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Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

E lá vamos nós para mais uma resenha da incrível banda Rhapsody of fire. Antes que alguém me pergunte, não, não sou tão fã dos caras. Mas esses álbuns merecem. E para a “Crítica de CD” de hoje, vamos para a resenha do mais-que-perfeito Power of the Dragonflame.

Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

Rhapsody Power_of_The_Dragonflame 1

Resenha de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Bem vindos queridos amigos do Afontegeek, para mais uma resenha sobre o Rhapsody. Advirto que esta deva ser a última crítica sobre os caras durante um bom tempo, então, leiam com extrema vontade. Se vocês quiserem dar uma olhada nos textos sobre os álbuns Dawn of Victory ou do Symphony of the Enchanted Lands, basta seguir os links.

De resto vamos logo direto ao assunto. Se no Dawn of Victory tivemos uma diminuição dos “bumbo-duplados”, como comentei na última review, neste álbum de 2002, eles voltaram com toda a força. Acho que eles só eram dessa mesma maneira, ainda no Legendary Tales, ou no próprio Symphony of the Enchanted Lands.

(Steelgods of the last Apocalypse – “WE ARE… WE ARE THE ONES…WHO’LL FACE THE STEELGODS” – essa É MITICA, uma das melhores do álbum!)

Uma coisa interessante, além dos “bumbo-duplados” terem voltado, é um uso maior de recursos “operísticos”. Meio que eles já eram frequentes (o que faz muita gente chamar o Rhapsody de Symphony Metal, termo que discordo para os caras) mas confesso que neste álbum senti muito mais a presença.

Principalmente da ENORME mas também muito interessante Gargoyles, Angels of Darkness, que de tão grande (19 minutos) foi dividida, pelo que entendi bem, em 3 partes distintas: I. Angeli di Pietra Mistica; II. Warlords’ Last Challenge e a III. …And the Legend Ends…

(Rise From The Sea Of Flames – Junto com “The Tyrant” e “Last Apocalypse” uma das 3 melhores do álbum, se não a melhor, e é a *bonustrack – “Baptized in fire is the dark knight who rides in me, against the raging wind”)

Eu devo dizer que como alguém que gosta muito do metal sinfônico (seja ele mais presente em bandas de prog metal, ou mesmo em bandas realmente sinfônicas como o Therion e Epica) que gostei muito. Principalmente a parte do refrão dessa música que é uma coisa linda de se ver.

E claro, querendo ou não, temos as velhas letras sobre reis, rainhas, príncipes e obviamente, dragões. Aliás, fica aqui a pergunta se o Rhapsdoy tem algo com os dragões: a letra da música “Power of DragonFlame” pode ser interpretada de um jeito bastante ocultista, diga-se.

(The Pride of the Tyrant – MÍTICA, uma das 3 melhores do Álbum! – “With my eagles i’ll fly free From snowy mountains to crystal seas”)

Poderia até citar algo que envolvesse mesmo o ocultismo, como o visto no Therion (porque temos uma saudação bem interessante a um “dragonlord”, o que seria mais ou menos como o “senhor de todos os dragões”, o dragão rei). Se bem que chamar um dragão “chefe de todos” de dragonlord é tão estranho, que à primeira vez que vi pensei que fosse “Aquele que é o Senhor dos Dragões”, tipo um rei que os domina.

Se fosse por ai eu podia até pensar em Apocalipse, mas como parece ser mesmo o “rei dragão”, ficamos como se fosse a maior das feras. Mas é tão estranho louvar “o poder da chama do dragão” que juro lembrar na hora do Therion… enfim, não vou me envolver muito nisso, só pode ser coisa de nerd mesmo rs.

(Power Dragonflame – “Rise, rise… rise to the air, Mighty dragon rise!” – também muito boa!)

Tipo “Ohh poderoso dragão…”. Essas letras do Rhapsody são realmente terríveis nerds. E para não me alongar muito, como sempre estão ai algumas das músicas que considero as melhores do álbum.

Abraços a todos e Bom Metal!

Fonte: [Link]

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

Que tal uma resenha de metal? Ando empolgado ouvindo o Rhapsody e agora é hora de falar do do Dawn of Victory! A próxima é justamente de outro álbum do Rhaposody, o Power of the Dragonflame. Aproveitem e vejam também a review de Symphony of the Enchanted Lands. Mas claro que antes vocês vão ler está aqui, do Dawn of Victory!

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

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Resenhas de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Resolvi falar do Dawn Victory, talvez para seguir uma certa ordem nos posts (e também por uma ordem minha mesmo). Esse álbum foi lançado no longínquo ano de 2000, e posso dizer que teve algumas mudanças musicais, se comparado com o Symphony of the Enchanted Lands (1998).

(Dawn of Victory)

Acho que a maior diferença que pode ser ressaltada com o primeiro, é sobre a ausência, ou diminuição nos “bumbo-duplados” (aquelas baterias que ficam fazendo fundo, enquanto o som está tocando). Se os amigos sabem, ou se não sabem, uma das coisas que mais gosto no power metal é justamente a presença do “bumbo-duplado”.

Mas eu posso falar sem sobre de dúvida alguma, que a diminuição deles não afetou em nada a qualidade da boa música dos caras. Continuamos com os mesmos “gritinhos” finos do vocalista, extremamente bem feitos, os solos e riffs mais do que perfeitos… é um cd memorável.

(Triumph for my Magic Steel – “Rage in the wind …” refrão mito!)

E claro que as melhores músicas do álbum na minha humilde opinião, estão todas colocadas aqui. Eu tenho que falar um pouco da belíssima “The Last Winged Unicorn”, que até hoje tem a melhor letra de música que os caras já fizeram.

Você pode falar qualquer coisa do Rhaposdy, mas falar que eles fazem letras boas, não dá, rs; só se você for bem nerd para achar que uma música chamada “Holy Thunderforce” tem uma letra genial, como a que temos em Destiny (Stratovarius). Agora essa The Last WInged Unicorn realmente… tem uma letra mítica demais!

(The Last Winged Unicorn  – Adoro demais essa música! Sensacional!)

 The Last Winged Unicorn

O final dessa música é de arrepiar. “Voe, Voe meu Unicórnio”. Se bem entendi essa música, se trata de um guerreiro que liberta uma princesa (clássico né? rs).

Mas é linda a parte:

as velhas correntes de prata na parede
estão também agora acorrentando suas almas
Airin minha princesa eu não posso mais aguentar minha dor,
mais eu lhe juro em meu nome cheio de orgulho:
Você vai abrir o portal mágico

Bonito demais: “me sacrifico mas juro-te que te salvo.” Agora fica a dúvida se é a princesa “unicornio” ou se ele usa os poderes do ultimo unicornio alado que ele conheceu:

Através do mar santo de chamas douradas
voa o último unicórnio alado
Com seu fôlego mágico de inocência
ascendendo para o trono de cristal

No fundo eu acho que tudo é uma simples alegoria, aonde a Airin (uma moça, a princesa dele?) é descrita como a “Última uniconio Alada”. E ele não tem poder nenhum, mas a salva. De qualquer jeito, é o tipo de história que fala sobre sacrifício que sempre emociona quem ouve. Muito, muito boa.

Então, nesta The Last Winged Unicorn temos uma letra sim, muito bem feita e emocionante. Eu destrinchei ela de uma forma interessante, e deixo minha opinião sobre o significado da música junto dela. Ela incrivelmente sempre me faz recordar de Zelda, hehe.

(Dargor Shadow Lord Of The Black Mountain – Não gosto da versão estendida dessa música… Gosto dessa aqui mesmo. E que riffs míticos em?)

Creio que o que posso falar mais desse álbum (além da arte da capa do cd que deu uma melhorada considerável, obviamente) é que você, amigo ou amiga que curte Skyrim, deveria sim dar uma chance e jogar o game ouvindo os álbuns do Rhapsody, rs.

E é por enquanto isso meus amigos e amigas. Curtam as músicas que considero “as the best” do álbum, e podem esperar que já na semana que vem eu trago outra review do álbum Power DragonFlame (aonde o bumbo-duplado volta com toda força).

(The Mighty Ride of the Firelord – Meio longa… mas muito boa.)

ps: O motivo pra falar um pouco do “Dawn Victory”? Porque considero essa The Last Winged Unicorn uma das melhores, se não a melhor música que o Rhapsody já fez. E levando em consideração que conheço uns 4 álbuns dos caras.. posso falar eu acho rs. E o finalzinho então… Flyy… flyy my last winged unicorrrnn, rs.

Outra que considero a melhor deste álbum: Triumph for my Magic Steel. Aquilo que é refrão meus amigos. Vontade sempre de cantar junto. Então é isso pessoal. Nos vemos na próxima review.

ps²: Este é o post de Número 800 do Afontegeek!

Bônus

(The Village Of Dwarves – lenta)

Abraços e bom metal pra vocês!

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Fonte: [Link]

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

E agora vamos para uma Resenha da série “Crítica de CD“. Na de hoje contamos com o muito bom álbum de Power Metal, Symphony Of Enchanted Lands, da queridíssima banda dos nerds Rhapsody (agora conhecida como Rhapsody of Fire). Se você gosta de Skyrim, tem que ouvir o Rhapsody!

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands

Reviews de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Olá meu querido amigo ou amiga, se você veio parar aqui neste texto falando de uma das bandas mais famosas do power metal (nerd metal?) do mundo, é porque ou você é uma metaleiro que ama power metal, ou você é um nerd que gosta de metal rs.

(Emerald Sword)

Enfim, não importa o motivo que a senhora ou o senhor veio parar aqui, porque vou apresentar um pouco do que sei sobre o Rhapsody. Basicamente conheço mais ou menos bem uns 4 álbuns dos caras: Legendary Tales, Symphony Of Enchanted Lands, Dawn of Victory e Power of the Dragonflame.

(Wisdom of the Kings – essa eu curto muito!)

Mas hoje vamos falar do Symphony Of Enchanted Lands que é de 1998. Como nós podemos ver pelo link da Wikipedia abaixo, o cd contou com um monte de músicos clássicos. Mas ainda assim, estamos falando de um power metal bem classicão: com muito Bumbo-duplado, teclados fazendo solos de guitarra, guitarras maravilhosas, gritos fininhos, e tudo isso que quem gosta de power metal curte.

(Eternal Glory “ride fast to me”…)

A diferença mais marcante do Rhapsody para a maioria das bandas de power, é que eles contam com um “coro de fundo”. A galera todinha cantando junto nas músicas, como um monte de manos unidos e fazendo os vocais ficarem bem “italianos”.

(Beyond The Gates of Infinity – solo mito)

Outra coisa Rhapsodiana são as letras “nerds”. As musicas sempre falam de princesas, dragões, espadas de esmeralda, cavaleiros medievais com poderes incríveis e todo esse tipo de coisa que quem ama Skyrim deve conhecer — portanto, quem ama Skyrim tem que ouvir Rhapsody, óbvio!

Assim como quem gosta de Senhor dos Anéis tem de ouvir Blind Guardian (Click no link para ver uma crítica sobre o álbum Imaginations from the Other Side).

(Riding The Winds – “winds of eternity” – curto demais essa também!)

Pois então, as músicas que eu realmente gosto e acho que são destaques deste clássico álbum de power metal, estão ai para serem ouvidas. Tenho certeza que qualquer pessoa que curta o gênero ou que pelo menos gosta de Skyrim deve conhecer.

Posso dizer também que o Rhapsody tem uma notável relação não apenas com as letras meio “medievais” (em todos os álbuns) mas a própria composição das músicas carregam esse tom, e de uma foma bem marcante. Gostou do texto? Aproveita e dá uma olhada na review de Dawn of Victory, também do Rhapsody!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands cd

ps: Dá pra notar pela quantidade de músicas escolhidas que o CD é BOM DEMAIS!

Abraços.

Fonte: [Link]

Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Bem-vindos a mais um “Conversando sobre Música“, ou melhor conhecida como Resenha, aonde eu trato de álbuns que mais gosto. Desta vez trato do mítico Imaginations From the Other Side, do incrível Blind Guardian! Boa resenha e boas músicas!

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Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Fico até emocionado de poder falar de um dos melhores álbuns da história de todo o Heavy Metal. Um dos trabalhos mais cultuados ao redor do planeta, sem dúvida o Guardião Cego foi mestre quando o fez. Letras sensacionais, som pesado e poderoso — muitos confundem até com Trash Metal — é o melhor, do melhor do Metal: O incrível Imaginations from the Other Side.

Imaginations From the Other Side

[Imaginações vindas do Outro Lado]

É uma pena que eu não possa falar muito sobre a ‘estória do cd’, porque é sabido que o Blind Guardian sempre utiliza alguma obra de literatura para fazer seus álbuns — Senhor dos Anéis que o diga!

Mas arrisco que tem um pouco de tudo aqui. Um pouco sobre o mundo ‘nerd’ e elementos medievais com uma pitada de Tolkien — saber de verdade, eu não sei, mas esses são os elementos mais comuns nos álbuns deles.

Também se faz preciso dizer que o Blind Guardian é uma banda que penso ser ateia. Posso falar isso por músicas como Valhalla — essa mesma é uma clássico! — Another Holy War do próprio Imaginations, Under the Ice do A night at the Opera, etc. A lista é grande e eu sou um ouvinte da maior parte dos álbuns dos caras.

I’m Alive

Também é interessante dizer que o primeiro nome do guardião cego era Lucifer’s Heritage. E sim, uma das melhores ou a melhor banda ateia que esse metaleiro laico e teísta — sim acredito em Deus pessoal! — tem o prazer de ouvir. Além do Therion que é ocultista e todo mundo sabe, hehe

E as músicas afinal?

blind imaginations

Se vocês ainda não viram, eu coloquei durante todo o post algumas (ou ao menos para mim as melhores) músicas do cd, e agora é hora de fazer uma pequena explanação sobre elas para depois poder fecha o post com dever cumprido.

Pois então, o Imaginations começa arrasador com sua música titulo. O começo e o final dela, como se fossem ‘sinos’ torna tudo ainda mais épico. Passei dias a fio ouvindo.

The Script For My Requiem

Depois temos a I’m Live, que é acima de tudo, feroz. Ouvi demais essa música num dos momentos mais felizes da minha vida, gritando “Sim, eu estou vivo!”. Se bem lembro a música fala de jogos de Rpg e claro de estar vivo! Depois temos a lenta e muito boa A Past and Future Secret com o jeito bardo de ser dos caras, para logo depois…

Blind_Guardian_-_Imaginations_from_the_Other_Side

The Script for my Requiem. Musicão também — “yes i cry!’. Aliás… não vou ficar falando de música por música não. Poder, ferocidade e peso são pouco para falar dessa e também da Born in a Mourning Hall que vem logo depois de Mordred’s song, uma outra música barda.

Born in a Mourning Hall

Sem mais delongas, destaque também para Another Holy War que é simplesmente uma das músicas mais ‘quebra pau’ que eu já tive o prazer de ouvir, para terminar com a barda, And the Story Ends.

Acho que de todo o álbum só não vou muito com a cara da Bright Eyes, mas que ainda sim, não deixa de ser uma ótima canção. Esse é mais um daqueles álbuns que você só tem que apertar play e não fazer mais nada, além de curtir e ser headbenger.

Another Holy War

Posso dizer que o poderoso Thor e o grande Odin abençoaram o Hansi Kürsch — que é um dos melhores vocais de toda a história do heavy metal — e toda a banda do Blind ao fazer nascer esse álbum tão acima da média. Solos rápidos, ‘cozinha’ rápida e pesada, baixo fazendo seu trabalho como deve, somados a esse vocal perfeito do Hansi.

Hei… Você é metaleiro, ou curte boa música? Então pegue esse álbum e ouça do começo ao fim. Entre no mundo bardo, medieval e das grandes fantasias de Tolkien sem medo. Veja por fim, as “Imaginações vindas do outro lado!

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And The Story Ends

Então é isso. Fiquem todos com este maravilhoso heavy metal, com um álbum que fãs do Blind Guardian do mundo inteiro, consideram o melhor trabalho dos caras — eu confesso que fico meio em dúvida entre o Imaginations, o Forgotten Tales e o Nightfall in Middle-Earth… escolha difícil.

blind-guardian-cd-imaginations-from-the-other-side-metalEntão é isso pessoal, Abraços e bom metal!

Fontes:
[Link]
[Link]
[Link]

Colours in the Dark, Tarja Turunen: Anúncio do Novo Álbum!

Bem vindos ao anúncio do novo álbum da musa, a diva, a deusa do heavy metal, Tarja Turunen, chamado de Colours in the Dark!

tarja turunen act I

Colours in the Dark, Tarja Turunen: Anúncio do Novo Álbum!

Finalmente a nossa querida diva do heavy metal, a nossa deusa do metal, a maravilhosa Tarja Turunen acaba de oficializar o lançamento de seu novo álbum para Agosto de 2013.

Para quem viu o último cd dela e achou melhor que os do Nightwish, que ainda não se encontrou como banda depois de ter ‘expulso’ a nossa deusa, fica aquele gostinho bom de ansiedade!

Eu recomendo muitíssimo que vocês vejam também os novos clipes da Tarja no youtube, que são simplesmente míticos…Aliás, nem precisa ir lá, aqui mesmo vocês podem ver!

De cá, principalmente na música I Fell Immortal, posso dizer sem sombra de dúvidas que a Tarja está cantando muito! Na verdade, penso que ela nunca cantou tanto como agora. Estou realmente ansioso para ver esse novo cd dela.

A Deusa do Heavy Metal
A Deusa do Heavy Metal

E voltando à noticia, ela explica o porque
do título Colours In The Dark” para o álbum:

“Como o título aponta claramente, você pode esperar um ‘dark album‘ [um álbum escuro..metaleiros entenderão], mas repleto de cores. E pela terceira vez o título do álbum vem de uma das músicas. Essa música se chama “Until Silence” [Ainda Silêncio] e aqui você pode encontra uma parta da letra:

Eu vi nossas memórias morrerem
Pensei que nossos sonhos perderam o sentido
Mas os sonhos ainda estão no meu coração
Estão pintando cores no escuro

Eu achei essa letra linda. Espero que ela continue com o bom heavy metal que vem fazendo. E sim, Tarja, nós te amamos!

ps: A tradução é minha…hehe, se vocês acharam algo estranho sigam o link ai embaixo e vejam a notícia!

[Link]

Design your Universe – Resenha: O Melhor Álbum do Epica

E vamos nós para mais uma resenha do nosso “Conversando sobre Música” aqui no Afontegeek. Dessa vez vamos conversar um cadinho nesta resenha do Álbum Design your Universe do Epica. Espero que curtam, porque esse CD é fantástico! Vem comigo.

Design your Universe – Resenha: O Melhor Álbum do Epica

E lá vamos nós para mais um texto onde eu venho falando do estilo que mais escuto — do bom heavy metal. Antes de começar devo salientar que apesar de achar a Simone Simons simplesmente uma deusa, nunca fui lá o maior fã do Epica. Em verdade, nos tempos ainda do Consign to Oblivio e do Phantom Agony, os primeiros cds que tive contato, ainda preferia muito mais o Nightwish…

Ainda falando do Phantom Agony, tanto este quanto o Consign, repletos de boas músicas, mas não de “As músicas” sabem? Por exemplo, eu destaco a Façade of Reality que é excelente, mas creio eu que eles ainda vinham cometendo alguns erros no andamento das músicas, erros esses que diminuíram muito nos álbuns seguintes.

Tão lindaa…

Não que eu não prefira o Nightwish, mas devo dizer que houve uma sensível melhora nos som do pessoal, especialmente a partir do Divine Cospiracy, cuja letra da faixa título é um Primor, realmente lindíssima — referências Heideggerianas são o que há hoje em dia!

Mas o CD em questão não é o ‘Divine’.

Finalmente nestes dois cds eles parecem ter chegado aonde queriam desde o inicio: no Symphonic/Opera metal. A música Kingdom of Heaven do cd ‘conversado’ de hoje, o Design your Universe é sem dúvida a melhor obra que eles já compuseram, e diante do Requiem for the Indifferent vai permanecer como a melhor durante um bom tempo ainda.

Kingdom of Heaven

refrão
Light creates us all
Pride will make us fall
Life is meaningful
Life delight us all

Light creates us all
Pride divides us all
Life is meaningful
The soul survives us all

[Musicão!]

Mas ai o pessoal que me viu falar tão bem do Nightwish (saudade da Tarja) vai dizer que “Ahh, mas o Nightwish é só heavy metal melódico, nunca foi sinfônico“. Sim, mas até o ‘Divine’ os caras do Epica eram muito, mas muito mais Heavy metal melódico com vocal feminino do que qualquer outra coisa.

E justamente por isso, ainda pecavam muito em músicas mais longas, com andamentos cheios de violinos e coisas afins. Eram músicas boas sem dúvida, mas não tinham nada de excepcional.

Diz a lenda que tem uns manos aí!

Também o vocal da Simone por mais belo que seja, mais afinado e tudo isso, nunca foi o vocal da Tarja — agora ela parece estar se poupando mais, vide os clips ao vivo mais recentes. Portanto, nunca entendi bem o por que deles insistirem tanto em fazer músicas como a Quietus numa pegada mais melódica.

Ai alguém fala, “Mas e então,  qual é a melhor banda de symphonic/opera metal?” Alguns vão se espantar com o que eu vou dizer, mas não, não é nenhuma dessas bandas vindas do melódico. Ao meu ver a melhor nesse estilo se chama Therion. Eu não vou falar muito dela agora, contudo devo acrescentar que para mim, como realmente fã dos caras, posso dizer que desde o ‘Divine’, o Epica pegou muita influência dos suecos.

White Waters com Tony Kakko


[Dá pra dizer que Tony destruiu a Simone? Também não é assim né, rs?]

Agora sim vemos músicas sinfônicas de verdade, sem todo aquele apego que se tinha anteriormente pela voz da Simone. No sinfônico, vamos dizer que é o conjunto vocal e não uma vocalista só que fazem o todo. Esqueçam também colocar violinhinhos sem motivo, frufrus por nada… Aqui eles fazem parte da música, no seu andamento e melodia. Em outras palavras, se alguém tocar errado não há música.

Pode esquecer aquele fundinho feito pelo teclado, hehe.

Será que se ela viesse pra Bahia, casava comigo?

E finalmente vi algo assim nesses dois cds, especialmente no Design. Portanto, tenho ele como o melhor trabalho do pessoal, finalmente fazendo o verdadeiro metal sinfônico — com riffs ótimos por sinal; se você for ouvir o riff da primeira música do novo álbum, verá o quanto parece com o Therion…

Antes de ir para as músicas, realmente não consigo entender essa super-exposição da voz da Simone. Certo, ela canta bem…Mas nesse caso, creio que o melhor é o coro uníssono intercalando com ela. Sem contar que ainda sinto uma ‘dorzinha’ no andamento das músicas… Vamos para os firnamente!

Unleashed [boa música], Martyr of the free World [humm, média]
Kingdom of Heaven [para mim, A melhor que o Epica já fez! Que refrão!! Não dá para ouvir uma vez só!!], Burn to a Cinder [Heavy Metal, boa; lembra bem os cds antigos deles.], Descontrusct [média], White Waters feat Tony Kakko [Que música lenta mais foda!] Design your Universe [boa também, maas acho meio cansativa..não sei, acho ela meio demorada.]

Design your Universe


[Eitaa música boa!]

Por fim, quero dizer que essa é só uma simples opinião minha de quem não é músico profissional, só ouvinte de metal — e de um cara que gosta do Therion, rs. Sei que os fãs do Epica pensam o contrário, mas puutz, a vida é assim mesmo e a gente segue.

Talvez essa exposição toda dela apareça também nas músicas..uma pena para a sonoridade do Epica, assim eu acho ;).

Acho que a única coisa que posso dizer é que eles vêm melhorado e estou cada vez mais gostando do trabalho deles. Fiquei até ansioso por ouvir o último trabalho deles. Claro que não gostei muito… mas não tenho dúvida que veremos o ‘melhor‘ do Epica em breve.

Abraços sinfônicos para todos!

Shadow of the Moon – Resenha: Um pouco do Belíssimo Folk!

Sabe aquele CD apaixonante que você ouve, e só pensa nele durante um bom tempo? Este é o caso do belíssimo Shadow of the Moon do Blackmore’s Night. Vamos falar um pouco dele nessa nossa humilde Resenha de hoje, apresentando um pouco do Folk para vocês!

Shadow of the Moon – Resenha: Um pouco do Belíssimo Folk!

Depois de muita preparação e coisa tal, vamos para uma das minhas primeiras resenhas sobre álbuns que não é sobre metal. Antes de falar do álbum propriamente, o muito, muito bom Shadow of the Moon, tenho de explicar um pouquinho sobre o estilo da banda.

O que é Folk?

O Blackmore’s Night é uma banda de Folk rock. Mas o que é folk seu AdminTB? Pois é galerinha, folk quer dizer “povo”, mas o gênero de música se remete para algo popular da tradição europeia. Estilos assim meio ‘bardos’, meio vitorianos, com flautas, violões da idade média.

Candice Night, me fazendo sofrer com sua beleza!
Candice Night, me fazendo sofrer com sua beleza!

Falo creio eu, porque de folk só ouvi mesmo o próprio Blackmore’s Night, e todas as músicas “bardas” do Blind Guardian. Então, acho que dei pra dar uma pincelada sobre o assunto. Se você ai do outro lado nunca na sua vida parou pra ouvir o Blind, tente lembrar de filmes com temáticas medievais, estilo Senhor dos Anéis, ou coisas do tipo. O Black é meio por ai, mas com uma pegada moderna do rock — por isso é folk rock.

A banda aparenta pelos clipes ser bem grande, mas os cabeças da equipe são o guitarrista, Ritchie Blackmore que já foi do Deep Purple e a belíssima multi-instrumentista e vocalista da banda, Candice Night — ela toca pandeiro, flauta, e é linda de mais. Já falei que ela é linda? E sim os dois SÃO CASADOS! Isso, Candice é casada com o Seu Blackmore! É mano veio, temos esperança!

 

 

Shadow of the Moon

O Álbum

Falando do Shadow of the Moon, nossa, sabe aqueles CDs que você simplesmente aperta play e relaxa? Pois é, esse é um deles. Todo muito bom. Nenhuma música ruim ou coisa do tipo; algumas para melhorar ainda mais se sobressaem, como a titulo Shadow of the Monn, a Wish You Were Here, The Clock Ticks On, Spirit Of The Sea, Ocean Gypsy, Magical World — essa me lembra Zelda! — Be Mine to Night e a que mais gosto Greensleeves.

Seu Madruga, digo, Ritchie Blackmore
Seu Madruga, digo, Ritchie Blackmore

É um álbum realmente feito sob medida para você amigo, ou menina que gosta de boa música. A voz melodiosa e maviosa da lindíssima Candice junto ao violão bem balanceado e virtuoso do Seu Blackmore — que me lembra o Seu Madruga — tornam tudo um paraíso para nós que curtimos as músicas com o jeitinho bardo de ser.

E como eu não sei bem o motivo mas estou sendo um tanto quanto rápido nesse post, despeço-me de vocês queridos e agraciados leitores, pela beleza da voz de Candice, que é do jeito que eu gosto de ouvir uma mulher cantar — — viu aê, falei da voz — com um pouco de história da música que mais curto desse cd.

Fonte

Greensleeves – música

Alas, my love, you do me wrong,
[Ai, meu amor, você me leva aos erros,]
To cast me off discourteously.
[Para me abandonar grosseiramente]
For I have loved you well and long,
[Eu lhe amei tanto tempo,]
Delighting in your company.
[Deleitando-me em sua companhia]

Chorus:
Greensleeves was all my joy
[Mangas-Verdes são toda minha alegria]
Greensleeves was my delight,
[Mangas-Verdes são o meu prazer]
Greensleeves was my heart of gold,
[Mangas-Verdes são meu coração de ouro]
And who but my lady greensleeves.
[E quem senão minha Dama-das-Mangas-Verdes]

Um pouco da história dessa bela canção:

“Conta a lenda que Greensleeves foi composta pelo rei inglês Henrique VIII (1491 – 1547). A lenda refere que Henrique VIII a fez para a sua amante e futura rainha consorte Ana Bolena.

Ana rejeitou as tentativas de Henrique de seduzi-la e esta rejeição é aparentemente a que se refere na canção, quando o escritor do amor “vazio”. No entanto, Henrique não escreveu “Greensleeves”, que provavelmente é do período Isabelino e é baseado num estilo italiano, cuja composição não chegou a Inglaterra até depois da sua morte.”

Fonte

A Título de Curiosidade, o Stratovarius fez uma maravilhosa versão instrumental dessa mesma canção, no CD Dreamspace. Ela tem menos de 2 minutos, mas o toque é deveras inconfundível. Por acaso a versão que eu sei tocar no violão, é esta aqui, do Stratovarius.

Claro que sem as guitarras fodas e tudo mais — só a parte do comecinho com o violão mesmo. Mas fica aí, se você quer aprender, nada te impede.

Abraços a todos!

Top 5 Parcerias e Covers do Heavy Metal

Seja bem vindo/a a mais um Top Listas que sempre vemos por aqui no blog. Desta vez temos os Top 5 Melhores Parcerias e Covers do Heavy Metal. A única coisa que posso lhe dizer é que ele vai te surpreender de sobremaneira. Mas se você gosta de Heavy Metal,  é certeza que você vai curtir!

Top 5 Parcerias e Covers do Heavy Metal

Roots Blood Roots, Sepultura – Álbum Roots
Sepultura e Luciano Pavarotti

Roots
Roots

Durante anos eu pensei que esse cover tinha sido feito com o próprio Pavarotti ainda na época que o Max estava no Sepultura. Sim eu pensei que era Real e não um cover.

Mas na que na verdade ele feito por uma banda alemã chamada JBO. O pessoal do Sepultura confirmou isso ainda no distante ano de 2006: que realmente se trata de um cover. E que cover! Direto de um dos melhores álbuns do Sepultura.

Fonte: Aqui

Flesh Of The Gods, Therion – Álbum Deggial
Therion e Hansi Kürsch vocal do Blind Guardian

Deggial
Deggial

Aqui não tem nenhum mistério ou segredo, realmente é o vocal da banda Blind Guardian (Hansi Kürsch) com o mítico Therion. É ouvir e admirar.

KRWLNG, LINKIN PARK – Album Reanimation
Linkin Park e Serj Tankian do System of a Down, ou será com Aaron Lewis?!

reanimation
Reanimation

Eu sinceramente continuo achando que se trata de Serj Tankian, do System of a Down nos vocais. Mas as fontes nos dizem que se trata de Aaron Lewis… Devemos acreditar nelas.

Enfim, para mim e outros fãs do LP, se trata mesmo do Serj… Ou ao menos seria da hora se fosse. Até ouvindo uma música do Aaeron, parece-me um estilo muito diferente do que ele executou no ‘feat’, mas enfim, fontes são fontes. E que música perfeita!

Late Redemption – do Album Temple of Shadows
Angra e Milton Nascimento

Temple of Shadows
Temple of Shadows

Sem dúvida um dos melhores trabalhos do Angra. O Temple of Shadows ganhou vários prêmios ao redor do mundo, e nossa, a voz do Grande Milton Nascimento é Imperiosa.  Bem que o Milton, podia voltar a fazer metal uma vez ou outra.

Winds of Destination – Álbum Temple of Shadows
Angra e Hansi Kürsch vocal do Blind Guardian

Temple of Shadows
Temple of Shadows

Outra música com ‘feat’ do épico álbum Temple of Shadows.
Agora com o vocal do Blind, que pelo jeito, adora fazer um feat com a galerinha por ai. E sim, outra música incrível de um dos melhores álbuns de metal que já pude ouvir.


Eu poderia postar outros ‘feasts’ clássicos, como os do Epica com o Kamelot, mas eu vou deixar esses — que acho que são em umas três ou quatro músicas! — para talvez um próximo post. Afinal, todo ouvinte de metal sabe, que o Kamelot teve alguma influência no nascimento do Epica… hehe.

Abraços pessoal, nos vemos no próximo post.