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Visions, Stratovarius – Resenha: Quando o Místico encontra o Melhor do Power Metal!

E cá estamos meus amigos e amigas, para falar de um dos melhores álbuns da história do power metal, e do heavy metal mesmo. O mitológico Visions, de uma das melhores bandas de power metal do mundo, o Stratovarius! Espero que curtam a resenha e que se agraciem com este clássico do metal!

Visions do Stratovarius – Resenha: Quando o Místico encontra o Melhor do Power Metal!

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Resenha de Álbuns do Stratovarius

Visions> Destiny> Infinite

Nossa é muita, mas muita emoção mesmo falar desse álbum. Acho que porque como fã do Stratovarius (que sou e não tenho vergonha de falar) é como se eu estivesse falando, e estou mesmo, de um dos melhores cds de metal de toda história. Sabe? Quando você encara o melhor do metal?

É que nem se eu fosse falar de Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, ou então de Star Wars, obras que sou um imenso fã e que sei serem algumas das melhores coisas já feitas (sei que há controvérsias sobre Star Wars… mas sou fã, não estou nem ai rs). E todas em breve, terão reviews aqui no site.

The Kiss of Judas (Clipe)

– Letra da Música: Timo Kotipelto

REFRÃO

Approaching visions of things
(Visões de coisas que se aproximam)
I can’t recall (Que não posso relembrar…)
A familiar smile awakes the pain
(Um sorriso familiar desperta a dor)

Unkept promises (Promessas não cumpridas)
The night awaits (A noite espera)
The act of confidence (O ato de confiança)
The kiss of Judas (O Beijo de Judas)
I feel the lips on my cheek (Eu sinto os lábios na minha face)
The kiss of Judas (O Beijo de Judas)
Haunts me once again (Persegue-me outra vez)

Um pouco da História do Visions

visions arte

Enfim… antes de fazer os costumeiros comentários das músicas, um pouco de informações sobre os álbuns. A primeira é que o Visions é o sexto álbum do Stratovarius (logo depois do mítico Episode) e foi lançado em 28 de Abril 1997. O Cd alcançou o 4º Lugar no Finnish albums chart e lá ficou por 23 semanas!! Meio que é uma lista de “melhores álbuns de metal” da Finlândia, e que também existe na Suécia.

Black Diamond

– Letra da Música: Timo Kotipelto

REFRÃO

I know I can’t stay by your side forever
But I know I won’t forget your beauty
My black diamond

Sim eu sei, eu não posso ficar para sempre ao seu lado,
Mas eu também sei, que eu não vou esquecer nunca sua beleza,
minha linda “diamante negro” — como dar foras com estilo.

Ainda falando de informações, o crítico Steve Huey do AllMusic (crítica especializada) deu 4 estrelas de 5 ao Visions, fazendo bons elogios e mais algumas críticas. Já na Rock Hard o álbum alcançou 9,5 de 10! E em 2005 o Visions ficou no ranking 297, também na revista Rock Hard, no livro “Os 500 Melhores Álbuns de Rock & Metal de Todos os Tempos.

Ou seja… estamos falando aqui de um álbum que todo o cenário internacional do heavy metal respeita e ama. Então galera… sentiram a vibe?

As Músicas do Álbum

Paradise

– Letra da Música: Timo Tolkki

REFRÃO

Like the birds in the sky (Como pássaros nos céus)
We are flying so high (Estamos voando tão alto)
Without making any kind of sacrifice (Sem fazer nenhum sacrifício)
We’ve got so little time (Nós temos tão pouco tempo)
To undo this crime (para desfazer este crime)
Or we’ll lose (Ou vamos perder…)
Our paradise (Nosso Paraíso!)

Falando agora das músicas, eu como sempre separei aquelas que realmente mais gosto, junto com as letras delas, e vocês podem curtir aí. Mas é aquela, praticamente todo o álbum é um primor. Começando com The Kiss of Judas (que deixo o clipe aqui para vocês verem) que conta com um dos melhores solos de teclado/ guitarra que eu já ouvi.

E poxa vida… Black Diamond. Dizem as boas línguas que o solo de teclado é inspirado em uma música clássica. E nossa, você se tocaram que a letra na verdade é um dos melhores “foras” que se pode dar em um amor que já passou? rs Coisa do metal, que vai desde o amor, até músicas místicas!

Destaque também para Legions, The Abyss of Your Eyes, Paradise que conta com uma das melhores letras “sobre a natureza” que o Stratovarius já fez (apesar que gosto mais de S.O.S. do álbum Destiny que vou falar aqui também!) e Coming Home, que sinceramente, é uma música que sempre canto na hora que estou voltando pra casa — e um dia, vou cantar quando estiver voltando para minha amada, assim que a encontrar kk.

Coming Home

– Letra da Música: Timo Tolkki

I’d climb the highest mountain,
(Eu escalaria a Montanha Mais Alta)
I’d cross the seven seas
(Atravessaria os Sete Mares)
just to see your smile again
(Apenas para ver seu sorriso de novo)

REFRÃO

Ohh through the storms we’ve wandered,
(Ohh… Através das tempestades nós vagamos)
many mountains we have climbed
(Muita montanhas escalamos)
All the bad times are behind
(Todas as horas ruins ficaram para trás)
The road, the road is free –
(O caminho, o caminho está livre)
I’m coming Home
(Estou voltando para casa!)

E para terminar, a música que considero até hoje uma das melhores já feitas pelo Stratovarius e uma das melhores de todo o heavy metal. Com a letra inspirada na Centurias de Nostradamus, ela tem a capacidade de sempre me fazer suar pelos olhos, principalmente no finalzinho. Uma música épica para terminar um álbum épico demais.

Conclusão e o Álbum em si

stratovarius-visions-cd-autografado

E eu não vou mentir não. Sinto falta do tempo mais místico do Stratovarius. Temas que vêm desde Twilight Time e estiveram conosco até o queridíssimo Infinite. Músicas que falam sobre o Tempo, o Destino… Destiny, que é outro álbum do Stratovarius resenhado aqui, no Afontegeek!

E sobre o álbum, acho que a evolução do Episode para o Visions foi realmente assustadora. Por mais que Episode seja um cd maravilhoso, tudo parece mais entrosado, dinâmico e vivo no Visions. Eu devo dizer que é um dos melhores álbuns de power metal já feitos mesmo.

Deixo a música Visions no fim do texto, com as melhores partes da letra. Como metaleiro sinceramente espero que vocês ouçam ela inteira pessoal! Merece e sei que vocês vão adorar!

Visions (Southern Cross)

– Letra da Música: Timo Tolkki

REFRÃO – Primeira parte

The world keeps turning while)
(O mundo continua girando, enquanto)
people yearn for more
(o povo espera por mais)
Mother nature is crying for change
(A Mãe Natureza está chorando por mudança)
The time will come when we
(O tempo vai chegar, quando todos)
all must pay for what we have done,
(Nós teremos de pagar pelo que fizemos)
are you prepared for that?
(Você está preparado para isso?)

Signs of the end I see
(Eu vi Sinais do FIM)
let them hear my voice
(Deixe-os ouvir MINHA VOZ)
in every corner of the world
(Em todo o canto do mundo)
Take heed of the warnings that I give
(Ouçam bem os avisos que eu dou)
I have seen the Southern Cross forming in the sky
(EU VI A CRUZ DO SUL se formando no céu!)

“Por quarenta anos o arco-íris não aparecerá
por quarenta anos ele poderá ser visto todo dia
a Terra ressequida deverá secar mais a cada dia
e uma grande inundação quando for o tempo ”
-Nostradamus: Século I: 17

Visions - Front

When the comet tears out the sky
(Quando os cometas caírem dos céus
You and I must die
(Você e eu devemos morrer)

After all this the time will
(Depois de tudo isto, o tempo virá)
come for the chosen ones
(para os escolhidos)
To rise from their graves to be free again
(para se levantarem de suas sepulturas e serem livres novamente)

The beast is gone forever
(A Besta se foi para sempre)
there´s no more pain
(não há mais dor)
Instead so many things for us to attain
(em vez de muitas coisas para nos atingir)
The sun is shining brightly after the rain
(o sol está refulgindo brilhantemente após a chuva)
The land is green and full of life again
(A terra está verde e cheia de vida novamente)

The sorrows wiped away now
(A tristeza se foi totalmente agora)
It´s time to smile
(É hora de sorrir)
And learn from the past
(e de aprender com o passado)
Together we will try
(Juntos, nós tentaremos.)

“Vinte anos do reino
da lua se passaram
Setecentos outros anos
deverão apoiar a monarquia dele
quando o sol deverá retomar seus dias passados
então estará completa e finalizada minha profecia”
-Nostradamus: Século I:48

Fontes:
Wikipedia (ING): [Link]

Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

E lá vamos nós para mais uma resenha da incrível banda Rhapsody of fire. Antes que alguém me pergunte, não, não sou tão fã dos caras. Mas esses álbuns merecem. E para a “Crítica de CD” de hoje, vamos para a resenha do mais-que-perfeito Power of the Dragonflame.

Power of the Dragonflame – Resenha: Porque Power Metal também fala de Reis e Dragões!

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Resenha de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Bem vindos queridos amigos do Afontegeek, para mais uma resenha sobre o Rhapsody. Advirto que esta deva ser a última crítica sobre os caras durante um bom tempo, então, leiam com extrema vontade. Se vocês quiserem dar uma olhada nos textos sobre os álbuns Dawn of Victory ou do Symphony of the Enchanted Lands, basta seguir os links.

De resto vamos logo direto ao assunto. Se no Dawn of Victory tivemos uma diminuição dos “bumbo-duplados”, como comentei na última review, neste álbum de 2002, eles voltaram com toda a força. Acho que eles só eram dessa mesma maneira, ainda no Legendary Tales, ou no próprio Symphony of the Enchanted Lands.

(Steelgods of the last Apocalypse – “WE ARE… WE ARE THE ONES…WHO’LL FACE THE STEELGODS” – essa É MITICA, uma das melhores do álbum!)

Uma coisa interessante, além dos “bumbo-duplados” terem voltado, é um uso maior de recursos “operísticos”. Meio que eles já eram frequentes (o que faz muita gente chamar o Rhapsody de Symphony Metal, termo que discordo para os caras) mas confesso que neste álbum senti muito mais a presença.

Principalmente da ENORME mas também muito interessante Gargoyles, Angels of Darkness, que de tão grande (19 minutos) foi dividida, pelo que entendi bem, em 3 partes distintas: I. Angeli di Pietra Mistica; II. Warlords’ Last Challenge e a III. …And the Legend Ends…

(Rise From The Sea Of Flames – Junto com “The Tyrant” e “Last Apocalypse” uma das 3 melhores do álbum, se não a melhor, e é a *bonustrack – “Baptized in fire is the dark knight who rides in me, against the raging wind”)

Eu devo dizer que como alguém que gosta muito do metal sinfônico (seja ele mais presente em bandas de prog metal, ou mesmo em bandas realmente sinfônicas como o Therion e Epica) que gostei muito. Principalmente a parte do refrão dessa música que é uma coisa linda de se ver.

E claro, querendo ou não, temos as velhas letras sobre reis, rainhas, príncipes e obviamente, dragões. Aliás, fica aqui a pergunta se o Rhapsdoy tem algo com os dragões: a letra da música “Power of DragonFlame” pode ser interpretada de um jeito bastante ocultista, diga-se.

(The Pride of the Tyrant – MÍTICA, uma das 3 melhores do Álbum! – “With my eagles i’ll fly free From snowy mountains to crystal seas”)

Poderia até citar algo que envolvesse mesmo o ocultismo, como o visto no Therion (porque temos uma saudação bem interessante a um “dragonlord”, o que seria mais ou menos como o “senhor de todos os dragões”, o dragão rei). Se bem que chamar um dragão “chefe de todos” de dragonlord é tão estranho, que à primeira vez que vi pensei que fosse “Aquele que é o Senhor dos Dragões”, tipo um rei que os domina.

Se fosse por ai eu podia até pensar em Apocalipse, mas como parece ser mesmo o “rei dragão”, ficamos como se fosse a maior das feras. Mas é tão estranho louvar “o poder da chama do dragão” que juro lembrar na hora do Therion… enfim, não vou me envolver muito nisso, só pode ser coisa de nerd mesmo rs.

(Power Dragonflame – “Rise, rise… rise to the air, Mighty dragon rise!” – também muito boa!)

Tipo “Ohh poderoso dragão…”. Essas letras do Rhapsody são realmente terríveis nerds. E para não me alongar muito, como sempre estão ai algumas das músicas que considero as melhores do álbum.

Abraços a todos e Bom Metal!

Fonte: [Link]

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

Que tal uma resenha de metal? Ando empolgado ouvindo o Rhapsody e agora é hora de falar do do Dawn of Victory! A próxima é justamente de outro álbum do Rhaposody, o Power of the Dragonflame. Aproveitem e vejam também a review de Symphony of the Enchanted Lands. Mas claro que antes vocês vão ler está aqui, do Dawn of Victory!

Dawn of Victory – Resenha: Porque Cavaleiros e Dragões também são Heavy Metal!

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Resenhas de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Resolvi falar do Dawn Victory, talvez para seguir uma certa ordem nos posts (e também por uma ordem minha mesmo). Esse álbum foi lançado no longínquo ano de 2000, e posso dizer que teve algumas mudanças musicais, se comparado com o Symphony of the Enchanted Lands (1998).

(Dawn of Victory)

Acho que a maior diferença que pode ser ressaltada com o primeiro, é sobre a ausência, ou diminuição nos “bumbo-duplados” (aquelas baterias que ficam fazendo fundo, enquanto o som está tocando). Se os amigos sabem, ou se não sabem, uma das coisas que mais gosto no power metal é justamente a presença do “bumbo-duplado”.

Mas eu posso falar sem sobre de dúvida alguma, que a diminuição deles não afetou em nada a qualidade da boa música dos caras. Continuamos com os mesmos “gritinhos” finos do vocalista, extremamente bem feitos, os solos e riffs mais do que perfeitos… é um cd memorável.

(Triumph for my Magic Steel – “Rage in the wind …” refrão mito!)

E claro que as melhores músicas do álbum na minha humilde opinião, estão todas colocadas aqui. Eu tenho que falar um pouco da belíssima “The Last Winged Unicorn”, que até hoje tem a melhor letra de música que os caras já fizeram.

Você pode falar qualquer coisa do Rhaposdy, mas falar que eles fazem letras boas, não dá, rs; só se você for bem nerd para achar que uma música chamada “Holy Thunderforce” tem uma letra genial, como a que temos em Destiny (Stratovarius). Agora essa The Last WInged Unicorn realmente… tem uma letra mítica demais!

(The Last Winged Unicorn  – Adoro demais essa música! Sensacional!)

 The Last Winged Unicorn

O final dessa música é de arrepiar. “Voe, Voe meu Unicórnio”. Se bem entendi essa música, se trata de um guerreiro que liberta uma princesa (clássico né? rs).

Mas é linda a parte:

as velhas correntes de prata na parede
estão também agora acorrentando suas almas
Airin minha princesa eu não posso mais aguentar minha dor,
mais eu lhe juro em meu nome cheio de orgulho:
Você vai abrir o portal mágico

Bonito demais: “me sacrifico mas juro-te que te salvo.” Agora fica a dúvida se é a princesa “unicornio” ou se ele usa os poderes do ultimo unicornio alado que ele conheceu:

Através do mar santo de chamas douradas
voa o último unicórnio alado
Com seu fôlego mágico de inocência
ascendendo para o trono de cristal

No fundo eu acho que tudo é uma simples alegoria, aonde a Airin (uma moça, a princesa dele?) é descrita como a “Última uniconio Alada”. E ele não tem poder nenhum, mas a salva. De qualquer jeito, é o tipo de história que fala sobre sacrifício que sempre emociona quem ouve. Muito, muito boa.

Então, nesta The Last Winged Unicorn temos uma letra sim, muito bem feita e emocionante. Eu destrinchei ela de uma forma interessante, e deixo minha opinião sobre o significado da música junto dela. Ela incrivelmente sempre me faz recordar de Zelda, hehe.

(Dargor Shadow Lord Of The Black Mountain – Não gosto da versão estendida dessa música… Gosto dessa aqui mesmo. E que riffs míticos em?)

Creio que o que posso falar mais desse álbum (além da arte da capa do cd que deu uma melhorada considerável, obviamente) é que você, amigo ou amiga que curte Skyrim, deveria sim dar uma chance e jogar o game ouvindo os álbuns do Rhapsody, rs.

E é por enquanto isso meus amigos e amigas. Curtam as músicas que considero “as the best” do álbum, e podem esperar que já na semana que vem eu trago outra review do álbum Power DragonFlame (aonde o bumbo-duplado volta com toda força).

(The Mighty Ride of the Firelord – Meio longa… mas muito boa.)

ps: O motivo pra falar um pouco do “Dawn Victory”? Porque considero essa The Last Winged Unicorn uma das melhores, se não a melhor música que o Rhapsody já fez. E levando em consideração que conheço uns 4 álbuns dos caras.. posso falar eu acho rs. E o finalzinho então… Flyy… flyy my last winged unicorrrnn, rs.

Outra que considero a melhor deste álbum: Triumph for my Magic Steel. Aquilo que é refrão meus amigos. Vontade sempre de cantar junto. Então é isso pessoal. Nos vemos na próxima review.

ps²: Este é o post de Número 800 do Afontegeek!

Bônus

(The Village Of Dwarves – lenta)

Abraços e bom metal pra vocês!

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Fonte: [Link]

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

E agora vamos para uma Resenha da série “Crítica de CD“. Na de hoje contamos com o muito bom álbum de Power Metal, Symphony Of Enchanted Lands, da queridíssima banda dos nerds Rhapsody (agora conhecida como Rhapsody of Fire). Se você gosta de Skyrim, tem que ouvir o Rhapsody!

Symphony Of Enchanted Lands, Rhapsody of Fire – Resenha: Um dos melhores álbuns de Power Metal!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands

Reviews de Álbuns do Rhapsody:

Symphony Of Enchanted Lands> Dawn of Victory> Power of the Dragonflame

Olá meu querido amigo ou amiga, se você veio parar aqui neste texto falando de uma das bandas mais famosas do power metal (nerd metal?) do mundo, é porque ou você é uma metaleiro que ama power metal, ou você é um nerd que gosta de metal rs.

(Emerald Sword)

Enfim, não importa o motivo que a senhora ou o senhor veio parar aqui, porque vou apresentar um pouco do que sei sobre o Rhapsody. Basicamente conheço mais ou menos bem uns 4 álbuns dos caras: Legendary Tales, Symphony Of Enchanted Lands, Dawn of Victory e Power of the Dragonflame.

(Wisdom of the Kings – essa eu curto muito!)

Mas hoje vamos falar do Symphony Of Enchanted Lands que é de 1998. Como nós podemos ver pelo link da Wikipedia abaixo, o cd contou com um monte de músicos clássicos. Mas ainda assim, estamos falando de um power metal bem classicão: com muito Bumbo-duplado, teclados fazendo solos de guitarra, guitarras maravilhosas, gritos fininhos, e tudo isso que quem gosta de power metal curte.

(Eternal Glory “ride fast to me”…)

A diferença mais marcante do Rhapsody para a maioria das bandas de power, é que eles contam com um “coro de fundo”. A galera todinha cantando junto nas músicas, como um monte de manos unidos e fazendo os vocais ficarem bem “italianos”.

(Beyond The Gates of Infinity – solo mito)

Outra coisa Rhapsodiana são as letras “nerds”. As musicas sempre falam de princesas, dragões, espadas de esmeralda, cavaleiros medievais com poderes incríveis e todo esse tipo de coisa que quem ama Skyrim deve conhecer — portanto, quem ama Skyrim tem que ouvir Rhapsody, óbvio!

Assim como quem gosta de Senhor dos Anéis tem de ouvir Blind Guardian (Click no link para ver uma crítica sobre o álbum Imaginations from the Other Side).

(Riding The Winds – “winds of eternity” – curto demais essa também!)

Pois então, as músicas que eu realmente gosto e acho que são destaques deste clássico álbum de power metal, estão ai para serem ouvidas. Tenho certeza que qualquer pessoa que curta o gênero ou que pelo menos gosta de Skyrim deve conhecer.

Posso dizer também que o Rhapsody tem uma notável relação não apenas com as letras meio “medievais” (em todos os álbuns) mas a própria composição das músicas carregam esse tom, e de uma foma bem marcante. Gostou do texto? Aproveita e dá uma olhada na review de Dawn of Victory, também do Rhapsody!

rhapsody Symphony Of Enchanted Lands cd

ps: Dá pra notar pela quantidade de músicas escolhidas que o CD é BOM DEMAIS!

Abraços.

Fonte: [Link]

Century Child do Nightwish – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Heavy Metal Melódico

É sempre um prazer falar de música boa, principalmente quando se trata de um álbum tão icônico para o Heavy Metal. Desta vez no “Conversando sobre música” (Crítica de CD), temos uma resenha do mítico Century Child do Nightwish… época dourada com minha musa Tarja Turunen! Boa leitura!

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Century Child do Nightwish – Resenha: Um dos melhores Álbuns do Heavy Metal Melódico

Mais uma vez fico completamente emocionado por poder falar de uma das melhores bandas do heavy metal melódico que o mundo já ouviu: o Nightwish. Quero dizer contudo, que sou um fã da diva, do anjo, da deusa, senhora Tarja Turunen, e sou daqueles que pensa que o Nightwish caiu muito sem ela.

Eu posso falar porque ouvi os dois álbuns com a Anette, o bom Dark Passion Play e o também bastante bom, Imaginaerum — esse ouvi muito pouco — mas claro que nenhum chega aos pés dos álbuns com a lindíssima Tarja. Aliás, ‘superar’ o vocal dela, ou ao menos igualar é uma tarefa árdua, e sinceramente, impossível.

A Tarja Turunen ao meu ver, praticamente inventou o estilo lírico/opera para a mulher cantar no heavy metal. Claro que temos pesos pesados como as cantoras do Épica, do Within Temptation, a antiga do Theater of Tragedy, gosto muito também dos vocais da moça do Lacuna Coil, mas sinceramente, cantora de heavy metal mesmo é a Tarja.

Bless The Child

Há até um consenso que a moça do Within canta melhor que ela, porque ela consegue ‘subir’ e ‘descer’, do agudo para o grave — não sei explicar bem — com uma facilidade enorme, mas cantar heavy metal não basta ser perfeita. Para cantar tem que ter poder, tem que ser diva, deusa, um anjo, tem que ser como a insuperável Tarja. Cantar junto por exemplo, só com ela, e uma nova menina que apareceu do Ancient Bards.

Mas enfim, não estamos aqui para falar do meu amor incondicional pela Tarja, mas sim desse álbum. Eu meio que ficaria em dúvida em dizer se esse é o melhor do Night. Gosto muito do Oceanborn, do Wishmaster — a música titulo desse é um hino do metal! — do Angel Falls First, etc. Mas agora estamos no Criança Secular.

The End of all hope

O álbum inteiro tem composições bem trabalhadas. Os clássicos ‘pianinhos’ e também os ‘pam pam pams’ que sempre vemos nas músicas do Night estão presentes. A bateria, o baixo e a guitarra que me desculpem os fãs, nunca foram o ponto forte da banda, estão presentes mas de maneira perfeita, sem erros.

Destaque para guitarra+baixo fazendo sempre aqueles ‘riffs’ pesados, responsáveis por fazer todo metaleiro headbenger, ficar na ‘vibe das músicas’. No todo, como sempre, posso dizer que esse é mais um álbum extremamente lírico dos caras — também não posso deixar de citar a entrada dos vocais masculinos+Tarja Turunen, principalmente na excelente Phantom of the Opera.

nightwish century child

Penso que esse álbum — não falo muito das letras do Nightwish porque é uma raridade quando as entendo; até hoje acho que a Bless the Child fala de culpa — guarda um dos elementos mais presentes em quase todas as bandas de heavy metal melódico finlandês, além do teclado: O elemento ‘no fundo das águas’.

Ever Dream

Sei que a música Ocean Soul meio que nos imprime mesmo essa impressão. Mas sempre que paro pra ouvir Century Child, além de ficar impregnado por esses riffs poderosos e pesados, fico sentindo esse aura meio ‘azul’, ‘deep in the sea’, que só é mais sentida nos primeiros 4 cds Power Metal ‘true’ do Sonata Artica — o Sonata por acaso é o rei do sentimento ‘no fundo do mar’.

NIGHTWISH century child 1

Então é isso. Vamos logo para as músicas desse maravilhoso álbum antes que eu chore porque a Tarja foi ‘expulsa’ do Nigthwish, e nunca mais veremos cds assim:

Bless The Child, teclados, riffs, a Tarja, uma das melhores músicas já feitas, extremamente ritmada, emocionante e perfeita — fica o adendo, todos as canções do Night têm o time perfeito; End of All Hope, um pouco mais rápida, geralmente a Tarja não canta muito bem quando a banda leva um ‘bumbo-duplado’ mas também é excelente;

Ocean Soul

Dead to the World essa música é engraçada porque se bem lembro, a Wish I Had An Angel do Once é parecidíssima com essa; Ever Dream, excelente Heavy metal e um solo marcante; Slaying the Dreamer um música mais ‘pesada’ e malvada, destaque para o final;

Forever Yours, boa música lenta, acalma o espírito; Ocean Soul, outra clássica do Night, nem tem muito o que falar dela, só ouça, brigando com Bless e a última faixa para serem as melhores do cd; Feel for You também muito empolgante no final;

The Phantom of the Opera

Por fim, The Phantom of the Opera que é simplesmente épica e a Beauty of the Beast que é dividia em três partes, outra música também acima da média, vale à pena ouvi-las duas vezes ou mais.

As faixas bônus Lagoon e The Wayfarer eu conheço pouco, mas a última tem aquela pegada Nightwish com Tarja Turunen que tanto amamos. E como sempre, em negrito na lista estão as melhores.

Beauty of the Beast

Então é isso pessoal. Fico imensamente feliz de fazer um texto sobre uma das bandas de heavy metal que mais gosto na sua melhor época. Se você nunca ouviu o Century Child, se arrependa de seus pecados, e ouça ele agora mesmo! E cante junto com a diva, o anjo, a deusa, Tarja Turunen!!

Abraços a todos!

Fontes:
[Link]
[Link]
[Link]

Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Bem-vindos a mais um “Conversando sobre Música“, ou melhor conhecida como Resenha, aonde eu trato de álbuns que mais gosto. Desta vez trato do mítico Imaginations From the Other Side, do incrível Blind Guardian! Boa resenha e boas músicas!

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Imaginations From the Other Side – Resenha: Um dos Melhores Álbuns da História do Heavy Metal!

Fico até emocionado de poder falar de um dos melhores álbuns da história de todo o Heavy Metal. Um dos trabalhos mais cultuados ao redor do planeta, sem dúvida o Guardião Cego foi mestre quando o fez. Letras sensacionais, som pesado e poderoso — muitos confundem até com Trash Metal — é o melhor, do melhor do Metal: O incrível Imaginations from the Other Side.

Imaginations From the Other Side

[Imaginações vindas do Outro Lado]

É uma pena que eu não possa falar muito sobre a ‘estória do cd’, porque é sabido que o Blind Guardian sempre utiliza alguma obra de literatura para fazer seus álbuns — Senhor dos Anéis que o diga!

Mas arrisco que tem um pouco de tudo aqui. Um pouco sobre o mundo ‘nerd’ e elementos medievais com uma pitada de Tolkien — saber de verdade, eu não sei, mas esses são os elementos mais comuns nos álbuns deles.

Também se faz preciso dizer que o Blind Guardian é uma banda que penso ser ateia. Posso falar isso por músicas como Valhalla — essa mesma é uma clássico! — Another Holy War do próprio Imaginations, Under the Ice do A night at the Opera, etc. A lista é grande e eu sou um ouvinte da maior parte dos álbuns dos caras.

I’m Alive

Também é interessante dizer que o primeiro nome do guardião cego era Lucifer’s Heritage. E sim, uma das melhores ou a melhor banda ateia que esse metaleiro laico e teísta — sim acredito em Deus pessoal! — tem o prazer de ouvir. Além do Therion que é ocultista e todo mundo sabe, hehe

E as músicas afinal?

blind imaginations

Se vocês ainda não viram, eu coloquei durante todo o post algumas (ou ao menos para mim as melhores) músicas do cd, e agora é hora de fazer uma pequena explanação sobre elas para depois poder fecha o post com dever cumprido.

Pois então, o Imaginations começa arrasador com sua música titulo. O começo e o final dela, como se fossem ‘sinos’ torna tudo ainda mais épico. Passei dias a fio ouvindo.

The Script For My Requiem

Depois temos a I’m Live, que é acima de tudo, feroz. Ouvi demais essa música num dos momentos mais felizes da minha vida, gritando “Sim, eu estou vivo!”. Se bem lembro a música fala de jogos de Rpg e claro de estar vivo! Depois temos a lenta e muito boa A Past and Future Secret com o jeito bardo de ser dos caras, para logo depois…

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The Script for my Requiem. Musicão também — “yes i cry!’. Aliás… não vou ficar falando de música por música não. Poder, ferocidade e peso são pouco para falar dessa e também da Born in a Mourning Hall que vem logo depois de Mordred’s song, uma outra música barda.

Born in a Mourning Hall

Sem mais delongas, destaque também para Another Holy War que é simplesmente uma das músicas mais ‘quebra pau’ que eu já tive o prazer de ouvir, para terminar com a barda, And the Story Ends.

Acho que de todo o álbum só não vou muito com a cara da Bright Eyes, mas que ainda sim, não deixa de ser uma ótima canção. Esse é mais um daqueles álbuns que você só tem que apertar play e não fazer mais nada, além de curtir e ser headbenger.

Another Holy War

Posso dizer que o poderoso Thor e o grande Odin abençoaram o Hansi Kürsch — que é um dos melhores vocais de toda a história do heavy metal — e toda a banda do Blind ao fazer nascer esse álbum tão acima da média. Solos rápidos, ‘cozinha’ rápida e pesada, baixo fazendo seu trabalho como deve, somados a esse vocal perfeito do Hansi.

Hei… Você é metaleiro, ou curte boa música? Então pegue esse álbum e ouça do começo ao fim. Entre no mundo bardo, medieval e das grandes fantasias de Tolkien sem medo. Veja por fim, as “Imaginações vindas do outro lado!

Blind_Guardian-Imaginations_From_The_Other_Side-Interior_Frontal

And The Story Ends

Então é isso. Fiquem todos com este maravilhoso heavy metal, com um álbum que fãs do Blind Guardian do mundo inteiro, consideram o melhor trabalho dos caras — eu confesso que fico meio em dúvida entre o Imaginations, o Forgotten Tales e o Nightfall in Middle-Earth… escolha difícil.

blind-guardian-cd-imaginations-from-the-other-side-metalEntão é isso pessoal, Abraços e bom metal!

Fontes:
[Link]
[Link]
[Link]

Design your Universe – Resenha: O Melhor Álbum do Epica

E vamos nós para mais uma resenha do nosso “Conversando sobre Música” aqui no Afontegeek. Dessa vez vamos conversar um cadinho nesta resenha do Álbum Design your Universe do Epica. Espero que curtam, porque esse CD é fantástico! Vem comigo.

Design your Universe – Resenha: O Melhor Álbum do Epica

E lá vamos nós para mais um texto onde eu venho falando do estilo que mais escuto — do bom heavy metal. Antes de começar devo salientar que apesar de achar a Simone Simons simplesmente uma deusa, nunca fui lá o maior fã do Epica. Em verdade, nos tempos ainda do Consign to Oblivio e do Phantom Agony, os primeiros cds que tive contato, ainda preferia muito mais o Nightwish…

Ainda falando do Phantom Agony, tanto este quanto o Consign, repletos de boas músicas, mas não de “As músicas” sabem? Por exemplo, eu destaco a Façade of Reality que é excelente, mas creio eu que eles ainda vinham cometendo alguns erros no andamento das músicas, erros esses que diminuíram muito nos álbuns seguintes.

Tão lindaa…

Não que eu não prefira o Nightwish, mas devo dizer que houve uma sensível melhora nos som do pessoal, especialmente a partir do Divine Cospiracy, cuja letra da faixa título é um Primor, realmente lindíssima — referências Heideggerianas são o que há hoje em dia!

Mas o CD em questão não é o ‘Divine’.

Finalmente nestes dois cds eles parecem ter chegado aonde queriam desde o inicio: no Symphonic/Opera metal. A música Kingdom of Heaven do cd ‘conversado’ de hoje, o Design your Universe é sem dúvida a melhor obra que eles já compuseram, e diante do Requiem for the Indifferent vai permanecer como a melhor durante um bom tempo ainda.

Kingdom of Heaven

refrão
Light creates us all
Pride will make us fall
Life is meaningful
Life delight us all

Light creates us all
Pride divides us all
Life is meaningful
The soul survives us all

[Musicão!]

Mas ai o pessoal que me viu falar tão bem do Nightwish (saudade da Tarja) vai dizer que “Ahh, mas o Nightwish é só heavy metal melódico, nunca foi sinfônico“. Sim, mas até o ‘Divine’ os caras do Epica eram muito, mas muito mais Heavy metal melódico com vocal feminino do que qualquer outra coisa.

E justamente por isso, ainda pecavam muito em músicas mais longas, com andamentos cheios de violinos e coisas afins. Eram músicas boas sem dúvida, mas não tinham nada de excepcional.

Diz a lenda que tem uns manos aí!

Também o vocal da Simone por mais belo que seja, mais afinado e tudo isso, nunca foi o vocal da Tarja — agora ela parece estar se poupando mais, vide os clips ao vivo mais recentes. Portanto, nunca entendi bem o por que deles insistirem tanto em fazer músicas como a Quietus numa pegada mais melódica.

Ai alguém fala, “Mas e então,  qual é a melhor banda de symphonic/opera metal?” Alguns vão se espantar com o que eu vou dizer, mas não, não é nenhuma dessas bandas vindas do melódico. Ao meu ver a melhor nesse estilo se chama Therion. Eu não vou falar muito dela agora, contudo devo acrescentar que para mim, como realmente fã dos caras, posso dizer que desde o ‘Divine’, o Epica pegou muita influência dos suecos.

White Waters com Tony Kakko


[Dá pra dizer que Tony destruiu a Simone? Também não é assim né, rs?]

Agora sim vemos músicas sinfônicas de verdade, sem todo aquele apego que se tinha anteriormente pela voz da Simone. No sinfônico, vamos dizer que é o conjunto vocal e não uma vocalista só que fazem o todo. Esqueçam também colocar violinhinhos sem motivo, frufrus por nada… Aqui eles fazem parte da música, no seu andamento e melodia. Em outras palavras, se alguém tocar errado não há música.

Pode esquecer aquele fundinho feito pelo teclado, hehe.

Será que se ela viesse pra Bahia, casava comigo?

E finalmente vi algo assim nesses dois cds, especialmente no Design. Portanto, tenho ele como o melhor trabalho do pessoal, finalmente fazendo o verdadeiro metal sinfônico — com riffs ótimos por sinal; se você for ouvir o riff da primeira música do novo álbum, verá o quanto parece com o Therion…

Antes de ir para as músicas, realmente não consigo entender essa super-exposição da voz da Simone. Certo, ela canta bem…Mas nesse caso, creio que o melhor é o coro uníssono intercalando com ela. Sem contar que ainda sinto uma ‘dorzinha’ no andamento das músicas… Vamos para os firnamente!

Unleashed [boa música], Martyr of the free World [humm, média]
Kingdom of Heaven [para mim, A melhor que o Epica já fez! Que refrão!! Não dá para ouvir uma vez só!!], Burn to a Cinder [Heavy Metal, boa; lembra bem os cds antigos deles.], Descontrusct [média], White Waters feat Tony Kakko [Que música lenta mais foda!] Design your Universe [boa também, maas acho meio cansativa..não sei, acho ela meio demorada.]

Design your Universe


[Eitaa música boa!]

Por fim, quero dizer que essa é só uma simples opinião minha de quem não é músico profissional, só ouvinte de metal — e de um cara que gosta do Therion, rs. Sei que os fãs do Epica pensam o contrário, mas puutz, a vida é assim mesmo e a gente segue.

Talvez essa exposição toda dela apareça também nas músicas..uma pena para a sonoridade do Epica, assim eu acho ;).

Acho que a única coisa que posso dizer é que eles vêm melhorado e estou cada vez mais gostando do trabalho deles. Fiquei até ansioso por ouvir o último trabalho deles. Claro que não gostei muito… mas não tenho dúvida que veremos o ‘melhor‘ do Epica em breve.

Abraços sinfônicos para todos!

Fever e X da Kylie Minogue – Resenhas: O 10º Álbum e com Muito Calor!

E como o “Conversando sobre música” daqui do Afontegeek não pode parar, vamos direto ao assunto nas resenhas dos álbuns Fever e X da minha musa Kylie Minogue. Tenho certeza que vocês vão adorar conhecer o Fever que para mim, é o melhor trabalho da moça. Vem comigo!

Fever e X da Kylie Minogue – Resenhas: O 10º Álbum e com Muito Calor!

Apesar de ter feito um post falando do Body Language há pouco tempo, o que provavelmente faria qualquer ser humano com a cabeça normal achar que só faria esse daqui uma semana… Mas nãaao, vocês foram tapeados!

Pois é, já que estou na vibe da minha musa do pop, vamos falar logo do álbum que eu mais gosto, o Fever, e do CD que tem a música que eu simplesmente não consigo ouvir só uma vez, o “X“.

Can’t Get You Out of my Head

Esse é um clássico!

Começando do começo [do Fever], estamos aqui no ano de 2001 para falarmos do álbum que mais rendeu prêmios, prestígio e dinheiro para dona Kylie, depois de vender os seus 10 milhões de cópias em todo o mundo. A verdade é que esse álbum foi integralmente feito para ser um sucesso. Poucas músicas não são ‘ótimas’. Todas têm uma batida muito forte e são o que eu chamo de “a cara” da minha musa: Tá na cara que esse é o cd que mais gosto né?

Eu ouvi também o Impossible Princess, que parece ser o mais lírico e bem trabalhado dela, mas não vou mentir, como estamos falando de pop quero ouvir umas batidas legais junto a melodias ‘colantes na cabeça‘.
Uma coisa que não posso deixar de notar no Fever, é que as músicas se parecem. Não que sejam iguais, mas assim como no Body Language onde quase todas pareciam ser experimentos, aqui a coisa é de um sentimento único.

Acho que a única música que bem podia ser do “febril” mas está no “10” é a In My Arms, que não por acaso é a melhor do décimo cd [essa é uma das músicas que mais gosto! da loirinha australiana]. Continuando a falar deste álbum, a coisa é bem simples na verdade. Aperte play e deixe o cd tocar. Ele é um primor, quase todas as músicas são excelentes e mantendo aquela vibe de “calor” durante o tempo todo.

In Your Eyes

Que clip mais show de bola em?!

Entre as faixas, vale destaque para: Burning up [sensacional], Can’t get you out of my head [Todo mundo já ouviu essa música e não sabia que era da Minogue], Come into my world [Simplesmente a Melhor!], Dancefloor, Fever, Fragile [linda e profunda ao mesmo tempo], In your eyes [não sei o motivo, mas eu lembro das BondGirls!] , Love affair, Love at first sight [essa tem uma cara româanticaa, kawaai mesmo!] e Your love.

Eu deixo aqui os clips: Can’t get you out of my head, o da faixa mais “colante” e sensacional do álbum, Come into my world, e um bônus com o  “In your Eyes“.

Come Into My World

Caara, eu nem sabia que tinha o clip dessa música!! E ela está tão linda meu Deus!

Uma coisa que eu quero comentar, é que essas músicas lembram um pouco a atual vibe da Madonna e também as músicas do Black Eyed Peas; sei que alguns dirão que não, mas puutz, é a minha impressão gente!

Agora vamos falar um pouco do décimo álbum da dona Kylie. Para quem não sabe, a nossa baixinha já teve câncer há algum tempo atrás [2005] e declarou estar curada desde 2008. Esse Cd sendo de 2007, meio que ela ainda devia estar em tratamento nessa época.

Continuando porém, devo dizer que esse “X” é o cd que tem as músicas mais diferentes entre sí, dentro do próprio álbum.  -Mas do que você está falando?

Não que as músicas não se encaixem ou não sejam parecidas, mas depois de ouvir três cds cujas faixas lembravam mesmo uma a outra, ouvir o X [se fala ‘equis’, tipo ‘equis-men’] faz a gente pensar que as músicas são mesmo um pouco diferentes. Ele é ruim então? Longe Disso! Na verdade eu até que gostei dessa mudança entre elas. Dá até para pensar que algumas melodias são deste ou daquele cd.

In My Arms

Eu confesso que não gosto muito desse clip por conta dessas cores e algumas coisas a mais…[tenho mais medo do mundo pop que do metal gente!] mas Ela está tão LINDA!!

Por exemplo, a música “In My Arms” lembra e muito as faixas do Fever [como eu já disse lá em cima].  Na verdade tenho que dizer que essa mudança quase de conceito, fez bem para o trabalho da Kylie. Claro que comparado ao Fever ou ao Impossible eu meio meio que prefiro os dois primeiros…Mas a My arms…Me faz lembrar o que falei no Body Language: A dona Minogue sabe sim fazer músicas que vão fazer sucesso.

Ahh como eu queria estar nos braços dela..

Enfim destaco as faixas: 2 Hearts, All I see e Cosmic que são lentas, In my arms [Sensacional, alguém me faz parar de ouvir!!], No More Rain [Essa é ótima também], Stars, The One, Wow [ótima faixa para terminar esse belo álbum]. Deixo com vocês os clips Wow e In My arms [claro, não podia ser outro.]

Wow

Só achei a versão alternativa do clip…mas é sensacional também!

Então é isso galerinha! E Parem de ouvir o Bieber e as músicas emícas! Caso não curtam metal, ouçam um pop de boa qualidade!

ps: Sou só eu, ou mais alguém acha a cintura da Kylie a coisa mais linda desse mundo?! Que mulher em amigo!