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Samurai Shodown 1 – Review: Quando Samurais encontram os Arcades!

Olá meus amigos e minhas amigas, como vocês estão? Hoje é dia de mais uma review aqui no afontegeek. Desta vez a review é de um clássico game de luta: Samurai Showdown, o primeirão lançado pela SNK para seus clássicos arcade Neo Geo MVS. Vamos ver como foi esse primeiro encontro no mundo do Japão Feudal.

Samurai Shodown 1 – Review: Quando Samurais encontram os Arcades!

Sempre quis trazer algum tipo de conteúdo do game que me trouxe para os fighting games, o grande Samurai Showdown 1, também conhecido como Samurai Spirits, e chegou a hora. Ironicamente a versão que joguei primeiro foi o Samurai Shodown de Snes, mas vamos chegar lá com calma e destrinchar um pouco a história mas principalmente a gameplay — prometo não me estender muito já que as fontes que utilizo são muito boas, a SNK.Fandom.

Enfim, o jogo foi lançado em 1993 contando com 12 opções de “bonecos” para o jogador, excluído o vilãozão Amakusa — que muitos até hoje chamam ele de ela, mas acho que hoje em dia pouco importa. Aliás uma curiosidade interessante que o game se passa nos fins do séc. XVIII, e a história do game conta que Amakusa foi revivido por sua promessa com um demônio chamado Ambrosia…

E no séc. XVI realmente existiu um Amakusa, o Amakusa Shirō, que era um ronin (um samurai que havia perdido seu título de samurai diante a seu mestre, ou Senhor), sendo que ele também era recém convertido ao catolicismo. Mais tarde volto ao Amakusa.

Além do jogo ter chegado as placas MVS e mais tarde aos consoles AES, ganhou versões em trocentos video games, como 3DO (era uma das mais completa em casa nos anos 90), Snes, Mega Drive (ambos portes bem diferentes e interessantes cada um no seu estilo e que agrada mais cada tipo de jogador; eu prefiro mais a versão de Snes por ser mais “bonita” e ter uma gameplay próxima a do arcade; a do Mega Drive é bem mais parecida em visual ao game original por ter o “sangue”, apesar de não ter o Earthquake e ter uma gameplay diferente no geral), Psone, e até no Switch.

Mas vamos falar do jogo.

Gameplay – O Diferencial dos Samurais

A grande inovação de Samurai Showdown comparado aos outros games de luta da época e até das gerações posteriores é a sua barra de POW. O game ainda não tem golpes especiais ou “secretões” como no Samurai Showdown II e principalmente no IV, mas essa barra de POW garantiu todo o diferencial da mecânica de jogo. Consiste num conceito bastante simples: A cada vez que você apanhar, aumenta o nível da sua “raiva” (RAGE) e com isso cada golpe que você executar vai causar mais dano que o normal.

Isso quer dizer que você pode estar apanhando a partida inteira aumentando a sua barra de POW até o máximo, e num golpe de sorte, “com muita farofa” ou até estratégia de jogo, com dois ou três golpes que não tirariam tanto dano, mas com o POW no máximo, você garante a vitória. Apesar de parecer uma mecânica “ladrona”, o POW adiciona ainda mais estratégia: por exemplo, se ambos os adversários estiverem apanhando bastante, ambos com o POW no máximo, o primeiro que conseguir executar um golpe certeiro ganha a partida.

Ahh… o sangue!

O mesmo caso se você estiver batendo muito no seu oponente e de novo, ele ficar com o POW no máximo. Você pode simplesmente “fugir” dele enquanto espera a barra dele descer e voltar ao normal. Esse mecânica que acompanha o jogo até hoje na sua versão mais moderna (3D lindona) é marca registrada do game e é contada em detalhes pelo Issui do Poeira Jogos. Recomendo ver o vídeo dele que conta sobre isso e mais curiosidades.

Visual e Frames “instantâneos”

O visual do game com toda a sua pixel arte é lindíssimo, seus cenários que tentam trazer o espírito de uma época dos fins no feudalismo do Japão, e o seu icônico “IPON!” que aparece no final dos combates.

Mas aqui vai um “pulo do gato” para quem quiser conhecer um pouco melhor o jogo: como esse foi o “primeirão” ele possui no geral menos frames de animação se comparado aos Samurai II e principalmente ao Samurai IV (esse tem tanta animação que deixa o jogo lento e truncado em minha opinião), e isso quer dizer que alguns golpes vão sair de forma “instantânea” assim que executados.

O pulo do gato mesmo é você saber (não adivinhar) o quanto vai demorar para desferir certo ataque ou quanto demora para defender um ataque de seu oponente (ou seja, saber quantos frames demoram para o Haohmaru por exemplo, executar a sua “lapada” mais forte, com dois botões). Com o tempo e experiência de jogo você vai começar a apreender essas coisas e quando defender/ executar certo ataque.

Digo isso porque essa é uma diferença (senão A diferença) mais importante se comparado ao Samurai II, e compreender que alguns frames no Samurai I são mais rápidos que no segundo pode ser a diferença de uma vitória ou tomar um Perfect.

Low tear, Top tear – Qual escolher?

Eu sei que essa review está “diferente”, mas se eu ficar falando de curiosidades e historinhas não teria a menor graça. Então, existem doze “bonecos” para escolher no Samurai Showdown 1, e temos uma diferença grande se comparado a um Street Fighter II que é a “base” dos games de luta. Por exemplo, a maioria dos games de luta tem um boneco que é mediano: não é excelente, nem muito ruim em nada e serve para o jogador iniciante se acostumar com a gameplay. No caso do SF2 se trata do Ryu. Em MK Eddi Boon e John Tobias queriam que o Liu Kang fosse esse boneco. A Lista é grande.

Todos pensam que o boneco mediano em Samurai é o Haohmaru. Mas aqui há a primeira quebra nisso. Haohmaru meio que começou a ideia de ter comandos facilmente executáveis por qualquer jogador, como meia lua (hadougen), frente-meia lua (shoryuken), mas ele não tem nem o range (alcance) e nem o dano mediano do jogo. Pelo contrário. Haohmaru é pesado, tem um alcance altíssimo e dá muito dano (é um dos bonecos que mais dão dano no Samurai). Na verdade com o POW no máximo dois ataques fortes são o bastante para ele terminar a luta. Então, tirando a lista de comandos básicos, ele não é nem de longe o boneco mediano do Samurai I.

Mas quais são os “mais fortes”? A minha lista pessoal é que no PVP (no X1, player vs player) primeiro vem o Hanzo (o ninja fodão) que está muito forte nesse Samurai I (apesar de ser o mais amado no online do Samurai II ele ficou muito fraco lá) com a Nakoruru brigando firme com o Haohmaru no pódio. Alguns citariam ainda a Charlotte e o Ukyo; Ukyo (o ceguinho) que para mim apesar de ter os comandos mais “difíceis” para um player iniciante é neste Samurai I o “mediano”. Ele é o Ryu.

Uma citação interessante é que eu vejo a Nakoruru extremamente OP na versão de Snes junto com o Hanzo.

Conclusão – Samurai Showdown um game de luta Marcante

Samurai Shodown é o meu game de luta preferido de longe. Gosto muito da sua mecânica de jogo de você precisar acertar poucos golpes certeiros para deitar seu oponente, ou até de tomar um IPON e ter o corpo do seu boneco cortado em mil pedaços. Apesar disso ter mudado um pouco desde o IV (que é o preferido de muita gente, mas eu não gosto tanto) ele ainda mantém essa mecânica que torna Samurai único entre os games de luta.

E eu acho muito gostoso esse clima de Japão feudal que ele traz. Tem o Galford que é o “ninja americano”; a Charlotte que é a “cavaleira francesa” que nessa época fazia referência a Joana D’ark; o Haohmaru e Ukyo que são quase que como Ronins; O Gen-an que parece um Oni e muitos pensam ser um ancestral da Mai Shiranui por terem o mesmo sobrenome… aliás se falava bastante na época da capacidade do Neo Geo de “zoom de sprites”, mas ironia das ironias hoje as pessoas jogam mais por causa da sua gameplay e de seu clima únicos.

Tem também a questão do Amakusa ser lembrado como uma “bruxa demoníaca”, que na verdade fala sobre o medo do japonês em ter sua cultura ameaçada por interferência estrangeira, medo este tão infundado em minha opinião que acabou fazendo toda uma elite de samurais ceifar as vidas de uma cidade inteira, mulheres e crianças, que estavam ao lado do Amakusa Shiro, o ronin católico que eu contei acima. Medo compreensível porém, faz parte da humanidade temer o desconhecido.

São essas referências e histórias com sua gameplay única que tornam Samurai Shodown, ou melhor Samurai Spirits tão gostoso de ser jogado hoje.

Nakoruru minha Waifu

E para quem não sabe, a Nakoruru é minha waifu de todos os games de luta. Eu sei que muita gente tem a Chun-li ou a Mai Shiranui como suas waifus, mas a Nakoruru é a minha waifu porque (além dela ser linda) eu praticamente aprendi e voltei a jogar fighting games graças a ela, então eu tenho todo um carinho pela personagem mesmo quando ela é abaixo do low tier (ou seja, muuuuito ruim Mesmo) como no Samurai Showdown II.

Uma curiosidade sobre a Nakoruru, que além dela fazer um pouquinho de referência à Sailor Moon com seu “This is nature’s punishment”, ela é realmente baseada no povo Ainu, que é considerado um povo indígena no Japão (e na Russia), daí veio o fato dela ser protetora da Natureza.

E para mim é legal saber que ela só foi parar no KOF XIV por causa sua da popularidade. Ou seja, não sou o único que tem ela como waifu. Perai… mas ai não dá, ela tem de ser a minha waifu!

Abração e bom game pessoal!

Fontes: Wikipedia (ING) Ainu People [Link]/
Wikipédia (Pt-br) Amakusa Shiro [Link] e Ronin [Link]
Snk.Fandom.com: Samurai Shodown [Link]/ Nakoruru [Link]

Halo: Combat Evolved – Review: Quando um Noob joga um dos melhores FPS da História

Olá, como vocês estão? Espero que estejam bem. Sejam bem-vindos a review de Halo: Combat Evolved, o primeiro Halo que saiu tanto para PC, MAC OS e claro, Xbox Clássico. Mas esta é uma review diferente. Vamos ver como um noob se sai jogando um clássico dos FPS! Sem Spoilers! Vamo lá!

Halo: Combat Evolved – Review: Quando um Noob joga um dos melhores FPS da História

Olá meus amigos e amigas, quem diria que o Afontegeek traria uma review de um dos games mais clássicos da História, não é verdade? Mas por algum motivo eu percebo que a maioria do público brasileiro não tem o menor contato com Halo, e raramente (eu nunca vi) numa roda de gamers, alguém cita que gosta ou jogou Halo.

E como pelo título da review vocês já notaram que eu não sou um true gamer, minha ideia aqui é apresentar o game para vocês br br hue hue, que jogam Call of Duty, Counter Strike e até Tribes, mas nunca viram Halo.

Eu já joguei um pouco de cada um dos que citei (menos Call of Duty), e até mesmo um pouquinho do Doom (clássico), Wolfestein: Enemy Territory (versão online), Hidded and Dangerous Deluxe, e tenho também uma jornada inicial no também pouco conhecido Metroid Prime. Então eu não sou bem um noob no mundo do FPS, mas não quer dizer que eu seja um mestre, longe disso.

Considero que sou um dos br br hue hue que nunca jogou Halo e sempre quis jogar. Assim que pude, fui jogar a versão para PC que a Bungie, a primeira desenvolvedora de Halo (antes da franchise ser comprada pela Microsoft) distribui. De vez em quando você encontra Halo: Combat Evolved em sites abandonaware, ou a precinhos bem camaradas na steam e na GOG.

Pois é, eu nunca joguei Halo mas tava morrendo de vontade. E você?

Você já jogou Halo? Não? Então JOGUE!

Digamos que você esteja ai como eu, morrendo de vontade de jogar Halo ou tem uma curiosidadezinha de conhecer o game, mesmo que por alto. Por acaso li bastante a “Halopedia” que conta detalhes da história de todos os jogos e a Lore absurdamente fantástica e complexa do game, e vou explicar um pouquinho dela para vocês durante a Review (só que sem spoilers).

Mas mais uma vez, eu sou um “noob” jogando um clássico, vou dar mais as minhas impressões e acho que isso vai servir de porta de entrada para você também.

Pois bem, o jogo começo na tensão. Você, que alguns chamam de Chief ou Masterchief (por algum motivo) acabou de colocar seu traje de batalha mais moderno, e acontece que aliens estão atacando uma nave humana em algum canto da Via Lactea.

Sim, o jogo começa já na loucura. Um dos Marines ensina os botões básicos e você começa. Primeiro você anda ao redor da nave meio que como stealth enquanto vê os outros marines atirando nos Ets — que FALAM! Sim, você consegue compreender as falas dos ets em Halo e isso é MUITO MANEIRO!

Depois que você finalmente acha o Capitão Jacob Keyes, você começa de verdade. Halo é um FPS bem classicão, ainda com sistema de vida “Apanhou demais e não achou life por ai, morreu” — eu curto. A diferença é que você tem um escudinho, que te permite levar alguns tiros antes de começar a perder life de verdade.

Apesar da Bungie dizer que Halo deve ser jogado no modo Heroic, eu joguei no modo Normal (que não é nem um pouco fácil) e acredite, você vai ficar correndo por ai nas fases seguintes procurando life, mesmo que seu escudo recarregue um pouquinho e você fique no soro.

Cortana, a nossa Navegadora

Depois que o jogo inicia com os humanos PERDENDO — já na tensão, aliens vs humanos, e com a gente PERDENDO — a nossa nave cai e a gente desce num campo aberto com um pouco de mar, que dá pra falar que é quando o jogo começa Mesmo. Esqueci de dizer… nós não estamos Solo na missão. Nós carregamos a nossa IA companheira, a Cortana. Para quem já jogou Zelda como eu, a primeira referência da Cortana era Navi de Ocarina of Time, que é nossa companheira/ chata de galocha que nos acompanha no jogo.

A Navi (ou navigator) foi criada pelo time de Myamoto para servir de “Z target”, e marcar mais facilmente os inimigos na tela, além de explicar alguns elementos da história para o jogador. Navi é um elemento de gameplay.

E a Cortana, a IA que acompanha o Masterchief, apesar de não servir como Z target, ela meio que nos prepara para o que virá, e o que devemos fazer. Falo isso porque depois que a história de Halo se desenrola (ou melhor, já no meio da 2º fase) nós ficamos literalmente sozinhos no mundo repleto de aliens (os chamados Covenants) que querem nos matar.

A sensação não é de solidão absoluta e de filme de terror como temos em Metroid Prime (a Samus é a mulher mais corajosa e bad ass dos games, Lara Croft o cara**o) justamente porque nós temos a Cortana. Ela é a nossa ligação com a base humana e sempre está nos contando o que acontece, o que devemos fazer e para onde ir. A gente cria uma ligação de afinidade com ela, porque ela é quem de fato Manda no que devemos fazer.

Veja bem, ela não nos dá dicas e nem ensina a usar os botões. Ela só fala o que está na nossa frente. Que nós devemos derrubar certa nave. Qual a provisão de inimigos e em quem Devemos Confiar.

Cortana é a nossa chefa e isso é muito maneiro na perspectiva de gameplay porque Halo é um FPS de ação (sem MAPA!!!!) e Cortana é muito útil o tempo inteiro para manter o sangue nos nossos olhos (avisando que virá uma horda de Covenant por exemplo), além de tirar a sensação de solidão, porque Halo não é um Metroid.

Os aliens “assustadores” e o Halo

Field Master (elites)

Durante o jogo inteiro a gente não tem a sensação como em Doom ou mesmo em Wolfstein: Enemy Territory que os Aliens são desalmados ou Seres Demoníacos do inferno. Eles falam o tempo inteiro, nos chamam de covarde, avisam aos outros que estamos por perto e Nos chamam de Demônio (porque o Masterchief não é o Homem de Ferro mas mete medo!) e a gente não sente hora nenhuma que eles são estranhos.

Mgalekgolohunter

Os aliens na verdade são pessoas como eu e você, nos fazem rir e até quando enfrentamos os aliens mais poderosos (que são os gigantes que tem armas de plasma nos pulsos e os outros guerreiros que vão sim te dar uns sustos com suas espadas de “luz dura”) não passam a sensação de medo.

 

 

Lembrem-se Halo é um game FPS de ação espacial. Na verdade a sensação para quem joga Halo é que os Covenant (os aliens) nem “do mal” são de verdade. Para ser sincero, antes de ler a lore do game na Halopedia, eu sempre pensei que nós humanos tentamos dominar o Halo por ele ser uma arma alien de destruição em massa (mas não é bem assim…).

A sensação para quem joga a primeira vez é que estamos em guerra por uma Arma de destruição em massa que pertence aos Aliens. Começamos perdendo (como eu contei acima) e enquanto o jogo progride acontecem coisas que pode-se dizer, têm um pouco de culpa nossa.

Mas eu não vou dizer nada mais além disso. Apenas que no decorrer do jogo vai aparecer uma ameaça PIOR que os Covenant, e esta ameaça sim vai dar agonia (até porque vai ter uma falta bruta de arma nas fases à frente). Confiem na .12 (arma humana) para enfrentá-la.

Gameplay, Gráficos e Fases

Aqui eu vou ser bem diretão. A Gameplay é fantástica. Rápida, direta como todo bom FPS, e a trilha sonora (além dos efeitos sonoros) ajuda muito a dar a sensação de que nós somos o Rambo Espacial, que Cortana vai nos passar as coordenadas, e nós vamos derrotar os Covenant! Sobre os gráficos… Por mais que Halo tenha muitas fases amplas e abertas (que são fodas) eu achei ele um jogo não tão bonito graficamente quanto o próprio Metroid Prime. O que é uma ironia se você pensar que o Xbox clássico era uma máquina mais potente.

Mas a beleza de Halo é justamente quando estamos nos mapas abertos e o jogo mostra toda a capacidade gráfica. Posso falar sem sombra de duvida que ele envelheceu bem demais. Mas… as fases fechadas… hummm… Primeiro que elas são absurdamente lotadas por HORDAS de inimigos principalmente no final. Mesmo jogando no normal.

Acredite, vem muito mais

A diferença que eu notei comparada com o modo Heroic é que o Normal você encontra mais life escondido nos mapas, mas as hordas aparentemente são as mesmas.

Esses mapas fechados são sim um pouco repetitivos (muita gente fala mal da The Library) mas caramba, as três ultimas fases sofrem um pouco de game design no geral — mesmas texturas, labirintos idênticos, hordas semi-infinitas, enfim é um pesadelo de game design e vai te deixar com coração na boca o tempo inteiro! Mas na boa? Mesmo com esses repetições, Halo tem uma ação e uma necessidade de urgência tão gostosas, que você vai zerar ele com gosto.

Conclusão – O FPS Evoluiu

Não tem nada de muito especial em Halo: Combat Evolved. Acredito que Halo 2 tem muito mais inovação — algumas delas trazidas direto de Metroid Prime — mas o que eu gosto mais de Halo são os elementos de Gameplay fora do habitual. Não é o uso de armas diferentes, dos veículos (alguns são maneiros de mais!) ou mesmo a interação com os Marines, os humanos do nosso lado (a IA do jogo até que é eficiente).

O que mais te deixa louco com Halo é a imersão. As interações com a Cortana, a sensação de guerra de verdade e que nós fazemos a diferença. Os inimigos aliens e outros personagens que aparecem no decorrer do jogo que vão sim, te fazer sorrir apesar de toda a desgraça que acontece à volta. O fato dos Covenant falarem, mesmo os mais poderosos tornam Halo um jogo fantástico. E não te lembra épicos espaciais como Star Wars ou Star Trek. Halo é Halo.

São esses elementos diferenciados, da Cortana comigo, de que sou Especial para a sobrevivência da espécie humana, que dão uma imersão absurda e tornam a gameplay de Halo sem igual. Se você nunca jogou Halo, a hora é agora!

Lançamento: 2001 (Xbox Clássico)/ 2003 (MAC OS e PC)

Fontes: Halopedia [Link]/ Heroic [Link]