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Infinite, Stratovarius – Resenha: Quando a busca pelo Infinito alcança o Power Metal!

Bem-vindos meus queridos amigos e amigas, ao final deste especial de resenha sobre o Stratovarius. Se quiser, aproveitem e leiam os textos sobre Visions e Destiny. Neste aqui nos encontramos com o belíssimo álbum de power metal, Infinite. Espero que curtam — é uma obrigação!

Infinite, Stratovarius – Resenha: Quando a busca pelo Infinito alcança o Power Metal!

infinitewallResenha de Álbuns do Stratovarius

Visions> Destiny> Infinite

Olá galerinha boa curtidora do bom heavy metal (e claro, do power metal!). E finalmente estamos chegando ao final das reviews “Stratovarius” aqui no Afontegeek — e meio que já estou me preparando para as que virão dos álbuns do Therion!

Voltando ao assunto, como acabei (principalmente em Destiny) falando de todas as músicas quase por inteiras, desta vez vou falar um pouco do Stratovarius, contar um pouco da história do álbum dando uma opinião geral, e claro como sempre, colocar as músicas que considero as melhores do CD!

A História do Infinite

Primeira coisa a se deixar claro é que nome do álbum é Infinite e o nome da música épica do final se chama Infinity (final com E e final com Y). Pois muito bem, o Infinite é o oitavo álbum de estúdio dos caras, lançado em 28 de fevereiro de 2000. E se espantem, o álbum alcançou o NÚMERO 1 no Finnish albums chart (Finlândia) e ficou em primeiro por nove semanas — alcançando o top 100 em mais outros seis países.

Hunting High and Low (Clipe)

Letras: Timo Kotipelto

Refrão

I am Hunting High and Low
(Eu estou perseguindo em todos os lados)
diving from the sky above
(Mergulhando do céu e além mais
looking for, more and more, once again
(procurando por, mais e mais e outra vez)
I’m Hunting High and Low
(Eu estou perseguindo em todos os lados)
Sometimes I may win sometimes I’ll lose
(Algumas vezes eu ganho, outras eu perco)
It’s just a game that I play
(Isso é apenas um jogo que eu jogo)

Enquanto o isso, o single (com clipe) Hunting High and Low ficou em quarto no Finnish singles chart. Já o álbum, recebeu em Junho de 2003 um selo de PLATINA por ter vendido 21,907 cópias, “Oh Baby Yeah!”. Ou seja, o Infinite é um sucesso de publico total pessoal.

Quatro músicas foram lançadas em diferentes versões internacionais, sendo elas: Why Are We Here?, It’s a Mystery, What Can I Say? e Keep The Flame, todas lançadas depois no Intermission (um álbum compilação dos caras).

Stratovarius-Infinite-CD

Só para referência mesmo:
(Todos países com bom gosto musical, hehehe)

Finnish albums chart: 01
German albums chart: 28
Japanese albums chart: 29
Greek albums chart: 32
Italian albums chart: 34
Swedish albums chart: 63
Polish albums chart: 71

As Músicas e o Álbum em si

O Álbum

Stratovarius-Infinite-Interior_Trasera

O álbum eu diria que é meio que uma continuação “musical” do Visions e do Destiny. Na verdade é um trabalho diferente (se vê mais riffs, assim como Kotipelto fazendo coisas mágicas com seu vocal em algumas canções). Mas digamos que não houve uma mudança muito grande: continua power metal como sempre — diferente do “Black Album” do Stratovarius, pós-Elements.

Creio que dá para comentar que é um cd mais pesado comparado com os outros dois, mas não muito. Falo isso porque os primeiros trabalhos do Stratovarius tinham ainda muita influência do Black Sabbath e aquilo sim dá para dizer que tinha algum peso.

Phoenix

Letras: Tolkki

Refrão

Like the Phoenix I rise
(Como a fênix eu voo)
From the ashes of life
(Das cinzas da vida)
I don’t need fortune or fame
(Eu não preciso de fortuna ou fama)
Just some peace of mind
(Apenas algumas paz de espírito)

Like the Phoenix I fly
(Como a fênix eu voo)
leaving the lies behind
(Deixando as mentiras para trás)
Future’s golden for me
(O futuro brilha para mim)
There is no one who can stop me now
(Não há ninguém que possa me parar Agora!)

No geral, é um “puta bom álbum”, com músicas investindo mais nas temáticas da Natureza e também das de “Não te fazer desistir nunca”, que são bem comuns nos trabalhos deles. Acho que senti falta de uma sonoridade mais épica, mais profunda, e de temas universais: sobre o Tempo, o Destino ou sobre o místico por exemplo.

A única música que ainda carrega essa “vibe” Stratovarius é a Infinity, que tem um dos melhores finais de música de toda a história do metal — é por causa dela que o álbum está sendo resenhado.

As músicas

Das músicas, destaque para Hunting High and Low (que eu canto muito até hoje, por conseguir me colocar para cima), Millennium, que já tem o Kotipelto começando a mostrar o que faria no refrão de Infinity, Phoenix e Glory of the World, ambas que eu realmente adoro, mas Glory eu acho que conta um clima mais grandioso e curto mais.

Glory of the World

Letras: Jens Johansson

Refrão

A maravilha de tudo
Meu coração estava cego, mas agora eu vejo
Eu conheço o poder e a Glória do Mundo
Eu respirei fundo e agora eu sou livre
Eu sinto a glória do mundo

Freedom que também tem uma letra que me coloca para cima; It’s a Mystery e Why Are We Here?, ambas “bonus track”. A primeira trazendo o mistério dos Maias e por isso é bem Metal, e a segunda trazendo mais ou menos o tema da Infinty também.

O álbum fecha maravilhosamente claro, com a Infinity, que é uma das melhores músicas épicas do Stratovarius, e nos faz perguntas como: “Para aonde nós vamos daqui? – INFINITO”.

Conclusão

Os temas do Stratovarius

Stratovarius-Infinite-Frontal

É realmente uma pena quando a gente para pensar, e percebe que justamente no Elements (que veio depois do Infinite), o Stratovarius deixa para trás toda a sua veia “mística” — meio que já vinha abandonando no Infinite — que é uma das coisas que mais me maravilham na banda.

Também é preciso falar que acabou ficando um gostinho de “repetição” dos outros álbuns no Elements, mesmo com algumas músicas épicas (Eagleheart, Elements, Alpha & Omega, Know the Difference, Awake the Giant, Papillon, etc.).

Infinity

Letras: Tolkki

Refrão

Infinito – Para onde vamos daqui?
Infinito – Para onde vamos daqui?
Infinito – Para onde vamos?
Infinito – Para onde vamos daqui?

Final da música

Você faz seu próprio caminho
Enquanto você estiver aqui
Encontre seu lugar na vida
Faça seus sonhos se realizarem
Há muito mais que isso
Um milhão de modos de viver
Destranque a porta
Para o universo com amor
Liberte sua alma

Acho que dos temas principais da banda, o que a faz ter um tom épico na maioria dos álbuns, são justamente as letras:

Que colocam a gente pra cima, dizendo que vamos conseguir apesar de tudo, que nos fazem perguntas sobre nós mesmos (“Você é um lobo em pele de cordeiro?”), junto com as que falam sobre o Universo, o Destino, o Tempo. Ambos que acabam por fazer as músicas nelas mesmas, realmente maravilhosas, de outro planeta.

Sorte à Banda e ouçam o Infinite!

Stratovarius-Infinite-Trasera

Fica aquele desejo para o Kotipelto (que agora virou o líder da banda, com a saída do guitarrista e letrista épico, Timo Tolki), que ele volte a retomar estes temas mais universais, assim como sobre nossas vidas mesmo.

Freedom

Letras: Tolkki

Refrão

Como o vento eu estou livre para ir a qualquer lugar
Eu tenho minha música, ela dança no ar
Agora eu sei o que farei com minha vida
E você ouvirá meu chamado de liberdade!

Acho que no álbum Nemesis já tivemos uma “subida” — se comparado aos outros primeiros sem o Tolki — mesmo que ainda sinta falta daqueles riffs inconfundíveis do “gordinho mito”. E desejo isso (a volta dos temas universais), apesar de saber que letras como as do Destiny ou do Visions, provavelmente nem mais o gordinho da guitarra mitológica possa fazer novamente.

Enfim, espero que tenham curtido, ouçam galerinha, ouçam todos os três álbuns, curtam muito o Infinite que é quase o fechar de uma Era no Power Metal, e valeuzão demais a companhia! Metal para todos!

It’s a Mystery

Letras: Timo Kotipelto

Refrão

O que aconteceu então?
Foi uma estranha doença que matou a quase todos?
Ou teria sido a fome causada pela seca e um sol escaldante?
É um mistério – a maneira como eles desaparecem
Agora é história – nunca saberemos

Abraços!

Fonte:
Wikipedia (ING): [Link]

Destiny, Stratovarius – Resenha: O Encontrar do próprio Destino!

Continuando a série de resenhas do Stratovarius, que teve início com o mítico Visions, cá estamos com álbum que mais gosto dos caras: Destiny! Espero que finalmente possam se encontrar ao ler esta review, e principalmente ao ouvir (e ler as letras) do Stratovarius!

Destiny, Stratovarius – Resenha: O Encontrar do próprio Destino!

destinywallResenhas de Álbuns do Stratovarius

Visions> Destiny> Infinite

Mais uma vez é motivo de imenso orgulho poder falar de outro álbum maravilhoso. Desta vez, cá estou para falar deste deleite do power metal, o mitológico ábum: Destiny, da banda finlandesa, é claro, Stratovarius.

Uma das coisas que mais admiro no Stratovarius, se é que não deixei claro na resenha do Visions, é que os caras sabem mesmo como fazer letras. A maioria, se não todas as letras tanto do Visions quanto do Destiny são maravilhosas. Aliás, para quem é fã e conhece toda a discografia dos caras, sabe que as letras deles são um primor.

Destiny

– Letras: Timo Tolkki

(Em Inglês e Espanhol, mas eu advirto, leia a letra toda!)

Refrão

Every second of day it is coming your way
(Cada segundo do dia está vindo na sua direção)
Future unknown is here to stay
(O Futuro desconhecido está aqui para ficar)
Got to open your mind
(Abra sua mente)
Of you will be led to astray
(Ou você vai se perder)
There’s a time to live
(Existe o tempo de viver)
There’s a time to die
(Existe o tempo de morrer)
But no one can escape the Destiny
(Mas ninguém pode escapar do Destino)

It’s time to say goodbye
(É hora de dizer adeus)
I know it will make you cry
(Eu sei que isso vai te fazer chorar)
You make your Destiny
(Você faz seu próprio Destino)
I know you’ll find the way
(Eu sei que você vai encontrar um jeito)
And outside Sun is bright
(E do lado de fora, o Sol brilha)
The things will be allright
(As coisas vão melhorar)
I will be back one day to you
(Eu voltarei um dia para você)
So please Wait For me
(Então por favor, Espere, por mim)

Do que versam as Letras do Stratovarius

Algumas falam do Tempo (Hands of Time), outras do Universo (Infinity), e algumas da Natureza (SOS). Ainda outras falam de amor, falam dos dias que nossa paixão nos faz uma falta danada (Coming Home). Ainda há as que falam de coisas terríveis como as Dreamspace, Twilight Time e Night Time Eclipse (suicídio). Enquanto há aquelas que falam do místico que nos dá esperança, como a Visions (Southern Cross), e outras… que falam do Destino.

SOS (Clipe)

– Letras: Timo Tolkki e Timo Kotipelto

Refrão

Why don’t we see what’s going on?
(Por que não vemos o que está acontecendo?
There are not so many years to be wasted
(Não exitem muitos anos mais para serem perdidos
Until the damage is done, and the beauty is gone
(Até o dano ser completo, e a beleza se esvair por inteira!)

E claro… tem aquelas que eu adoro, que nos colocam pra cima, que nos fazem não desistir nunca, como Tomorrow, Hunting and High Low, Awake the Giant, Know the Difference (“NEVER GIVE UP WIHTOUT A FIGHT!”). E exatamente por essas letras tão sublimes, que vão da mais pesada dor até o mais alto dos sentimentos, que este que vos escreve, é um fã vendido do Stratovarius.

Para mim, Timo Tolkki (ex-guitarrista e ex-líder da banda) além de fazer riffs inconfundíveis (você ouve o cara e sabe quem está tocando!) é um dos melhores letristas do power metal… do heavy metal. Aliás, do mundo da música. Enfim… vamos falar um pouco da história do Destiny e depois das melhores músicas (como vocês podem ver, as que mais gosto já estou bem aqui!).

A História do Destiny

Assim como o Visions, Destiny também é um álbum bastante premiado — diria eu que depois do Visions a galera deve ter esperado arduamente o próximo trabalho dos caras. Pois então, Destiny é o sétimo álbum de estúdio do Stratovarius e foi lançado em 5 de outubro de 1998.

Cold Winter Nights

Letras: Timo Kotipelto

Refrão

I have to find a way how to survive
(Eu tenho de encontrar uma forma de sobreviver)
I am surrounded by the starlight
(Estou cercado pelas luzes das estrelas)
I have to find the path
(Eu tenho de encontrar um caminho)
and to escape from the Cold Winter Nights
(e escapar, dessas Noites frias de Inverno)

Ele alcançou o NUMERO UM no Finnish albums chart (Finlândia) e lá ficou durante 17 semanas! Enquanto o single SOS ficou no segundo lugar e permaneceu por lá durante 11 semanas! Também vale citar que Destiny aparece também no German albums chart. Ou seja… estamos falando de um álbum sucesso de público pessoal.

Um pouco sobre o power metal do Straovarius

Então… estamos falando aqui de algumas músicas que eu sinceramente mais gosto, além de serem realmente maravilhosas. Eu até esqueci de falar um pouco do “estilo” do Stratovarius na primeira review. Basicamente, vocal fininho, riffs trabalhados e solos virtuosos, teclados míticos e bateria que varia da batida de heavy metal, até o clássico bumbo duplado que eu tanto amo.

4000 Rainy Nights

Letras: Timo Tolkki

Refrão

4000 Rainy Nights
(Durante 4000 noites chuvosas)
4000 Nights I´d be with you
(por 4000 noites chuvosas eu estaria com você)
4000 Rainy Nights with you
(por 4000 noites chuvosas eu estaria com você)

Se no Visions o destaque realmente são os teclados, os rifss e claro os vocais de Kotipelto, eu diria que no Destiny todo mundo está no mesmo nível altíssimo de virtuosismo. E como vocês podem perceber, caso eu continue falando só virão adjetivos positivos kk.

As músicas do Destiny

Destiny e Save Our Souls

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Das músicas, vale citar a lindíssima Destiny (que muitos dizem ser a primeira, ou uma das primeiras do metal a contarem com um coral… acredito eu ser um coral de crianças, logo no começo da música) e que vamos combinar, tem uma das letras mais incríveis de toda a história do Metal. Eu posso falar porque já ouvi muita coisa, do Death até o White Metal. E Destiny meu Deus do céu, é um primor.

Segue com a lindíssima SOS (Save Our Souls) que também tem uma letra de cair o queixo (o refrão além de ser mito, o Kotipelto ainda dá uma “subida” incrível no final!) falando sobre a Natureza (tema recorrente), No Turning Back que é bem power metal, com teclados e bateria.

As “power metal na veia”

Stratovarius - Destiny - CD

Rebel, Play With Fire e Cold Winter Nights, cada uma falando de um tema diferente, mas todas também levadas no estilo clássico do power metal — solos virtuosos, teclado, bateria e vocal inspirado.

Na primeira falando sobre o que é ser Rebelde de verdade, aconselhando a sempre manter a cabeça erguida; Play with Fire, daquelas músicas de amor, desta vez aconselhando para “não brincar com o fogo”, e fechando com a que eu adoro Cold Winter Nights com uma letra meio que falando de sobreviver ao inverno, num jogo meio metafórico e vamos combinar, a música é uma das melhores do álbum.

As Lentas e o Épico no final

Creio que destaque das músicas lentas, vai para 4000 Rainy Nights, que apesar de não ser tão poética como Venus in the Morning tem um refrão bem balada, que eu curto muito.

Anthem of the World

Letras: Timo Tolkki

The setting sun creates another world
(O Sol se Pondo criou outro mundo)
The shadows fall another day is in the end
(A sombra desce, e um outro dia está no fim)
The Paradise is sleeping peacefully
(O Paraíso está dormindo pacificamente)
And one more day is again history
(E mais uma dia, novamente é história)

Refrão

Sing the Anthem Of The World
(Cantem a Canção do Mundo)
But will we ever learn
(Mas sempre nós vamos aprender)
To control our hate and to forgive
(A controlar nosso ódio e a perdoar)
We must learn to find the way
(Precisamos aprender a encontrar o caminho)
To just live another day
(Para viver o outro dia)
And be free like an Eagle in the sky
(E ser livres, como uma Águia no céu)

E o álbum termina com outra épica, Anthem of the World (A Canção do Mundo). Outra vez com um começo de música clássica, no estilo “Stratovarius de ser” com muitos riffs e “conselhos para ser sábio”. Tem um dos refrões mais lindos que já vi e ouvi, terminando com o coro, que imagino ter sido o mesmo de Destiny. E vou parar de falar bem viu kk.

Conclusão

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Fiquem com as músicas que mais curto do álbum galera. Este que com certeza é um dos que mais gosto do Stratovarius e que merece uma ouvida de qualquer fã de metal. E agora se preparem, porque esta série de reviews é fechada com o álbum Infinite!

Fonte:
Wikipedia (ING): [Link]

Visions, Stratovarius – Resenha: Quando o Místico encontra o Melhor do Power Metal!

E cá estamos meus amigos e amigas, para falar de um dos melhores álbuns da história do power metal, e do heavy metal mesmo. O mitológico Visions, de uma das melhores bandas de power metal do mundo, o Stratovarius! Espero que curtam a resenha e que se agraciem com este clássico do metal!

Visions do Stratovarius – Resenha: Quando o Místico encontra o Melhor do Power Metal!

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Resenha de Álbuns do Stratovarius

Visions> Destiny> Infinite

Nossa é muita, mas muita emoção mesmo falar desse álbum. Acho que porque como fã do Stratovarius (que sou e não tenho vergonha de falar) é como se eu estivesse falando, e estou mesmo, de um dos melhores cds de metal de toda história. Sabe? Quando você encara o melhor do metal?

É que nem se eu fosse falar de Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, ou então de Star Wars, obras que sou um imenso fã e que sei serem algumas das melhores coisas já feitas (sei que há controvérsias sobre Star Wars… mas sou fã, não estou nem ai rs). E todas em breve, terão reviews aqui no site.

The Kiss of Judas (Clipe)

– Letra da Música: Timo Kotipelto

REFRÃO

Approaching visions of things
(Visões de coisas que se aproximam)
I can’t recall (Que não posso relembrar…)
A familiar smile awakes the pain
(Um sorriso familiar desperta a dor)

Unkept promises (Promessas não cumpridas)
The night awaits (A noite espera)
The act of confidence (O ato de confiança)
The kiss of Judas (O Beijo de Judas)
I feel the lips on my cheek (Eu sinto os lábios na minha face)
The kiss of Judas (O Beijo de Judas)
Haunts me once again (Persegue-me outra vez)

Um pouco da História do Visions

visions arte

Enfim… antes de fazer os costumeiros comentários das músicas, um pouco de informações sobre os álbuns. A primeira é que o Visions é o sexto álbum do Stratovarius (logo depois do mítico Episode) e foi lançado em 28 de Abril 1997. O Cd alcançou o 4º Lugar no Finnish albums chart e lá ficou por 23 semanas!! Meio que é uma lista de “melhores álbuns de metal” da Finlândia, e que também existe na Suécia.

Black Diamond

– Letra da Música: Timo Kotipelto

REFRÃO

I know I can’t stay by your side forever
But I know I won’t forget your beauty
My black diamond

Sim eu sei, eu não posso ficar para sempre ao seu lado,
Mas eu também sei, que eu não vou esquecer nunca sua beleza,
minha linda “diamante negro” — como dar foras com estilo.

Ainda falando de informações, o crítico Steve Huey do AllMusic (crítica especializada) deu 4 estrelas de 5 ao Visions, fazendo bons elogios e mais algumas críticas. Já na Rock Hard o álbum alcançou 9,5 de 10! E em 2005 o Visions ficou no ranking 297, também na revista Rock Hard, no livro “Os 500 Melhores Álbuns de Rock & Metal de Todos os Tempos.

Ou seja… estamos falando aqui de um álbum que todo o cenário internacional do heavy metal respeita e ama. Então galera… sentiram a vibe?

As Músicas do Álbum

Paradise

– Letra da Música: Timo Tolkki

REFRÃO

Like the birds in the sky (Como pássaros nos céus)
We are flying so high (Estamos voando tão alto)
Without making any kind of sacrifice (Sem fazer nenhum sacrifício)
We’ve got so little time (Nós temos tão pouco tempo)
To undo this crime (para desfazer este crime)
Or we’ll lose (Ou vamos perder…)
Our paradise (Nosso Paraíso!)

Falando agora das músicas, eu como sempre separei aquelas que realmente mais gosto, junto com as letras delas, e vocês podem curtir aí. Mas é aquela, praticamente todo o álbum é um primor. Começando com The Kiss of Judas (que deixo o clipe aqui para vocês verem) que conta com um dos melhores solos de teclado/ guitarra que eu já ouvi.

E poxa vida… Black Diamond. Dizem as boas línguas que o solo de teclado é inspirado em uma música clássica. E nossa, você se tocaram que a letra na verdade é um dos melhores “foras” que se pode dar em um amor que já passou? rs Coisa do metal, que vai desde o amor, até músicas místicas!

Destaque também para Legions, The Abyss of Your Eyes, Paradise que conta com uma das melhores letras “sobre a natureza” que o Stratovarius já fez (apesar que gosto mais de S.O.S. do álbum Destiny que vou falar aqui também!) e Coming Home, que sinceramente, é uma música que sempre canto na hora que estou voltando pra casa — e um dia, vou cantar quando estiver voltando para minha amada, assim que a encontrar kk.

Coming Home

– Letra da Música: Timo Tolkki

I’d climb the highest mountain,
(Eu escalaria a Montanha Mais Alta)
I’d cross the seven seas
(Atravessaria os Sete Mares)
just to see your smile again
(Apenas para ver seu sorriso de novo)

REFRÃO

Ohh through the storms we’ve wandered,
(Ohh… Através das tempestades nós vagamos)
many mountains we have climbed
(Muita montanhas escalamos)
All the bad times are behind
(Todas as horas ruins ficaram para trás)
The road, the road is free –
(O caminho, o caminho está livre)
I’m coming Home
(Estou voltando para casa!)

E para terminar, a música que considero até hoje uma das melhores já feitas pelo Stratovarius e uma das melhores de todo o heavy metal. Com a letra inspirada na Centurias de Nostradamus, ela tem a capacidade de sempre me fazer suar pelos olhos, principalmente no finalzinho. Uma música épica para terminar um álbum épico demais.

Conclusão e o Álbum em si

stratovarius-visions-cd-autografado

E eu não vou mentir não. Sinto falta do tempo mais místico do Stratovarius. Temas que vêm desde Twilight Time e estiveram conosco até o queridíssimo Infinite. Músicas que falam sobre o Tempo, o Destino… Destiny, que é outro álbum do Stratovarius resenhado aqui, no Afontegeek!

E sobre o álbum, acho que a evolução do Episode para o Visions foi realmente assustadora. Por mais que Episode seja um cd maravilhoso, tudo parece mais entrosado, dinâmico e vivo no Visions. Eu devo dizer que é um dos melhores álbuns de power metal já feitos mesmo.

Deixo a música Visions no fim do texto, com as melhores partes da letra. Como metaleiro sinceramente espero que vocês ouçam ela inteira pessoal! Merece e sei que vocês vão adorar!

Visions (Southern Cross)

– Letra da Música: Timo Tolkki

REFRÃO – Primeira parte

The world keeps turning while)
(O mundo continua girando, enquanto)
people yearn for more
(o povo espera por mais)
Mother nature is crying for change
(A Mãe Natureza está chorando por mudança)
The time will come when we
(O tempo vai chegar, quando todos)
all must pay for what we have done,
(Nós teremos de pagar pelo que fizemos)
are you prepared for that?
(Você está preparado para isso?)

Signs of the end I see
(Eu vi Sinais do FIM)
let them hear my voice
(Deixe-os ouvir MINHA VOZ)
in every corner of the world
(Em todo o canto do mundo)
Take heed of the warnings that I give
(Ouçam bem os avisos que eu dou)
I have seen the Southern Cross forming in the sky
(EU VI A CRUZ DO SUL se formando no céu!)

“Por quarenta anos o arco-íris não aparecerá
por quarenta anos ele poderá ser visto todo dia
a Terra ressequida deverá secar mais a cada dia
e uma grande inundação quando for o tempo ”
-Nostradamus: Século I: 17

Visions - Front

When the comet tears out the sky
(Quando os cometas caírem dos céus
You and I must die
(Você e eu devemos morrer)

After all this the time will
(Depois de tudo isto, o tempo virá)
come for the chosen ones
(para os escolhidos)
To rise from their graves to be free again
(para se levantarem de suas sepulturas e serem livres novamente)

The beast is gone forever
(A Besta se foi para sempre)
there´s no more pain
(não há mais dor)
Instead so many things for us to attain
(em vez de muitas coisas para nos atingir)
The sun is shining brightly after the rain
(o sol está refulgindo brilhantemente após a chuva)
The land is green and full of life again
(A terra está verde e cheia de vida novamente)

The sorrows wiped away now
(A tristeza se foi totalmente agora)
It´s time to smile
(É hora de sorrir)
And learn from the past
(e de aprender com o passado)
Together we will try
(Juntos, nós tentaremos.)

“Vinte anos do reino
da lua se passaram
Setecentos outros anos
deverão apoiar a monarquia dele
quando o sol deverá retomar seus dias passados
então estará completa e finalizada minha profecia”
-Nostradamus: Século I:48

Fontes:
Wikipedia (ING): [Link]

Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

E lá vamos nós para mais uma resenha da incrível banda Rhapsody of fire. Antes que alguém me pergunte, não, não sou tão fã dos caras. Mas esses álbuns merecem. E para a “Crítica de CD” de hoje, vamos para a resenha do mais-que-perfeito Power of the Dragonflame.

Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

Rhapsody Power_of_The_Dragonflame 1

Resenha de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Bem vindos queridos amigos do Afontegeek, para mais uma resenha sobre o Rhapsody. Advirto que esta deva ser a última crítica sobre os caras durante um bom tempo, então, leiam com extrema vontade. Se vocês quiserem dar uma olhada nos textos sobre os álbuns Dawn of Victory ou do Symphony of the Enchanted Lands, basta seguir os links.

De resto vamos logo direto ao assunto. Se no Dawn of Victory tivemos uma diminuição dos “bumbo-duplados”, como comentei na última review, neste álbum de 2002, eles voltaram com toda a força. Acho que eles só eram dessa mesma maneira, ainda no Legendary Tales, ou no próprio Symphony of the Enchanted Lands.

(Steelgods of the last Apocalypse – “WE ARE… WE ARE THE ONES…WHO’LL FACE THE STEELGODS” – essa É MITICA, uma das melhores do álbum!)

Uma coisa interessante, além dos “bumbo-duplados” terem voltado, é um uso maior de recursos “operísticos”. Meio que eles já eram frequentes (o que faz muita gente chamar o Rhapsody de Symphony Metal, termo que discordo para os caras) mas confesso que neste álbum senti muito mais a presença.

Principalmente da ENORME mas também muito interessante Gargoyles, Angels of Darkness, que de tão grande (19 minutos) foi dividida, pelo que entendi bem, em 3 partes distintas: I. Angeli di Pietra Mistica; II. Warlords’ Last Challenge e a III. …And the Legend Ends…

(Rise From The Sea Of Flames – Junto com “The Tyrant” e “Last Apocalypse” uma das 3 melhores do álbum, se não a melhor, e é a *bonustrack – “Baptized in fire is the dark knight who rides in me, against the raging wind”)

Eu devo dizer que como alguém que gosta muito do metal sinfônico (seja ele mais presente em bandas de prog metal, ou mesmo em bandas realmente sinfônicas como o Therion e Epica) que gostei muito. Principalmente a parte do refrão dessa música que é uma coisa linda de se ver.

E claro, querendo ou não, temos as velhas letras sobre reis, rainhas, príncipes e obviamente, dragões. Aliás, fica aqui a pergunta se o Rhapsdoy tem algo com os dragões: a letra da música “Power of DragonFlame” pode ser interpretada de um jeito bastante ocultista, diga-se.

(The Pride of the Tyrant – MÍTICA, uma das 3 melhores do Álbum! – “With my eagles i’ll fly free From snowy mountains to crystal seas”)

Poderia até citar algo que envolvesse mesmo o ocultismo, como o visto no Therion (porque temos uma saudação bem interessante a um “dragonlord”, o que seria mais ou menos como o “senhor de todos os dragões”, o dragão rei). Se bem que chamar um dragão “chefe de todos” de dragonlord é tão estranho, que à primeira vez que vi pensei que fosse “Aquele que é o Senhor dos Dragões”, tipo um rei que os domina.

Se fosse por ai eu podia até pensar em Apocalipse, mas como parece ser mesmo o “rei dragão”, ficamos como se fosse a maior das feras. Mas é tão estranho louvar “o poder da chama do dragão” que juro lembrar na hora do Therion… enfim, não vou me envolver muito nisso, só pode ser coisa de nerd mesmo rs.

(Power Dragonflame – “Rise, rise… rise to the air, Mighty dragon rise!” – também muito boa!)

Tipo “Ohh poderoso dragão…”. Essas letras do Rhapsody são realmente terríveis nerds. E para não me alongar muito, como sempre estão ai algumas das músicas que considero as melhores do álbum.

Abraços a todos e Bom Metal!

Fonte: [Link]

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

Que tal uma resenha de metal? Ando empolgado ouvindo o Rhapsody e agora é hora de falar do do Dawn of Victory! A próxima é justamente de outro álbum do Rhaposody, o Power of the Dragonflame. Aproveitem e vejam também a review de Symphony of the Enchanted Lands. Mas claro que antes vocês vão ler está aqui, do Dawn of Victory!

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

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Resenhas de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Resolvi falar do Dawn Victory, talvez para seguir uma certa ordem nos posts (e também por uma ordem minha mesmo). Esse álbum foi lançado no longínquo ano de 2000, e posso dizer que teve algumas mudanças musicais, se comparado com o Symphony of the Enchanted Lands (1998).

(Dawn of Victory)

Acho que a maior diferença que pode ser ressaltada com o primeiro, é sobre a ausência, ou diminuição nos “bumbo-duplados” (aquelas baterias que ficam fazendo fundo, enquanto o som está tocando). Se os amigos sabem, ou se não sabem, uma das coisas que mais gosto no power metal é justamente a presença do “bumbo-duplado”.

Mas eu posso falar sem sobre de dúvida alguma, que a diminuição deles não afetou em nada a qualidade da boa música dos caras. Continuamos com os mesmos “gritinhos” finos do vocalista, extremamente bem feitos, os solos e riffs mais do que perfeitos… é um cd memorável.

(Triumph for my Magic Steel – “Rage in the wind …” refrão mito!)

E claro que as melhores músicas do álbum na minha humilde opinião, estão todas colocadas aqui. Eu tenho que falar um pouco da belíssima “The Last Winged Unicorn”, que até hoje tem a melhor letra de música que os caras já fizeram.

Você pode falar qualquer coisa do Rhaposdy, mas falar que eles fazem letras boas, não dá, rs; só se você for bem nerd para achar que uma música chamada “Holy Thunderforce” tem uma letra genial, como a que temos em Destiny (Stratovarius). Agora essa The Last WInged Unicorn realmente… tem uma letra mítica demais!

(The Last Winged Unicorn  – Adoro demais essa música! Sensacional!)

 The Last Winged Unicorn

O final dessa música é de arrepiar. “Voe, Voe meu Unicórnio”. Se bem entendi essa música, se trata de um guerreiro que liberta uma princesa (clássico né? rs).

Mas é linda a parte:

as velhas correntes de prata na parede
estão também agora acorrentando suas almas
Airin minha princesa eu não posso mais aguentar minha dor,
mais eu lhe juro em meu nome cheio de orgulho:
Você vai abrir o portal mágico

Bonito demais: “me sacrifico mas juro-te que te salvo.” Agora fica a dúvida se é a princesa “unicornio” ou se ele usa os poderes do ultimo unicornio alado que ele conheceu:

Através do mar santo de chamas douradas
voa o último unicórnio alado
Com seu fôlego mágico de inocência
ascendendo para o trono de cristal

No fundo eu acho que tudo é uma simples alegoria, aonde a Airin (uma moça, a princesa dele?) é descrita como a “Última uniconio Alada”. E ele não tem poder nenhum, mas a salva. De qualquer jeito, é o tipo de história que fala sobre sacrifício que sempre emociona quem ouve. Muito, muito boa.

Então, nesta The Last Winged Unicorn temos uma letra sim, muito bem feita e emocionante. Eu destrinchei ela de uma forma interessante, e deixo minha opinião sobre o significado da música junto dela. Ela incrivelmente sempre me faz recordar de Zelda, hehe.

(Dargor Shadow Lord Of The Black Mountain – Não gosto da versão estendida dessa música… Gosto dessa aqui mesmo. E que riffs míticos em?)

Creio que o que posso falar mais desse álbum (além da arte da capa do cd que deu uma melhorada considerável, obviamente) é que você, amigo ou amiga que curte Skyrim, deveria sim dar uma chance e jogar o game ouvindo os álbuns do Rhapsody, rs.

E é por enquanto isso meus amigos e amigas. Curtam as músicas que considero “as the best” do álbum, e podem esperar que já na semana que vem eu trago outra review do álbum Power DragonFlame (aonde o bumbo-duplado volta com toda força).

(The Mighty Ride of the Firelord – Meio longa… mas muito boa.)

ps: O motivo pra falar um pouco do “Dawn Victory”? Porque considero essa The Last Winged Unicorn uma das melhores, se não a melhor música que o Rhapsody já fez. E levando em consideração que conheço uns 4 álbuns dos caras.. posso falar eu acho rs. E o finalzinho então… Flyy… flyy my last winged unicorrrnn, rs.

Outra que considero a melhor deste álbum: Triumph for my Magic Steel. Aquilo que é refrão meus amigos. Vontade sempre de cantar junto. Então é isso pessoal. Nos vemos na próxima review.

ps²: Este é o post de Número 800 do Afontegeek!

Bônus

(The Village Of Dwarves – lenta)

Abraços e bom metal pra vocês!

rhapsody_-_dawn_of_victory_front

Fonte: [Link]

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

E agora vamos para uma Resenha da série “Crítica de CD“. Na de hoje contamos com o muito bom álbum de Power Metal, Symphony Of Enchanted Lands, da queridíssima banda dos nerds Rhapsody (agora conhecida como Rhapsody of Fire). Se você gosta de Skyrim, tem que ouvir o Rhapsody!

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands

Reviews de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Olá meu querido amigo ou amiga, se você veio parar aqui neste texto falando de uma das bandas mais famosas do power metal (nerd metal?) do mundo, é porque ou você é uma metaleiro que ama power metal, ou você é um nerd que gosta de metal rs.

(Emerald Sword)

Enfim, não importa o motivo que a senhora ou o senhor veio parar aqui, porque vou apresentar um pouco do que sei sobre o Rhapsody. Basicamente conheço mais ou menos bem uns 4 álbuns dos caras: Legendary Tales, Symphony Of Enchanted Lands, Dawn of Victory e Power of the Dragonflame.

(Wisdom of the Kings – essa eu curto muito!)

Mas hoje vamos falar do Symphony Of Enchanted Lands que é de 1998. Como nós podemos ver pelo link da Wikipedia abaixo, o cd contou com um monte de músicos clássicos. Mas ainda assim, estamos falando de um power metal bem classicão: com muito Bumbo-duplado, teclados fazendo solos de guitarra, guitarras maravilhosas, gritos fininhos, e tudo isso que quem gosta de power metal curte.

(Eternal Glory “ride fast to me”…)

A diferença mais marcante do Rhapsody para a maioria das bandas de power, é que eles contam com um “coro de fundo”. A galera todinha cantando junto nas músicas, como um monte de manos unidos e fazendo os vocais ficarem bem “italianos”.

(Beyond The Gates of Infinity – solo mito)

Outra coisa Rhapsodiana são as letras “nerds”. As musicas sempre falam de princesas, dragões, espadas de esmeralda, cavaleiros medievais com poderes incríveis e todo esse tipo de coisa que quem ama Skyrim deve conhecer — portanto, quem ama Skyrim tem que ouvir Rhapsody, óbvio!

Assim como quem gosta de Senhor dos Anéis tem de ouvir Blind Guardian (Click no link para ver uma crítica sobre o álbum Imaginations from the Other Side).

(Riding The Winds – “winds of eternity” – curto demais essa também!)

Pois então, as músicas que eu realmente gosto e acho que são destaques deste clássico álbum de power metal, estão ai para serem ouvidas. Tenho certeza que qualquer pessoa que curta o gênero ou que pelo menos gosta de Skyrim deve conhecer.

Posso dizer também que o Rhapsody tem uma notável relação não apenas com as letras meio “medievais” (em todos os álbuns) mas a própria composição das músicas carregam esse tom, e de uma foma bem marcante. Gostou do texto? Aproveita e dá uma olhada na review de Dawn of Victory, também do Rhapsody!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands cd

ps: Dá pra notar pela quantidade de músicas escolhidas que o CD é BOM DEMAIS!

Abraços.

Fonte: [Link]

Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Bem-vindos a mais um “Conversando sobre Música“, ou melhor conhecida como Resenha, aonde eu trato de álbuns que mais gosto. Desta vez trato do mítico Imaginations From the Other Side, do incrível Blind Guardian! Boa resenha e boas músicas!

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Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Fico até emocionado de poder falar de um dos melhores álbuns da história de todo o Heavy Metal. Um dos trabalhos mais cultuados ao redor do planeta, sem dúvida o Guardião Cego foi mestre quando o fez. Letras sensacionais, som pesado e poderoso — muitos confundem até com Trash Metal — é o melhor, do melhor do Metal: O incrível Imaginations from the Other Side.

Imaginations From the Other Side

[Imaginações vindas do Outro Lado]

É uma pena que eu não possa falar muito sobre a ‘estória do cd’, porque é sabido que o Blind Guardian sempre utiliza alguma obra de literatura para fazer seus álbuns — Senhor dos Anéis que o diga!

Mas arrisco que tem um pouco de tudo aqui. Um pouco sobre o mundo ‘nerd’ e elementos medievais com uma pitada de Tolkien — saber de verdade, eu não sei, mas esses são os elementos mais comuns nos álbuns deles.

Também se faz preciso dizer que o Blind Guardian é uma banda que penso ser ateia. Posso falar isso por músicas como Valhalla — essa mesma é uma clássico! — Another Holy War do próprio Imaginations, Under the Ice do A night at the Opera, etc. A lista é grande e eu sou um ouvinte da maior parte dos álbuns dos caras.

I’m Alive

Também é interessante dizer que o primeiro nome do guardião cego era Lucifer’s Heritage. E sim, uma das melhores ou a melhor banda ateia que esse metaleiro laico e teísta — sim acredito em Deus pessoal! — tem o prazer de ouvir. Além do Therion que é ocultista e todo mundo sabe, hehe

E as músicas afinal?

blind imaginations

Se vocês ainda não viram, eu coloquei durante todo o post algumas (ou ao menos para mim as melhores) músicas do cd, e agora é hora de fazer uma pequena explanação sobre elas para depois poder fecha o post com dever cumprido.

Pois então, o Imaginations começa arrasador com sua música titulo. O começo e o final dela, como se fossem ‘sinos’ torna tudo ainda mais épico. Passei dias a fio ouvindo.

The Script For My Requiem

Depois temos a I’m Live, que é acima de tudo, feroz. Ouvi demais essa música num dos momentos mais felizes da minha vida, gritando “Sim, eu estou vivo!”. Se bem lembro a música fala de jogos de Rpg e claro de estar vivo! Depois temos a lenta e muito boa A Past and Future Secret com o jeito bardo de ser dos caras, para logo depois…

Blind_Guardian_-_Imaginations_from_the_Other_Side

The Script for my Requiem. Musicão também — “yes i cry!’. Aliás… não vou ficar falando de música por música não. Poder, ferocidade e peso são pouco para falar dessa e também da Born in a Mourning Hall que vem logo depois de Mordred’s song, uma outra música barda.

Born in a Mourning Hall

Sem mais delongas, destaque também para Another Holy War que é simplesmente uma das músicas mais ‘quebra pau’ que eu já tive o prazer de ouvir, para terminar com a barda, And the Story Ends.

Acho que de todo o álbum só não vou muito com a cara da Bright Eyes, mas que ainda sim, não deixa de ser uma ótima canção. Esse é mais um daqueles álbuns que você só tem que apertar play e não fazer mais nada, além de curtir e ser headbenger.

Another Holy War

Posso dizer que o poderoso Thor e o grande Odin abençoaram o Hansi Kürsch — que é um dos melhores vocais de toda a história do heavy metal — e toda a banda do Blind ao fazer nascer esse álbum tão acima da média. Solos rápidos, ‘cozinha’ rápida e pesada, baixo fazendo seu trabalho como deve, somados a esse vocal perfeito do Hansi.

Hei… Você é metaleiro, ou curte boa música? Então pegue esse álbum e ouça do começo ao fim. Entre no mundo bardo, medieval e das grandes fantasias de Tolkien sem medo. Veja por fim, as “Imaginações vindas do outro lado!

Blind_Guardian-Imaginations_From_The_Other_Side-Interior_Frontal

And The Story Ends

Então é isso. Fiquem todos com este maravilhoso heavy metal, com um álbum que fãs do Blind Guardian do mundo inteiro, consideram o melhor trabalho dos caras — eu confesso que fico meio em dúvida entre o Imaginations, o Forgotten Tales e o Nightfall in Middle-Earth… escolha difícil.

blind-guardian-cd-imaginations-from-the-other-side-metalEntão é isso pessoal, Abraços e bom metal!

Fontes:
[Link]
[Link]
[Link]

Ecliptica – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Power Metal!

Sejam bem-vindos à resenha do álbum Ecliptica, da banda finlandesa que fazia power meta, Sonata Arctica. Devo dizer que essa Resenha do álbum foi uma das mais gostosas que eu já fiz e pelo título o amigo/a já sabe que gosto muitodo Sonata Arctica. Vem comigo!

Ecliptica – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Power Metal!

Imagino bem pouca coisa melhor no metal, principalmente se tratando do cenário de power metal, do que falar do Ecliptica (ele até já ganhou, pelo que lembro, um concurso no facebook como melhor álbum de power metal).

Garanto que muitos seres poderosos colocam o Ecliptica para tocar, desde Blank File, até a incrível Destruction Preventer — sem esquecer de Mary-lou, é claro. Primeiro vou falar do álbum em si, e depois vou discutir as músicas uma por uma: às vezes com as letras, às vezes com as músicas e as letras juntas.

Sonata the best power metal
Sonata the best power metal — bons tempos…

Começando do começo, muitos metaleiros sem conhecer o Sonata já disseram mil e uma coisas de uma das bandas que já foi uma das melhores, senão a melhor no cenário de power metal. Disseram até que o Sonata Arctica era White Metal (Metal Gospel).

Engraçado como na época ninguém dizia que o Sonata tinha letras… românticas demais. Mas isso… só até ouvirem a primeira música. Na maioria das vezes, ou Abandoned do WinterHeart Guild, ou então Misplaced do Reckoning Night.

Claro que não vou entrar em discussões acaloradas sobre “melhor banda do mundo”, “melhor guitarrista e tecladista do mundo”, porque hoje em dia “todo mundo tem sua opinião”. Agora que o sonata principalmente nesses primeiros álbuns influenciou muito o cenário do power metal, é inegável.

Ecliptica o Álbum

Até o CD é Lindo de mais
A Velha Âncora do SA

O Ecliptica é considerado por muitos  fãs do Sonata Arctica como o melhor álbum da banda (enquanto outros preferem o Silence). O Ecliptica tem alguns dos melhores duelos de Guitarra x Teclado, melodias, boas letras (isso quando Tony Kakko não fala dos foras que levou na vida), velocidade feroz, enfim. O primeiro álbum dos caras sem dúvida foi A obra-prima.

Claro que como já disse, não posso esquecer do Silence, porque muitos falam que ele é bem mais elaborado como “power metal” que o próprio ecliptica tendo músicas dificílimas de se tocar como a Wolf and Raven e tem letras maravilhosas de Sing Silence, The Power of One… Mas o Ecliptica pode ser considerado melhor por ser mais “diretão”, mais power metal mesmo, tanto que ganhou até concurso no facebook sobre isso.

Se trata de um cd limpo, com riffs muito bons — o melhor riff do sonata, feito pelo antigo e melhor guitarrista Jani Liimatainen. A balada mais bem feita…Um show de preciosismo. Enfim, Vamos às músicas! Só as letras do Tony que são aquela coisa, né? Dor de corno forever (mas quem liga para letra, afinal?). Mas sempre tem aquelas que nos salvam como a própria Destruction Preventer.

Enfim, vamos para as músicas.

Blank File
(Arquivo em branco)

A mais rápida do Album. Para contagiar nos shows ao vivo
— que gravados, são terrriveis.

My Land
(Minha terra)

Uma ótima música. Mantendo o nível da primeira.

8th Commandment
(8º Mandamento)

Cantando junto!

“Stay for a while, stay forever. Sing for the times you are
bound to betray. Run for your life, run forever, your eyes
tell a lie and the liar must always die”

O melhor riff do álbum. Engraçado que agente vai encontrar o estilo dessa música em bandas como DragonForce mais adiante: Velocidade e melodia. Mas pouca gente faz solinhos de guitarra em meio a música — Sonata, volta ao power metal p*rra!

Replica
(O Clone, digo, digo…)

Essa música é engraçada para mim porque eu ouvi ela quando passava aquela novela O Clone — da Jade, lembra? E a letra também até que é boa, vale à pena dar uma conferida.

Kindom for a Heart
(Um Reino por um Coração)

Parece piegas, eu sei, mas vá lá, estamos no mundo do metal, e sabemos que existem letras de amor nele. Que o diga Black Diamond… Essa música foi uma das que mais gostei durante muito tempo. Solos incríveis, duelos guitarra x teclado, um show. E para quem quem saber a letra:

“Agora eu sei que jamais amarei você,
Sou um homem sem coração,
Não posso sentir os sentimentos humanos
Sou o rei da terra, governante dos mares,
Eu daria tudo em um instante.
Se eu apenas tivesse um instante”

FullMoon
(Lua Cheia)

Cantando junto!

She should not lock the open door
(run away, run away, run away)
Fullmoon is on the sky
and he’s not a man anymore
She see the change in him but can’t
(run away run away, run away)
See what became out of her darling man
See what became out of that man

Essa música é muiiito boa. Se liguem no solo no meio dela. A letra também não é má, como eu sempre pensei. Claro que ela podia ser tema de alguns filmes, mas faz agente pensar no que acontece com um “darling man” de uma moça à noite!

Letter do Dana
(Carta para Dana)

Juntos de novo!

Dana, oh, Dana I’m writing to you,
I heard you passed away
it was a beautiful day
I’m old and I feel time will come for me,
my diarys pages are full of
thee

Dana O’Hara oh, Dana my dear,
How I wish that my Dana was here
Little Dana O’Hara decided one day
to travel away, faraway

Isso que é balada. Emocionante. Uma pena que ela fala de uma dor corno eterna. Se fosse brasileira com certeza seria um forró estilo “Calcinha Preta”. E apesar disso, ela consegue ser uma das melhores baladas que o Sonata já fez, e uma das melhores que já ouvi. Mesmo com Sing Silence na disputa. E Dana no fim… “passed away”.

Unopened
(Fechadas)

Costumo dizer que essa é a música do tecladista. Boa também. E Tony cantando muiiito.

Picturing the Past
(Relembrando o Passado)

A música do Guitarrista! Ela é rápida e curta. O Sonata fez músicas parecidas com essa no Winter e depois no Reckoning: Champagne Path e Wildfire respectivamente. Isso parece ser normal nas bandas finlandesas, vide Nightwish e Stratovarius.

Destruction Preventer
(Destruição Preventiva)

Uma das melhores partes:

Yesterday I saw a light, moving fast across the sky
Now I see a glow, left and right,
Stars are falling down tonight, I fear…
And the pouring rain, eating my green lawn,
leaving a stain.
Never healing back to be the same

Refrão:
Heat in the center, destruction preventer
If you release one, you release them all
You can’t defend Her, kneel down and surrender
Your end is at hand, if they blow

Essa é ÉPICA. O começo dela é com um riff de teclado! É amigo, se você não sabe o que seu teclado pode fazer, ouça esse clássico — esqueça Ivan Lins, Frank Aguiar e afins… Mas ouça a música até o fim, até os últimos segundos — e terás uma grata surpresa!

Mary-luo
(Bonus track)

Essa aqui um amigo meu, também fã do Sonata, adorou por vários anos. Letra interessante, bons solos, mantendo o nível alto do álbum.


Conclusão: Passa os anos mas ele não Envelhece

Sonata_Arctica_by_Romulo_Melo_by_romulowmeloEntão é isso. No post seguinte trouxe aos amigos e amigas um cd de uma banda que até pouco tempo era desconhecida: um álbum do Symphony X! Depois acabei falando de mais bandas ainda, como Nightwish por exemplo, qualquer coisa só vocês seguirem os links.

E sim, eu sei que muita gente vai discordar que de que o Eclipctica é um dos melhores álbuns do power metal, e figura até na lista de melhores do metal mesmo, tendo lá bandas do calibre de Rhapsody, Metallica, Megadeath, Stratovarius… Mas mantenham a calma e ouçam ele, garanto que no mínimo vocês vão curtir o cd.

E é irônico como apesar dos anos de que ouvi o Ecliptica, quando estava começando a gostar de metal, mesmo assim até hoje, eu ainda ouço ele com carinho e admiro muitas das coisas que falei dele aqui para vocês. Acho que a primeira vez que ouvi a 8th Commandment eu tinha uns 14-15 anos, e mesmo assim gosto dela hoje, quase tanto quanto gostava naquela época.

Enfim, bom metal para vocês meus queridinhos e queridinhas. E se vocês quiserem saber o que é power metal, começar a ouvir um pouco do gênero, não precisa ficar só no Halloween ou no Rhaposody. Na duvida vão de Sonata Arctica (só os primeiros 4 álbuns deles, hehe)!

Abração!