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Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Bem-vindos a mais um “Conversando sobre Música“, ou melhor conhecida como Resenha, aonde eu trato de álbuns que mais gosto. Desta vez trato do mítico Imaginations From the Other Side, do incrível Blind Guardian! Boa resenha e boas músicas!

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Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Fico até emocionado de poder falar de um dos melhores álbuns da história de todo o Heavy Metal. Um dos trabalhos mais cultuados ao redor do planeta, sem dúvida o Guardião Cego foi mestre quando o fez. Letras sensacionais, som pesado e poderoso — muitos confundem até com Trash Metal — é o melhor, do melhor do Metal: O incrível Imaginations from the Other Side.

Imaginations From the Other Side

[Imaginações vindas do Outro Lado]

É uma pena que eu não possa falar muito sobre a ‘estória do cd’, porque é sabido que o Blind Guardian sempre utiliza alguma obra de literatura para fazer seus álbuns — Senhor dos Anéis que o diga!

Mas arrisco que tem um pouco de tudo aqui. Um pouco sobre o mundo ‘nerd’ e elementos medievais com uma pitada de Tolkien — saber de verdade, eu não sei, mas esses são os elementos mais comuns nos álbuns deles.

Também se faz preciso dizer que o Blind Guardian é uma banda que penso ser ateia. Posso falar isso por músicas como Valhalla — essa mesma é uma clássico! — Another Holy War do próprio Imaginations, Under the Ice do A night at the Opera, etc. A lista é grande e eu sou um ouvinte da maior parte dos álbuns dos caras.

I’m Alive

Também é interessante dizer que o primeiro nome do guardião cego era Lucifer’s Heritage. E sim, uma das melhores ou a melhor banda ateia que esse metaleiro laico e teísta — sim acredito em Deus pessoal! — tem o prazer de ouvir. Além do Therion que é ocultista e todo mundo sabe, hehe

E as músicas afinal?

blind imaginations

Se vocês ainda não viram, eu coloquei durante todo o post algumas (ou ao menos para mim as melhores) músicas do cd, e agora é hora de fazer uma pequena explanação sobre elas para depois poder fecha o post com dever cumprido.

Pois então, o Imaginations começa arrasador com sua música titulo. O começo e o final dela, como se fossem ‘sinos’ torna tudo ainda mais épico. Passei dias a fio ouvindo.

The Script For My Requiem

Depois temos a I’m Live, que é acima de tudo, feroz. Ouvi demais essa música num dos momentos mais felizes da minha vida, gritando “Sim, eu estou vivo!”. Se bem lembro a música fala de jogos de Rpg e claro de estar vivo! Depois temos a lenta e muito boa A Past and Future Secret com o jeito bardo de ser dos caras, para logo depois…

Blind_Guardian_-_Imaginations_from_the_Other_Side

The Script for my Requiem. Musicão também — “yes i cry!’. Aliás… não vou ficar falando de música por música não. Poder, ferocidade e peso são pouco para falar dessa e também da Born in a Mourning Hall que vem logo depois de Mordred’s song, uma outra música barda.

Born in a Mourning Hall

Sem mais delongas, destaque também para Another Holy War que é simplesmente uma das músicas mais ‘quebra pau’ que eu já tive o prazer de ouvir, para terminar com a barda, And the Story Ends.

Acho que de todo o álbum só não vou muito com a cara da Bright Eyes, mas que ainda sim, não deixa de ser uma ótima canção. Esse é mais um daqueles álbuns que você só tem que apertar play e não fazer mais nada, além de curtir e ser headbenger.

Another Holy War

Posso dizer que o poderoso Thor e o grande Odin abençoaram o Hansi Kürsch — que é um dos melhores vocais de toda a história do heavy metal — e toda a banda do Blind ao fazer nascer esse álbum tão acima da média. Solos rápidos, ‘cozinha’ rápida e pesada, baixo fazendo seu trabalho como deve, somados a esse vocal perfeito do Hansi.

Hei… Você é metaleiro, ou curte boa música? Então pegue esse álbum e ouça do começo ao fim. Entre no mundo bardo, medieval e das grandes fantasias de Tolkien sem medo. Veja por fim, as “Imaginações vindas do outro lado!

Blind_Guardian-Imaginations_From_The_Other_Side-Interior_Frontal

And The Story Ends

Então é isso. Fiquem todos com este maravilhoso heavy metal, com um álbum que fãs do Blind Guardian do mundo inteiro, consideram o melhor trabalho dos caras — eu confesso que fico meio em dúvida entre o Imaginations, o Forgotten Tales e o Nightfall in Middle-Earth… escolha difícil.

blind-guardian-cd-imaginations-from-the-other-side-metalEntão é isso pessoal, Abraços e bom metal!

Fontes:
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V: The New Mythology Suit – Critica: O Melhor do Sombrio e Progressivo Metal!

Sejam bem-vindos a um dos nossos primeiros textos sobre de crítica de álbuns e cds aqui no Afontegeek. E começo logo com um dos que mais gosto, o incrível V:The New Mythology Suit, do Symphony X. Espero que os amigos e amigas curtam a resenha!

V: The New Mythology Suit – Critica: O Melhor do Dark e Progressivo Metal!

Sejam bem-vindos a nossa resenha de um dos cds mais épicos que já tive a oportunidade de ouvir, o poderoso, sombrio, o shadows, o dark, o incrível, V: The new Mythology Suite, da banda de metal progressivo, ou como gosto de dizer, da “melhor banda de Power Dark Metal” que existe até hoje.

Bom, dessa vez não falarei de todas as músicas deste que é o melhor álbum do Symphony X em minha humilde opinião como fiz com o melhor CD do Mundo, o Eclíptica. Para adiantar a leitura e os apressadinhos, falarei um pouco sobre o que é power Dark metal, um pouco sobre o V, e depois, colocarei apenas as melhores músicas deste clássico.

O que é Power Dark Metal? Como é o Sombrio?

Bom, e então, o que é o “power dark metal”? Lembro, que há um tempo atrás — nos ótimos The Divine Wings of Tragedy(1997) e Twilight in Olympus (1998) — haviam muitas comparações entre o Symphony e o Stratovarius. Vou explicar melhor.

Há algum tempo eu ouvia essas comparações toscas, até porque faz relativamente pouco tempo que o Symphony X ficou mais conhecido na comunidade metaleira que frequento — apesar que conheci ela há bem mais tempo que isso. Daí é normal que comparações com bandas mais conhecidas sejam feitas.

Fallen

Em poucas palavras, esse álbum pode ser descrito como: a saída da tragédia grega, para a nova mitologia.

Comparação bizarra essa em minha opinião, até mesmo porque os álbuns mais sombrios e até pesados do Stratovarius, como o Twilight Time e o Dreamspace, não se aproximam do clima de suspense, Wishes, e do caráter Místico e Grego que permeiam todo o trabalho do Symphony.

Na verdade esses cds do Stratovarius lembram um pouco os trabalhos do Black Sabbath, muito por causa da voz do Timo Tolki, que lembrava bastante a do Ozzy. Mas isso é assunto para outro texto. Vamos seguir aqui falando do álbum sombrio e dark do Symphony X.

Um pouco sobre o Symphony X

Desde o sombrio The Damnation Game aonde as músicas fazem muitos jogos de palavras, principalmente com os termos “Shadows” e “Dreams”, temos desde lá, um som muito soturno, apesar de guitarras brandas, sem os riffs que chamamos de ‘sujo’, ou seja, aqueles riffs que estão ali somente para dar peso à música.

A coisa interessante porém, é que até hoje, as palavras mais presentes em TODAS as músicas do Symphony  Xcontinuarem sendo Shadows e Dreams. Parece até um fetiche. Mas se você parar para pensar que o Rhapsody adora falar de Dragões, faz você pensar que “sombras e sonhos” são os temas que mais o Symphony X utiliza em suas músicas. Esses, e suspense. E uma brincadeira com ocultismo também.

O ‘Damnation’, apesar de não ser o cd mais aclamado pelos fãs, — assim como o próprio ‘V’ — mostra que não se precisa de guturais, riffs sujos, e baterias muito pesadas para mostrar como o bom metal não precisa ser pesado, para ser Sombrio.

Sem dúvida, as demos  (ou seja, os primeiros álbuns do Symphony X) são bem pesadas comparadas aos álbuns, contudo é impossível não se lembrar do dark, do sombrio, tentando remontar aos épicos, ao ouvir o melhor trabalho da banda até agora — The New Mythology Suite.

Essa classificação é complicada, porque o Symphony já foi chamado de melódico, de heavy metal sinfônico — coisa que mudou depois de bandas como o Therion — e agora é chamado de prog metal, ou metal progressivo para nós brazucas, fazendo coro com bandas como o Adagio e o Time Requiem —  sendo que a Time Requiem é mesmo bem mais progressiva que as outras duas.

Communion And The Oracle

A Lenta do Álbum. Uma das melhores da banda. Linda.

Nos últimos álbuns do Symphony X — o aclamado The Odissey — e o muito bom, PUTA QUE PARIU Paradise Lost, eles vêm numa pegada mais pesada, mas mantendo o limpo, o virtuoso, e o clima de suspense acima de tudo — sendo que o pesado está incrivelmente fodão: é só lembrar de músicas como King of Terrors.

Assim, ouvindo o The New Mythology com calma, e na verdade ouvindo a discografia inteira da banda, cheguei numa conclusão: É rápido, mas não tem muito aquele “power” presente no Stratovarius ou Sonata Arctica. É pesado, mas não como bandas de Trash metal (na verdade algumas músicas são mais pesadas até que p Sepultura em minha opinião… mas não no V).

E acima de tudo o Symphony X é muito Sombrio: Logo acabei chegando nesse termo “Power Dark Metal”. Eu sei que muitos também chamam essas bandas de um metal mais progressivo e virtuoso, mas que mantém uma boa dose de peso, de “Metal Neoclássico”, mas o blog é meu e eu dou o nome que me dá na telha.

De qualquer jeito ficam aí também bandas de “metal neoclassico” caso vocês queiram conhecer: Adagio e Time Requiem.

Rediscovery[s]

Se trata da música épica do disco. Ouça, é só o que aconselho.

Sobre o álbum New Mythology

Sobre o álbum, ele é  sem dúvida um dos melhores da banda. Talvez até mesmo o melhor. Eles vinham numa subida de qualidade desde o Damnation, e também no Divine Wings — apesar de que o Olympus, não é tão bom assim em minha opinião.

E mesmo o Odissey, e o Lost têm algumas músicas que não condizem com o trabalho completo do álbum, diferente do “V” que é quase por completo, uma obra de arte. Mesmo o Iconoclast tem algumas músicas que não são, digamos assim, excelentes. Mas o The New Mythology… você só precisa apertar play e curtir.

Sobre o cd V:The New Mythology Suite em si, continua com o clima de mistério, de ser sombrio, e agora de Místico que a banda carrega. Músicas como Evolution, Fallen, Bird-Serpent, Fool’s Paradise e ambas as Rediscovery, marcam MUITA presença no obra. Tirando a quantidade enorme de músicas instrumentais e introduções,  e talvez um ou duas músicas, garanto que você pode colocar o cd para tocar direto.

Um destaque a mais deve ser dado nesse álbum épico — que ás vezes parece trilha sonora de filme — é o coro de fundo. Esse coro ainda faz e sempre fez ótimas participações em todos os cds, mas neste álbum, ele é simplesmente perfeito. Sem ele esse trabalho não seria tão tão sombrio quanto é — aprenda a fazer coros bons assim, Rhapsody!

Um pouquinho das Melhores Músicas do Álbum:

Evolution e Fallen

Junto com a música Intro do Cd, abrem de forma Perfeita esse álbum sombrio, quase teosófico mesmo. Duvida? É só ler o refrão da Evolution (The Grand Design):

“Aqui estamos, Filhos do Sol e das Estrelas
Os primeiros a saber e a compreender…
Vivendo pelas Leis das Eras
Profetas e Sábios – forjando Utopia”

Fool’s Paradise e Rediscovery[s]

Penúltima música, a Fool’s é um show de peso e virtuosismo; o guitarrista, o tecladista, são sem dúvidas uns dos melhores do metal, e nessa música, deram show. Sem contar o vocalista, sempre limpo, sóbrio…perfeito.

É isso pessoal. Espero que tenham curtido essa minha resenha e esse papinho aí sobre classificações de banda. De todo jeito, deixo com vossas senhorias um trabalho maravilhoso dessa banda que traz um metal mais sombrio, mais Dark, mas sem esquecer daquela dose de virtuosismo que pelo menos eu, curto pracarai.

Abração!

Ecliptica – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Power Metal!

Sejam bem-vindos à resenha do álbum Ecliptica, da banda finlandesa que fazia power meta, Sonata Arctica. Devo dizer que essa Resenha do álbum foi uma das mais gostosas que eu já fiz e pelo título o amigo/a já sabe que gosto muitodo Sonata Arctica. Vem comigo!

Ecliptica – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Power Metal!

Imagino bem pouca coisa melhor no metal, principalmente se tratando do cenário de power metal, do que falar do Ecliptica (ele até já ganhou, pelo que lembro, um concurso no facebook como melhor álbum de power metal).

Garanto que muitos seres poderosos colocam o Ecliptica para tocar, desde Blank File, até a incrível Destruction Preventer — sem esquecer de Mary-lou, é claro. Primeiro vou falar do álbum em si, e depois vou discutir as músicas uma por uma: às vezes com as letras, às vezes com as músicas e as letras juntas.

Sonata the best power metal
Sonata the best power metal — bons tempos…

Começando do começo, muitos metaleiros sem conhecer o Sonata já disseram mil e uma coisas de uma das bandas que já foi uma das melhores, senão a melhor no cenário de power metal. Disseram até que o Sonata Arctica era White Metal (Metal Gospel).

Engraçado como na época ninguém dizia que o Sonata tinha letras… românticas demais. Mas isso… só até ouvirem a primeira música. Na maioria das vezes, ou Abandoned do WinterHeart Guild, ou então Misplaced do Reckoning Night.

Claro que não vou entrar em discussões acaloradas sobre “melhor banda do mundo”, “melhor guitarrista e tecladista do mundo”, porque hoje em dia “todo mundo tem sua opinião”. Agora que o sonata principalmente nesses primeiros álbuns influenciou muito o cenário do power metal, é inegável.

Ecliptica o Álbum

Até o CD é Lindo de mais
A Velha Âncora do SA

O Ecliptica é considerado por muitos  fãs do Sonata Arctica como o melhor álbum da banda (enquanto outros preferem o Silence). O Ecliptica tem alguns dos melhores duelos de Guitarra x Teclado, melodias, boas letras (isso quando Tony Kakko não fala dos foras que levou na vida), velocidade feroz, enfim. O primeiro álbum dos caras sem dúvida foi A obra-prima.

Claro que como já disse, não posso esquecer do Silence, porque muitos falam que ele é bem mais elaborado como “power metal” que o próprio ecliptica tendo músicas dificílimas de se tocar como a Wolf and Raven e tem letras maravilhosas de Sing Silence, The Power of One… Mas o Ecliptica pode ser considerado melhor por ser mais “diretão”, mais power metal mesmo, tanto que ganhou até concurso no facebook sobre isso.

Se trata de um cd limpo, com riffs muito bons — o melhor riff do sonata, feito pelo antigo e melhor guitarrista Jani Liimatainen. A balada mais bem feita…Um show de preciosismo. Enfim, Vamos às músicas! Só as letras do Tony que são aquela coisa, né? Dor de corno forever (mas quem liga para letra, afinal?). Mas sempre tem aquelas que nos salvam como a própria Destruction Preventer.

Enfim, vamos para as músicas.

Blank File
(Arquivo em branco)

A mais rápida do Album. Para contagiar nos shows ao vivo
— que gravados, são terrriveis.

My Land
(Minha terra)

Uma ótima música. Mantendo o nível da primeira.

8th Commandment
(8º Mandamento)

Cantando junto!

“Stay for a while, stay forever. Sing for the times you are
bound to betray. Run for your life, run forever, your eyes
tell a lie and the liar must always die”

O melhor riff do álbum. Engraçado que agente vai encontrar o estilo dessa música em bandas como DragonForce mais adiante: Velocidade e melodia. Mas pouca gente faz solinhos de guitarra em meio a música — Sonata, volta ao power metal p*rra!

Replica
(O Clone, digo, digo…)

Essa música é engraçada para mim porque eu ouvi ela quando passava aquela novela O Clone — da Jade, lembra? E a letra também até que é boa, vale à pena dar uma conferida.

Kindom for a Heart
(Um Reino por um Coração)

Parece piegas, eu sei, mas vá lá, estamos no mundo do metal, e sabemos que existem letras de amor nele. Que o diga Black Diamond… Essa música foi uma das que mais gostei durante muito tempo. Solos incríveis, duelos guitarra x teclado, um show. E para quem quem saber a letra:

“Agora eu sei que jamais amarei você,
Sou um homem sem coração,
Não posso sentir os sentimentos humanos
Sou o rei da terra, governante dos mares,
Eu daria tudo em um instante.
Se eu apenas tivesse um instante”

FullMoon
(Lua Cheia)

Cantando junto!

She should not lock the open door
(run away, run away, run away)
Fullmoon is on the sky
and he’s not a man anymore
She see the change in him but can’t
(run away run away, run away)
See what became out of her darling man
See what became out of that man

Essa música é muiiito boa. Se liguem no solo no meio dela. A letra também não é má, como eu sempre pensei. Claro que ela podia ser tema de alguns filmes, mas faz agente pensar no que acontece com um “darling man” de uma moça à noite!

Letter do Dana
(Carta para Dana)

Juntos de novo!

Dana, oh, Dana I’m writing to you,
I heard you passed away
it was a beautiful day
I’m old and I feel time will come for me,
my diarys pages are full of
thee

Dana O’Hara oh, Dana my dear,
How I wish that my Dana was here
Little Dana O’Hara decided one day
to travel away, faraway

Isso que é balada. Emocionante. Uma pena que ela fala de uma dor corno eterna. Se fosse brasileira com certeza seria um forró estilo “Calcinha Preta”. E apesar disso, ela consegue ser uma das melhores baladas que o Sonata já fez, e uma das melhores que já ouvi. Mesmo com Sing Silence na disputa. E Dana no fim… “passed away”.

Unopened
(Fechadas)

Costumo dizer que essa é a música do tecladista. Boa também. E Tony cantando muiiito.

Picturing the Past
(Relembrando o Passado)

A música do Guitarrista! Ela é rápida e curta. O Sonata fez músicas parecidas com essa no Winter e depois no Reckoning: Champagne Path e Wildfire respectivamente. Isso parece ser normal nas bandas finlandesas, vide Nightwish e Stratovarius.

Destruction Preventer
(Destruição Preventiva)

Uma das melhores partes:

Yesterday I saw a light, moving fast across the sky
Now I see a glow, left and right,
Stars are falling down tonight, I fear…
And the pouring rain, eating my green lawn,
leaving a stain.
Never healing back to be the same

Refrão:
Heat in the center, destruction preventer
If you release one, you release them all
You can’t defend Her, kneel down and surrender
Your end is at hand, if they blow

Essa é ÉPICA. O começo dela é com um riff de teclado! É amigo, se você não sabe o que seu teclado pode fazer, ouça esse clássico — esqueça Ivan Lins, Frank Aguiar e afins… Mas ouça a música até o fim, até os últimos segundos — e terás uma grata surpresa!

Mary-luo
(Bonus track)

Essa aqui um amigo meu, também fã do Sonata, adorou por vários anos. Letra interessante, bons solos, mantendo o nível alto do álbum.


Conclusão: Passa os anos mas ele não Envelhece

Sonata_Arctica_by_Romulo_Melo_by_romulowmeloEntão é isso. No post seguinte trouxe aos amigos e amigas um cd de uma banda que até pouco tempo era desconhecida: um álbum do Symphony X! Depois acabei falando de mais bandas ainda, como Nightwish por exemplo, qualquer coisa só vocês seguirem os links.

E sim, eu sei que muita gente vai discordar que de que o Eclipctica é um dos melhores álbuns do power metal, e figura até na lista de melhores do metal mesmo, tendo lá bandas do calibre de Rhapsody, Metallica, Megadeath, Stratovarius… Mas mantenham a calma e ouçam ele, garanto que no mínimo vocês vão curtir o cd.

E é irônico como apesar dos anos de que ouvi o Ecliptica, quando estava começando a gostar de metal, mesmo assim até hoje, eu ainda ouço ele com carinho e admiro muitas das coisas que falei dele aqui para vocês. Acho que a primeira vez que ouvi a 8th Commandment eu tinha uns 14-15 anos, e mesmo assim gosto dela hoje, quase tanto quanto gostava naquela época.

Enfim, bom metal para vocês meus queridinhos e queridinhas. E se vocês quiserem saber o que é power metal, começar a ouvir um pouco do gênero, não precisa ficar só no Halloween ou no Rhaposody. Na duvida vão de Sonata Arctica (só os primeiros 4 álbuns deles, hehe)!

Abração!