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O que são Filmes Space Opera x Ficção Científica?

Então quer dizer que você adora filmes como Star Wars, curte seriados como Star Trek e adora tudo o que envolve “coisas espaciais” ou que lembrem ficção científica de algum jeito né verdade? Então seja bem-vindo e finalmente entenda O que são Filmes Space Opera e sua diferença das Ficções Científicas!

O que são Filmes Space Opera x Ficção Científica?

Star Wars: O Império Contra-Ataca
Star Wars: O Império Contra-Ataca

Entendendo Assuntos Nerd e Otakus da Cultura Pop

O que são Animes Shonen, Shoujo e Seinen?O que são Animes feitos de Visual Novel? Quais são os tipos de Roteiros de Animes? – O que é uma Graphic Novel? – O que são Filmes Space Opera?O que são Épicos, Romances e Novelas? – O que são Animes e Cartoons? — Como são os Desenhos (Cartoons) da Atualidade e do que eles Falam? O que é Tsundere, Yandere, Kuudere e Dandere (Moe) dos Animes?

Eu acabei tratando um pouco disso, ou seja, explicando O que são Filmes Space Opera, na PARTE 2 do nosso Top 5 Filmes de Ficção Científica. Mas como senti que este é um assunto que dá muito “pano pra manga” e principalmente agora com o sucesso de Star Wars: O Despertar da Força, resolvi fazer um texto mais completo sobre o tema.

Para tanto, peguei um pequeno trecho aonde o próprio George Lucas fala sobre sua obra (Star Wars, claro), assim como temos um complemento explicando quais são os principais assuntos em obras de ficção científica “mais duras”, fazendo uma  separação entre elas e as Space Opera, também chamadas de “Operas Espaciais”, “Épicos Espaciais”, e seja lá mais qual nome você dê para o gênero. Vamos ao texto!

Space Opera vs Ficção Científica

space opera vs ficção científica

Acho que esse é o grande ponto de “ebulição” e que precisa ser explicado. Falo isso porque eu mesmo, durante muito tempo vi Star Wars, Galaxy Express 999 e algumas outras obras, como ficção científica. Mas então, quais são os principais temas de cada uma delas? Elas são a mesma coisa?

Temas de Ficção Científica

O-Exterminador-do-Futuro

Os principais temas de ficção científica são tratados de alguma forma no nosso Top 5 Filmes de Ficção Científica, assim claro como os Top 5 Filmes do gênero. Mas trazendo eles para cá, dentre os principais Temas nós temos: “Medo da ciência”; Como a ciência muda/ pode mudar as nossas vidas (para o bem ou para o mal) num verdadeiros exercícios de “futurologia”; e claro os clássicos “O que é uma Pessoa?” e “Experimentos Mentais”. Eu vou explicar melhor abaixo.

Medo da Ciência

O primeiro de todos e mais clássico dos temas, o Medo da Ciência, é exemplificado logo no livro Frankenstein — não li a obra original, mas todos sabem o enredo principal. Esse Tema você encontra quase sempre em obras de sci fi. Até mesmo em clássicos como o 2001: Uma Odisseia no Espaço, aonde o HAL 9000 “assume” esse lugar de que, “a ciência pode nos fazer mal”.

2001-SpaceOdyssey hal 9000

Filmes, livros e entretenimento em geral aonde máquinas dominam o mundo e escravizam a humanidade (Exterminador do Futuro?) são tão antigos quanto a própria ideia de tecnologia.

Como a ciência muda a nossa vida

Minority Report -- Sim é o Tom Cruise rs
Minority Report — Sim é o Tom Cruise rs

Já no tema Como a ciência muda a nossa vida (pode ser para o bem ou para mal), começo citando as obras clássicas de Júlio Verne, como “A Viagem ao Centro da Terra”, ou mesmo o menos conhecido “Da Terra à Lua”, que foi lançado em 1865… isso mesmo, um século antes de irmos à lua.

Em obras com esse tema, dentro da cultura pop e por isso mais conhecidas, você encontra Minority Report, De Volta para o Futuro — que eles até acertaram algumas tecnologias — obras de Isaac Asimov como “Eu, Robô”, “Homem Bicentenário”, todas discutindo as atuais ou futuras relações do homem com a tecnologia.

de volta para o futuro back to the future 2
Ahh o Delorean…

“O que é uma Pessoa?”

blade runner wall
Blade Runner — O que é uma pessoa?

E essas mudanças na vida humana se relacionando com a tecnologia, também abrem espaço para discussões realmente filosóficas sobre “O que é uma Pessoa?” por exemplo. Ou seja, quando se pode considerar alguém, uma pessoa — com suas decisões, seus sentimentos, sua consciência e tudo mais.

Obras como a própria Homem Bicentenário, Robocop e principalmente Blade Runner discutem até que ponto, podemos considerar “O que são pessoas” — será que um dia faremos androides, robôs, ou seres “Quase Humanos” que chamaremos “Pessoas”? Esse tema parece muito transcendental, mas esse debate é amplo e virava a cabeça de pessoas do século XIX-XX… não quanto a robôs, mas quanto a toda à humanidade.

Experimentos Mentais

Já os “Experimentos Mentais” vemos, adivinhe só, em Matrix. Com a sua clássica possibilidade de “E se na verdade aonde estamos agora não se trata simplesmente de uma realidade virtual?”.

Pois muito bem, esses são os temas mais comuns em sci fi — o que não quer dizer que não haja ficções científicas lidando com outros assuntos. Contudo, vejam bem, sci fi sempre tem o plot central focado na ciência/ tecnologia e como nós nos relacionamos com ela de alguma forma.

E os Temas dos Filmes Space Opera?

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Então quer dizer que você é um cético como eu?

Space Opera, Épicos Espaciais ou Epopeias Espaciais, seja lá o nome que você dê para o gênero, são exclusivamente Épicos. Explico o assunto melhor no texto “O que são Épicos, Novelas e Romances?“. Basicamente os filmes Space Opera são Épicos que acontecem no Espaço. E se para você que como eu for um cético, e não acredita que Star Wars se trata de um Space Opera, que tal um pequeno comentário do próprio George Lucas?

Eu queria contar uma estória. Eu queria ter certeza que o que eu estava fazendo NÃO era uma ficção científiica: Mas era uma “Fantasia Espacial”. Como uma Opera. Fazia parte do gênero de contos de fada ou mesmo da mitologia.

Seguindo o link aonde ele fala mais sobre Star Wars no Wired.com você verá ele falando ainda mais sobre SW e seu processo criativo.

Um Épico… so que no ESPAÇO!

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Basicamente Star Wars é um Épico… só que no espaço

Então… vamos explicar um pouco melhor né? Imagine um Epopeia, como aquelas que citei no texto sobre Épicos, como Legend of Zelda, Senhor dos Aneis, Odisseia, Gilgamesh, etc. Basicamente as Space Opera, em vez de seguir os temas básicos de ficção científica que explanei acima, seguem propriamente falando, a ideia de Jornada do Herói — sem uma preocupação muito grande com os conceitos de ciência de forma “mais dura”, como nos sci fi.

Não estou dizendo que Star Wars com o uso da Força (e com os Midi-chlorians), ou mesmo com os sabre de luz (que provavelmente são feitos de plasma) não tenha nadica de nada de ciência — e muito menos Star Trek que tem uma quantidade absurda de conceitos de física, e que nos trouxe a ideia do conceito de Dobra-Espacial.

Jornada do Herói

Enterprise e a "Dobra Espacial"
Enterprise e a “Dobra Espacial”

Mas principalmente Star Wars tem como plot principal, e dentro do seu universo lógico contido numa realidade com cronologia pré-estabelecida, um foco no Épico, na Jornada do Herói. Primeiro Anakin, sua “Queda como Darth Vader” e seu Ressurgir com o seu arrependimento. Depois com Luke que não queria ser o herói, mas conseguiu salvar o seu pai. E agora o “Épico familiar” — como diria o próprio George Lucas — continua em Despertar da Força.

Ou seja, no espaço ou aonde quer que seja, os Épicos com o “Chamado do herói”, “O negar da Jornada”, “O mestre sábio que vai ajudar na aventura” e o “Completar da Jornada” (na maioria das vezes “voltando de onde se partiu”), como retornar à Ítaca, salvar Hyrule e voltar ao seu Tempo, ou devolver o Um Anel aos vulcões aonde foi forjado, seguem “mais ou menos” o mesmo caminho.

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Um Épico Espacial

Conclusão

Maetel Galaxy Express 999 (5)
Maetel da Animação Galaxy Express 999

Para fechar o texto considero importante falar algumas coisas. A primeira delas é que Star Wars não é o único Space Opera, claro. No Japão temos as obras clássicas de Capitão Harlock e Galaxy Express 999, ambas do mesmo autor — e que você pode saber um pouco mais delas seguindo os links Aqui e Aqui. Posso citar também Stargate e até Jaspion, por que não?

Eu diria ainda que mesmo Star Trek, que foca MUITO em ficção científica, porque tem diversos conceitos de “ciência dura”, não esquece de contar uma Jornada do Herói, seja com o Capitão Kirk e o Spock, ou de “Nos levar a uma viagem entre sociedades diferentes e conhecer todo um universo que nos espera”.

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Sim até Star Trek tem seu lado “Épico Espacial”… Ao menos eu acho rs

Espero ter ajudado a todos os amigos and amigas a entender um pouco melhor sobre Space Opera, Épicos e mesmo sobre Ficção Científica em si. Aquele abraço a todos!

"Join in the Dark Side" e assista Épicos Espaciais!
“Join in the Dark Side” e assista Épicos Espaciais!

Fontes: wired.com [Link] / Arstechnica.com [Link] / Afontegeek – Top 5 Filmes de Ficção Científica PARTE 1 e PARTE 2/ Top 5 Mulheres + Lindas dos Animes [Link]/ Review do álbum Random Access Memories do Daft Punk [Link]

Suzumiya Haruhi no Yuuutsu – Review do Anime: Quando Moe e No-sense se Encontram

Olá meus queridos amigos e amigas, bem vindos a review do anime Suzumiya Haruhi, que trata de coisas como No-sense e tenta chegar ao sentido da história. Esta é mais uma  review de animes da série “Piores Animes que já Vi” como Oreimo e Kimi ga Nozumo, mas sempre respeitando os fãs e tentando trazer uma nova forma de ver os animes. Enfim, boa leitura e bom anime!

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Coitado do Kyon (o carinha com a plaquinha de SOS)

Suzumiya Haruhi no Yuuutsu – Review do Anime: Quando Moe e No-sense se Encontram

Olá amigos/as, voltei para as minhas amadas analises de animes. Dessa vez vou falar deste anime da querida Kyoto Animation, feito a partir da Light Novel chamada Suzumiya Haruhi no Yūutsu (A Melancolia de Haruhi Suzumiya). O anime teve uma primeira exibição em 2006 com 14 episódios, e depois uma reexibição + a 2ºtemp. em 2009, com 28 episódios.

Como os amigos podem ver pela introdução, este será um post da serie “Piores animes que Já vi“. A primeira coisa que tenho a dizer em minha defesa, é que farei um texto bastante analítico para falar do sentido da obra e só depois, vamos tentar explicar duas perguntas que tive ao ver este anime:

Haruhi e seu jeito Sucubu de ser
Haruhi e seu jeito Sucubu de ser

1 – Por que eu vi até o final?!
2 – Sobre o quê fala o Anime Haruhi Suzumiya?

Quero dizer aos fãs do anime/light novel, que se trata de minha humilde opinião, então peguem leve comigo pessoal, rs. Mas claro, como sempre bem argumentada, e com respeito pela obra.

Antes… O que é “No-Sense”?

Haruhi e sua carinha de "eu faço o que me der na telha, vai encarar?"
Haruhi e sua carinha de “Eu faço o que me der na telha, vai encarar?”

A primeira coisa que devo falar é sobre o conceito de “no-sense”. Meio que dizer “conceito de ‘no-sense'” já é estranho, mas no geral, no-sense quer dizer literalmente, Sem Sentido. O no-sense é uma das formas de literatura/mídia mais correntes hoje. Temos expoentes muito famosos desde romances até desenhos animados. Posso dizer que todo mundo já viu muito “no-sense”.

Desenhos como “A vaca e o frango“, “A vida moderna de Rocko” são exemplos “cults” dos desenhos no-sense. Mas o desenho mais famoso de todos se chama “Bob Esponja Calça Quadrada“.

No-sense são conceitos contraditórios ou ações feitas sem motivo aparente, no simples afã da vida (dos personagens), e que juntos conseguem falar de algum assunto interessante, claro, girando em torno da própria ideia de “sem sentido”. Ás vezes, ou melhor, na maioria das vezes tomando o no-sense como argumento central da história.

Bob Esponja

Moe, linda e... coitadinha dela.
Moe, linda e… coitadinha dela. (Essa imagem não tem nada haver com Bob Esponja, mas como é Moe, vende!)

Para ficar mais claro, coisas como “Uma esponja amarela quadrada, que mora dentro de um abacaxi, amigo de uma estrela do mare faz hambúrgueres de siri numa chapa quente no fundo do mar“. É possível uma fogueira ascender no fundo do oceano? Então, isso é no-sense.

Há exemplos na literatura. A obra de Albert Camus chamada, O Estrangeiro, tem ações e questões claras do no-sense — Camus nessa obra que eu tive contato, é genial no “sem sentido”. Mas não estamos falando aqui de “uma esponja amiga de uma esquila cientista”, e sim sobre um personagem que não vê sentido em sua vida e age sem ele — siga o link e leia a review do livro para entender um pouco mais de no-sense também.

Agora que sabemos um pouquinho sobre o no-sense, vamos para Haruhi. A obra é uma mistura de conceitos de ficção científica, que juntos, não fazem sentido algum.

Haruhi Suzumiya

Não vou nem falar da pobre menina vestida de Maid numa sala de aula o.o
Da esquerda para a direita: Kyon o cara normal, Asahina a viajante do tempo moe vestida de Maid, Haruhi a menina com poderes de “deus” que não sabe que tem esses poderes, Koizumi o Esper com poderes loucos e por último perto do computador: Nagato a Alien.

Uma Alienígena que na verdade é uma entidade ligada a um ser meio Braniac, Uma Viajante do tempo Moe, um Esper com poderes impressionantes (Espers, são como “parapsicólogos”), um cara normal chamado Kyon que na verdade é a ligação de toda essa miscelânea de Sci-fi. E por fim a causa deles todos estarem juntos: Haruhi.

Para resumir, Haruhi é um “deus” que não sabe que é um deus. E foi ela que inconscientemente “mudou o universo”, para que todos esses seres ou existissem, ou aparecessem lá ao mesmo tempo — não consigo explicar melhor que isso, rs.

Só que Haruhi não é somente “uma menina com poderes onipresentes mais míticos que o Dr. Manhattan, que não sabe que tem esses poderes”.

Quem é Haruhi?

Coitadinha da (moe) Asahina... sofrendo da Haruhi de novo...
Coitadinha da (moe) Asahina… sofrendo da Haruhi de novo…

Haruhi é uma especialista em bulling, mesquinha, controladora, trapaceira, que passa por cima de tudo e todos para conseguir o que quer, e vai causar ojeriza em muita gente — o quanto ela vai humilhar e forçar a Asahina (a viajante no tempo) é um negócio de louco, rsr. Fãs me perdoem, mas é isso vei rs.

A especialidade dela é ser Chantagista! Cenas como fazer o carinha dos computadores apertar os seios da Asahina para ela ganhar um PC senão ela ia contar para escola toda, vão se repetir a torto e a direito — temos até uma cosplayer que fez vários cosplays da Mikuru Asahina se alguém quiser ver…

Saindo um pouco da Haruhi, a grande pergunta é: “Como fazer com que todos esses conceitos de Sci-Fi tão diferentes e que juntos se tornam contraditórios, interajam de forma inteligente na historia?” A resposta se chama Kyon, o cara normal.

Kyon, um quase filósofo

Kyon meditando... ou melhor, tentando.
Kyon meditando… ou melhor, tentando.

Kyon não é somente o carinha normal. Ele é hilário, irônico, ótima pessoa, com uma moral inquestionável e muito inteligente. Kyon é o personagem mais genial de todo o anime. Foi muito bom ver ele “suspender o juízo” toda vez que aparecia algo absurdo (no-sense). Ele suspendia o juízo e passava a crença, com um sincero  “realmente, existem aliens”. Kyon éramos nós.

Mais que nós, Kyon era o único que, por ser humano, não via Haruhi como uma Divindade Inquestionável. Ele contra-argumenta ela na medida do possível, briga e muitas vezes toma as rédeas quando a situação se torna insuportável — quando não lhe falta coragem, hehe.

Kyon agia assim porque na verdade, sabia o porquê dela fazer as barbaridades: raiva, inveja, ou o simples “poder fazer sem ninguém dizer não”. Kyon exatamente por ser humano, via a humanidade de Haruhi quando ninguém mais via, ou tinha coragem de aceitar que ela era Muito humana.

A culpa é do Kyon!

Kyon porque você foi falar do cabelo dela?!
Kyon porque você foi falar do cabelo dela?!

O problema é que ele não é apenas o ponto de interação entre as entidades Sci-Fi fazendo elas funcionarem juntas na história (de forma perfeita e interessante!). Ou aquele capaz de ver Haruhi como uma menina — mesmo que ele nunca visse que ela é Ciumenta.

Kyon pelo seu jeito (irônico e questionador) foi o ponto de “ignição” para Haruhi “agir”. A partir da hora que ele teve coragem de falar com a menina mais gata/genia da sala, e fazer ela mudar seu penteado — sair da zona de conforto.

Haruhi na verdade saiu da sua inércia pelo amor que sente por Kyon. Então o personagem mais genial do anime, além de motivador,  é o ponto de ligação entre as contradições Sci-Fi e a humanidade de Haruhi (se é que da para chamar aquela monstrinha de humana, rs).

As Respostas e… É o Sentido da Obra?

Hum... não pode ser...
Hum… não pode ser…

Voltando para a Primeira Pergunta: Vi o anime pela genialidade que é o Kyon. Contudo, todo este no-sense, o gênio muito ruim da Haruhi e o fato das entidades Sci-Fi não funcionarem perto dela como personagens, torna tudo ainda mais no-sense  (eles são incríveis e ao mesmo tempo inúteis perto da Haruhi).

Se eu fosse responder a Segunda Pergunta, além do óbvio, ou seja, dizer que o anime é no-sense, PODERIA afirmar que o anime fala de ser humano. Da Humanidade em cada uma daquelas entidades (a alien, o esper, a viajante moe do tempo) que vão se descobrindo interagindo, especialmente ao lado do Kyon.

E da humanidade da Haruhi. Só que nela é o lado “Feio do Humano”. O lado Mesquinho. Quase como dizendo que se um de nós fosse tão poderoso quanto o Dr Manhattan, não seríamos míticos como ele: seríamos InSuPortÁveis como a Haruhi, e nem teríamos consciência de nossos poderes. Mesmo que a Haruhi ame o Kyon — será isso?

O Real Sentido do Anime: Querer ser no-sense!

Haruhi Suzumiya e a forte vontade de querer ser Moe, Irritante e No-sense, tudo ao mesmo tempo.
Haruhi Suzumiya e a sua vontade de querer ser Moe, Irritante e No-sense, tudo ao mesmo tempo.

Acho que esse da Haruhi eu forcei a barra, rs. No fundo, o anime é tão no-sense que não escapou de coisas bizarras como o 8 Infinito: 8 episódios IGUAIS porque a Haruhi queria que o verão durasse Forever (que eu vi até o ep. 3-5 e depois foi com Forward).

Coisas assim Não me fazem chegar a uma resposta como a de cima.        E sim que o anime Quer ser Sem Sentido ao Máximo — ele é não da forma genial, mas da forma Ruim, diga-se, rs.

Esqueçam o que eu falei sobre ela. O Anime QUER ser No-sense, Irritante e Moe ao mesmo tempo. Porque como eu sempre digo, não adianta querer falar algo que não tem na obra. Somente o Kyon percebe que Haruhi é uma “Egoistazinha Mimada”. Não há discussão, aprofundamento, ela é só… essa monstrinha, rs. Em suma, o anime fala de NADA — maldade!

Pobre Kyon...
Pobre Kyon…

Pobre Kyon… Mas afinal, a gente não escolhe quem ama.

Fontes:
Wikia: [Link]
Animelist: [Link]
Wikipedia pt-br: [Link]
Wikipedia ING: [Link]

 Galeria de Imagens Moe (Porque sim, oras!)