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Os Melhores Beijos do Cinema!

Mais um post da série “Top listas”, desta vez com os Os Melhores beijos do Cinema! Mais um texto que trago de língua inglesa para vocês, meus queridos amigos e amigas. Espero que curtam cada uma dos beijos. Venham comigo!

titanic

Os Melhores Beijos do Cinema!

E lá vamos nós para mais uma lista aqui no Afontegeek. Direto de um site gringo para vocês meus amigos! E como fiz um trabalho de tradução acabei excluindo um dos kisses porque ele não tinha um vídeo — mas você pode ver a lista em “english” no link que deixo a abaixo.

Meio que eu não vi a maioria dos filmes, então me ausentei de dar quaisquer opinião. Engraçado que um desses da lista me deixou meio “será que posto ou não?” mas acabou que eu deixei sim ele ai.

Bons momentos românticos pessoal!

Anna e Kristoff, Frozen

Eu poderia te beijar“, diz Kristoff enquanto ele carrega Anna no ar. Nós assistimos este casal “animado”, numa aventura para salvar a irmã dela, Elsa, da ira dos aldeões hostis. A conversa nos guia até se transformar num forte abraço. As princesas Disney sempre têm o seu grande beijo, mas poucas vezes o beijo foi tão esperando como o de Anna.

Sandra Bullock e Bill Pullman, Enquanto Você Dormia

Você geralmente espera um casal que se beija — um beijo mesmo, não um selinho — antes deles realmente estarem envolvidos um com o outro, mas este não é o caso de Lucy (Sandra Bullock) e seu verdadeiro amor Jack (Bill Pullman).

Ela pretendia ser a noiva do seu irmão em coma, mas o par acabou por pular o certo, e ir direto para o casório depois que Jack (e sua familia) compreenderam que eles não poderia ficar sem Lucy. Selar uma proposta de casamento com um beijão nunca foi tão doce!

Matt Damon e Emily Blunt, Os Agentes do Destino

O filme sobre uma agência secreta que controla a vida de todo mundo é um pouco bagunçado. O que não pode ser esquecido, entretanto, é a química que existe entre Damon como um político e Blunt como uma mulher misteriosa.

Blunt segue Damon até o banheiro masculino em Waldorf Astoria, e “do nada” começa uma conversa sobre casamento. Como isso vai para um beijo apaixonado? E o que mais eles fizeram no banheiro mesmo em?

Michael Cera e Kat Dennings, Nick e Norah – Uma noite de Amor e Música

Cera e Dennings são adolescentes que se “pegam” num beijo, momentos depois de se conhecerem, enquanto Dennings pede para que ele seja seu namorado por “cinco minutinhos” para que ela possa enganar sua rival (que acontece de ser a ex do rapaz) para que ela não pense que a Kat “não está pegando ninguém”.

O beijo de verdade, porém, veio mais tarde, quando Dennings (Norah) pega o aficcionado por guitarras Nick para ver a Electric Lady Studios. Uma coisa leva a outra, e rapidinho Dennings e seus lábios vermelhos estão dando seus amassos.

Heath Ledger e Jake Gyllenhaal, Brokeback Mountain

Muito tem sido feito através dos anos, sobre a cena de amor entre Ledger and Gyllenhaal, liderando o discurso hilário de Jonah Hill em Knocked Up sobre a falta de “coisas explícitas” no filme. A paixão dos dois tomaram o filme inteiro, mas tem algo de muito especial sobre a vontade “louca”, na cena aonde o Ledger vê Gyllenhaal voltando da janela do seu apartamento, e o agarrando, da um abração nele.

E como o Ledger (Ennie) empurra o Gyllenhaal (Jack) para a escada, e os dois se atracam como um par de lobos famintos, jogando o medo para o vento (eu ia dizer fora do armário, mas tudo bem). Mesmo depois de 10 anos, a cena não perdeu nada do seu impacto original.

John Cusack e Ione Skye, Digam o que Quiserem

Poucos romances adolescentes têm sido tão influentes como a historia de Cameron Crowe, aonde um grande empresário cai de nível, e ainda assim pede para sair com a menina. Como você já pode esperar, tem um montão de beijos antes dos dois ficarem com os dois pneus arriados, incluindo um doce abraço na chuva.

Foi assim até que Skye (Diane) finalmente descobre (depois de tanta pegação) que ela precisa do John (Lloyd). Ela o distrai durante a sessão de “sparring”, e ele acaba com o nariz sangrando por causa do Don “O Dragão” Wilson, momentos antes deles se entregarem aos amassos e carinhos (ammhammm).

Leondardo DiCaprio e Kate Winslet, Titanic

Voltando a 1997, parecia que toda mulher no planeta queria troca de lugar com a Kate Winslet (Rose). O romance a bordo do navio destruído deixou a audiência em prantos enquanto os créditos subiam. Na cena icônica, DiCaprio (Jack) leva a Rose até a borda do navio e abre seus braços, fazendo-a sentir o vento… muito bem, vamos deixar ela mesma falar: “Eu estou voando, Jack!” Rose exclama, antes dela se virar para Jack, e seus lábios se encontrarem com os dele (putz coisa romântica!).

Não importa o que aconteceu depois, Valeuzão Celine Dion, nós temos a certeza que os corações deles vão continuar (juntos).

Cary Ewles e Robin Wright, A Princesa Prometida

Desde a invenção do beijo” Peter Falk (narrador) faz entoar sua voz na fantasia de amor mega adorada de Rob Reiner “Existem cinco beijos que são considerados os mais apaixonados, os mais puros. Mas este em questão, os deixou para trás“.

Este é o final feliz com o poderoso beijo que Ewles (Westley) dá em Wright (Buttercup). Para um garoto que “estava morrendo” a pouco tempo, e uma mulher “quase forçada” a se casar com um príncipe — sem mencionar a viagem pelo pântano de fogo — o beijo que mais parecia como uma recompensa.

Molly Ringwald e Michael Schoeffling, Gatinhas e Gatões

Ringwald (Sam) teve um aniversário incrivelmente ruim. A família dela preocupada com o casamento de sua irmã, esquece o aniversário da pobre coitada, e o fazendeiro nerd (Anthony Michael Hall – é isso mesmo?!) aposta um par das calcinhas da azarada menina em uma aventura para fazer dinheiro (que tipo de coisa foi ele fez, eu não sei, rs).

Para piorar, ela é completamente caidinha no cara “mais velho”, Schoeffling (Jake Ryan). Na saída do casamento de sua irmã, ela se desprende da multidão, e “oh wait!” o Jake está esperando ela. Como toda fantasia de adolescente (que eu não entendi necas!) esse ainda não é o final. Sam finalmente ganha seu bolo de aniversário e recebe um beijão do Jake. Quase que aconteceu um incêndio, mas com certeza foi romântico. (E eu não entendi NADA dessa historia — e que nome de filme em?!)


"O nome dela é Kate Winslet" rs

Sabe o que eu gostei da lista? Tirando o último filme, que eu realmente não entendi patavinas da história, curti todas as indicações. E claro, dona Kate Winslet, na verdade nós queríamos estar no lugar do Dicaprio; até hoje ela ainda me apaixona — ainda acho minha Rose…

Abraços!

Hollywood.com: [Link]

Top Filmes Horríveis que Destruíram (ou Quase) a Carreira dos Atores

Bem vindos a de uma nossas listas “Top Alguma coisa“. Dessa vez traduzimos uma lista com os Top Filmes Horríveis que destruíram as carreiras dos atores. Boa leitura pessoal!

mike myers guru do amor

Top Filmes Horríveis que Destruíram (ou Quase) a Carreira dos Atores

Alguns deles forçaram os atores abandonarem suas carreiras, outros tiveram que dar um tempo… Essa lista foi feita pelo site DeathandTaxesmag.Com (que ora está morto e rest em pieces) e estou trazendo ele para aos amigos e lindas leitoras, com pequenos comentários, como sempre costumo fazer.

Também tive de fazer certas edições e censuras na tradução porque eu sou desses. E como o site não está mais no ar (ao menos não essas matérias) vocês vão ter que ficar com meu post e fim de história. Mas e ai, curioso ou curiosa para saber quais são esses filmes terríveis? Vamo lá.

Elizabeth Berkley, “Showgirls”

Elizabeth berkley

O que agora é considerado um clássico “cult”, já foi visto como uma piada por Hollywood durante uma década. “Eu sei que isso parece que foi feito para ser engraçado, humilhado, rejeitado” ela disse para a Out Magazine em 2011. “Aquele não era um bom tempo em minha vida, aos 21 anos eu tinha que andar basicamente tendo que dar minha cabeça à nível nacional” — não sei o porquê, mas acho que vi esse filme, e gostei o.O.

Mike Myers, “O Guru do Amor”

Mike Myers

O que era para ser a volta da estrela de “Austin Powers” em 2008, acabou se transformando numa espinha sendo espremida.

A Paramount levou um rombo de $13 milhões de Obamas desde a exibição dessa maravilhosa comédia (número quatro nas bilheterias), e Myers discretamente se esquivou do cinema e da tv desde então. Um repórter não estava surpreso no lançamento do filme e queria perguntar para Myers no tapete vermelho: “Então, de onde veio a ideia de fazer Borat?” (Ele não perguntou isso, mas você sabe o que ele quis dizer.)

– Eu vi algumas cenas desse filme e não consegui passar disso. Realmente uma bomba. Nem preciso dizer mais do que isso. Muito diferente dos Austin Powers que são coisas de mestre. Sobre a piadinha “sem-graça” do final, fica meu comentário que Borat é genial e recomendo a todo mundo. Se bem que foi uma ironia, hehe.

Sean Connery, “A Liga Extraordinária”

Sean Connery

Sean Connery se aposentou depois desse filme *horrível chegar aos cinemas. Eu acho o filme até que bom sim, não vejo esse exagero todo. Só acho que isso sim, poderia ter sido muito melhor. Ficou um filme fraco comparado ao que o Sean Connery (pombas é o Sean Connery!!) poderia fazer.

Cuba Gooding, Jr., “Cruzeiro das Loucas”

Cuba Gooding Jr

Numa entrevista feita em 2006 ao New York Time, Cuba admitiu o erro que ele fez com a *malfadada comédia: “Eu estava errado em muitas coisas… Isso foi também por dinheiro. Quando eu fiz “Cruzeiro das Loucas”, eu pensei que estava na hora de fazer alguma coisa para me tornar um Cara de 20 milhões de Obamas.

– Minha opinião? Adoro esse filme. Engraçadíssimo, sexy, meninas lindas, descontraído, diversão pura. Esse cara é um chato. Se bem que o Cuba agora anda fazendo muitas comédias românticos e sabemos que ele é um gênio: que o diga Homens de Honra.

Geena Davis, “A Ilha da Garganta Cortada”

Geena Davis

Na época A-lister era um escritório que só fazia sucessos como a “Liga de Mulheres” e “Os Fantasmas se Divertem”. A indicada ao Oscar Geena Davis estrelou o filme de “grande orçamento que não se sustenta até o fim do filme” do seu então marido: “A Ilha da Garganta Cortada”, que trouxe a bancarrota da Carolco Pictures — O filme levou à falência a produtora o.O.

Sofia Coppola, “O Poderoso Chefão: Parte III”

Sofia Coppola

Críticos pegaram pesado na estreia da filha de Francis Ford Coppola naquele filme terrível que foi a terceira sequência de um dos maiores já feitos. A sorte dela foi ter voltando para o Castelo Coppola e não saiu até ter se tornado uma ótima diretora. O que é sensacional!

Kevin Costner, “O Mensageiro”

Kevin Costner

O filme de $80 milhões de Obamas de orçamento teve um retorno de menos de $18 milhões para o caixa, e foi a segunda bomba na vida da estrela do filme. Dois anos Antes, “Waterworld” quebrou num orçamento de $175 milhões de Obamas e nunca recuperou totalmente seu status A depois dessas produções. Ainda bem que ele já foi o senhor Kent. Salvou a carreira dele.

Ben Affleck, “Contato de Risco”

Ben Affleck

“Aquilo foi realmente difícil pra mim, assistir como amigo dele, porque eu não acho que aquilo foi justo com ele”, disse Matt Damon ao Shortlist em 2011. “Como seu parceiro como escritor/roteirista, eu sei o quanto ele é ótimo…Eu estou feliz de vê-lo tão bem, e ele voltou a velha forma.”

— Todo mundo aqui no Afontegeek sabe que tanto eu quanto o PierrotGluton achamos ele um péssimo ator. E ambos pensamos que ele não devia mais fazer o Batman de jeito nenhum. Você pode ler Aqui o texto que eu fiz sobre, e Aqui o texto do Pierrot onde argumentamos o quão ruim que ele é.

Susan George, “Mandingo – O Fruto da Vingança”

Susan George

Fãs da atriz britânica marcam esse peça do picante período de 1975 como uma que marcou permanentemente Susan George como uma atriz de se expõe além da conta, bem mais do que uma artista femme fatale deveria fazer.

Ela nunca se recuperou disso, e no lugar se entregou a séries de Filmes feitos-para-tv e esquecíveis de Drive-in. Mas ela ainda é responsável por alguns dos melhores filmes “cult” do anos 70. Vejam “Straw Dogs” e “Dirty Mary, Crazy Larry.”


E acabou! Eu como não entendo bem de cinema, considero que a lista foi muito bem feita. Só tive que, como deixei claro no começo, censurar algumas coisas por não concordar imensamente com a opinião original. Além do que, o Ben Affleck ao meu ver continua sendo horrível mesmo, não tem jeito!

Abração pessoal!