus puzzles ou se preferir chamamos de enigmas que variam, uma cidade fantasmagoria, uma câmera que causa fobia e um dos climas mais tensos que eu já vi e monstros insistentes perseguidores, seus chefes são medonhos e o cenário é sujo e asqueroso nos dando um mundo mórbido e imerso a solidão e ao caos.

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Trilha Sonora escrita pelo diabo

Eu sou fã das músicas deste game mais não é só do primeiro e sim de toda a franquia, o compositor e a cantora (Akira Yamaoka & Mary Elizabeth McGlynn) que acompanham o game estando de fora apenas no Downpour (apesar que a trilha sonora dele também não foi ruim) fazem a trilha deste jogo ser tão imersa a solidão, depressão, desespero, magoa e ressentimento, mas de uma forma tão linda e de expressão tão pura que o título de escrita pelo diabo não se dá, pelo fato do game em historia ser de fato levado ao próprio e sim por que o próprio em historia tem haver com a música.

Deixando assim entendido, que eu a considero como a melhor trilha sonora que eu já ouvi, além de ser continuo e não por lembrar de apenas uma música.

Enfim ouçam e tirem sua próprias conclusões. Aqui eu deixo a música tema do game e para que se perguntar o porque da imagem da enfermeira Lisa logo acima responderei com sua música tema que também merece grande destaque por ser uma das cenas mais comoventes do game jogue ou busque no youtube e verá. Descartarei maiores spoilers (risos).


O que eu termino eu espero que você comece

Este game foi indicando por um amigo quando eu obtive um PS1 há mais o menos 5 anos atrás. O mais estranho foi que ele me disse que este game é para ser repassando para aqueles em que se acredita na realidade do game.

A interpretação que eu tive foi a mais crua e macabra possível, pois este game ao decorrer de sua sequencias se torna cada vez mais sombrio, imerso em decisões que podem afetar seu modo de ver as coisas, seus sentimentos e pode afetar até na sua vida real, enfim se achou este meu papo de final de texto um tanto de doido, normal (risos).

Se criou interesse tome cuidado com o contexto deste game é algo que realmente não se pode brincar nem achar mera fantasia (se este post alcançar um numero favorável eu posto falando dos demais que zerei).

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Silent Hill esta no subconsciente de todos nós, onde há luz sempre existirá trevas, o controle depende apenas do individuo, quando não há controle… Bem Vindo a Silent Hill!

Hatred – Review do Game: Louco ou Cruel?

Um Game violento, cruel e sem intermédio, prepare-se para matar, prepare-se pra morrer, bem-vindos ao Caos: Assim falou nosso amigo Aldair sobre este game que ele “Indica” para vocês. Lembrando sempre que é por sua Conta e Risco!

Hatred – Review do Game: Louco ou Cruel?

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 Ódio preenche todo o seu corpo. Você esta doente e cansado da existência inútil da humanidade. A única coisa que importa é a sua arma e o puro terror que pretende desencadear.

Sinopse

O meu nome não é importante. O que é importante é o que vou fazer… Detesto a merda deste mundo. E os humanos vermes que se alimentam da sua carcaça. Toda a minha vida foi ódio frio e amargo. Sempre quis morrer violentamente. É a altura de vingança e não há nenhuma vida que mereça ser salva. Vou sepultar o maior numero possível. Chegou a hora de matar. E a hora de eu morrer. A minha cruzada genocida começa agora. (Palavras ditas no começo do game pelo protagonista que também é o antagonista do game)

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Você vai sair para uma caçada e vai limpar os arredores de Nova York de todos os seres humanos há sangue frio. Você vai atirar, vai machucar, vai matar e vai morrer. Não há regras, não há compaixão, sem perdão e não há mais volta. Você é o senhor da vida e da morte agora.

Imerso ao Caos

Este game propaga violência generalizada onde quem dita as regras de quanta dor e sofrimento deve ser vista é o jogador, de mecânica simples e jogabilidade confortável visto logo em seu tutorial que também demonstra um aperitivo do que há por vir de forma bem rápida e intuitiva. O objetivo aqui é matar, matar de forma rápida ou lenta, de forma cruel e sem misericórdia e destaca-se suas finalizações que são de pura frieza. O antagonista é um verdadeiro genocida e o ambiente do game nos trás a maior morbidez possível, trilha sonora perfeita para o gênero e ato e ambiente extremamente propício para mortes em massa.

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Apenas brutalidade e destruição pode limpar esta terra. Apenas uma matança vai fazer você morrer espetacularmente e ir para o inferno.

Matar até que encontre a própria morte.

O foco do game é este, porém antes que haja reclamações do conteúdo extremamente violento nada mais justo que analisar os demais games que oferecem a opção clara que deve se matar um adversário a diferença se torna mais do que óbvia, este game lhe dá a noção simples e direta que seu personagem e sua missão no jogo é a do genocídio, você é o vilão e mata pelo ato direto e extremo do antagonista, ódio e repulsa pela humanidade e guerra declarada a vida de seus semelhantes, sem meio termo seu personagem é o mal e desfere isso sem direito a se tornar um mocinho, é matar até que o próprio morra e de forma violenta, pois esse é o desejo dele. O jogo é assim, joga quem achar que deve jogar, não há o que julgar ou reclamar.

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O antagonista mata a todos de forma igual, a raça não importa (é gerada aleatoriamente para todos os NPC), o sexo não importa (também é aleatório), por isso podem dizer que é o jogo mais tolerante e que promove igualdade. Aqui toda a gente morre.

–  Jarosław Zieliński, CEO da Destructive Creations, em resposta às acusações de racismo e de neo-nazismo.

Aceitação ou Discórdia?

Joguei este game com uma curiosidade extrema e é o tipo de game que ou você ama ou você odeia. Já joguei games de teor semelhante (Ex.: Manhunt 1 e 2) e não me fez mal algum nem faço apologia a violência, acredito que se existe mal ele esta na cabeça de cada um e se a pessoa se deixar apoderar deste mal já é algo que não posso definir. Cada um é um ser único e indecifrável, sendo assim eu aceito o game 100%. Assim como também aceito que sua violência é fora do normal, porém existe faixa etária pra que não é mesmo? Se uma pessoa pode se tornar um genocida ou matar alguém por causa de um game? Discordo. Se uma pessoa tem tendência para matar outra ela vai fazer isso sendo influenciada ou não isso não da pra analisar e culpar 100% algo ou alguém mais este é o meu conceito e como já falei cada um tem o seu.

Extra

Enfim é isto galera, espero que tenham gostado ou não e que não tenham me entendido errado (risos) e para quem se interessar aqui esta um game play que fiz, contém frases e efeitos sonoros que o deixam com um tom meio sádico de comédia espero que quem assistir o trate como um game play normal com sátira e nada mais, até a próxima.

 

 

Evolução dos Games para Celular

Que tal uma passada na história dos games para celular até os dias de hoje? Neste post damos uma viagem e uma revisitada em games até a clássica “cobrinha” e falando um pouco até no NGage até os dias de hoje com os games para celular em 3D!

Evolução dos Games para Celular

games para celular

Bem pessoal, cá estou eu para falar de games. Uma coisa interessante que falei poucas vezes deles aqui no site — sempre deixo aos nossos outros editores. Mas como cá estou, resolvi fazer uma pequena geral sobre os games que a galerinha tinha e pode ter em seu pequeno/grande celular.

Desde aqueles de Pixel até os mais Atuais!

Snake e joguinhos de Pixel

nokia cobrinha celular

Assim de memória, quando penso em jogo clássico para celular, que todo mundo já viu e “gameou”, é o clássico Snake para os antigos e Eternos celulares Nokia. Era interessante que naquela época, como os celulares começavam a chegar no Brasil — e esses Nokia eram/são indestrutíveis — a gente, pelo menos aqui, costumava a jogar nos celulares “alheios”.

E acho que nem como gamer eu posso falar isso, mas sim como usuário de celular. Conhecer esse nokia, jogar esse game não é nem uma necessidade, mas é “impossível” que se você tenha lá, seus 20 anos, nunca tenha jogado — ao menos de um amigo/conhecido.

Java e o começo do 3D

Jogos Java para Celular-2012

Depois desses joguinhos feitos com pixels (ou seja, esses pontinhos) o próximo e natural passo foram os games em JAVA. Como praticamente todo celular duas ou três gerações após esse querido nokia daí de cima tinha o sistema JAVA, você podia ter certa compatibilidade nos games.

Mas havia/existe duas dificuldades — principalmente se você ainda tem um celular antigo que utiliza esse sistema. A primeira tem haver com a resolução da tela de seu celular, e com os recursos que o próprio sistema e o hardware do seu celular dispõe — que convenhamos, se ainda usa Java, é um pouco antigo.

Então rodar jogos mais modernos, com melhores gráficos e principalmente com interface 3D, convenhamos, é quase impossível nesses celulares. Lembro que era exercício de fantasia gamer, imaginar jogar um “Tomb Rider” (na minha época, rs) num celular que somente tinha/tem o JAVA… Mas como na tecnologia tudo avança muito rápido…

NGage e o Começo dos Games 3D

n gage

Lembro que foi o “Sucesso” da garotada, imaginar jogar um “Tomb Raider” no celular. E parecia que o sonho se tornaria realidade com a vinda do Ngage (também da nokia, ha!) que parecia dispor de recursos gráficos para rodar games em 3D. Infelizmente o “Console de bolso que não cabe no bolso/ Celular” foi um fracasso comercial.

Talvez por isso que eu disse, talvez por ele ser caro demais e não cumprir o que prometia — olhem essa telhinha! Eu diria que foi por tudo isso junto. A tecnologia da época, ao meu ver, não garantia a preços de mercado e alta performance esses games.

O 3D Hoje em dia – FINALMENTE!

game para celularmodern_combat

Que hoje se tornaram uma realidade. É engraçado para mim ver esses games rodando em Smartphones, Tablets e afins sem problema nenhum, tanto em sistemas Android como IOS.

Por acaso esse game chama Modern Combat 4, o FPS (game em primeira pessoa) mais vendido para Smartphones. Pela sinopse parece ter uma história que mistura um pouco de Doom com FPS padrão.  Aonde você é um soldado depois de um desastre nuclear. E por acaso esse game sai por US$ 6,99 na loja da Apple e R$ 15,19 para Android.

Só que como eu expliquei acima, celulares antigos que só rodam Java, sem um sistema operacional moderno como o Android e sem recursos gráficos não podem rodar games assim. Se o amigo/amiga quiser jogar games assim, têm Celulares a Venda Aqui.

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Então pessoal, por enquanto é isso. Confesso que fiquei meio surpreso de falar até no N-gage, mas pesquisa é isso mesmo. Abraços, nos vemos na Review do Anime Haruhi Suzumiya!

Sonic e a Infância – Não custa nada lembrar

O nosso querido blog já passou por diversas fases, assim como os games do Sonic, e do Mário também. Aqui nós temos uma aonde o nosso primeiro Editor-Chefe, o Ródi, fala um pouco sobre seu jogo preferido durante a infância. Quem sabe um dia eu também, seu amado AdminTB, não dou uma palhinha? Enfim, vamos com o Sonic nostálgico por hoje!

Sonic e a Infância – Não custa nada lembrar

Cara, da até uma emoção em falar sobre esse jogo, mas não se preocupe, não vou dizer sobre as noites em claro e do porquê de quase ter feito terapia por causa desse jogo. Só vou dizer que o ministério da saúde adverte: jogue com moderação.

Assim como muita gente, eu também tive meu jogo favorito na minha época de criança, e esse jogo não era o Super Mario Bros da Nintendo, e sim a série da Mega Drive, Sonic The Hedgehog.

Sonic 2

Como disse anteriormente, Sonic The Hedgehog é uma série da Sega muito famosa, tendo inclusive algumas animações inspiradas no jogo.

O primeiro jogo da série foi lançado em 1991, tendo somente um personagem, o próprio Sonic, que sai correndo para salvar o mundo do Robotinik ( conhecido por mim por: “Careca”, fazer o quê, eu era criança), apesar de hoje o nome dele ser Eggman… Vai entender.

Como a maioria dos jogos da época sua plataforma era de scroll-lateral, conhecido como plataforma, saca? O diferencial do jogo era a sua velocidade, onde você era forçado ter um excelente reflexo. Esse jogo do Sonic eu considero o mais difícil da série, possuindo uma atmosfera um pouco densa, e bicho que não acaba mais e vários obstáculos chatos pra burro, e sendo que cada nível era dividido em três partes, ou seja, esse  jogo era enorme.

No ano seguinte a Sega lança a sua continuação, a partir daí  Sonic se tornava um clássico. Sonic 2 volta destruindo tudo o que podia pela frente, arrasando nos gráficos e claro aumentando a velocidade. A Sega consertou tudo o que errou no primeiro, o tornando incrivelmente leve, sem nada muito pesado aos olhos.

Outro grande acerto é a introdução de um amigo para ajuda-lo a salvar o mundo, o Tails (conhecido por mim por apenas “Raposa”). E outra surpresa muito bem vinda, é a “manha” para transforma-lo em Sonic de fogo, ou melhor, Super Sonic. Sonic 2 é um dos jogos mais lindos visualmente criados para Mega Drive.

Destaco a penúltima fase em que o Sonic fica em cima do avião pilotado por Tails, essa fase é espetacular. Quem jogou Sonic até esta fase sabe do que estou falando.E por isso que se tornou o segundo jogo mais vendido para mega drive. Tornando-se um jogo clássico, e para mim, o melhor.

Em seguida veio Sonic 3 que não conseguiu manter o bom gráfico do segundo, introduziu um novo personagem que seria como uma espécie de rival do Sonic “Knucles”. A Sega  tornou o jogo mais difícil, porém não tão viciante quanto o segundo. Depois vieram Sonic & Knucles, os péssimos Sonic 3D e  Sonic Pinball.

Sem dúvida alguma, alguns vão discordar da minha opinião sobre qual é o melhor jogo do sonic no Mega: alguns podem gostar mais do Sonic 3 ou do Sonic & Knucles afinal de contas, mas deixo aqui esse post carregado com minha mais pura nostalgia.

E você, qual jogo curtiu mais do ouriço? E qual game mais te marcou na infância? Comente e os recomende também!