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5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 3)

Finalmente chegando ao fim do seu especial de músicas reflexivas que fazem até os mais barbudos marmanjos pensarem na vida — ou ficarem com medo de as escutar — nosso querido amigo Aldair nos brinda até com uma música de um game no fim. Quer saber qual? Veja o post!

5 Musicas Reflexivas e também Caóticas (Parte 3)

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Ultimo post tem que fazer jus ao nome e dessa vez vamos ver uma realidade mais caótica porém continua reflexiva (risos) de certa forma o contexto abrange algo mais profundo e lá vamos nós!

5° CODY – Mirror

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I broke every mirror just to show that i was a man; (Eu quebrei todos os espelhos só para mostrar que eu era um homem)

Você tem respeito por si próprio? O quanto você gosta de si mesmo? O seu id, o que você enxerga diante do espelho? Temos que nos auto analisar, se estamos bem com nós mesmos é óbvio que podemos enfrentar os prazeres e problemas que a vida nos dá a todo momento com maior empenho e de cabeça erguida, não opte por orgulho e sim por respeito começando por si próprio.

Este vídeo é interessante por causa do seu contexto, na letra aborda si próprio, mas no vídeo trata do resultado positivo do que falei acima e um fator de grande importância: Ser você mesmo sem se importar com o que os demais acham e por fim ter uma pessoa pra seguir junto a ti que te enxerga de forma ambígua.

 

4° Dream Theater – A Change Of Seasons

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I remember a time; (Eu me lembro de um tempo)

My frail, virgin mind; (Minha mente frágil, virgem)

watched the crimson sunrise; (assistiu ao nascer avermelhado do sol)

Não há vídeo porém se trata de uma música extensa com varias partes de solo instrumental e com uma letra rica em história que retrata nascimento, crescimento, desenvolvimento, vida, sofrimento, convívio, lamentações, arrependimentos, aceitação e a morte como fim natural, mais a alma viverá para sempre.

Ódio e amor se misturam durante a música que conta uma história regada a poemas e versos ora confusos, ora corretos, elevação e degradação de uma vida e a morte da própria ao qual se eleva de novo.

 

3° Ben Howard – Oats In The Water

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And you’ll find loss; (E você vai encontrar a perda)

And you’ll fear what you found; (E você vai temer o que você encontrou)

When weather comes; (Quando o tempo chega)

Tearing down; (Destruindo)

O Tempo se torna um pesar, pois há tantos erros sem conserto a tanto a se falar que fica trancafiado na mente daquele que se acovarda… A morte há de chegar para todos então porque certas decisões só são tomadas no além túmulo?

Nem todo aquele que morre deixa saudades, nem todo aquele que morre deixa alguém para lamentar, pode ser até que chorem mais nunca saberão o que realmente tu sentias. O tempo constrói e também destrói, o arrependimento consome e as lágrimas não irão sanar o trágico. Irão te esquecer.

E se não ocorrer nunca saberão quem tu és. Tu viverás na mente dos demais como uma ilusão uma falsa imagem. E a verdade nunca será revelada….”O que o mar leva, não trás de volta” sendo assim este vídeo com a letra nos retrata algo que gera caos na vida, a confusão que o segredo e o arrependimento nos trás.

 

2° Florence and The Machine – Seven Devils

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I’ll be dead before the day is done; (Eu estarei morta antes do dia acabar)

Before the day is done; (Antes do dia acabar)

Seu ódio chega até que ponto? Até onde iria por uma vingança? Entregaria sua vida ao obscuro pra mostrar a “verdade” à alguém? Até onde você consegue caminhar em busca de “retribuição”?

Varias perguntas que se precisa agir com “positividade” geram o mesmo resultado. Esta música retrata a vingança de forma maligna, retrata a real vontade a fazer o mal a aquele que já lhe fez algo semelhante. Amaldiçoar alguém é algo que requer um preço muito caro, mais existe pessoas que tem esta concepção, o sacrifício de si próprio em busca de devolver todo o mal e de forma mais intensa e perversa. O ser humano é sujeito ao pecado. Ele conhece o bem e o mal e quando o assunto é o mal…

Não há vídeo, porém há música e essa letra fenomenal. Uma breve e intensa melodia que invoca a vingança de forma cruel e que o caos reine.

 

1° Silent Hill 4: The Room – Room Of Angel

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Here’s a lullaby to close your eyes. (Aqui está uma canção de ninar para fechar seus olhos)

[Goodbye]; (Adeus)

It was always you that I despised. (Era sempre você que eu desprezava)

I don’t feel enough for you to cry, [oh well]; (Eu não sinto o bastante por você pra chorar. “oh, bem”)

Here’s a lullaby to close your eyes, (Está aqui uma canção para fechar seus olhos) [Goodbye]; (Adeus)

Uma canção de ninar para a mãe que repousa nos pensamentos de um filho que não despojou de atenção e afeto, seu total desprezo, sua frieza, seu lamento, sua despedida, seu adeus.

Ódio que o martiriza, lembrança que o faz se tornar cada vez pior, uma canção de ninar macabra, sentimento que deveria ser apagado de sua mente mais a todo adeus que ele profere mais e mais ele volta atrás, sua canção de ninar, sua despedida na verdade é contraditória. Ele se apega a lembrança mesmo mostrando desprezo ele se sente próximo e amado pela sua mãe mesmo que em lembrança e isso pode o tornar perigoso.

Tais pensamentos sempre estão com ele, a canção de ninar cantada no “Quarto dos Anjos”. A música retrata o que ocorre com o vilão de um game porém a história por trás e o que a letra repassa é lindo e medonho ao mesmo tempo, a melodia aparenta realmente uma canção de ninar mais de teor escabroso e assim eu chego ao fim, calmo e sereno, até a próxima.

Hatred – Review do Game: Louco ou Cruel?

Um Game violento, cruel e sem intermédio, prepare-se para matar, prepare-se pra morrer, bem-vindos ao Caos: Assim falou nosso amigo Aldair sobre este game que ele “Indica” para vocês. Lembrando sempre que é por sua Conta e Risco!

Hatred – Review do Game: Louco ou Cruel?

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 Ódio preenche todo o seu corpo. Você esta doente e cansado da existência inútil da humanidade. A única coisa que importa é a sua arma e o puro terror que pretende desencadear.

Sinopse

O meu nome não é importante. O que é importante é o que vou fazer… Detesto a merda deste mundo. E os humanos vermes que se alimentam da sua carcaça. Toda a minha vida foi ódio frio e amargo. Sempre quis morrer violentamente. É a altura de vingança e não há nenhuma vida que mereça ser salva. Vou sepultar o maior numero possível. Chegou a hora de matar. E a hora de eu morrer. A minha cruzada genocida começa agora. (Palavras ditas no começo do game pelo protagonista que também é o antagonista do game)

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Você vai sair para uma caçada e vai limpar os arredores de Nova York de todos os seres humanos há sangue frio. Você vai atirar, vai machucar, vai matar e vai morrer. Não há regras, não há compaixão, sem perdão e não há mais volta. Você é o senhor da vida e da morte agora.

Imerso ao Caos

Este game propaga violência generalizada onde quem dita as regras de quanta dor e sofrimento deve ser vista é o jogador, de mecânica simples e jogabilidade confortável visto logo em seu tutorial que também demonstra um aperitivo do que há por vir de forma bem rápida e intuitiva. O objetivo aqui é matar, matar de forma rápida ou lenta, de forma cruel e sem misericórdia e destaca-se suas finalizações que são de pura frieza. O antagonista é um verdadeiro genocida e o ambiente do game nos trás a maior morbidez possível, trilha sonora perfeita para o gênero e ato e ambiente extremamente propício para mortes em massa.

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Apenas brutalidade e destruição pode limpar esta terra. Apenas uma matança vai fazer você morrer espetacularmente e ir para o inferno.

Matar até que encontre a própria morte.

O foco do game é este, porém antes que haja reclamações do conteúdo extremamente violento nada mais justo que analisar os demais games que oferecem a opção clara que deve se matar um adversário a diferença se torna mais do que óbvia, este game lhe dá a noção simples e direta que seu personagem e sua missão no jogo é a do genocídio, você é o vilão e mata pelo ato direto e extremo do antagonista, ódio e repulsa pela humanidade e guerra declarada a vida de seus semelhantes, sem meio termo seu personagem é o mal e desfere isso sem direito a se tornar um mocinho, é matar até que o próprio morra e de forma violenta, pois esse é o desejo dele. O jogo é assim, joga quem achar que deve jogar, não há o que julgar ou reclamar.

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O antagonista mata a todos de forma igual, a raça não importa (é gerada aleatoriamente para todos os NPC), o sexo não importa (também é aleatório), por isso podem dizer que é o jogo mais tolerante e que promove igualdade. Aqui toda a gente morre.

–  Jarosław Zieliński, CEO da Destructive Creations, em resposta às acusações de racismo e de neo-nazismo.

Aceitação ou Discórdia?

Joguei este game com uma curiosidade extrema e é o tipo de game que ou você ama ou você odeia. Já joguei games de teor semelhante (Ex.: Manhunt 1 e 2) e não me fez mal algum nem faço apologia a violência, acredito que se existe mal ele esta na cabeça de cada um e se a pessoa se deixar apoderar deste mal já é algo que não posso definir. Cada um é um ser único e indecifrável, sendo assim eu aceito o game 100%. Assim como também aceito que sua violência é fora do normal, porém existe faixa etária pra que não é mesmo? Se uma pessoa pode se tornar um genocida ou matar alguém por causa de um game? Discordo. Se uma pessoa tem tendência para matar outra ela vai fazer isso sendo influenciada ou não isso não da pra analisar e culpar 100% algo ou alguém mais este é o meu conceito e como já falei cada um tem o seu.

Extra

Enfim é isto galera, espero que tenham gostado ou não e que não tenham me entendido errado (risos) e para quem se interessar aqui esta um game play que fiz, contém frases e efeitos sonoros que o deixam com um tom meio sádico de comédia espero que quem assistir o trate como um game play normal com sátira e nada mais, até a próxima.