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Top 20 Cenas que Marcaram o Cinema – Parte 2

Dando continuidade ao nosso Top 20 Cenas que Marcaram o Cinema, trouxemos mais 10 Cenas de Filmes que fazem parte da história da Sétima Arte. Lembrando que o Top 20 não está exatamente na “ordem  correta” e que também ele representa a nossa opinião – mas claro que estamos abertos aos comentários de vocês. Vamos ao post!

Top 20 Cenas que Marcaram o Cinema – Parte 2

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E lá vamos nós dar continuidade ao nosso Top 20 Cenas que Marcaram o Cinema, desta vez trazendo mais 10 filmes que fazem parte da história da Sétima Arte. Lembrando que este é um post que representa a nossa opinião, então é natural vocês terem mais filmes que gostariam de colocar na lista — basta deixar o comentário aí no post!

No finalzinho da lista temos dois filmes cujas cenas são tão marcantes que mesmo eu, que não cheguei a ver os longas ainda, conheço de “tanto ouvir falar”. Certeza que vocês também conhecem elas de algum lugar — e se viram os filmes, deixem ai a impressão que têm deles. Se não.. Ora! Vamos lá ver então porque estamos precisando, né não? kk

Vamos ao post!

Os Embalos de sábado à noite

O filme que transformou John Travolta em um astro usando tamanco: “Os embalos de sábado à noite”.  Este filme mostra a vida conturbada de um bando de adolescentes do subúrbio americano, e o que eles e o que a maioria dos jovens de hoje faz: que é ir para uma boate para se divertir.

Esta cena escolhida foi um grande sucesso, sendo satirizada diversas vezes  na história: e garanto que sua mãe e seu pai tiveram suas adolescência marcada por este filme.

by: rod

Dirty Dancing

Esta cena é inesquecível para quem assistiu ao filme.

by: rod

Star Wars – O império Contra-ataca

O grande clássico dos filmes Space Opera, Star Warstambém está presente neste Top 20, tendo a cena mais marcante de toda a serie, a famosa frase: “Eu sou seu pai” — nas mais diversas línguas em que o filme chegou: desde a cena original até as mais diversas dublagens.

Por acaso o site fala um buscado sobre esse filme seguindo o link, além de explicar o que quer dizer ‘Filmes Space Opera‘ neste outro link. Espero que curtam!

 

 

 

 

 

 

 

by: rod e AdminTB

O Exterminador do Futuro 2 – O julgamento Final

O filme mais humano e o melhor de toda a franquia “Exterminador do Futuro 2″ é a prova de o quanto James Cameron é bom no que faz. O objetivo do filme está presente ainda no filme: que é a ação e a perseguição.

Mas a nova dinâmica do filme feita por James Cameron que é tornar o seu vilão em herói e desenvolver um laço paternal com o garoto cuja missão era protegê-lo. Genial. A cena final quando o exterminador se destrói no final é tão forte que fica difícil não se emocionar. A trilha sonora é sensacional e o roteiro é perfeito.

Confira abaixo esta cena que marcou o cinema.

by: rod

Cantando na Chuva

Mais uma vez um musical… e que musical! Nada mais, nada menos que o maior musical de todos os tempos: Cantando na Chuva. E esta é a cena clássica do filme.

by: rod

Ao mestre com carinho

Um filme que mostrou que educação é a  maior chave para o futuro da humanidade. Ao mestre com carinho é um filme que mostra que a recompensa do reconhecimento ainda é uma das coisas que o ser humano busca.

Este é um filme que choca.

by: rod

Ghost – Do outro lado da vida

Patrick Swayze e Demo Moore protagonizam a estória de amor sobrenatural mais famosa do cinema. Ghost é um filme que encanta.

by: rod

Superman

Não gosto do Superman, na verdade odeio. Mas devo admitir que o clássico filme do herói azul e vermelho é incrível, quase me fazendo gostar deste herói.

 

 

 

 

 

by: rod

Casablanca

Casablanca-Two-Shot

E aqui começa dois filmes que eu ainda não vi — mas que com certeza verei. Coitado de mim né verdade? De qualquer jeito o romance em meio a 2º Guerra Mundial que mais marcou o cinema TINHA de estar aqui. E este final… com Lisa partindo.

 

 

 

by: AdminTB

Psicose

Psicose

Outra cena CLÁSSICA que eu ainda não vi o filme — eu sei, isso chega a ser um ultraje… não para o filme, e sim para mim mesmo. Mas levando em conta em que eu pensei em citar outro filme de Charles Chaplin, lembrar deste clássico da Sétima Arte é uma necessidade. E ver o filme também, diga-se.

 

by: AdminTB

Top 20 Cenas que Marcaram o Cinema - Parte 1E aqui termina o nosso maravilhoso Top 20 Cenas que Marcaram o Cinema, aqui do Afonte Geek. Caso você tenha visto alguma cena de um filme que marcou sua vida, deixa aqui o comentário e nos revele ela também. Ou se caso tenha visto Casablanca e Psicose, como ainda não vi… deixem suas impressões destes clássicos longas.

Caso tenha gostado do nosso Top 20 mas ainda não viram a Parte 1, não se faça de rogado/a, sigam direto pelo link e confiram mais 10 cenas que marcaram o cinema.

Certeza que você vai gostar – venha ver a Parte Um!

Edward Mãos de Tesoura – Critica: E se você encontrasse o Misterioso amor de sua Vida?

Esta se trata da primeira de muitas criticas de filmes que fiz aqui para os amigos e amigas do Afontegeek. Boa leitura e espero que gostem do pouquinho que escrevi sobre Edward Mãos de Tesoura, de Tim Burton!

Wallpaper Edward Mãos de TesouraEdward Mãos de Tesoura – Critica: E se você encontrasse o Misterioso amor de sua Vida?

Pois é pessoal, depois de quase 1 ano de existência do site e de muita gente que votou na enquete, resolvi cumprir a promessa e fazer a análise do filme escolhido: Edward Mãos de Tesoura (1990). Meio que quem prometeu foi o antigo dono do site (o Ródi), mas como sou um cara de palavra, resolvi fazê-la.

Nesta critica, pretendo falar de 3 assuntos que considero mais importantes para analisar este clássico: Metáfora, Sociedade e Mistério. Todos esses 3 temas constituem no meu humilde ver, o que chamei de “Caracterização do Edward” — eita!

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Antes de começar, uma breve Sinopse:

Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora da Avon que “do nada”, resolve visitar o Castelo mais Assustador de seu bairro (será que todo bairro americano tem um?). Lá ela encontra o Edward (Johnny Depp), um ser criado pelo Inventor (Vincent Price), mas que não teve tempo de colocar mãos na sua criação; de lá, ela com muita dó, “sem quê nem pra quê“, resolve trazer o “mãos de tesoura” para sua casa com vizinhança fofoqueira.

À primeira vista, meu primeiro espanto foi com a Peg. Mas porque ela foi para casa mais assustadora do bairro vender “cosméticos”? E porque ela trouxe o Edward que convenhamos, é assustador? A primeira coisa que pensei foi: “Essa mulher é maluca!” Digamos que é por ai, mas vamos tentar analisar tudo isso de uma forma interessante.

Metáforas.

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Na realidade o filme é um conto contado por uma avó à sua netinha, como vimos no começo. É o que chamamos de “metáfora“. Este tipo de metáfora é muito utilizado na literatura fantástica. Quem lê Saramago sabe bem do estilo. É o que também chamamos na filosofia de “e se“. Ou no termo da Filosofia Analítica de hoje: Um “Experimento Mental“.

Vamos demonstrar isso melhor. E Se, você resolvesse olhar para fora da caverna e visse o sol lá fora? Visse que ele ilumina tudo e faz com que você possa ver as coisas mais claramente? O resultado seria o “espanto“, você mal conseguiria ver no primeiro momento e suas vistas iriam clareando aos poucos… (um pouco da alegoria da caverna de Platão).

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E Se, você resolvesse, sem motivo aparente, ir ao castelo mais assombrado do seu bairro para vender “cosméticos”. Você, uma dona de casa dos anos (70-80 talvez?) e lá encontrasse algo que nunca viu antes, algo misterioso. Uma pessoa com mãos de tesoura. Você, suponho, se espantaria correto? Sairia correndo? Pois é, a Peg não.

Mas não apenas “a Peg não”. Ninguém no primeiro momento tomou um espanto assustador que este ser misterioso mas afável e artista causaria. Mais ou menos como diz Sócrates “O homem é sábio por temer o que não conhece“. Naquele bairro… ninguém temeu…

Sociedade

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Mas acho que sei o motivo da falta de cuidado daquelas pessoas. Elas seguiram seus costumes e agiram conforme eles — admirando a arte do Edward. O que aliás, não é nada mal. As mulheres que naquele lugar não trabalham, ficaram atônitas com a novidade, como deveriam mesmo ficar, cada uma aflorando algo que convinha à sua personalidade.

Os homens agiram com a normalidade que os atos iam sucedendo. Inclusive o garotão da Kim (Winona Ryder) que procurou agir como um “macho alpha“, conforme seu pai tentava mostrar para ele ser — pai que jamais aparece. E esta é a grande brincadeira do filme na verdade.

O “E Se…” e mostrar a reação das pessoas diante deste mistério tão misterioso. Para mim, Tim Burton (diretor e “dono do filme”) não foi apenas inteligente ou irônico, mostrando a reação das pessoas. Claro que ser irônico é o que importa, mas não pensei muito em ironia neste conto.

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Eu achei graça. Graça da Peg ser maluca, da Joyce (Kathy Baker) ser uma mulher que “precisa de um Omão da POHA“, das vizinhas fofoqueiras, ou mesmo da reação do guarda de “eu me preocupo com você filho” — o que me tirou um, “nossa essa guarda é gente fina“.

Mas como eu disse lá em cima, Edward era daqueles mistérios fascinantes mas meio perigosos — afinal, ele tinha tesouras no lugar de mãos. Ele não era fofinho, “ownt” ou “kawaai”. O que ele tinha era este senso de “querer bem”, de agir conforme suas decisões. Ele era uma pessoa, mas não um ser humano (era um invento).

O Mistério

edward_scissorhands_2Claro que diante de algo “não humano”, algo que é tão misterioso e que “deve” causar espanto ou temor, como disse Sócrates sobre o homem temer o desconhecido. Em algum momento, Edward teria de causar medo nessa sociedade tão levada pelos seus hábitos.

Hábitos esses que travaram as pessoas de se “espantarem”, ou que talvez pelo mistério ser tão “gente boa”, ou “apaixonante” para algumas, que não se deixaram espantar. Só depois, quando uns, porque tentou enganá-lo (o namorado macho alpha) e outros por se aproveitarem dele (não que eu reclamaria no lugar dele, com a Joyce, enfim rs) que passaram a desconfiar, a não gostar, a simplesmente odiar.

A reação aqui é claramente não por espanto, mas sim por Edward não se enquadrar ao habitual. Edward não era o comum. Mas se dar conta disso para esta sociedade em questão, levou tempo.

esc_208JohnnyDeppE claro que diante de um mistério, de um desconhecido a qual deve sempre se temer em primeiro momento, Edward que não sabia viver em “hábito”, mas não era “mal”, acabou matando — acabou revelando-se que realmente deveriam ter tido temor para com ele. Afinal, no mínimo, respeita-se o desconhecido.

Claro que ele matou por legítima defesa para salvar o seu amor, a linda Kim, e também para salvar a si mesmo. E aqui eu não discuto ética, como Burton pareceu tentar discutir quando o pai falava com Edward sobre “o certo e o errado”. Na verdade ele pareceu, porque ele falava dos motivos da aceitação e não aceitação da pessoa que era o Edward: Costumes.

Edward não tinha os costumes que eles tinham. E daí todo o circulo que falei sobre “passaram a temê-lo depois de um tempo“.

Conclusão

600full-edward-scissorhands-photoE o que fazemos com o desconhecido, que não faz parte dos nossos hábitos e que nos causa medo? Oras… Nós o colocamos de volta de onde ele veio, num pedido para que ele “não volte mais“.

É isso pessoal: Uma caracterização de “e se”, aonde a comunidade não se espanta pelo costume. De uma pessoa que amou por ser uma pessoa. E da mesma comunidade que volta atrás, e passam a temer e não querer mais perto deles, esse mistério — porque perceberam que ele não tinha os mesmos costumes deles — …esse homem misterioso.

edpaprica-610x250Refaço a pergunta da netinha à sua avó: E você Leitora? Voltaria no castelo para reencontrar o misterioso amor da sua vida?

ps: Sim, a vovó é a Kim 😉
ps²: E a trilha sonora: UuuuuuUUUuuuuu….

Fontes:
Wikipedia: [Link]
Wikipedia [ING]: [Link]
The Iron Cupcake [Algumas Imagens] [ING]: [Link]

Edward Mãos de Tesoura: Homenagem ao filme

Que tal uma bela homenagem ao filme Edward Mãos de Tesoura? Nosso antigo amigo Rod fez um belo desenho homenageando o filme. E não é apenas isso: o Afontegeek também tem uma review sobre o filme que você pode ler seguindo o Link

Edward Mãos de Tesoura: Homenagem ao filme

Peg Boggs (Dianne Wiest) é uma vendedora da Avon que acidentalmente descobre Edward (Johnny Depp), um jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha e que na verdade foi criado por um inventor (Vincent Price), que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas.

Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos, mas ele dá vazão à sua solidão interior ao podar a vegetação em forma de figuras ou esculpir lindas imagens no gelo. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

Edward mãos de tesoura é uma obra sensível e impactante para todas as gerações, mas claro somente para aqueles que sabem como “enxergar”.

A nossa pequena homenagem para essa grande obra da sétima artes: