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Design your Universe – Resenha: O Melhor Álbum do Epica

E vamos nós para mais uma resenha do nosso “Conversando sobre Música” aqui no Afontegeek. Dessa vez vamos conversar um cadinho nesta resenha do Álbum Design your Universe do Epica. Espero que curtam, porque esse CD é fantástico! Vem comigo.

Design your Universe – Resenha: O Melhor Álbum do Epica

E lá vamos nós para mais um texto onde eu venho falando do estilo que mais escuto — do bom heavy metal. Antes de começar devo salientar que apesar de achar a Simone Simons simplesmente uma deusa, nunca fui lá o maior fã do Epica. Em verdade, nos tempos ainda do Consign to Oblivio e do Phantom Agony, os primeiros cds que tive contato, ainda preferia muito mais o Nightwish…

Ainda falando do Phantom Agony, tanto este quanto o Consign, repletos de boas músicas, mas não de “As músicas” sabem? Por exemplo, eu destaco a Façade of Reality que é excelente, mas creio eu que eles ainda vinham cometendo alguns erros no andamento das músicas, erros esses que diminuíram muito nos álbuns seguintes.

Tão lindaa…

Não que eu não prefira o Nightwish, mas devo dizer que houve uma sensível melhora nos som do pessoal, especialmente a partir do Divine Cospiracy, cuja letra da faixa título é um Primor, realmente lindíssima — referências Heideggerianas são o que há hoje em dia!

Mas o CD em questão não é o ‘Divine’.

Finalmente nestes dois cds eles parecem ter chegado aonde queriam desde o inicio: no Symphonic/Opera metal. A música Kingdom of Heaven do cd ‘conversado’ de hoje, o Design your Universe é sem dúvida a melhor obra que eles já compuseram, e diante do Requiem for the Indifferent vai permanecer como a melhor durante um bom tempo ainda.

Kingdom of Heaven

refrão
Light creates us all
Pride will make us fall
Life is meaningful
Life delight us all

Light creates us all
Pride divides us all
Life is meaningful
The soul survives us all

[Musicão!]

Mas ai o pessoal que me viu falar tão bem do Nightwish (saudade da Tarja) vai dizer que “Ahh, mas o Nightwish é só heavy metal melódico, nunca foi sinfônico“. Sim, mas até o ‘Divine’ os caras do Epica eram muito, mas muito mais Heavy metal melódico com vocal feminino do que qualquer outra coisa.

E justamente por isso, ainda pecavam muito em músicas mais longas, com andamentos cheios de violinos e coisas afins. Eram músicas boas sem dúvida, mas não tinham nada de excepcional.

Diz a lenda que tem uns manos aí!

Também o vocal da Simone por mais belo que seja, mais afinado e tudo isso, nunca foi o vocal da Tarja — agora ela parece estar se poupando mais, vide os clips ao vivo mais recentes. Portanto, nunca entendi bem o por que deles insistirem tanto em fazer músicas como a Quietus numa pegada mais melódica.

Ai alguém fala, “Mas e então,  qual é a melhor banda de symphonic/opera metal?” Alguns vão se espantar com o que eu vou dizer, mas não, não é nenhuma dessas bandas vindas do melódico. Ao meu ver a melhor nesse estilo se chama Therion. Eu não vou falar muito dela agora, contudo devo acrescentar que para mim, como realmente fã dos caras, posso dizer que desde o ‘Divine’, o Epica pegou muita influência dos suecos.

White Waters com Tony Kakko


[Dá pra dizer que Tony destruiu a Simone? Também não é assim né, rs?]

Agora sim vemos músicas sinfônicas de verdade, sem todo aquele apego que se tinha anteriormente pela voz da Simone. No sinfônico, vamos dizer que é o conjunto vocal e não uma vocalista só que fazem o todo. Esqueçam também colocar violinhinhos sem motivo, frufrus por nada… Aqui eles fazem parte da música, no seu andamento e melodia. Em outras palavras, se alguém tocar errado não há música.

Pode esquecer aquele fundinho feito pelo teclado, hehe.

Será que se ela viesse pra Bahia, casava comigo?

E finalmente vi algo assim nesses dois cds, especialmente no Design. Portanto, tenho ele como o melhor trabalho do pessoal, finalmente fazendo o verdadeiro metal sinfônico — com riffs ótimos por sinal; se você for ouvir o riff da primeira música do novo álbum, verá o quanto parece com o Therion…

Antes de ir para as músicas, realmente não consigo entender essa super-exposição da voz da Simone. Certo, ela canta bem…Mas nesse caso, creio que o melhor é o coro uníssono intercalando com ela. Sem contar que ainda sinto uma ‘dorzinha’ no andamento das músicas… Vamos para os firnamente!

Unleashed [boa música], Martyr of the free World [humm, média]
Kingdom of Heaven [para mim, A melhor que o Epica já fez! Que refrão!! Não dá para ouvir uma vez só!!], Burn to a Cinder [Heavy Metal, boa; lembra bem os cds antigos deles.], Descontrusct [média], White Waters feat Tony Kakko [Que música lenta mais foda!] Design your Universe [boa também, maas acho meio cansativa..não sei, acho ela meio demorada.]

Design your Universe


[Eitaa música boa!]

Por fim, quero dizer que essa é só uma simples opinião minha de quem não é músico profissional, só ouvinte de metal — e de um cara que gosta do Therion, rs. Sei que os fãs do Epica pensam o contrário, mas puutz, a vida é assim mesmo e a gente segue.

Talvez essa exposição toda dela apareça também nas músicas..uma pena para a sonoridade do Epica, assim eu acho ;).

Acho que a única coisa que posso dizer é que eles vêm melhorado e estou cada vez mais gostando do trabalho deles. Fiquei até ansioso por ouvir o último trabalho deles. Claro que não gostei muito… mas não tenho dúvida que veremos o ‘melhor‘ do Epica em breve.

Abraços sinfônicos para todos!

Shadow of the Moon – Resenha: Um pouco do Belíssimo Folk!

Sabe aquele CD apaixonante que você ouve, e só pensa nele durante um bom tempo? Este é o caso do belíssimo Shadow of the Moon do Blackmore’s Night. Vamos falar um pouco dele nessa nossa humilde Resenha de hoje, apresentando um pouco do Folk para vocês!

Shadow of the Moon – Resenha: Um pouco do Belíssimo Folk!

Depois de muita preparação e coisa tal, vamos para uma das minhas primeiras resenhas sobre álbuns que não é sobre metal. Antes de falar do álbum propriamente, o muito, muito bom Shadow of the Moon, tenho de explicar um pouquinho sobre o estilo da banda.

O que é Folk?

O Blackmore’s Night é uma banda de Folk rock. Mas o que é folk seu AdminTB? Pois é galerinha, folk quer dizer “povo”, mas o gênero de música se remete para algo popular da tradição europeia. Estilos assim meio ‘bardos’, meio vitorianos, com flautas, violões da idade média.

Candice Night, me fazendo sofrer com sua beleza!
Candice Night, me fazendo sofrer com sua beleza!

Falo creio eu, porque de folk só ouvi mesmo o próprio Blackmore’s Night, e todas as músicas “bardas” do Blind Guardian. Então, acho que dei pra dar uma pincelada sobre o assunto. Se você ai do outro lado nunca na sua vida parou pra ouvir o Blind, tente lembrar de filmes com temáticas medievais, estilo Senhor dos Anéis, ou coisas do tipo. O Black é meio por ai, mas com uma pegada moderna do rock — por isso é folk rock.

A banda aparenta pelos clipes ser bem grande, mas os cabeças da equipe são o guitarrista, Ritchie Blackmore que já foi do Deep Purple e a belíssima multi-instrumentista e vocalista da banda, Candice Night — ela toca pandeiro, flauta, e é linda de mais. Já falei que ela é linda? E sim os dois SÃO CASADOS! Isso, Candice é casada com o Seu Blackmore! É mano veio, temos esperança!

 

 

Shadow of the Moon

O Álbum

Falando do Shadow of the Moon, nossa, sabe aqueles CDs que você simplesmente aperta play e relaxa? Pois é, esse é um deles. Todo muito bom. Nenhuma música ruim ou coisa do tipo; algumas para melhorar ainda mais se sobressaem, como a titulo Shadow of the Monn, a Wish You Were Here, The Clock Ticks On, Spirit Of The Sea, Ocean Gypsy, Magical World — essa me lembra Zelda! — Be Mine to Night e a que mais gosto Greensleeves.

Seu Madruga, digo, Ritchie Blackmore
Seu Madruga, digo, Ritchie Blackmore

É um álbum realmente feito sob medida para você amigo, ou menina que gosta de boa música. A voz melodiosa e maviosa da lindíssima Candice junto ao violão bem balanceado e virtuoso do Seu Blackmore — que me lembra o Seu Madruga — tornam tudo um paraíso para nós que curtimos as músicas com o jeitinho bardo de ser.

E como eu não sei bem o motivo mas estou sendo um tanto quanto rápido nesse post, despeço-me de vocês queridos e agraciados leitores, pela beleza da voz de Candice, que é do jeito que eu gosto de ouvir uma mulher cantar — — viu aê, falei da voz — com um pouco de história da música que mais curto desse cd.

Fonte

Greensleeves – música

Alas, my love, you do me wrong,
[Ai, meu amor, você me leva aos erros,]
To cast me off discourteously.
[Para me abandonar grosseiramente]
For I have loved you well and long,
[Eu lhe amei tanto tempo,]
Delighting in your company.
[Deleitando-me em sua companhia]

Chorus:
Greensleeves was all my joy
[Mangas-Verdes são toda minha alegria]
Greensleeves was my delight,
[Mangas-Verdes são o meu prazer]
Greensleeves was my heart of gold,
[Mangas-Verdes são meu coração de ouro]
And who but my lady greensleeves.
[E quem senão minha Dama-das-Mangas-Verdes]

Um pouco da história dessa bela canção:

“Conta a lenda que Greensleeves foi composta pelo rei inglês Henrique VIII (1491 – 1547). A lenda refere que Henrique VIII a fez para a sua amante e futura rainha consorte Ana Bolena.

Ana rejeitou as tentativas de Henrique de seduzi-la e esta rejeição é aparentemente a que se refere na canção, quando o escritor do amor “vazio”. No entanto, Henrique não escreveu “Greensleeves”, que provavelmente é do período Isabelino e é baseado num estilo italiano, cuja composição não chegou a Inglaterra até depois da sua morte.”

Fonte

A Título de Curiosidade, o Stratovarius fez uma maravilhosa versão instrumental dessa mesma canção, no CD Dreamspace. Ela tem menos de 2 minutos, mas o toque é deveras inconfundível. Por acaso a versão que eu sei tocar no violão, é esta aqui, do Stratovarius.

Claro que sem as guitarras fodas e tudo mais — só a parte do comecinho com o violão mesmo. Mas fica aí, se você quer aprender, nada te impede.

Abraços a todos!

Ecliptica – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Power Metal!

Sejam bem-vindos à resenha do álbum Ecliptica, da banda finlandesa que fazia power meta, Sonata Arctica. Devo dizer que essa Resenha do álbum foi uma das mais gostosas que eu já fiz e pelo título o amigo/a já sabe que gosto muitodo Sonata Arctica. Vem comigo!

Ecliptica – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Power Metal!

Imagino bem pouca coisa melhor no metal, principalmente se tratando do cenário de power metal, do que falar do Ecliptica (ele até já ganhou, pelo que lembro, um concurso no facebook como melhor álbum de power metal).

Garanto que muitos seres poderosos colocam o Ecliptica para tocar, desde Blank File, até a incrível Destruction Preventer — sem esquecer de Mary-lou, é claro. Primeiro vou falar do álbum em si, e depois vou discutir as músicas uma por uma: às vezes com as letras, às vezes com as músicas e as letras juntas.

Sonata the best power metal
Sonata the best power metal — bons tempos…

Começando do começo, muitos metaleiros sem conhecer o Sonata já disseram mil e uma coisas de uma das bandas que já foi uma das melhores, senão a melhor no cenário de power metal. Disseram até que o Sonata Arctica era White Metal (Metal Gospel).

Engraçado como na época ninguém dizia que o Sonata tinha letras… românticas demais. Mas isso… só até ouvirem a primeira música. Na maioria das vezes, ou Abandoned do WinterHeart Guild, ou então Misplaced do Reckoning Night.

Claro que não vou entrar em discussões acaloradas sobre “melhor banda do mundo”, “melhor guitarrista e tecladista do mundo”, porque hoje em dia “todo mundo tem sua opinião”. Agora que o sonata principalmente nesses primeiros álbuns influenciou muito o cenário do power metal, é inegável.

Ecliptica o Álbum

Até o CD é Lindo de mais
A Velha Âncora do SA

O Ecliptica é considerado por muitos  fãs do Sonata Arctica como o melhor álbum da banda (enquanto outros preferem o Silence). O Ecliptica tem alguns dos melhores duelos de Guitarra x Teclado, melodias, boas letras (isso quando Tony Kakko não fala dos foras que levou na vida), velocidade feroz, enfim. O primeiro álbum dos caras sem dúvida foi A obra-prima.

Claro que como já disse, não posso esquecer do Silence, porque muitos falam que ele é bem mais elaborado como “power metal” que o próprio ecliptica tendo músicas dificílimas de se tocar como a Wolf and Raven e tem letras maravilhosas de Sing Silence, The Power of One… Mas o Ecliptica pode ser considerado melhor por ser mais “diretão”, mais power metal mesmo, tanto que ganhou até concurso no facebook sobre isso.

Se trata de um cd limpo, com riffs muito bons — o melhor riff do sonata, feito pelo antigo e melhor guitarrista Jani Liimatainen. A balada mais bem feita…Um show de preciosismo. Enfim, Vamos às músicas! Só as letras do Tony que são aquela coisa, né? Dor de corno forever (mas quem liga para letra, afinal?). Mas sempre tem aquelas que nos salvam como a própria Destruction Preventer.

Enfim, vamos para as músicas.

Blank File
(Arquivo em branco)

A mais rápida do Album. Para contagiar nos shows ao vivo
— que gravados, são terrriveis.

My Land
(Minha terra)

Uma ótima música. Mantendo o nível da primeira.

8th Commandment
(8º Mandamento)

Cantando junto!

“Stay for a while, stay forever. Sing for the times you are
bound to betray. Run for your life, run forever, your eyes
tell a lie and the liar must always die”

O melhor riff do álbum. Engraçado que agente vai encontrar o estilo dessa música em bandas como DragonForce mais adiante: Velocidade e melodia. Mas pouca gente faz solinhos de guitarra em meio a música — Sonata, volta ao power metal p*rra!

Replica
(O Clone, digo, digo…)

Essa música é engraçada para mim porque eu ouvi ela quando passava aquela novela O Clone — da Jade, lembra? E a letra também até que é boa, vale à pena dar uma conferida.

Kindom for a Heart
(Um Reino por um Coração)

Parece piegas, eu sei, mas vá lá, estamos no mundo do metal, e sabemos que existem letras de amor nele. Que o diga Black Diamond… Essa música foi uma das que mais gostei durante muito tempo. Solos incríveis, duelos guitarra x teclado, um show. E para quem quem saber a letra:

“Agora eu sei que jamais amarei você,
Sou um homem sem coração,
Não posso sentir os sentimentos humanos
Sou o rei da terra, governante dos mares,
Eu daria tudo em um instante.
Se eu apenas tivesse um instante”

FullMoon
(Lua Cheia)

Cantando junto!

She should not lock the open door
(run away, run away, run away)
Fullmoon is on the sky
and he’s not a man anymore
She see the change in him but can’t
(run away run away, run away)
See what became out of her darling man
See what became out of that man

Essa música é muiiito boa. Se liguem no solo no meio dela. A letra também não é má, como eu sempre pensei. Claro que ela podia ser tema de alguns filmes, mas faz agente pensar no que acontece com um “darling man” de uma moça à noite!

Letter do Dana
(Carta para Dana)

Juntos de novo!

Dana, oh, Dana I’m writing to you,
I heard you passed away
it was a beautiful day
I’m old and I feel time will come for me,
my diarys pages are full of
thee

Dana O’Hara oh, Dana my dear,
How I wish that my Dana was here
Little Dana O’Hara decided one day
to travel away, faraway

Isso que é balada. Emocionante. Uma pena que ela fala de uma dor corno eterna. Se fosse brasileira com certeza seria um forró estilo “Calcinha Preta”. E apesar disso, ela consegue ser uma das melhores baladas que o Sonata já fez, e uma das melhores que já ouvi. Mesmo com Sing Silence na disputa. E Dana no fim… “passed away”.

Unopened
(Fechadas)

Costumo dizer que essa é a música do tecladista. Boa também. E Tony cantando muiiito.

Picturing the Past
(Relembrando o Passado)

A música do Guitarrista! Ela é rápida e curta. O Sonata fez músicas parecidas com essa no Winter e depois no Reckoning: Champagne Path e Wildfire respectivamente. Isso parece ser normal nas bandas finlandesas, vide Nightwish e Stratovarius.

Destruction Preventer
(Destruição Preventiva)

Uma das melhores partes:

Yesterday I saw a light, moving fast across the sky
Now I see a glow, left and right,
Stars are falling down tonight, I fear…
And the pouring rain, eating my green lawn,
leaving a stain.
Never healing back to be the same

Refrão:
Heat in the center, destruction preventer
If you release one, you release them all
You can’t defend Her, kneel down and surrender
Your end is at hand, if they blow

Essa é ÉPICA. O começo dela é com um riff de teclado! É amigo, se você não sabe o que seu teclado pode fazer, ouça esse clássico — esqueça Ivan Lins, Frank Aguiar e afins… Mas ouça a música até o fim, até os últimos segundos — e terás uma grata surpresa!

Mary-luo
(Bonus track)

Essa aqui um amigo meu, também fã do Sonata, adorou por vários anos. Letra interessante, bons solos, mantendo o nível alto do álbum.


Conclusão: Passa os anos mas ele não Envelhece

Sonata_Arctica_by_Romulo_Melo_by_romulowmeloEntão é isso. No post seguinte trouxe aos amigos e amigas um cd de uma banda que até pouco tempo era desconhecida: um álbum do Symphony X! Depois acabei falando de mais bandas ainda, como Nightwish por exemplo, qualquer coisa só vocês seguirem os links.

E sim, eu sei que muita gente vai discordar que de que o Eclipctica é um dos melhores álbuns do power metal, e figura até na lista de melhores do metal mesmo, tendo lá bandas do calibre de Rhapsody, Metallica, Megadeath, Stratovarius… Mas mantenham a calma e ouçam ele, garanto que no mínimo vocês vão curtir o cd.

E é irônico como apesar dos anos de que ouvi o Ecliptica, quando estava começando a gostar de metal, mesmo assim até hoje, eu ainda ouço ele com carinho e admiro muitas das coisas que falei dele aqui para vocês. Acho que a primeira vez que ouvi a 8th Commandment eu tinha uns 14-15 anos, e mesmo assim gosto dela hoje, quase tanto quanto gostava naquela época.

Enfim, bom metal para vocês meus queridinhos e queridinhas. E se vocês quiserem saber o que é power metal, começar a ouvir um pouco do gênero, não precisa ficar só no Halloween ou no Rhaposody. Na duvida vão de Sonata Arctica (só os primeiros 4 álbuns deles, hehe)!

Abração!