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Animes e Roteiros: Roteiros Pós-Clássicos (Parte 3) – Entendendo Animes!

E finalmente estamos chegando ao fim da série sobre os Roteiros de Animes (se bem que depois tem uma parte de comentários, mas enfim). Desta vez eu falo dos Animes que têm o o Roteiro Pós-Clássico. Vem comigo!

Animes e Roteiros: Roteiros Pós-Clássicos (Parte 3) – Entendendo Animes!

Corram, Lelouch vem ai!

Especial Roteiros de Animes

Roteiros Clássicos> Roteiros Modernos> Roteiros Pós-Clássicos> Respostas aos Comentários

E para chegar mais próximo do fim deste especial sobre roteiros, vamos tomar Code Geass como exemplo para explicar o que são os Roteiros Pós-Clássicos. Este é um anime que exige muito mais explicação do que só falar de seu roteiro, por isso na dúvida, leiam nossa review sobre ele seguindo o link.

Geas segue um pouco o diagrama dos roteiros Clássicos antigo, mas leva uma genialidade que eu sinceramente não sei se funciona bem em romances/literatura escrita.

Primeiro, Code Geass costuma explicar sim algumas coisas, a ter passagens sem muito sentido para a historia principal, e ter erros muito comuns em todos os tipos de animes — nada que tire o brilhantismo do anime.

CC Code_geass_ep06_the_stolen_mask_720pblurayx264_-_gg-thora-mkv_snapshotCostumo dizer que até o minuto 15 de cada episódio dele, temos uma história como as antigas, repleta de diálogos que contam bem a situação do anime, que explicam um pouco o momento de vida de muitos personagens; mas que muda muito depois disso, com ações nos dizendo o que está acontecendo.

Os fatos são Muito Importantes

A imagem falando pelo anime. E o mais genial de Code em especial, é que os personagens, ou seja, o que os motiva, não é o verdadeiro motor da história.

Sucessivos acontecimentos retratam a historia em cada episódio, colocando o espectador numa espera constante sobre o que vai acontecer. Não há maneira de se adivinhar o próximo episódio, porque sendo os personagens rasos, na verdade, bastante rasos, não são bem eles que decidem os passos seguintes da trama.

Villetta Nu, quem diria que casaria com um pé-rapado?
Villetta Nu, quem diria que casaria com um pé-rapado?

As Maneiras de se contar uma historia

De maneira rápida, vou tentar classificar as diferentes maneiras que são possíveis de se contar uma história. Geralmente elas são contadas de três modos:

1 — relação personagem/mundo
2 — relação personagem/personagem
3 — Um pouco dos dois primeiros.

Em Geass temos simplesmente personagens colocados num determinado contexto, numa determinada gama de ações e acontecimentos. O que é simplesmente genial. Nunca antes eu havia visto algo como isso. Agradecimentos a historia que nos garante uma maravilha dessas. Já o roteiro, pecando aqui e ali, ganha uma nota boa, e consegue sim contar um enredo muito marcante. Nos prende o suficiente para ver como tudo de desenrolará.

Confesso que esse meio-termo do roteiro de Geass, mais um design dos personagens da CLAMP — mais clássico que desenhos da Clamp como Sakura Card Captors impossível — e alguns fatos da história, parecem estar aqui para que o desenho realmente faça sucesso de público, com o intuito de não perder nem as pessoas como eu, que não gostam dos Roteiros Clássicos — com mais linearidade — nem o otaku-antigo, que não gosta do Roteiros Modernos (aonde a história não tem linearidade alguma e não se preocupa muito em explicar as coisas que acontecem).

E isso, é ainda mais genial.

The Mad Scientist

Então ficamos assim:

1 – Roteiros Clássicos: Histórias mais Lineares e com muitas Explicações sobre o que se desenrola no anime;

2 – Roteiros Modernos: Histórias focadas no Mistério com Muita importância ao desenvolvimento dos personagens;

3 – Roteiro Pós-Clássico: Historia pautada nos fatos, aonde os  personagens são conduzidos a partir do desenvolvimento da trama e com explicações.

Outros animes que considero ter roteiros Pós-Clássicos, são Steins;Gate e Madoka Magica, por exemplo. Aonde sempre nós temos pausas bastante longas para algumas explicações sobre o que acontece no enredo, contamos com alguns plot twists no desenrolar do trama (nunca nenhum realmente inesperado).

Mas principalmente, os fatos que acontecem no decorrer do anime, forçam os personagens a agir de certo modo e tomar certas decisões.akemi_homura-bow-kaname_madoka-mahou_shoujo_madoka_magica-miki_sayaka-pink_hair-sakura_kyouko-sword-thighhighs-tomoe_mami-twintails-weapon

Ou seja, o desenvolvimento dos personagens não é tão importante no decorrer desses animes, porque eles devem agir de acordo com as personalidades previamente estabelecidas, e de acordo com o que a história do anime os “força” a fazer.

Entendendo Assuntos Nerd e Otakus da Cultura Pop

O que são Animes Shonen, Shoujo e Seinen?O que são Animes feitos de Visual Novel? Quais são os tipos de Roteiros de Animes? – O que é uma Graphic Novel? – O que são Filmes Space Opera?O que são Épicos, Romances e Novelas? – O que são Animes e Cartoons? — Como são os Desenhos (Cartoons) da Atualidade e do que eles Falam? O que é Tsundere, Yandere, Kuudere e Dandere (Moe) dos Animes?

Mas e você? Do qual gosta mais? Clássico, Moderno ou Pós-Clássico? Já que citei madoka, aproveitem e vejam a Review de Madoka Magica no blog. Ela é meio peculiar e com certeza desperta os rages dos fãs mais extremistas das maho, mas vai te colocar para pensar e refletir um pouco.

Espero que tenham curtido, deu o maior trabalhão fazer toda essa série sobre roteiros de animes.

Abração a todos!

Animes e Roteiros: Roteiros Modernos (Parte 2) – Entendendo Animes!

E continuando nossa série sobre os Roteiros dos Animes, vamos para a Parte 2, falando aqui o que seriam os seus Roteiros Modernos. Como sempre dou alguns exemplos de Animes sem spoilers, ou seja, podem ler o texto despreocupados. Vem comigo!

Animes e Roteiros: Roteiros Modernos (Parte 2) – Entendendo Animes!

Especial Roteiros de Animes

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Continuando nosso especial sobre roteiros, dessa vez vou falar um pouco sobre um anime que tem o roteiro que é justamente o oposto dos que falei na primeira parte. Se você não viu a Primeira parte aonde eu falo dos Roteiros Clássicos, basta segui o link!

Guilty Crown (click para ver uma review sobre o anime) cuja historia é simplesmente não-linear, não possui muitos diálogos em combates — somente pequenas frases e nenhuma batalha “pela honra”, ou o clássico “nunca vou te perdoar” — e que sim, ficamos sem saber um monte de coisas durante o anime, e até depois algumas não ficam muito claras, porque ele não se preocupa em explicar tudo nos seus mínimos detalhes.

-Mas AdminTB, como assistir um Anime assim?

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História não-linear

Pois é, pelo andamento não-linear da historia o que vai te levar a acompanhar o anime é simplesmente a vontade/mente/psicologia dos personagens, ou seja, o que os motiva a fazer as coisas e portanto o que faz o enredo e a história caminharem. Simples assim. Nada de dizer que a armadura de bronze é mais fraca que a de prata: os fatos mostram a realidade.

Não existem explicações diretas de ‘poderes’, ou pausas para que coisas sejam ‘ditas’ por alguém. Animes com este roteiro exigem muita atenção do espectador, para que se possa realmente entender o que está acontecendo. As cenas são diretas, rápidas e precisas, não têm muitas partes enfadonhas de personagens sem algum sentido na trama central.

Mas é justamente as qualidades deste tipo de roteiro, que podem afastar os mais acostumados com o clássico. Como tudo parece ser muito rápido — o que faz parecer que 25 minutos só têm 10, o contrario do roteiro antigo, que as vezes faz parecer 50 minutos — muita informação necessária é contada em imagens! Sim amigos, não há muito diálogos que expliquem as situações, as ações falam por si mesmas, e é você quem deve entender o que está rolando.

Ahh imagem Moe!!

Resumindo o Roteiro ‘Moderno’:

1) Não faz explicações de Tudo, só o realmente necessário ao andamento da historia;
2) Pouquíssimos diálogos enfadonhos nas lutas/reviravolta da historia (Na maioria das vezes, não temos mesmo);
3) As ações e motivação pessoais dos personagens contam a historia;
4) Prestar atenção é vital, porque você pode perder muita coisa da historia, pela falta de muitas explicações;
5) Foco principal no MISTÉRIO, não importa qual seja o gênero ou a classificação do anime.

Outro anime que apresenta este tipo de roteiro é Nazo no Kanojo X, cujo tem uma Critica aqui mesmo no Blog, o que me faz pensar que esse tipo de roteiro prima pelo Mistério.

E é interessante citar tanto Guilty Crown quanto Nazo, porque apesar de Guilty ser um “anime original”, ou seja, não vir de mangá, pode-se dizer que ele é um “anime shonen“, enquanto Nazo no Kanojo X na verdade é um seinen de romance. E é engraçado que ambos, apesar de tão diferentes, têm o mesmo tipo de roteiro. Eu poderia colocar aqui também Ergo Proxy, mas não vou me alongar.

Conclusão

O que essa foto quer dizer? Que vai ter nova temporada? Mais mistérios rondam nossa querida história de amor com saliva [ecaa!]

Entendendo Assuntos Nerd e Otakus da Cultura Pop

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Só pra reforçar um ponto: muitas boas historias acabam realmente mal contadas, ou  ruins mesmo, por causa de roteiros mal feitos. Ás vezes até uma historia não tão boa fica ótima com um roteiro bem feito.

Acho que este é o motivo de se procurar dar uma renovada nos roteiros mais clássicos, que as vezes, deixam a historia ‘lenta’ demais; mas de qualquer jeito, mesmo com os ‘roteiros modernos’, deve-se tomar o máximo de cuidado; nada que bons roteirista/diretor não façam.

Afinal, o anime pode ficar tão corrido e mal explicado, que a gente pode simplesmente não entender o que está acontecendo.

serial experiments lain
Serial Experiments Lain – Outro bom exemplo de anime com “Roteiro Moderno”

E para ver a última parte desta série sobre os Roteiros dos Animes, basta seguir o link e ver sobre os Roteiros Pós-Clássicos. Já está no ar.

Abração!

Animes e Roteiros: Roteiros Clássicos (Parte 1) – Entendendo Animes!

Aqui começamos a série sobre os Roteiros de Animes, e como eles podem ser classificados para melhor entendimento, tanto de otakus como de nerds. Na Parte 1 temos os Roteiros Clássicos! Claro que não se trata de uma classificação perfeita, mas a ideia é termos um entendimento dos roteiros de animes. Vem comigo.

fonte:diogo4d.com
Inori. Mais Moe do que isso, Só Sakura. Entendedores vão entender!

Especial Roteiros de Animes

Roteiros Clássicos> Roteiros Modernos> Roteiros Pós-Clássicos> Respostas aos Comentários

Animes e Roteiros: Roteiros Clássicos (Parte 1) – Entendendo Animes!

Eu falei no meu primeiro post que um dos fatores decisivos que me fazem querer ver um anime, ou não, é uma boa construção do seu roteiro, ou seja, como a historia é contada. A história pode até ser um pouco arrastada, com andamento lento, ou mesmo não ter um enredo ótimo. Mas ela precisa ser minimamente inteligente para atrair minha atenção.

Assim sendo, separei três animes: um que sou , o outro que eu tenho um grande respeito pela historia e maneira incrível que é contada, e um terceiro que por ter uma grande legião de fãs, vai permitir com que o pessoal entenda mais ou menos o que estou dizendo.

Acabei por dividir esse post que se trata de um especial sobre roteiros, em três partes, para que ele não ficasse longo demais. A primeira é essa que estamos vendo, sobre Roteiros Clássicos. As outras são: Roteiros Modernos e Roteiros Pós-Clássicos.

Agora lembrando, não vou comentar aqui nada sobre a historia dos três animes, nem dizer o que é bom, ou o que é ruim. Vou ficar somente com o roteiro. Então não teremos spoilers ou debates sobre eles. Então vamos lá!

Primeiro, vamos começar pelo último, vamos falar sobre CDZ, ou como é mais conhecido do público brasileiro, Cavaleiros do Zodíaco,  ou ainda Saint Seiya — que é o nome original. Eu poderia pegar qualquer outro anime com mais idade, como Sakura Card Captors, ou ainda Dragon Ball Z. Escolhi CDZ porque  é um bom exemplo a ser tratado.

Bom, CDZ é um anime Shōnen (explico melhor o que são Shonens, Seinens, etc, neste post), ou seja, se diz que ele é feito visando o público especialmente de garotos. Mas alguns animes de “garotas mágicas” (maho shoujos) também têm roteiros clássicos, como um que eu citei acima.

Roteiros mais demorados

fate zero animekida wallpaper assassin beserker caster
Poderia pegar animes mais atuais, mas que seguem roteiros antigos, como FateZero, mas enfim.

CDZ tem a forma antiga de contar a historia. Não que seja um roteiro ruim, mas simplesmente exige um pouco da paciência de telespectadores como eu, que não gostam de perder muito tempo vendo anime.

Vou explicar melhor. Imagine aquele combate decisivo, onde seu herói preferido vai enfrentar aquele vilão que você gosta mais que o herói que você gosta — vilões são fodões! — e então, antes de começar o duelo super-esperado, eles param, sentam, tomam um chá, debatem sobre a bolsa, ou se a crise irá continuar…

A clássica frase “Eu nunca vou te perdoar!”

narutoimagens05288[4]Claro, nada tão dramático quanto isso, mas temos a discussão clássica dos  animes/japoneses, que fala de honra, de hombridade, de dever, amizade, ou mesmo “nunca vou te perdoar pelo que você fez”. Coisas do tipo — bem shonen.

-Ahh vá, vai dizer que você nunca viu isso num anime?

Essa frase mesmo é um clássico: “nunca vou te perdoar” está presente em quase 60% dos animes de ‘ação’ que eu ví — que não vou mentir, foram muitos. Outra coisa comum dos roteiros antigos e que ainda perturba muito a cabeça dos telespectadores são as temidas explicações.

As Explicações Demoradíssimas e o Sábio Mestre

mestre-beatlesSim amigos, quantas vezes, no meio de um combate, não tivemos a explicação sobre como ‘funciona tal golpe’, ou quanto ‘teremos que elevar o nosso cosmos’ e coisas do gênero.

Ás vezes nem precisa ser num duelo-mortal-ultimate boss, pode ser ali, com a ‘menina de cabelo rosa do anime‘, a Saori  que TE explica, quero dizer, explica para os cavaleiros o que está acontecendo e qual a missão deles.

Amanda Werner, isso que é [desenho] de verdade!
 Ás vezes nem precisa ser a ‘menina-de-cabelo-rosa’ da vez, como temos em Blassreiter, a apaixonante Amanda Werner — pode ser um sábio mestre, ou um sensei, ou qualquer coisa que Nos explique como funciona o “mundo do anime”.

Para mim, tudo isso é muito banal. Claro que os acostumados nem reparam, na verdade sentem falta quando não aparece alguém para TE explicar o que está acontecendo. Mas quantos animes eu deixei de ver por causas dessas explicações enfadonhas não está no mangá.

 

Arthuria…sei.

E sim caros amigos, temos essas explicações de roteiro em CDZ. É fato. É ruim? Ou seja, ela acaba com a historia do anime? Eu realmente acho que não: A historia é ‘bem’ contada no meu modo de ver, apesar de hoje em dia eu não conseguir assistir muitos episódios, porque eu sempre acabo rindo com os dramas do Yoga e sua mãe, do “Morra Seyia”, etc.

Não que eu seja fã de Cavaleiros (como se pode perceber), mas respeito os que gostam e o anime em si. De certo que roteiros assim podem destruir uma boa historia e afastar admiradores como eu — que não são acostumados com os animes mais clássicos.

Um exemplo? Fate-Zero. E apesar de eu não ter aguentado assistir Tsubasa Chronicles (click para ler uma review dele!) e dele parecer ter uma historia cativante, o roteiro é tão, tão, tão… desnecessário. Talvez o mangá não seja tanto assim, mas né?! Cadê paciência?

Conclusão: Ficam assim os Roteiros Clássicos

Gokukoku no Brynhildr -- Do mesmo autor de Elfen Lied
Gokukoku no Brynhildr — Do mesmo autor de Elfen Lied

1) Explicações sempre que possível
2) Diálogos no meio dos combates
3) Costumam ter andamento bem mais linear
4) E outras coisas…

Esses três adjetivos principais não são ruins para muitos otakus mas para pessoas sem paciência como eu, são o terror! Se você não for um otaku nivel-boss, eu recomendo que caia fora! Ou sente a bunda na cadeira e assista com calma, pode ser que ele te conte uma historia realmente interessante.

O ponto crítico que na realidade permite que os “Roteiros Clássicos” não se restrinjam apenas aos animes “Battle Shonen”, ou como  nós chamamos, “animes de ação e porradaria”, é justamente o terceiro da minha lista acima: a linearidade. O anime em si não precisa ser um épico. Pode até mesmo ser um romance shonen, ou em alguns casos, até mesmo um shoujo (romance), mas o ponto que o vai distinguir nos roteiros é sua Linearidade.

Mas como assim? O autor está contando uma história para você: ele não vai te contar algo inesperado. Não há um mistério. Não há mudanças claras, ou “plot twists” que vão te enlouquecer e te deixar perdido — muito pelo contrário! A história vai sempre ser contada do passo A para o passo B, com o maior número de explicações possíveis para que você, que assiste, sempre entenda o que está acontecendo.

E acredite, a história pode até avançar 2 passos à sua frente, mas caso isso ocorra teremos até um episódio inteiro para explicar o que aconteceu, e inclusive os planos de Raito. Certo, Death Note?  O anime pode até ser um Drama como Sola (que tem exatamente este roteiro), ou Gokukoku no Brynhildr (terror, meio suspense), mas se o anime seguir o mesmo “rumo”, ele terá um roteiro clássico.

Linearidade é a palavra, senhores!

A INSUPORTáVEL Kirino e sua amiga chata, rs
A INSUPORTáVEL Kirino e sua amiga chata, rs, em Oreimo.

Entendendo Assuntos Nerd e Otakus da Cultura Pop

O que são Animes Shonen, Shoujo e Seinen?O que são Animes feitos de Visual Novel? Quais são os tipos de Roteiros de Animes? – O que é uma Graphic Novel? – O que são Filmes Space Opera?O que são Épicos, Romances e Novelas? – O que são Animes e Cartoons? — Como são os Desenhos (Cartoons) da Atualidade e do que eles Falam? O que é Tsundere, Yandere, Kuudere e Dandere (Moe) dos Animes?

E só para lembrar: “Roteiros Clássicos” aparecem não apenas em Shonens de Ação, mas como dito acima: também em animes que procuram ter um desenvolvimento inteiramente linear — assim como Oreimo (clique para ver a review dele no site), Zero no Tsukaima, etc. Nos vemos na Parte 2, dos Roteiros Modernos.

Aquele Abraço!