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Star Wars: Review de A Vingança dos Sith (Episódio III) – Cumprindo o seu Destino como Darth Vader

Lá vamos nós senhoras e senhores, para mais uma review dos filmes de Star Wars, desta vez a resenha de A Vingança dos Sith, episódio III, o último da filmologia presequel, ou como eu prefiro, o último dos filmes dos anos 2000. Será que ele foi melhor que a tragédia chamada Episódio II? Será que Anakin tornou-se o “herói” que era esperado em Ameaça Fantasma? Vem comigo!

Star Wars: Review de A Vingança dos Sith (Episódio III) – Cumprindo o seu Destino como Darth Vader

Quer dizer que vocês já estão aqui comigo na última review dos filmes Star Wars dos anos 2000? Pois então vamos sentar e desbravar um pouco mais deste clássico longa senhoras e senhorios.

Igualmente dirigido e roteirizado pelo próprio Lucas, assim como foi o episódio II, a primeira coisa que eu devo dizer é que o roteiro está ok, assim como sua direção.O que é um alívio na verdade. Até me surpreendi com a qualidade principalmente do roteiro e da história em si (o enredo), que são muito bons se comparado ao episódio II.

E já que declarei amores iniciais ao filme acredito que os leitores já estão adivinhando que Lucas nos deu o que mais desejávamos: Wars, em Star Wars. Lucas pode não ser mestre em muita coisa, mas é mestre em saber o que seus espectadores esperam.

Anakin preocupado com o que eu falo dele no texto

E como já é de costume, vou tentar mostrar coisas que poucas pessoas  falam e dar um fechamento a esta trilogia do milênio.

Vem comigo.

Consertando os erros do Passado

Na minha última review ficou bem claro que tanto o roteiro quanto a direção do longa de 2002 são ruins. Falas muito meladas, declarações de amor ultrarromânticas, seguidas pela tentativa pífia de contar uma história de amor enquanto Obi Wan queimava os fundilhos atrás do caçador de recompensas…

Sem contar o próprio sentido do Ataque dos Clones, que ao invés de nos dar a Guerra Clônica, nos pediu para que nos contentássemos em saber como ela começou: como a política é um circo de leões e que histórias de amor podem ser ultra-chatas.

Talvez sabendo que episódio II tinha mais amor que guerra, e quase nada de explicações sobre diversos temas, Lucas finalmente percebeu que não é isso que Star Wars se trata. Star Wars se trata sobre família e sobre guerra. Sobre sabres de luz e estrelas da morte. E não sobre politicagem e contar a história de como a República Romana caiu. Ele continua contando mas isso se torna spin off dentro do episódio III.

Não por acaso o foco foi realmente guerras e dramas familiares, mais principalmente sobre o medo de Anakin em perder seus entes queridos — e de como é difícil para alguém crescer frustrado por nunca se tornar o Pelé que haviam dito que ele se tornaria; ou o Fangio. Ou o Jordan. Vocês entenderam.

Calma gente, ele tá frustradinho

É interessante como um diretor/roteirista percebe aonde errou e tenta colocar de volta os pneus no traçado da pista.

Mas antes de ir para os finalmentes, vamos aos pormenores

No texto anterior perguntei se o episódio III nos explicaria porque o conde Dookan (interpretado genialmente pelo Christopher Lee, que infelizmente nada apareceu neste longa) contou todo o grand design para Obi Wan. E como eu “adivinhei”, ele não explica. E pior.

Se Dookan fazia jogo duplo com Darth Sidios, e a Federação do Comércio só queria se vingar dele (por ele os ter enganado no primeiro longa), por que eles voltam a confiar no Darth Sidius? Não era mais fácil procurar os Jedi, contar a história toda e acabar a guerra? Mind blowing, não interessa saber o porquê, só aceite.

Mas na verdade a Padmé é o Grande Problema dessa trilogia milenial. Rainha aos 14 anos (igualzinho ao D. Pedro II)… mas Rainha ELEITA. Senadora que era contra à república ter um exército e que não está nem aí, quando seu suplente é o principal responsável à criação do exército. Agora o mais perturbador é que sendo “da paz e contra guerras e exércitos” ela não liga do Anakin assassinar crianças e mulheres. Duas fucking vezes! Mas vou voltar ao relacionamento deles mais tarde…

Saindo um pouco da Padmé… um Conselho Jedi que não sente um Sith é basicamente o que Palpatine fala para o Yoda perto do fim do episódio III: “Seu orgulho te cegou!”.

E como eu também falei na review anterior, isso não faz o menor sentido. Mas Lucas percebeu que esses furos já estavam feitos. Não há como você contornar erros numa história. O melhor que você pode fazer é acertar o enredo para contar o que seu filme deve contar.

Se a Direção e o Roteiro estão de volta aos trilhos, falta…

Caretas

Boas atuações. Como eu venho falando nos meus textos anteriores, coisa que o próprio Lucas também já disse, Star Wars fala sobre questões de família dentro de um épico espacial. E finalmente temos isso de volta. Na verdade o episódio III é necessariamente a continuação do episódio I — ou seja, uma jornada de crescimento do “herói”, que no caso é o Anakin.

É engraçado isso porque na trilogia original não se trata bem de uma “jornada de crescimento” do trio ternura (Luke, Leia e Solo) mas sim de uma clássica jornada do herói… dos três.

Mais caretas

No caso da trilogia milenial (tirando o episódio II porque este se atém muito à política) a história se passa envolta ao Crescimento do Anakin. Que foi belissimamente interpretado pelo guri Jake Lloyd, mas terrivelmente vivido pelo Hayden Christensen.

Meu Deus… eu lembro que reclamava muito da atuação da Natalie Portman e não entedia o motivo dela atuar tão mal (em 2005 ela também fez V de Vingança). Mas assistindo com um olhar crítico  você percebe que no episódio II ela estava estranhamente desconfortável ao lado do Hayden, que atuava bem mal, o que fazia ela… não ligar muito ao dizer coisas clichê como “vamos morrer juntos”.

…e mais caretas. Vai num banheiro meu filho!

Mas o III como eu expliquei, é o retorno ao trilho da pista. Drama familiar e Wars. E como falei no episódio I, o filme é todo sobre a sensação que aquele menino é muito perigoso para ficar sozinho, mesmo que ele seja tão bonzinho e tenha salvado Naboo. Ou seja, Lucas PRECISAVA de Anakin, porque a história é sobre o nascimento de Darth Vader. Lucas necessitava de boas atuações do Hayden, porque o filme é sobre como Vader surge.

Violência Doméstica e os finalmentes

E nós temos o que a Natalie (que atua aqui como a mulher mais submissa que eu já vi… e atua muito mal como mulher submissa) já havia percebido. Que o Hayden só sabia fazer caretas. Caretas para dizer que está com raiva, para dizer que está triste; para dizer que queria fazer cocô. Ainda bem que Obi Wan está do nosso lado.

Obviamente que num relacionamento tão ruim, numa história de amor impossível, que começou errado com eles jovens demais, terminaria mal. Maria da Penha no Anakin, Obi Wan!

Pega ele Obi Wan

Eu sinceramente não consigo entender os fãs que gostam mais da Padmé que da Leia. Cara… no fim do filme ela sabia que Anakin tinha matado crianças 2x. Padawans e crianças do povo da areia.

Sabia que o cara era mal e cruel (de uma forma bem mal atuada, mas era mal e cruel) e mesmo assim diz: “Vamos fugir juntos Anakin, esquecer de tudo, eu te amo, eu te amo”… eu chego a entender porque a Natalie atuava mal. A Padmé é um personagem quebrado (mulher de ladrão?). Diz querer a paz, mas aceita o maridão psicopata.Engraçado também que Anakin faz tudo pelo medo de perder Padmé, e ele mesmo acaba por bater na sua própria esposa. É irônico. Na verdade todo esse drama familiar do surgimento do Vader com a guerra ao fundo, os Jedi tentando tomar o poder para impedir que um Sith tome primeiro é muito bom! Esse enredo meus amigos é excelente.

E põe para pensar também… Os Jedi iriam destituir o senado, matar o supremo chanceler… pela democracia? Iam mesmo? Ou só é um ponto de vista?

Pega ele Samuel L. Jackson!

Conclusão: Sith, Jedis e Darth Vader

Uma pena que dentro deste enredo excelente o Hayden estraga tudo, né verdade? E a Natalie em certa parte, porque devia ser chato para ela (mesmo ela sendo uma atriz, e atrizes não ficam chateadas), fazer uma esposa submissa ao seu marido psicopata. Enquanto enredo da história, chega a ser poético. Se eles tivessem atuado bem…

Voltando um pouco ao que falei na review do Episódio I, Liam Neeson, o nosso Samurai Hippie, havia descoberto aquele Guri que poderia trazer uma ruptura na força, sendo que ele mesmo, Liam Neeson, achava que havia algo errado e por isso não queria fazer parte do Conselho Jedi (crença que o Conde Dookan também repete no episódio II). Mais tarde, Obi wan, crendo na profecia, acreditava firmemente que ele traria equilíbrio.

Pensem bem. Uma Republica Galática fragilizada. Políticos como ratos. Uma Federação do Comércio que tinha razão em fazer suas disputas e depois foi enganada por um Sith. E o principal, Jedis que queriam destituir o senado e matar o chanceler para fazer uma “transição pacífica”, de volta a um tipo de democracia que eles Jedi, queriam. Bom… ao menos lutavam por Democracia, e não por uma “causa” como nos filmes da Disney…

Mas vou ser claro: quem tinha poder de verdade na Republica Galática era o Conselho Jedi. Eram os Jedi que botavam medo aonde passavam, mostrando seus sabres de luz como um PM mostra sua arma. Aí um Sith foi lá e com ajuda do escolhido pela Força, colocou a balança de volta aos eixos, porque como dizia o tonto do Anakin, Jedis não deveriam ser maus.

Essa batalha, Yoda vs Palpatine, mostra o quão cego yoda estava por ser mais poderoso na força que o Imperador. No fim… ele perde porque caiu de um lugar alto!

Meus amigos e amigas, de modo irônico Lucas nos diz que Darth Vader restaurou a balança da Força. Jedis devem ser caras legais e não cegos pelo poder e pelas suas habilidades. Infelizmente Anakin se destruiu enquanto pessoa no processo ao cair no abismo, como eu falei na review do episódio VI. Coisa que Luke nunca fez.

Mas Lucas nos deu em troca um dos épicos espaciais com um dos enredos mais sensacionais que já vimos.

Melhor cena do Filme

Aquele abraço pessoal!

Star Wars – Crítica de Uma Nova Esperança (Episódio IV): Os Heróis do Início da Jornada e o Mistério atrás da Máscara

Em pleno natal cá estou escrevendo a primeira grande crítica (ou resenha, ou review) que farei de todos os filmes Star Wars. Começando pelo começo, para ser preciso, com a crítica do Episódio IV, Uma Nova Esperança. Vamos descobrir as motivações deste clássico épico e nos defrontar com os verdadeiros heróis do primeiro filme da saga. Vem comigo!

Star Wars – Crítica de Uma Nova Esperança (Episódio IV): Os Heróis do Início da Jornada e o Mistério atrás da Máscara

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Afontegeek Especial: Críticas de Star Wars
Episódio I – Episódio II – Episódio III – (Rogue One) – Episódio IV  Episódio V Episódio VI – Episódio VII

Muita coisa pode ser dita sobre a filmologia de Star Wars. O próprio George Lucas (que na época havia ido para o Japão e voltado com influências de lá), que fez os roteiros dos seis filmes de uma única vez, já revelou em diversas entrevistas, que Stars Wars se trata de um épico familiar que se passa no espaço — Uma Space Opera que passa ao redor dos dramas de uma família.

Eu até poderia ir por este caminho para começar a nossa série de críticas, mas vou fazer uma coisa melhor. Em cada filme vou explorar o seu sentido, sempre tendo em lembrança que Star Wars é um Épico Espacial que passa ao redor de uma família (siga o link para entender o que são Épicos Espaciais e como eles se diferenciam de Ficção Científica).

Sabendo disto, quais pontos vou explorar agora? É o que vamos ver.
Vem comigo!

O Chamado dos Heróis e da Heroína

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Todo épico começa com o Chamado do Herói. Eu explico que são Épicos seguindo o link. Mas de uma forma mais simples, este chamado é quando uma pessoa, que geralmente vive uma vida no campo, ou afastada dos tumultos, recebe o chamado da aventura. De começo ele ou ela é relutante, porque né? Ele nunca viu as guerras clônicas, e seu pai era só um dos motoristas durante o conflito.

Mas relutantemente, ele aceita o Chamado. E claro, ele precisa de um sábio mestre para guiá-lo neste começo de Jornada (O Obi Wan é o clássico do clássico dos “sábios mestres”). Mas de uma forma geral, esta jornada é facinha assim — a aventura bate à sua porta. Digo o mesmo do Han Solo… que é quase um anti-herói — uma pessoa que de herói não tem nada… mas tem o coração bom e poxa vida, né? Cara, é o Han Solo… sim sou fã dele.

Cena Clássica de Star Wars: Uma Nova Esperança

E também da Princesa Leia, que é a maior referência do mundo geek/nerd/gamer, daquela (mulher) princesa e guerreira, que não se entrega jamais (Princesa Zelda… eu sei em quem você se inspirou), mas que não esquece de ser gentil quando é possível.

Aliás, quando vi Star Wars, sempre quis casar com uma mulher como a Princesa Leia… Mas até ela, recebeu o chamado quando foi “””resgatada””” (ela praticamente se salvou) pelos jovens heróis. Ali, Leia encontrou a aventura.

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Mas isso é o básico de cada Jornada. O que estou dizendo aqui não tem nadica de nada de novo. O que ninguém te diz é o seguinte: quando o herói recebe o chamado, ele Ainda não é Herói. Ele vem a se tornar como tal, apenas, durante a Jornada. Como se fossem pedras que precisam ser lapidadas, entende? É aí que me deparo com…

Os Verdadeiros Heróis de Uma Nova Esperança

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Eles mesmos: C3PO e R2D2

Decifrando a primeira parte do título desta crítica, os verdadeiros heróis são o R2D2 e também seu fiel companheiro, o C3PO. Aliás, o arquétipo de ambos os robôs não estão ali apenas para lembrar o homem de lata do Mágico de OZ. Mas antes, para se remeter a Cervantes. Aqueles cavaleiros fieis a seus mestres, um alto e franzino, o outro gordo e sagaz. Nossos queridos robôs são eles dois: Sancho Pança e Dom Quixote.

E além disso, eles são os Heróis já formados. Vamos entender Star Wars aqui como se você não tivesse visto os Episódios da Trilogia dos anos 2000 (Episódio I, II e III). Então, como saber o quanto eles foram heroicos, se vocês não viram os filmes anteriores? Sendo assim, você não sabe que eles são heróis, certo?

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Sancho Pança e Dom Quixote do espaço

Mas horas… quem recebe a missão de encontrar Kenobi? Quem consegue salvar seu amigo para que ele fique com o novo “jovem mestre”? Quem tem os planos da Estrela da Morte e consegue ajudar aqueles que iniciaram seu caminho, a escapar e depois destruir a própria Estrela da Morte? Quem estava até o último minuto com Luke no X-Wing, mesmo sendo gravemente ferido, e ainda assim sai de lá vivinho e cheio de coragem? Exatamente.

O Jovem Herói no caminho da Jornada com o “Sábio Mestre”

Nossos queridos Sancho Pança e Dom Quixote de lata, nossos robôs mitológicos, que diversas vezes salvam a vida dos jovens heróis, são os verdadeiros heróis, já formados, sem precisar de passar pela Jornada, de encontrar um “sábio mestre” ou de se meter em dilemas morais como “Só estou aqui pela grana Princesa”. São eles R2D2 e C3PO. Os mitos!

Claro que não vou estragar a infância de vocês e revelar o mistério por trás de alguns dos robôs mais famosos do cinema (veja nossas curiosidades). Mas mesmo eles, Han Solo, Leia, Luke ou ninguém daquele filme ficou tão famoso quanto…

O apresentar da Força e do Principal vilão da Cultura Pop!

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Se vocês não sabem, antes de Star Wars não havia Cultura Pop como conhecemos hoje. Não havia cosplays. Não haviam tantos nerds e geeks como temos agora. Eu falo isso no nosso último podcast. Mas… digamos que você vê um filme que apresenta o início de uma Jornada do Herói. Um amigo meu fala que todos os filmes de iniciar da Jornada de Star Wars, são distantes da maldade e crueldade do mundo, vamos dizer assim.

Quando um épico se inicia, o mal é sempre uma sombra, algo distante, como um pesadelo. E se o mal for muito “fraco” ou “bobo”, para quê se chamar um herói para enfrentá-lo? Se o Mal a se enfrentar é bobo, perde-se todo o interesse e necessidade do Herói. Mas cá está ele em Star Wars: Darth Vader.

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Matou o pai e o mestre do jovem herói. Se mostra impiedoso com os seus. E ainda domina poderes desconhecidos. Este apresentar do Maior Vilão da Cultura Pop foi o principal motivo, em minha opinião, que garantiu o sucesso de Star Wars. Não se trata de uma história sobre heroísmos bobos ou sacadas inteligentes. Se trata de enfrentar o Império que domina a Galáxia e tira a liberdade das pessoas — Império personificado no Darth Vader.

Se trata de enfrentar o vilão que pessoalmente feriu o jovem herói duas vezes! Ou seja… não é só um drama político. É um drama Pessoal e Familiar. E além disso, este vilão é o único que parece realmente conhecer este poder estranho, chamado “Força”, que é mais maravilhoso que a Estrela da Morte. A Força é tão poderosa, que graças a ela, Obi Wan aconselhou o jovem Luke. E graças a Força ser poderosa nele, que Luke milagrosamente acertou o alvo — para destruir a estação bélica capaz de destruir planetas!

E o próprio Darth Vader tinha avisado que a Força era muito mais poderosa que a estação de batalha…

O Mistério atrás da Máscara

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“Eu acho Perturbadora a sua Falta de Fé”

O grande mistério do filme Uma Nova Esperança, residiu atrás da máscara daquele ser terrível, capaz de engarguelar um político com a Força e de causar medo ao governador. Por todo o mistério e poder escondido na capa escura e naquele “rosto sem rosto”, que Darth Vader passou a ser o grande personagem do filme que veio depois.

Porque o que garantiu o sucesso daquele épico, não foram Sancho Pança nem Dom Quixote. Muito menos o herói bandido, a princesa amorosa e guerreira, e nem o jovem Luke. O que garantiu o sucesso da franquia e de sua continuação, reside inteiramente no mistério de Quem Era Darth Vader. Quem era este ser poderoso? Quão forte ele é afinal? Que poder é este chamado Força, que o fez derrotar Facilmente seu antigo mestre?

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“Matou o mestre do Jovem herói”

Aliás… o motivo mais forte do personagem principal de “O império contra-Ataca” não ser nenhum dos três mocinhos ou dos dois robôs “engraçados que resolvem os problemas” ter sido Darth Vader, foi por causa do mistério que ele causou ao público nas suas primeiras aparições em “Uma Nova Esperança”. Resumindo…

Darth Vader não apenas garantiu a existência de Star Wars — cujos atores nas primeiras cenas, percebe-se claramente o Medo que tinham daquela loucura espacial dar em nada. Darth Vader além disso, acabou fundando a Cultura Pop como conhecemos hoje. E foi por causa disso que no segundo filme ele roubou a cena.

A Primeira vez que Darth Vader aparece: sem a Marcha Imperial; por que Darth Vader ganhou sua trilha sonora na continuação?

Mas vamos falar do segundo filme, na nossa próxima crítica. Só me resta a dúvida: George Lucas sabia da grandiosidade do Darth Vader? Ele previu o sucesso do personagem e assim, deu a ele o protagonismo em O Império Contra-Ataca, já nos roteiros iniciais?

Sobre essa última pergunta… eu penso o seguinte: O Império Contra-Ataca já estava pronto junto com os outros cinco. Mas Darth Vader ganhou a importância que teve, por causa de Uma Nova Esperança.

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Carrie Fisher linda como sempre

Enfim, nos vemos na próxima crítica!