Arquivo da categoria: Resenhas de Álbuns & Música

5 Músicas Passadas de Pais para Filhos!

Nosso bom amigo Aldair volta a postar aqui no site, dessa vez nos trazendo 5 Músicas Clássicas que muitas vezes são passadas de Pais para Filhos. Músicas que alguns podem chamar de “antigas”, mas que não perdem nunca seu valor musical e nem o sentimento que carregam. Curtam o post e digam quais músicas vocês conheceram graças ao seu Pai ou sua Mãe também!

5 Músicas Passadas de Pais para Filhos!

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Olá galera, venho com um post meio que pessoal hoje, mas que sei que muitos entenderão assim como acredito que já passaram por situações parecidas. Nossos pais nos ensinam muito, e então por que não compartilhar o que aprendi no conteúdo musical com ele né verdade? Espero que apreciem esse Top 5 Músicas que Aprendi a gostar por causa de meu Pai.

Lambada – Kaoma

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Nos meus tempos de guri, quando chegavam os domingos sem ter nada pra fazer, eu ia na estante e buscava algum CD entre os muitos do meu pai para ouvir e certa vez encontrei um com o nome Lambada!

Com extrema curiosidade eu o coloquei no som e não demorou muito para estar cantando e dançando (de forma tosca é claro) esta musica que me embala até hoje. Um dia ainda aprendo a dançar lambada (brincadeira, a professora nunca aguentaria o tanto de pisada no pé que ela ia levar).

Entre muitas músicas boas, esta foi a que mais me deixou em êxtase (e acredito que faça sucesso na mente e coração de muitos que já ouviram… apesar que já fora relançada não faz muito tempo). Vale à pena dar replay varias vezes.

Você é Luz, Raio, Estrela e Luar (Fogo e Paixão) – Wando

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De tempos em tempos meu pai ouvia esta musica no rádio e sem perceber, eu estava lá no meu quarto acompanhando, cantado baixo, segurando o tom porque a musica fazia eu quase aumentar a voz e não queria que ninguém percebe-se que eu estava cantando (risos). Parecia até que eu estava pensando em alguém em especial, apesar que era bem capaz  de estar cantando com este intuito mesmo… Mas acredito que a dita cuja nunca soube (risos).

Sozinho – Tim Maia

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Outra música que cantava baixinho: meu pai sempre em seu rádio e eu no meu canto cantando, pensando na vida apesar de ser cheio de lamurias (risos). Essa musica me fazia me sentir muito bem, era como se eu cantasse e ganhasse paz. Uma música linda que tem o mesmo efeito nos dias de hoje. E eu continuo cantando com orgulho da minha voz que desafina e muito (risos).

Tudo Passará – Nelson Ned

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Pense em uma música que eu cantarolava no automático e quando dava por mim já estava cantando com emoção? Meu pai ouvia muito ela e eu de alguma forma me conectava com os ouvidos atentos e cantando de forma real. Não exista mais nada no que se pensar além de apreciar o bom som e tentar acompanhar. A tristeza se esvaia e a felicidade junto à esperança de meu contemplar (só tinha que tomar cuidado com o refrão pois já tinha de gritar).

Meu Velho – Altemar Dutra

O melhor de Altemar Dutra - Capa

Essa música eu ouvia muito quando era um guri também. Meu pai tinha uma fita cassete com as musicas gravadas e depois de muito tempo (mais muito mesmo) ele conseguiu o CD original com as melhores do cantor.

Porém a que deixo neste post é uma das  que considero como uma das mais belas do cantor. Meu pai a repetia por várias vezes e eu sempre dedicava toda a atenção mesmo sem ele saber (acredito eu que ele não sabe que muito do que ele escuta eu curto por demais, mas isso é outra história). Essa é uma melodia pra ficar na memória.

Espero que tenham gostado e até mais!

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5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 3)

Finalmente chegando ao fim do seu especial de músicas reflexivas que fazem até os mais barbudos marmanjos pensarem na vida — ou ficarem com medo de as escutar — nosso querido amigo Aldair nos brinda até com uma música de um game no fim. Quer saber qual? Veja o post!

5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 3)

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Ultimo post tem que fazer jus ao nome e dessa vez vamos ver uma realidade mais caótica porém continua reflexiva (risos) de certa forma o contexto abrange algo mais profundo e lá vamos nós!

5° CODY – Mirror

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I broke every mirror just to show that i was a man; (Eu quebrei todos os espelhos só para mostrar que eu era um homem)

Você tem respeito por si próprio? O quanto você gosta de si mesmo? O seu id, o que você enxerga diante do espelho? Temos que nos auto analisar, se estamos bem com nós mesmos é óbvio que podemos enfrentar os prazeres e problemas que a vida nos dá a todo momento com maior empenho e de cabeça erguida, não opte por orgulho e sim por respeito começando por si próprio.

Este vídeo é interessante por causa do seu contexto, na letra aborda si próprio, mas no vídeo trata do resultado positivo do que falei acima e um fator de grande importância: Ser você mesmo sem se importar com o que os demais acham e por fim ter uma pessoa pra seguir junto a ti que te enxerga de forma ambígua.

 

4° Dream Theater – A Change Of Seasons

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I remember a time; (Eu me lembro de um tempo)

My frail, virgin mind; (Minha mente frágil, virgem)

watched the crimson sunrise; (assistiu ao nascer avermelhado do sol)

Não há vídeo porém se trata de uma música extensa com varias partes de solo instrumental e com uma letra rica em história que retrata nascimento, crescimento, desenvolvimento, vida, sofrimento, convívio, lamentações, arrependimentos, aceitação e a morte como fim natural, mais a alma viverá para sempre.

Ódio e amor se misturam durante a música que conta uma história regada a poemas e versos ora confusos, ora corretos, elevação e degradação de uma vida e a morte da própria ao qual se eleva de novo.

 

3° Ben Howard – Oats In The Water

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And you’ll find loss; (E você vai encontrar a perda)

And you’ll fear what you found; (E você vai temer o que você encontrou)

When weather comes; (Quando o tempo chega)

Tearing down; (Destruindo)

O Tempo se torna um pesar, pois há tantos erros sem conserto a tanto a se falar que fica trancafiado na mente daquele que se acovarda… A morte há de chegar para todos então porque certas decisões só são tomadas no além túmulo?

Nem todo aquele que morre deixa saudades, nem todo aquele que morre deixa alguém para lamentar, pode ser até que chorem mais nunca saberão o que realmente tu sentias. O tempo constrói e também destrói, o arrependimento consome e as lágrimas não irão sanar o trágico. Irão te esquecer.

E se não ocorrer nunca saberão quem tu és. Tu viverás na mente dos demais como uma ilusão uma falsa imagem. E a verdade nunca será revelada….”O que o mar leva, não trás de volta” sendo assim este vídeo com a letra nos retrata algo que gera caos na vida, a confusão que o segredo e o arrependimento nos trás.

 

2° Florence and The Machine – Seven Devils

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I’ll be dead before the day is done; (Eu estarei morta antes do dia acabar)

Before the day is done; (Antes do dia acabar)

Seu ódio chega até que ponto? Até onde iria por uma vingança? Entregaria sua vida ao obscuro pra mostrar a “verdade” à alguém? Até onde você consegue caminhar em busca de “retribuição”?

Varias perguntas que se precisa agir com “positividade” geram o mesmo resultado. Esta música retrata a vingança de forma maligna, retrata a real vontade a fazer o mal a aquele que já lhe fez algo semelhante. Amaldiçoar alguém é algo que requer um preço muito caro, mais existe pessoas que tem esta concepção, o sacrifício de si próprio em busca de devolver todo o mal e de forma mais intensa e perversa. O ser humano é sujeito ao pecado. Ele conhece o bem e o mal e quando o assunto é o mal…

Não há vídeo, porém há música e essa letra fenomenal. Uma breve e intensa melodia que invoca a vingança de forma cruel e que o caos reine.

 

1° Silent Hill 4: The Room – Room Of Angel

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Here’s a lullaby to close your eyes. (Aqui está uma canção de ninar para fechar seus olhos)

[Goodbye]; (Adeus)

It was always you that I despised. (Era sempre você que eu desprezava)

I don’t feel enough for you to cry, [oh well]; (Eu não sinto o bastante por você pra chorar. “oh, bem”)

Here’s a lullaby to close your eyes, (Está aqui uma canção para fechar seus olhos) [Goodbye]; (Adeus)

Uma canção de ninar para a mãe que repousa nos pensamentos de um filho que não despojou de atenção e afeto, seu total desprezo, sua frieza, seu lamento, sua despedida, seu adeus.

Ódio que o martiriza, lembrança que o faz se tornar cada vez pior, uma canção de ninar macabra, sentimento que deveria ser apagado de sua mente mais a todo adeus que ele profere mais e mais ele volta atrás, sua canção de ninar, sua despedida na verdade é contraditória. Ele se apega a lembrança mesmo mostrando desprezo ele se sente próximo e amado pela sua mãe mesmo que em lembrança e isso pode o tornar perigoso.

Tais pensamentos sempre estão com ele, a canção de ninar cantada no “Quarto dos Anjos”. A música retrata o que ocorre com o vilão de um game porém a história por trás e o que a letra repassa é lindo e medonho ao mesmo tempo, a melodia aparenta realmente uma canção de ninar mais de teor escabroso e assim eu chego ao fim, calmo e sereno, até a próxima.

5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 2)

Grande Aldair inspirado (talvez por ser fim de ano) dessa vez nos traz mais cinco músicas reflexivas (e também caóticas) para que todos nós que as ouvirmos, também sintamos algo em nossos corações ou em nossa alma. E dessa vez tem uma que eu sinceramente adoro. Boas músicas!

5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 2)

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Parte 1Parte 2Parte 3

Desta vez será diferente irei deixar meu lado pessoal de fora e irei ficar imerso na canção e como de costume “espero que gostem” e sem mais delongas vamos as músicas!

5° Nightwish – While Your Lips Are Still Red

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Love while the night still hides the withering dawn; (Ame enquanto a noite ainda esconde a desanimadora manhã)

First day of love never comes back; (O primeiro dia de amor nunca retorna)

Amor em sua simples ideologia, o puro sentimento que une o indivíduo ao sexo uma forma bela. Porém tal sentimento pode se tornar uma ameaça a própria vida de tal. Um beijo apaixonado pode acalentar o coração frio e libertar o sentimento que dorme em leito obscuro, tal chama só pode se apagar se o corpo ao qual ela incendeia perder a vida.

A traição  se torna um erro constante mais porque se unir a alguém ao qual não possui o afeto que se ilude pensar existir? Tal erro pode causar tragédias irreversíveis. Mesmo assim o amor prevalece mesmo que perante ao erro, tal sentimento avassalador e sempre constante. Esta música atada ao clipe nos demonstra um belo conto ao qual descrevi logo acima tanto em vídeo quanto em letra, amor nada além do amor.

 

4° Moby – Why Does My Heart Feel So Bad?

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Why does my heart feel so bad? (Por que meu coração se sente tão mal?)

Why does my soul feel so bad? (Por que minha alma se sente tão mal? )

These open doors (Essas portas abertas)

Já perguntou a si mesmo o porque de se sentir infeliz coração, senti dores que não pode descrever como físicas, sentir que sua alma lhe consome com um pesar que pode não ser seu? São muitas perguntas e nenhuma resposta, o ser humano tem uma casa e nela todos entram alguns ficam outros só fazem uma visita mais aquele que não quer teu bem sempre deixa um dano e geralmente esse dano não tem concerto ou demora pra ser consertado.

Ser humano é sujeito a erros e a honestidade, o amor ao próximo esta sumindo e quem ainda possui também traz consigo enormes cicatrizes ou até feridas expostas que nunca iram cicatrizar, magoas da vida. Mais uma vez expressei tanto o vídeo quanto a letra que é bem curta mais deixa uma mensagem potencialmente verdadeira e significativa.

 

3°Rob Dougan – Furious Angels

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Cause love, like invisible bullet shot me down; (Porque amar, é como disparar uma bala invisível que me faz cair)

And I’m bleeding, yeah I’m bleeding; (E estou sangrando, sim estou sangrando)

And if you go, furious angels will bring you back to me; (Se você se for, anjos furiosos trarão você de volta para mim)

Essa música remete a amor e ódio, pois quando se estar alinhando a alguém a morte anda junto! Não poderá escapar da “Fúria dos Anjos” e sendo assim a letra vai demonstrando a vontade de se unir a pessoa amada só que também declara o sofrimento que isto desencadeia ambos não podem fugir ou em si aquele que cogita dor na verdade é o que não aceita o fim do relacionamento?

A Fúria dos anjos é posta a prova em uma música um tanto psicodélica e de contexto “doloroso”, o vídeo é até conservador mais tem um final que pra bom entendedor meia palavra basta, onde o amor não é apenas beijos e flores, a felicidade aqui é amarga e pode matar.

 

2°Daft Punk – Instant Crush (ft Julian Casablancas)

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I don’t understand, don’t get upset; (Eu não entendo, não fique chateada)

I’m not with you; (Não estou com você)

We’re swimming around; (Estamos nadando ao redor)

It’s all I do, when I’m with you; (Isso é tudo o que faço quando estou com você)

Uma música confusa onde é empregado um relacionamento que não ocorre, algo latente acontece entre dois indivíduos, porém um deles aparenta fugir da pessoa amada por algum motivo que não é explicado. A fuga permanece durante toda a letra a cada e verso que pode aparentar amor há outro que demonstra fuga de dizer sim para ambos ou até pra si mesmo.

Uma confusão amorosa ou uma declaração de alguém que nunca revelou  seus sentimentos pra pessoa amada e por fim nem ele nem ela souberam o que de fato acontecia. Uma loucura em pequena escala. Coisa do coração. É nessa confusão que se mantém a letra e nesta ideia de tão perto mais tão longe que se mantém o vídeo mais (no vídeo) no fim das contas a união é inevitável e o amor vence.

*ps: Por acaso essa música aparece também na Review do álbum Random Acess Memories do Daft Punk. Basta seguir o link para darem aquela olhada!

1°Blind Guardian – The Bard’s Song

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Tomorrow will take us away; (O amanhã nos levará embora)

Far from home; (Longe do lar)

No one will ever know our names; (Ninguém jamais saberá nosso nome)

But the bard’s songs will remain; (Mas as canções do bardo permanecerão)

A canção do bardo, daquele que vive longe, de um homem corajoso, sonhador e que pode ver o fantástico, diante de um fogueira, diante da noite escura e fria, diante da partida de volta ao lar a música do bardo permanecerá. Um conto imortal que nos leva a fantasia da vida, do medieval, a canção que adentra a mente daquele que acredita que a verdadeira essência nunca irá se apagar.

Esta música é um hino e por si só acende a chama em nossos corações, a chama do desconhecida e afável fantasia. A vida de um viajante que não precisa sair do lugar, o elo entre a mente e o corpo, nela esta contida a coragem e o medo e a esperança de mais um dia. Existe duas versões: In The Forest e a de Studio, as duas são fantásticas e estará logo abaixo para vocês.

*ps: Outra música que também já aparece aqui no Afonte Geek. Dessa vez no Especial de Baladas para se ouvir com suas amadas/os. Espero que curtam também!

5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 1)

Nosso querido amigo Aldair dessa vez ataca indicando músicas para vocês meus amigos. Literalmente abrindo seu coração, ele nos traz indicações de músicas reflexivas, mas também algumas psicóticas e até mesmo caóticas. Espero que gostem porque o cara adora cada uma dessas músicas! Boa leitura e bom ouvido!

5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 1)

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Parte 1Parte 2 Parte 3

Resolvi fazer um post diferente, sou eclético relacionado a música e sempre que posso caminho pelo vasto mundo que podemos acessar via internet ouvindo músicas de diversos gêneros.

E no presente momento trago-lhes este pequeno rank de musicas que me marcaram por fazer eu entrar em reflexão me deixando apaixonado pela “primeira vista” e espero que elas acabem por ter significado para vocês o tanto que foi para mim (lembrando que não estou aqui para aprofundar entendimento da letra, tradução ou interpretação do vídeo para com a música).

5° Sigur Rós – Viðrar Vel Til Loftárása

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En það besta sem Guð hefur skapað; (Mas a melhor coisa que Deus criou)

Er nýr dagur; (É um novo dia)

Esta música chegou a mim por meio de uma amiga que ao ler minhas mensagens de teor mórbido (risos) resolveu que eu precisava de paz sendo assim eu aceitei sua sugestão e assisti o clip acompanhando a música de melodia melancólica e linguagem totalmente estranha (ainda não sei qual linguagem mais posso dizer que o gênero é Post Rock e a banda é Islandesa).

O instrumental é fantástico e bastante atraente ao interior da mente e coração principalmente se estiver concentrado ou amargurado, sua tradução pode ser resumida ao fator crucial que todos nós temos que é a VIDA!

Se pesquisar a letra achará estranho certos versos traduzidos e até mesmo seu título (Tempo Bom Para um Bombardeamento Aéreo), porém cada um entende da forma que achar conveniente, seu clip consiste em algo estranho, depressivo, inocente e abstrato no começo e de final surpreendente, e que pode levar a vários conceitos e conclusões.

Para mim o final foi real até o íntimo do ser humano atual tirando uma máscara da sociedade que a décadas caem quando a situação se torna o que o final do vídeo nos mostra, enfim a musica atada ao clip musical mudou o conceito de tristeza e realidade em mim no momento em que eu conheci a obra, caso se interessem peço que se deixem imersos e não associem nem generalizem nada até o final do vídeo/música.

 

4° Depeche Mode – Wrong

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I was in the wrong place at the wrong time; (Eu estava no lugar errado, na hora errada)

O que fazer quando tem certeza que ta tudo errado? Enfim é nisto que foca-se a letra o clip e por coincidência (ou não) estava a ocorrer quando conheci esta música. A letra é muito simples porém chega a ser estranho se parar para analisar. O clip é mórbido e altamente psicótico existe vários “porquês” no ar, porém continua tudo errado. Apesar desta música atada ao clip ter me deixado de certa forma eufórico e deliberadamente frio ao que me ocorria tenho que admitir que e atingiu em cheio em um lado de mim que não sou de achar virtuoso, enfim confiram com “alegria” (risos).

 

3° Agalloch – Pantheist

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Esta música abrange vitórias! Sugestão da mesma do Sigur Rós, esta música mantém um ritmo que me deu forças e me colocou diante dos meus problemas, travar guerra com si próprio para que certas limitações e quedas parem de ocorrer é algo difícil pra quem tem tendência para solidão.

Porém quando conseguimos nos apoiar em algo que nos dá força para trilhar o correto, chegar a luz e alcançar a paz interior, a vitória então sorri para aquele que batalhou tão ferozmente, esta música foi um apoio e hoje em dia tem enorme significado para mim, este se mantém diferente por não apresentar clipe e sim uma imagem estática belíssima por sinal.

 

2°Alcest – Sur L’Océan Couleur De Fer

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Et ces longs cris dont la démence; (E esses longos gritos de demência)

Semble percer l’enfer; (Parecem perfurar o inferno)

Esta música é como se fosse uma identidade para mim. Apesar de refletir sobre o ápice e fim de minha pacata vida muitas das vezes que ouço esta melodia, ao meu ver ela expressa esperança envolta a depressão. Sua letra é curta e de linda morbidez, seu impacto para comigo foi extremo, me apaixonei por esta melodia mas posso garantir que ela veio em uma hora ao qual estava em paz e sem problemas sérios.

A falta de amor persegue até o mais sorridente dos homens mas se ele souber administrar o que lhe pode fazer feliz ele será grato a si mesmo pelo resto da vida. Mais uma música (já é a terceira) indicada por minha nobre amiga, sou grato a ela por tal conhecimento compartilhado e espero que a música seja de alguma forma boa para vocês.

 

1°Rammstein – Mein Herz Brennt

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Nun liebe kinder gebt fein acht; (Agora, lindas crianças, prestem bastante atenção)

Mein herz brennt; (Meu coração queima)

Esta música é gloriosa! Tem duas versões oficias divididos em três clipes: 2 musicais que eu poderia dizer que é versão normal e a outra sem cortes e um vídeo solo em versão piano. A letra dela é tensa, explosiva, interior, psicótica e melancólica para mim.

Seu clipe musical me remete a tensão que toma conta, até a derivada explosão interna que ele consegue atuar em mim já sua versão piano explora minha mente revelando o que se esconde me tornando um ser psicótico e melancólico. Sou fã da banda e existe muitas outras músicas da mesma que me despertam os mais variados sentimentos.

Mas esta em especial faz com que eu me enxergue diante do espelho, sendo que deixo ambas as versões para que curtam o espetáculo. Espero que gostem, pois ainda existe muito para compartilhar, minha mente nunca se manterá vazia (risos).

Top 5 Melhores Músicas de Animes! (Parte Final)

Finalmente venho postar o último especial de “Melhores Músicas dos Animes“! Eu sei que foi um bommm tempo de espera para fazer este último post, mas sinceramente espero que todo mundo goste! Desta vez uma lista + eclética para todos os gostos! Vamos a eles!

Top 5 Melhores Músicas de Animes! (Parte Final)

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Parte 1 > Parte 2 > Parte 3 > Parte 4 > Parte Final

Finalmente chegamos na Parte 5 — a Parte Final — deste Especial das Melhores Músicas de Anime. Realmente demorei para postar… mas com certeza valeu à pena a espera. Faço desejos sinceros de que gostem de cada uma dessas lindas canções, e que se não viram, vejam também os animes.

Lembrando que essa lista não tem “números”, tipo: a melhor é a primeira. Nada disso. Acho que todos merecem estar aqui e cada uma delas tem um cantinho no coração deste nerd aqui — espero que agora no de vocês também.

Vão lá, ouçam e curtam!

Barakamon [Abertura] – “Rashisa”da SUPER BEAVER

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(Legendas em Português)

Começando com um anime que por acaso, foi uma das grandes revelações do ano passado. Simplesmente sensacional, hilário, e capaz de fazer você pensar na sua vida da forma mais tocante o possível. Por acaso nós temos uma Review do Anime aqui mesmo no Afontegeek feita pelo nosso querido PierrotGluton (sigam o link para ler a review).

Completando a informação de que essa abertura se chama “Rashisa”, feita pela banda (imagino que japonesa) SUPER BEAVER. Até já ouvi a música inteira e sinceramente recomendo!

Higashi no Eden – Oasis – Falling Down [Abertura]

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(Legendada em Inglês)

Indo agora com a belíssima música do Oasis (não são melhores que os Beatles) na abertura também muito boa do anime Higashi no Eden. O anime pode não ser lá muito bom — mesmo tendo momentos sensacionais. Mas certamente tanto sua Opening quanto seu Ending são uma coisa linda. E Abertura feita pelo Oasis tinha de aparecer por aqui!

Kami nomi zo Shiru Sekai: Megami-hen  [Abertura]

Kami Nomi faz uma Homenagem à Key no último episódio da segunda temp. se bem lembro: Como a melhor Visual Novel que o carinha jogou. A heroína lembra a Ayu de Kanon.

The World Only the God Knows III megami hen

Cara, sinceramente essa é uma das melhores aberturas que eu já ouvi — hoje pelo jeito temos um show de Openings por aqui. Se trata da abertura da Terceira Temporada do anime “Kami nomi”, como eu gosto de chamar kk — que apesar de lembrar bastante a da Primeira Temporada, ainda assim é MUITO MELHOR (ao menos no meu humilde ver kk).

Infelizmente só conseguir achar com legendas em inglês — uma pena porque essa é uma das das letras com a “vibe” que + gosto de encontrar numa música!

God only knows – Oratorio The World God Only Knows [Abertura da Primeira Temporada em show Ao Vivo – Vocal: ELISA]

“God only knows
“My mind is as free as the wind
But now what I should do is to fall in love…
[Primeira Parte do Refrão]”

E procurando online por aí, achei no “Tubão” o shows ao vivo da cantora Elisa (a que cantou  Originalmente a música) interpretando a Abertura da Primeira Temporada de Kami nomi zo Shiru Sekai Completa — veja a Letra em Inglês Aqui. Sinceramente? É uma das coisas mais lindas que já vi na minha vida e merece MUITO que você ouça! Queria muito achar um show dela cantando a da Terceira Temporada.

Mahouka Koukou no Rettousei [Encerramento]

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(Cover)

Finalmente um encerramento (ou como gosto de traduzir, Fechadura) de anime. E não por acaso, trago a versão “cover” do Encerramento lindíssimo do anime Mahouka Koukou no Rettousei — siga o link para ler a Review dele feita pelo amigo PierrotGluton!

Aí vocês me perguntam… AdminTB, Porque pegar a versão cover dela? Pelo simples fato de quando eu ouvia a versão “original”, não me vinham “vibes” ou “borboletinhas no estômago”. Falar a verdade, a primeira vez que vi como essa música é linda, foi no vocal cover dessa linda menina (japonesa espero eu).

Mahouka Koukou no Rettousei [Encerramento – Versão Original Completa]

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Mas como eu sou um cara bonzinho, também trago o clipe completo da versão original desta ending, que vamos falar é muito boa. Mas podem me julgar: meus ouvidos me dizem que a versão cover é MUITO MAIS BONITA. Eu posso falar porque ouço muuita música. O quê, discorda? Não tô nem ai kkk. Curtam porque ambas as versões são excelentes!

ps: A cover canta MUITO MAIS. Tenho dito kk.

Serial Experiments Lain [Abertura Completa]

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“I am falling, I am fading, I am drowning
Help me to breathe
I am hurting, I have lost it all
I am losing
Help me to breathe”
[Refrão]

Essa é uma coisa linda de morrer. Na verdade se trata de uma abertura de um anime MUITO Clássico. Diria eu que Muito mais clássico que Neon Genesis Evangelion (com review no site) e que todo mundo que goste de obras sensacionais, deveria assistir. Até falo da própria Lain no Top 5 Mulheres + Poderosas dos Animes… isso mesmo, poderosas.  Acreditem se quiser, já achei trabalhos de TCC de faculdade, falando de Serial Experiments Lain!

Infelizmente só consegui achar uma versão dela com letras em inglês — e mesmo assim só da pra ler no tubão. De qualquer jeito… ouça que você ou vai se arrepiar de emoção quando relembrar, ou querer ver o anime na hora! E quase que esqueci! A música se chama Duvet, com as letras de Brad Holmes e cantada pela linda Konaka Riyu!

Chobits – Let me be with you [Abertura]

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(Legendas em Inglês e Japonês)

Caramba… sem dúvida um clássico dos “Seinens de Romance” — é isso mesmo, se você pensava que era um shoujo se enganou REDONDAMENTE! Pois muito bem, infelizmente não achei uma em português, mas tem várias em diversas linguas pelo simples fato de todo mundo AMAR esse anime. Se você ver… vai amar, não tem jeito. Não adianta Resistir. Chobits é assim e pronto!

Come Into My World – Kylie Minogue

Fica a curiosidade que essa música tem uma vibe ABSURDA das canções da Kylie Minogue — sigam o link para ler uma Review da minha musa do pop e perceber o quanto as canções da Kylie e “Let me be with you” são parecidas! Até deixei um clipe aqui dela para vocês ouvirem e compararem!

Outra curiosidade é que essa música é “colou chiclete”. Se você ouvir uma vez, vai lembrar pelo resto do dia! E PIOR, ela tem tudo a ver com o Anime — e isso me assusta demaais!! kk

EXTRA: Honey and Clover – [Abertura da Primeira Temporada]

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(Legendas em Português)

Como eu sou um cara muito do legalzudo, desta vez eu trago para vossas senhorias um “EXTRA” com a abertura da Primeira Temporada do anime Josei “Honey and Clover”.

Falar a verdade, eu nem gosto dela… “Meu Deus que o bichoo”, mas ela merece aparecer por aqui, porque é sim uma boa música, e principalmente por causa dessa abertura SENSACIONAL em “Stop Motion”. Quando os japoneses querem… eles mandam bem demais!

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"Elfen Lied" : Sobre a Culpa e a Monstruosidade Humana! Melhor anime que eu já vi até Hoje. Um Seinen/Gore
“Elfen Lied” : Sobre a Culpa e a Monstruosidade Humana! Melhor anime que eu já vi até Hoje. Um Seinen/Gore

E aqui mesmo eu fecho o último especial de Melhores Músicas de Anime. Espero que tenham curto a escolha um tanto quanto eclética — indo do Oasis até a Abertura de Honey and Clover.

E caso o amigo ou amigo tenha ficado com a “Pulga atrás da Orelha”, sobre a classificação de anime “Seinen” que eu citei (assim como essa de Elfen Lied), basta seguir o link sobre: O que são Animes Shonen, Shoujo e Seinen? Certeza que vai ajudar pacas!

Aquele abraço galerinha!

Black Eyed Peas, The E.N.D. – Resenha: A Fusão entre o Hip-Hop e a Música Eletrônica

Falam galerinhas de meu Brasil varonil, que tanto gostam (ou não tanto assim) das minhas reviews de álbuns (criticas, resenhas e tudo isso). Desta vez vamos tratar um pouco do mais que famoso The E.N.D. (The Energy Never Dies) do The Black Eyed Peas. Espero que curtam!

Black Eyed Peas, The E.N.D. – Resenha: A Fusão entre o Hip-Hop e a Música Eletrônica

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Então meu povo, vamos falar deste álbum do Black Eyed Peas? Geralmente sempre falo um pouco a respeito da banda (ou não) quando faço resenhas de álbuns, só que desta vez vou falar um pouco menos — até porque quero tratar de forma mais rápida sobre o álbum.

Muito bem… The Black Eyed Peas foi formado em 1995 em Los Angeles, California e hoje tem os seguintes integrantes: Will.I.Am, Apl.de.ap, Taboo, e Fergie. Desde seu terceiro cd, o Elephunk, ao todo já venderam mais de 35 milhões de álbuns e 58 milhões de singles.

Boom Boom Pow

O primeiro grande sucesso deles é a lindíssima canção “Where Is the Love?” (que é uma canção basicamente Hip Hop), ainda no ano de 2003 — e eu lembro bem do sucesso que ela fez, até pelo próprio conteúdo da letra. Anyway, como todo mundo já ouviu alguma coisa deles, vamos direto para o álbum né não?

Um pouco sobre o The E.N.D. (The Energy Never Dies)

Ele é o quinto álbum da banda e foi lançado ainda no ano de 2009 e deu ao Black Eyed Peas as três primeiras posições na “Billboard Hot 100” com os singles: “Boom Boom Pow”, “I Gotta Feeling” e “Imma Be”, sendo que o terceiro single “Meet Me Halfway” (que eu amo demais o Clipe por causa de Fergie linda demais!), junto com mais dois, liderou varias paradas de sucesso em muitas partes do mundo.

I Gotta Feeling

A Wikipedia continua nos dizendo que: “O álbum conta com produção de Will.i.am, David Guetta, Apl.de.ap entre outros.” No geral, o The E.N.D. é o maior sucesso comercial do grupo até aqui. Fica como curiosidade que a música “Boom Boom Pow” 12 semanas no mesmo topo da Billboard, somente cedendo lugar para “I Gotta Feeling” que ficou 14 semanas em primeiro lugar.

Isso quer dizer que “durante 6 meses consecutivos como a banda mais ouvida de 2009 , e com o total de 26 semanas, a banda mais ouvida da década” — isso seguindo a Billboard, Americana. Ou seja… lá nos USA, ok?

As Músicas e os Clipes MÍTICOS

Como vocês podem ver, eu postei todos os clipes que os caras lançaram para o The E.N.D. e também finalizei com uma música que mais gostei do cd. Dá pra dizer, de uma forma bem musical (não que eu entenda lá muito de “pop”) que esse álbum é carregado de influência de música eletrônica, fazendo uma fusão com o estilo “original” da banda que é o Hip-Hop.

Meet Me Halfway

Alguns até diriam que esse estilo (essa união) se daria o nome de R&B (Rhythm and Blues), mas dado ao fato de praticamente tudo hoje no mundo pop tenha esse nome, e que eu conheço bem de Blues, não vou falar muita coisa. Digamos que é “signo” para identificar o cenário da música pop atual — coisa que penso eu, nasceu com Michael Jackson.

O CD é um pouco de Música Eletrônica

No decorrer do tempo enquanto ouvia o álbum, fiquei com a impressão forte que da música “Boom Boom Pow” até a “Party All the Time”, o grupo seguiu exatamente essa fusão que eu falei: de Hip-Hop+música eletrônica, dando porém muito mais foco a a vibe + techno.

One Tribe

Essa impressão fica justamente, porque a influência da música eletrônica parece diminuir no cd, cedendo cada vez mais espaço ao Hip-Hop, até que que chegamos na linda “One Tribe”, aonde parece que ouvimos uma canção feita lá nos tempos “Where Is the Love?”, que sinceramente, fica praticamente imperceptível de ouvir qualquer relação com algo mais techno-dance.

Até que no fim do álbum aparece a linda-fucking-foda (fiz para os caras do Daft Punk) “Rockin to the Beat”, que ao mesmo tempo tem uma pegada mais groove (coisa que não senti no decorrer do cd) junto com a vibe mesma de música eletrônica.

A “Quebrada” do Álbum

Eu devo dizer, sinceramente, que essa “quebrada” de vibe, saindo dessa fusão que eu falei Hip-Hop+Eletrônica que dá mais ênfase ao eletrônico, indo para canções mais carregadas no Hip-hop, com algo de techno lá no fundo… não foi uma coisa boa. É como se o cd se cismasse em dois, e no fundo a gente ouvisse primeiro algo que é + dance, para depois algo que é mais hip-hop.

Rockin To The Beat

Não que eu não goste de Hip-hop ou de Rap (é noiz Racionais!), mas confesso que ouvir algo que tem toques de eletrônico mas que é profundamente Rap, não me agradou muito. Prefiro ouvir algo mais techno, sem esquecer das raízes do Hip-Hop — e talvez tenha sido justamente por isso, que a última canção, do CD, a “Rockin to the Beat”, seja mais parecida com as primeiras (para relembrá-las), que foram justamente as que mais Bombaram mundo à fora.

The E.N.D = Hip-Hop+Techno

Digamos assim… Se é para ser muito + Hip-Hop, que seja logo Bastante, como a One Tribe e não como Now Generation. Se é para ser mais dance, então vamos ouvir Meet me in Halfway, I Gotta Feeling, Imma Be e Rocking That Body. Aliás esse álbum é justamente essa fusão: como vemos no clipe que juntam Imma Be e Rocking That Body, sendo justamente o que falei: Hip-Hop+Dance (sendo mais Dance), e Dance+Hip-Hop.

Imma Be Rocking That Body

Espero que eles sigam + essa vibe… Dance+Hip-Hop. E se voltarem ao Hip-Hop… que seja mais “true” (não tem jeito, metaleiro sempre fala em true kk). Espero ter chegado bem na vibe do álbum e que os fãs tenham gostado do texto! Aquele abraço!

Galeria de Imagens

Fonte:

Wikipedia (álbum): [Link]
Wikipedia (sobre o Black Eyed Peas): [Link]

Daft Punk, Random Access Memories – Crítica: Quando o Groove alcança a Música Eletrônica (techno)

Bem vindos caros amigos, leitores e leitoras, a mais uma review de álbum feita com todo carinho para vocês. Nesta crítica (análise) nós vamos dar aquele look no incrível álbum Random Access Memories da dupla francesa de música eletrônica: Daft Punk! Apreciem porque são músicas Sensacionais!

Daft Punk, Random Access Memories – Critica: Quando o Groove alcança a Música Eletrônica (techno)

Random-Access-Memories-Daft-Punk

Bem vindos meus bons amigos, a tão prometida criticada banda (dupla) Daft Punk! Já fazem muitos meses que venho prometendo fazê-la, mas finalmente tomei aquela coragem básica. Eu sei que é meio estranho um “metaleiro” falar de uma banda “techno”, mas pensem sempre que: Ninguém vive só de Metal.

Pois muito bem… neste texto vou falar um pouco sobre o álbum da vez: “Random Access Memories”; e também um cadinho só sobre quem “são” esses dois Gênios da música eletrônica (ou será… do soul, do funk, do groove?). Vamos descobrir juntos enquanto ouvimos algumas músicas escolhidas deste álbum perfeito!

Quem são o Daft Punk

O Daft Punk é uma dupla de (dois rs) de músicos que se juntaram para fazer um som eletrônico: o luso-francês Guy-Manuel de Homem-Christo e o francês Thomas Bangalter. Eles que se fizeram a dupla lá no começo dos anos noventa (mais ou menos em 93) e alcançaram relativo sucesso ainda no final dos anos 90, lá mesmo na França: no estilo “house” — seja lá Deus o que isso queira dizer.

Give Life Back to Music 

Até agora lançaram 5 álbuns, dos quais conheço Discovery, este Random Access Memory (2013) e também a trilha sonora de Tron: O Legado (2010). Na verdade conheço o Discovery graças a animação Interstella 5555 (2003) — One More Time! — que foi feita pela Toei com o supervisão do mesmo mangaká de animes sensacionais como Galaxy Express 999 (que sou um puta fã) e também de Capitão Harlock: o senhor Leiji Matsumoto.

Fica a curiosidade de que nos shows ao vivo a dupla de música techno é conhecida por trazer vários elementos visuais incorporados às cançções (além de usarem seus trajes espaciais): Deve ser mítico ver um show ao vivo deles.

Mas como estou aqui para falar de um álbum deles…

Um pouco sobre o álbum Random Access Memories

daft punk random access memories cd

Random Access Memories é o último trabalho dos caras e na verdade começou a ser desenvolvido ainda em 2010 enquanto eles faziam a trilha sonora do filme Tron: O Legado — mesmo tendo sido lançado somente em 2013 (ou seja… 3 anos de gestação).

Esta belezura de CD foi um belo sucesso de público e crítica (não só do meio eletrônico) e chegou a ganhar o Grammy como o melhor álbum do ano de 2013, além de CDs de platina na Austrália, Bélgica, Itália, Nova Zelândia e Reino Unido, além de um CD de Ouro na Espanha. O lugar que mais vendeu foi justamente na Terra da Rainha: com +300,000 cópias vendidas!!

Get Lucky (com Pharrell Williams)

Quem sinceramente não ouviu essa em 2014 em?

O álbum ainda conta a participação do “gogó de ouro” Pharrell Williams nas músicas “Lose Yourself to Dance”, e “Get Lucky” (ambas com clipes LINDOS!), de Julian Casablancas na música Instant Crush, de Todd Edwards na “Fragments of Time”, Panda Bear na “Doin’ It Right” e do DJ Falcon na “fucking awesome final music” “Contact”.

Sem contar no escritor/ cantor Paul Williams que participou na música “Touch” que junto com o com o guitarrista da banda Chic e o aclamado produtor Nile Rodgers colaboraram na com os caras do Daft Punk para fazer o álbum.

As influências do Random Access Memories!

Finalmente estamos chegando na parte boa né? Como vocês podem ver eu coloquei todos os clipes deste álbum aqui mesmo no post — sem contar que peguei as músicas que achei mais sensacionais também. Mas antes é preciso falar um pouco da influência groove e funk do álbum: quem conhece um pouco de música Disco (anos 70) e também um pouco do Soul presentes nos músicas de James Brown.

Lose Yourself to Dance (com Pharrell Williams)

E seguindo o pessoal da Wikipedia: esse álbum lembra “diversas passagens que lembram o disco Songs in the Key of Life de Stevie Wonder” e também a perceptível influência do músico italiano “Giorgio Moroder, principalmente na canção Giorgio que utiliza a faixa The Chase da trilha sonora de Midnight Express (1978)” na música “tributo” “Giorgio by Moroder”. Dizem até que influência do Off the Wall de Michael Jackson!

As “músicas que + gosto” do álbum

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E para “até que enfim Meu Deus” chegarmos ao fim deste texto,  vamos falar sobre “as melhores faixas” do álbum. Na verdade o álbum inteiro é um Primor, e você pode facilmente colocar play nele e ouvir do começo ao fim: coisa que eu faço numa boa sempre que quero ouvir.

Instant Crush (com Julian Casablancas)

Talvez seja porque simplesmente eu goste do CD inteiro… nunca se sabe kk. Vou falar um pouco de cada uma… sendo que as que + gosto estão por ai em todo o post, “of course”.

Comentando: Até Instant Crush

Anyway… começando com “Give Life Back to Music”, que é um puta bom começo, bem animada para aquele seu dia na praia, extremamente groove com aquelas jogadas “clássicas” de techno.

Giorgio by Moroder

Já “The Game of Love” é um pouco + lenta com alguma coisa de “games antigos”. Daí para “Giorgio by Moroder” que sinceramente é uma das MELHORES DO CD. Não se preocupem: no começo é o próprio Giorgio dando uma explicação de como ele começou a entrar no mundo da musica. Realmente curto demais.

Daí para “Within” e que também é um pouco lenta… e lembra aquelas músicas da Madonna, coisa de inicio dos anos 80, finais dos anos 70. Também excelente. A “Instant Crush” (com Julian Casablancas) já tem uma pegada + anos 70, disco mesmo. Com uns vocais lindos, devo dizer.

As “Groove” e o final + Techno

A “Lose Yourself to Dance” com o Pharrel, também muuuuito groove. Um Groove perfeito. A “Touch” (com Paul Williams) é para mim a “mais fraquinha” do CD mas também muito boa. “Get Lucky”, também com Pharrell Williams é a música que digamos assim… consagrou o álbum com um clipe lindo demais da conta. Groove total!

Doin’ It Right (com Panda Bear)

“Beyond” apesar de um começo meio “vai começar um filme da Disney” é bastante intimista junto com a “Motherboard”. Indo para “Fragments of Time” (com Todd Edwards), sendo outra música com um groove incrivelmente lindo.

Terminando com a mais Techno “Doin’ It Right” (com Panda Bear) e uma das que + gosto desta belezura de cd: “Contact” (com DJ Falcon) — eu diria que é uma das que + lembra a Trilha Sonora de Tron: O Legado. Esse final cara… o final é digno do final desta obra prima!

Conclusão

Contact (com DJ Falcon)

Final ÉPICO!

E ficamos por aqui galerinha boa! Espero que vocês ouçam o álbum inteiro e curtam esta obra prima do nosso século — se quiserem vejam e ouçam a crítica do álbum do Black Eyed Peas!

Aquele abraço!

Galeria de Imagens

Fontes:

Random Access Memories (Wikipedia): [Link]
Discografia (Wikipedia): [Link]
Interstella 5555 (Wikipedia): [Link]

Sirius B, Therion – Resenha: O Filho do Sol do Metal Sinfônico!

Depois das reviews (resenhas) do mítico Vovin e do seu “irmão gêmeo” Lemuria, cá estamos para falar um pouco do mítico Sirius B. Se trata de outro álbum do Therion que muito marcou a vida deste que vos escreve. Fiquem com o melhor do metal sinfônico!

Sirius B, Therion: O Filho do Sol do Metal Sinfônico!

lemuria-sirius b

Reviews de Álbuns do Therion

Vovin> Lemuria > Sirius B

Como prometido, o especial do Therion de seus três álbuns acaba de chegar no seu último post. Desta vez falando do Sirius B (2004 – junto com o Lemuria) é o 12º de trabalho deles. Digamos que algumas músicas dele já diziam para aonde “o Therion iria apontar”.

Como curiosidade, quando o Christofer Johnsson (líder e guitarrista do Therion) deu uma entrevista a Global Domination, disse que o título faz referência a uma “estrela gêmea” da estrela “Sirius A” (assim ele a chamou).

A estrela Sirius, fiquem embasbacados, só foi descoberta por nós, meros ocidentais, há pouco tempo. Enquanto isso, uma tribo africana chamada Dogons (eles vivem em Mali) já tinham conhecimento dela desde tempos antigos e dizem ter sido visitados pelo “povo” (entidades) do sistema solar daquela estrela.

Tremeu na base? Trema não… é só o THERION!

Falando um pouco das músicas – Era de Kali!

sirius b capa

“The Blood of Kingu” digamos que é a mais animada das músicas. Tem um coro feminino sensacional no momento do refrão. Engraçado que dá aquela vontade de “headbengear”.

Notar também que Kingu era um monstro da mitologia suméria que foi morto por Marduk — de acordo ao Enûma Elish, todos nós viemos do sangue de Kingu. E sim… essa tem uma das letras mais “satanistas” dos caras: somos a descendência, a herança de Kingu! A letra dá medim! kk

“The Blood of Kingu” – Tradução Maravilhosa e + informações sobre a letra no Youtube

“Son of the Sun” já traz um pouco do que vai ser o Therion em 2007, mas não deixa de ser sensacional. A letra fala da história do faraó Akhenaton que queria adorar ao seu deus único Aton, forçando a todo o povo egípcio ao mesmo. No fim “ele se deu mal”… a letra é interessante porque “your god you let you down…” E sim… foi uma das primeiras tentativas de adoração a um “deus único”, apesar de que não dá pra dizer que “foi assim mesmo”.

“The Khlysti Evangelist” nunca quis ver a letra… acho que é uma das músicas mais fracas do álbum. Faz referência a Rasputin que se acredita, ter feito parte de uma “seita cristã” na Russia.

“Son of the Sun” – Tradução Maravilhosa e + informações sobre a letra no Youtube

“Dark Venus Persephone” tem aquela vibe mais gótica do Therion, mas tomada de coros e riffs maravilhosos. O final mesmo é um esplendor digno da esposa de Hades – Perséfone. Perséfone era a esposa do deus dos mortos no inverno, enquanto passava a primavera com sua mãe. Provavelmente tem uma letra tão linda quanto a música.

Agora… “Kali Yuga” (parte 1 e parte 2). Quantas vezes já li e reli essa letra em? Basicamente faz referência a deusa Kali e a Era de Ferro (que cá estamos). É quase um preâmbulo para Voyage of Gurdjieff: como se Kali fosse nos levar para outra “era” após a destruição desta era moderna. Destruição que Kali mesma nos trás.

Kali Yuga (Parte 2) – Tradução Maravilhosa e + informações sobre a letra no Youtube

Melek Taus – Os Grandes deuses!

sirius b contra-capa

“The Wondrous World of Punt” também com muita, mas muita referência gregoriana, é outra música mais lenta do álbum. Fala novamente da Africa: Punt era um reino perdido do leste africano. Nunca quis ver a letra.

“Melek Taus”… caramba como adoro essa música! O quanto já ouvi… Tenho uma história interessante. Quando eu começava a ler as traduções das letras, ganhei de presente uma camisa de um pavão com inscrições que pareciam antigas…

Pois bem, Melek Taus é o Anjo enviado por Deus para cuidar do OVO que é o Universo. É um deus Yazidi e eu cheguei a ler até um pouco do livro de leis deles – e a sua figura é a de um Pavão, como a camisa que ganhei!

“Melek Taus” – Tradução Maravilhosa e + informações sobre a letra no Youtube

Claro que na letra do Therion, Melek Taus é um pouco “mais malvadinho”… E que solo, que refrão, que coro no fim da música!

Já “Call of Dagon” é a letra mais poética que eu já li do metal. Não tem muito o que dizer. Também tem um pouco da vibe do “Therion” do Gothic Kaballah… mas é uma canção perfeita. Dagon é um deus semita do mar e aparece nas obras de H. P. Lovecraft. Eu sempre achei que fosse uma deusa pela letra… continuo achando.

“Call of Dagon” – Tradução Maravilhosa e + informações sobre a letra no Youtube

Terminando com “Voyage of Gurdjieff (The Fourth Way)” que tem umas das intros e finais mais líricas e operísticas da história do metal. É linda! Junto com Kali Yuga e tantas outras faz a gente headbeangear que nem louco! QUE MÚSICA FANTÁSTICA! Esse álbum não podia terminar de forma mais épica.

Georgy Gurdzhiev foi um filósofo místico, Ármeno e viajante, como aponta a música. Era um “expert” na cultura yazidi, e eu tenho certeza absoluta que o Therion “theronizou” ele nesta letra kk.

“Voyage of Gurdjieff (The Fourth Way)”

Ah sim! Nesta letra eu gosto de imaginar que é um “final” para as perguntas e questões que a Era de Ferro nos traz, colocadas em Kali Yuga. As frases que mais gosto são: “A vida é a única realidade então, só o é quando ‘Eu sou'” (na intro). Com o final: “… somos como maquinas? Não, nós podemos construir uma alma como um diamante negro”. Lindo, lirismo puro, expressão máxima e clássica de metal sinfônico+ocultismo.

Conclusão

sirius b interior da capa traseira

E aqui termino este especial do Therion. Espero que tenham gostado da review e principalmente das músicas. Como eu disse, elas falam muito comigo, mesmo sendo ocultistas e eu não deixando de ser Teísta. Boa música faz parte da vida sempre!

E aí? Somos como máquinas?

“Dark Venus Persephone” – Tradução Maravilhosa e + informações sobre a letra no Youtube

ps: Therion, volta com as duas guitarras, o bumbo-duplado seguindo de coro no fundo e principalmente algum gutural nas músicas! Volta pras antigas!! 🙂

Fonte:
Wikipedia (ING): [Link]