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Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

E lá vamos nós para mais uma resenha da incrível banda Rhapsody of fire. Antes que alguém me pergunte, não, não sou tão fã dos caras. Mas esses álbuns merecem. E para a “Crítica de CD” de hoje, vamos para a resenha do mais-que-perfeito Power of the Dragonflame.

Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

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Resenha de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Bem vindos queridos amigos do Afontegeek, para mais uma resenha sobre o Rhapsody. Advirto que esta deva ser a última crítica sobre os caras durante um bom tempo, então, leiam com extrema vontade. Se vocês quiserem dar uma olhada nos textos sobre os álbuns Dawn of Victory ou do Symphony of the Enchanted Lands, basta seguir os links.

De resto vamos logo direto ao assunto. Se no Dawn of Victory tivemos uma diminuição dos “bumbo-duplados”, como comentei na última review, neste álbum de 2002, eles voltaram com toda a força. Acho que eles só eram dessa mesma maneira, ainda no Legendary Tales, ou no próprio Symphony of the Enchanted Lands.

(Steelgods of the last Apocalypse – “WE ARE… WE ARE THE ONES…WHO’LL FACE THE STEELGODS” – essa É MITICA, uma das melhores do álbum!)

Uma coisa interessante, além dos “bumbo-duplados” terem voltado, é um uso maior de recursos “operísticos”. Meio que eles já eram frequentes (o que faz muita gente chamar o Rhapsody de Symphony Metal, termo que discordo para os caras) mas confesso que neste álbum senti muito mais a presença.

Principalmente da ENORME mas também muito interessante Gargoyles, Angels of Darkness, que de tão grande (19 minutos) foi dividida, pelo que entendi bem, em 3 partes distintas: I. Angeli di Pietra Mistica; II. Warlords’ Last Challenge e a III. …And the Legend Ends…

(Rise From The Sea Of Flames – Junto com “The Tyrant” e “Last Apocalypse” uma das 3 melhores do álbum, se não a melhor, e é a *bonustrack – “Baptized in fire is the dark knight who rides in me, against the raging wind”)

Eu devo dizer que como alguém que gosta muito do metal sinfônico (seja ele mais presente em bandas de prog metal, ou mesmo em bandas realmente sinfônicas como o Therion e Epica) que gostei muito. Principalmente a parte do refrão dessa música que é uma coisa linda de se ver.

E claro, querendo ou não, temos as velhas letras sobre reis, rainhas, príncipes e obviamente, dragões. Aliás, fica aqui a pergunta se o Rhapsdoy tem algo com os dragões: a letra da música “Power of DragonFlame” pode ser interpretada de um jeito bastante ocultista, diga-se.

(The Pride of the Tyrant – MÍTICA, uma das 3 melhores do Álbum! – “With my eagles i’ll fly free From snowy mountains to crystal seas”)

Poderia até citar algo que envolvesse mesmo o ocultismo, como o visto no Therion (porque temos uma saudação bem interessante a um “dragonlord”, o que seria mais ou menos como o “senhor de todos os dragões”, o dragão rei). Se bem que chamar um dragão “chefe de todos” de dragonlord é tão estranho, que à primeira vez que vi pensei que fosse “Aquele que é o Senhor dos Dragões”, tipo um rei que os domina.

Se fosse por ai eu podia até pensar em Apocalipse, mas como parece ser mesmo o “rei dragão”, ficamos como se fosse a maior das feras. Mas é tão estranho louvar “o poder da chama do dragão” que juro lembrar na hora do Therion… enfim, não vou me envolver muito nisso, só pode ser coisa de nerd mesmo rs.

(Power Dragonflame – “Rise, rise… rise to the air, Mighty dragon rise!” – também muito boa!)

Tipo “Ohh poderoso dragão…”. Essas letras do Rhapsody são realmente terríveis nerds. E para não me alongar muito, como sempre estão ai algumas das músicas que considero as melhores do álbum.

Abraços a todos e Bom Metal!

Fonte: [Link]

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

Que tal uma resenha de metal? Ando empolgado ouvindo o Rhapsody e agora é hora de falar do do Dawn of Victory! A próxima é justamente de outro álbum do Rhaposody, o Power of the Dragonflame. Aproveitem e vejam também a review de Symphony of the Enchanted Lands. Mas claro que antes vocês vão ler está aqui, do Dawn of Victory!

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

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Resenhas de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Resolvi falar do Dawn Victory, talvez para seguir uma certa ordem nos posts (e também por uma ordem minha mesmo). Esse álbum foi lançado no longínquo ano de 2000, e posso dizer que teve algumas mudanças musicais, se comparado com o Symphony of the Enchanted Lands (1998).

(Dawn of Victory)

Acho que a maior diferença que pode ser ressaltada com o primeiro, é sobre a ausência, ou diminuição nos “bumbo-duplados” (aquelas baterias que ficam fazendo fundo, enquanto o som está tocando). Se os amigos sabem, ou se não sabem, uma das coisas que mais gosto no power metal é justamente a presença do “bumbo-duplado”.

Mas eu posso falar sem sobre de dúvida alguma, que a diminuição deles não afetou em nada a qualidade da boa música dos caras. Continuamos com os mesmos “gritinhos” finos do vocalista, extremamente bem feitos, os solos e riffs mais do que perfeitos… é um cd memorável.

(Triumph for my Magic Steel – “Rage in the wind …” refrão mito!)

E claro que as melhores músicas do álbum na minha humilde opinião, estão todas colocadas aqui. Eu tenho que falar um pouco da belíssima “The Last Winged Unicorn”, que até hoje tem a melhor letra de música que os caras já fizeram.

Você pode falar qualquer coisa do Rhaposdy, mas falar que eles fazem letras boas, não dá, rs; só se você for bem nerd para achar que uma música chamada “Holy Thunderforce” tem uma letra genial, como a que temos em Destiny (Stratovarius). Agora essa The Last WInged Unicorn realmente… tem uma letra mítica demais!

(The Last Winged Unicorn  – Adoro demais essa música! Sensacional!)

 The Last Winged Unicorn

O final dessa música é de arrepiar. “Voe, Voe meu Unicórnio”. Se bem entendi essa música, se trata de um guerreiro que liberta uma princesa (clássico né? rs).

Mas é linda a parte:

as velhas correntes de prata na parede
estão também agora acorrentando suas almas
Airin minha princesa eu não posso mais aguentar minha dor,
mais eu lhe juro em meu nome cheio de orgulho:
Você vai abrir o portal mágico

Bonito demais: “me sacrifico mas juro-te que te salvo.” Agora fica a dúvida se é a princesa “unicornio” ou se ele usa os poderes do ultimo unicornio alado que ele conheceu:

Através do mar santo de chamas douradas
voa o último unicórnio alado
Com seu fôlego mágico de inocência
ascendendo para o trono de cristal

No fundo eu acho que tudo é uma simples alegoria, aonde a Airin (uma moça, a princesa dele?) é descrita como a “Última uniconio Alada”. E ele não tem poder nenhum, mas a salva. De qualquer jeito, é o tipo de história que fala sobre sacrifício que sempre emociona quem ouve. Muito, muito boa.

Então, nesta The Last Winged Unicorn temos uma letra sim, muito bem feita e emocionante. Eu destrinchei ela de uma forma interessante, e deixo minha opinião sobre o significado da música junto dela. Ela incrivelmente sempre me faz recordar de Zelda, hehe.

(Dargor Shadow Lord Of The Black Mountain – Não gosto da versão estendida dessa música… Gosto dessa aqui mesmo. E que riffs míticos em?)

Creio que o que posso falar mais desse álbum (além da arte da capa do cd que deu uma melhorada considerável, obviamente) é que você, amigo ou amiga que curte Skyrim, deveria sim dar uma chance e jogar o game ouvindo os álbuns do Rhapsody, rs.

E é por enquanto isso meus amigos e amigas. Curtam as músicas que considero “as the best” do álbum, e podem esperar que já na semana que vem eu trago outra review do álbum Power DragonFlame (aonde o bumbo-duplado volta com toda força).

(The Mighty Ride of the Firelord – Meio longa… mas muito boa.)

ps: O motivo pra falar um pouco do “Dawn Victory”? Porque considero essa The Last Winged Unicorn uma das melhores, se não a melhor música que o Rhapsody já fez. E levando em consideração que conheço uns 4 álbuns dos caras.. posso falar eu acho rs. E o finalzinho então… Flyy… flyy my last winged unicorrrnn, rs.

Outra que considero a melhor deste álbum: Triumph for my Magic Steel. Aquilo que é refrão meus amigos. Vontade sempre de cantar junto. Então é isso pessoal. Nos vemos na próxima review.

ps²: Este é o post de Número 800 do Afontegeek!

Bônus

(The Village Of Dwarves – lenta)

Abraços e bom metal pra vocês!

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Fonte: [Link]

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

E agora vamos para uma Resenha da série “Crítica de CD“. Na de hoje contamos com o muito bom álbum de Power Metal, Symphony Of Enchanted Lands, da queridíssima banda dos nerds Rhapsody (agora conhecida como Rhapsody of Fire). Se você gosta de Skyrim, tem que ouvir o Rhapsody!

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands

Reviews de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Olá meu querido amigo ou amiga, se você veio parar aqui neste texto falando de uma das bandas mais famosas do power metal (nerd metal?) do mundo, é porque ou você é uma metaleiro que ama power metal, ou você é um nerd que gosta de metal rs.

(Emerald Sword)

Enfim, não importa o motivo que a senhora ou o senhor veio parar aqui, porque vou apresentar um pouco do que sei sobre o Rhapsody. Basicamente conheço mais ou menos bem uns 4 álbuns dos caras: Legendary Tales, Symphony Of Enchanted Lands, Dawn of Victory e Power of the Dragonflame.

(Wisdom of the Kings – essa eu curto muito!)

Mas hoje vamos falar do Symphony Of Enchanted Lands que é de 1998. Como nós podemos ver pelo link da Wikipedia abaixo, o cd contou com um monte de músicos clássicos. Mas ainda assim, estamos falando de um power metal bem classicão: com muito Bumbo-duplado, teclados fazendo solos de guitarra, guitarras maravilhosas, gritos fininhos, e tudo isso que quem gosta de power metal curte.

(Eternal Glory “ride fast to me”…)

A diferença mais marcante do Rhapsody para a maioria das bandas de power, é que eles contam com um “coro de fundo”. A galera todinha cantando junto nas músicas, como um monte de manos unidos e fazendo os vocais ficarem bem “italianos”.

(Beyond The Gates of Infinity – solo mito)

Outra coisa Rhapsodiana são as letras “nerds”. As musicas sempre falam de princesas, dragões, espadas de esmeralda, cavaleiros medievais com poderes incríveis e todo esse tipo de coisa que quem ama Skyrim deve conhecer — portanto, quem ama Skyrim tem que ouvir Rhapsody, óbvio!

Assim como quem gosta de Senhor dos Anéis tem de ouvir Blind Guardian (Click no link para ver uma crítica sobre o álbum Imaginations from the Other Side).

(Riding The Winds – “winds of eternity” – curto demais essa também!)

Pois então, as músicas que eu realmente gosto e acho que são destaques deste clássico álbum de power metal, estão ai para serem ouvidas. Tenho certeza que qualquer pessoa que curta o gênero ou que pelo menos gosta de Skyrim deve conhecer.

Posso dizer também que o Rhapsody tem uma notável relação não apenas com as letras meio “medievais” (em todos os álbuns) mas a própria composição das músicas carregam esse tom, e de uma foma bem marcante. Gostou do texto? Aproveita e dá uma olhada na review de Dawn of Victory, também do Rhapsody!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands cd

ps: Dá pra notar pela quantidade de músicas escolhidas que o CD é BOM DEMAIS!

Abraços.

Fonte: [Link]