Todos os posts de Aldair Ferreira

Resenha de Trilogias: Centopeia Humana – Aqueles filmes Trash de Respeito

Quando você pensa que Aldair parou com seus filmes trash, ele traz mais uma resenha de trilogias, desta vez da Centopeia Humana. Desta vez o texto está quase sem spoilers, e acredito que qualquer pessoa que goste do genêro (trash e gore) deva ler o texto para saber se é bom assistir os filmes, ou não.

Trilogia Centopeia Humana

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Mais uma resenha sobre trilogias, agora de uma que eu tenho muito apreço, vamos lá!

Centopeia Humana

HC1O primeiro desta trilogia insana é ao meu ver um trash de respeito, elenco do ca*alho, vilão tão louco e escrachado que não tem como não gostar (sarcasmo). E as vítimas são de se sentir pena (de alguma maneira você sente).

O Contexto do filme é perturbador e é nisso que o filme se mantém. Se levar em consideração essa insanidade o filme lhe entrega algo tão ruim que chega a ser bom (espero que tenha sido claro ou lúcido).

Centopeia Humana 2

HC2O Segundo é a obra prima: repulsivo, angustiante, insano, intragável (mentira), nojento, impactante e com a melhor trilha sonora possível (gemidos de dor e angústia). Eu sinceramente amei este filme.

Ele trata o ideal do primeiro com uma primazia primitiva e retardada, com um teor psicológico falho e totalmente irracional. O instinto de sobrevivência aparece de forma tão grotesca e visceral que apresenta uma cena realmente impactante ao final do filme. Este filme é um presente, aceite-o.

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HC3A ovelha negra da trilogia. Aqui o escracho e sarcasmo com o resto da franquia está no nível máximo. Esse filme é uma piada de mal gosto literal e acredito que a intenção dele foi ser feito com este propósito. Não o leve a sério mais aceite que ele existe e que faz parte do contexto da trilogia por mais louco do  jeito errado que ele seja.

O real problema deste filme é que acredito que se tu gostou dos demais ele se torna algo a ser assistido mesmo você odiando a ideia.

Conclusão

Uma Trilogia de altos e baixos com um inicio ambicioso porém humilde. Estranho em sua essência  com um meio magistral e hediondo, com um final (pode ser que ainda não seja) bizarro e de humor negro. Vale à pena conferir. Até a próxima.

Resenha de Trilogias: Presos no Gelo – Evitando mais Terror nas suas Vidas

Sabe aqueles textos que você lê para evitar o pior em suas vidas? Este é o caso. Se eu fosse vocês lia bem atento as três resenhas que o mano Aldair fez dessa trilogia de filmes de terror, para passar evitando o pior (ou seja, evitar que vocês sangrem os olhos para ver essas tragédias). Deixem que o manolo sangre-os por vocês. Vamo lá.

Resenha de Trilogias: Presos no Gelo – Evitando mais Terror nas suas Vidas

 

Dando continuidade a este tópico com mais uma trilogia. Desta vez uma muito ruim (e com spoilers). Espero que curtam.

Presos no Gelo (2006)

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Nada pra fazer, pesquisando na Web algum filme para assistir eis que encontro um de terror com uma nota mediana e como hoje em dia ta raro resolvi arriscar e me decepcionei amargamente.

O Filme é chato, previsível e puro clichê. Não chega a dar sono mais nem de longe convence ou motiva a recomenda-lo a alguém.

Presos no Gelo 3 (2008)

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O Segundo não foge a regra do primeiro, dando continuidade a um filme previsível, chato e por incrível que pareça tem uma repetição de roteiro em alguns personagens (sempre tem um f*dido).

A única diferença notável desse pra o outro é que sobrevive mais gente (parecendo que o elenco é muito grande mas não é tanto assim).

 

Presos no Gelo 3 (2010)

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Este se denomina o “inicio” e se espera algo como um genocídio (eu esperei… mentira). Mais é a mesma formula dos outros, dobrando a fraqueza das cenas de mortes.

Este consegue dar sono ou a vontade crescente de que termine logo. O elenco é ainda mais pobre em enredo e para completar se tu já assistiu os outros (na verdade só o primeiro basta) tu já sabe o que vai ocorre no filme. Fique longe.

Conclusão

Eu sou um imbecil que gosta de perder tempo assistindo merda? Sim, sou! Mas pense o lado positivo disso tudo: lendo meus posts você poupa seu precioso tempo evitando esses lixos.

Enfim, até a próxima.

Resenha de Trilogias: August Underground – Aquela Trilogia Trash que você vê para se Arrepender

Aldair é um cara duro na queda, amante de filmes ruins e principalmente de Trilogias, Antologias e outras continuações de filme. Vamos com ele para vermos o que ele achou desta trilogia de filmes trash, a August Underground. O cara entende bem de filmes snuff, trash e etc, então vale à pena conferir o que ele pensa desses três. Vamo lá!

Resenha de Trilogias: August Underground – Aquela Trilogia Trash que você vê para se Arrepender

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Eu recentemente terminei um tópico aqui no site com filmes merda e filmes bons só que assisti muita coisa nestes intervalos de postagem e agora trago este novo tópico regado de filmes bizarros e pérolas inacreditáveis, vamos lá!

August Underground (2001)

51Hhpu1P3xLPoderia fazer um resumo do review que fiz deste filme a um ano atrás que não saiu de um velho caderno que ainda possuo, mas acredito que seria muito longo. O filme é um “fake snuff”, feito, dirigido e atuado de forma porca e banal. Há muitas coisas que podemos perdoar por se tratar de um filme com baixo orçamento mas os momentos cruciais e de impacto são feitos de forma tão medonha e proposital o tornando um escracho ao gênero. As atuações chegam a ser caricatas, porém de certa forma há veracidade em certos atos. Detalhe pra um seio decepado que mais parece uma fatia de calabresa colada. Poderia afirmar de bom grado que o filme é uma m*rda generalizada mas certas atitudes de violência, tortura, humilhação e nojeira são um ponto forte, apesar de mal feitas.

August Underground’s Mordum (2003)

0ef7ab1ff4827a36086ac71a6fb978f3Depois de muito tempo me negando a continuar esta trilogia, decidi recentemente terminá-la e não foi surpresa para mim o segundo filme ser pior que o primeiro, tanto em atuação quanto em cenas. Detalhe para “vomitar água” e achar que alguém vai achar nojento. O filme nos traz um elenco maior com faces novas e um dialeto que se repete o filme inteiro: “Fuck You, Fuck Bitch, Fuck Off, F…”

Eu juro que esperava algo mais maduro e envolvente para me esquecer dos detalhes “estéticos e estruturais” que o fazem parecer trash, mas não há nada a se apegar ou torna-lo repulsivo demais; ele é nada mais que repetições e reciclagem de torturas atreladas a cenas no-sense p ra o torná-lo um “fake snuff” no mínimo aceitável.

August Underground’s Penance (2007)

71kxpY8mITL._SL1000_Depois da decepção que já era esperada com uma esperança vã de melhora no segundo filme, nada mais justo que assistir o terceiro não esperando nada além da perda de tempo (uma hora e meia eu acho). E foi isso mesmo que ocorreu.

O filme tem uns altos e baixos para ter um final de impacto, mas a forma podre, pobre e atuações não convincentes só deixam o filme cada vez mais cagado.

O que ocorre nesse é realmente de contexto extremamente pesado e audacioso, mas ao menos para mim, não dá para elogiar nem denotar repulsa, impacto e blah blah. É ruim não do jeito certo, e ponto.

Conclusão

Para ser sincero, se tu gosta de filmes estilo snuff, found footage e trash é de se arriscar assistir esta trilogia, mas se for tão chato como eu estou sendo de uns tempos para cá, nem passe perto desta coleção de merda com excelentes três defecações com qualidade de diarreia, laxante e intolerância à lactose.

5 Filmes Que Nem Deveriam Existir! (Parte 5)

Aldair voltou meus amigos e amiguinhas com mais um clássico post, para por fim (assim espero) a sua interminável série de filmes horrendos, horríveis e muito ruins que ele sempre indica para vossas senhorias. Espero que vocês sintam tanto medo quanto eu tive ao ler sobre esses filmes péssimos, e caso os viram, comentem!

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5 Filmes Que Nem Deveriam Existir! (Parte 5)

Chegando ao fim de mais uma “Top List”. Serei breve pelo fato dos filmes serem recentes, então eu tô atualmente puto. Enfim vamos pra o texto “Lixão”.

Tomb Raider (2018)

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Quinto Lugar: Desenvolvimento fraco, atuações sessão da tarde, dinâmica deplorável e enredo chato e arrastado.

Posso definir este filme de forma rápida, simples e categórica nesta frase: O game é mais realista e envolvente que o filme.

 

 

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A Invasora (2007)

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Quarto Lugar: O Filme até convence no inicio por se manter um tanto misterioso e subliminar (simbologias satânicas espalhadas pelo cenário), mas quando o gore começa esqueça a lógica, roteiro, coerência e tudo mais. Este filme é uma “boca do inferno sem dentes”, o diretor tacou o f*da-se e espera que tu também. Se você aceitar tudo que ocorre no filme numa boa você tá de “parabéns”.

 

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Um Dia para Viver (2018)

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Terceiro Lugar: Podia fazer um texto imenso dessa desgraça mas resumirei: Se quiser assistir, veja apenas o trailer, empolga e lhe vende muito mais do que o filme em si.

 

 

 

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Dark Crimes (2018)

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Segundo Lugar: Eu jurava que este filme valia a pena, porém é um lixo e para piorar, acredito que todo o elenco acho o mesmo. Por que? Repare bem na empolgação e no trabalho empregado nas atuações e você só chegará a uma conclusão irônica – “Maldito Contrato”.

 

 

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Encontro.com (2017)

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Primeiro Lugar: Esse filme é errado de tantas maneiras, elenco, atuações, enredo, cenas, desenvolvimento, clímax e conclusão medonha.

Pra ser mais direto, este filme é o mesmo que uma descarga entupida e exalando  cheiro de fezes por três dias seguidos. Enfim…

 

 

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E assim chego ao final deste top e espero não voltar a fazê-lo, amém.

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Coringa do Autor Brian Azzarello – Review: Uma HQ Caótica

Aldair não para, e como poucos por aqui sabem, ele é um fã incondicional do Batman. Aqui ele traz a review de uma das hqs (talvez a HQ) que ele mais curte sobre seu vilão preferido: Coringa de Brian Azzarello. Eu ainda não pude ler a hq, mas se tem o Azzarrello como autor e Aldair indica, com certeza vale à pena aquela lida. Vamos à review!

Coringa do Autor Brian Azzarello – Review: Uma HQ Caótica

“É o que ele era, eu acho: uma doença que infectava Gotham City…
…Uma que não tem cura.”

Com esta deixa que começamos esta analise sobre a HQ “Coringa” do autor Brian Azzarello.

Breve Sinopse

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Nesta HQ temos uma historia narrada pelo singelo “Jonny Jonny” (Jonny Frost) um marginal sem muitos feitos que decide buscar o Coringa que foi solto do Asilo Arkham por motivos de “Cura da Insanidade.” Jonny Jonny vê nisto uma possível ascensão ao topo e logo acompanharemos uma narrativa que se degrada na loucura e brutalidade a favor do “fim da piada”.

O Enredo

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Existe muitas coisas a serem fomentadas sobre o desenvolvimento do roteiro desta HQ, a mais simples delas é o desejo do Coringa em tomar o controle de Gotham que ele proclama que é sua por direito.

Temos os sonhos de grandeza de Jonny Jonny que vão se deteriorando ao decorrer da historia o que afeta a narrativa de forma gradativa; os “peões em volta do rei” que desempenham de forma “humilde” suas obrigações com a devida importância para a trama e o Batman que não participa visualmente de nada além do seu desfecho.

Porém tem uma importância, culpa e manipulação (ou vice e versa) das ações do antagonista. Digamos que uns 100%, irei explicar isso mais tarde.

Os Peões

Apesar de Jonny Jonny ser um peão não falarei dele aqui, o próprio merece um tópico só pra ele então por hora me dedicarei aos demais com maior relevância.

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Crocodilo: Fiel capanga que conhece um pouco como funciona a mente do coringa e joga o jogo do próprio de acordo com suas regras demonstrando que apesar da truculência e barbárie ele não é nem um pouco burro.

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Pinguim: Apesar de forçado a cooperar este se mostra hábil e útil o que o torna um sobrevivente adaptado a qualquer circunstância.

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“O Tira”: Peça fundamental na queda de Jonny Jonny. Ele é a representação sarcástica e corrupta da justiça, e personificando como uma piada de mau gosto. Apesar do seu desfecho trágico e merecido, seu valor não pode ser negado.

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Duas Caras: Era pra ser um “vilão” porém sua natureza “frágil” só o faz uma peça que esta no enredo para forçar o final, que vai ocorrer com ou sem ele. Por isso de vilão ele decai pra mero peão e sendo o mais fraco entre os demais.

Violência

Coringa faz com que sua violência e brutalidade seja dividida em aspectos distintos e irei explica-los agora.

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Persuasão: Para conseguir capital financeiro nosso vilão dá um show de performance sendo objetivo, curto e grosso, conseguindo fundo para investimento de forma segura e altamente persuasiva.

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Vingança e Autonegação: Consiste na pura demonstração de poder, arrogância e imprevisibilidade. O Coringa não aceita um não nem tampouco traição.

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Guerra: Para provar que não esta para brincadeira a matança se torna a ordem marcial e quem não atende ligações acaba por arcar com a chuva de sangue em seu quintal.

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Caos: Reinando soberano mostrando que o controle (ou cura como é proposto no âmago do enredo) precisa se tornar vigente pois o inferno esta na terra.

Jonny Jonny

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Sua narrativa começa bem, nos apresentando um sonhador que quase tem seus desejos realizados mas logo a insanidade do antagonista se torna maior que tudo, fazendo-o um mero espectador relatando sua jornada.

Seu casamento e família que guarda em segredo será peça chave de uma manipulação que será sua sina, o que lhe renderá um desfecho humilhante. Sua lealdade ao palhaço será inútil devido sua falta de percepção perante a “doença” que o consome. Seu ego o cegará por tantas vezes que o colocará em perigo, sua crença que faz parte de algo e que é “alguém” quando na verdade ele não é nada tornará seu final cada vez mais previsível. E por fim sua teimosia em tentar entender o diabo o fará cair no inferno. Tudo isso é demonstrado
em suas mudanças de tom na narrativa.

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Apesar de só aparecer no final da HQ o próprio é mencionado pelo Coringa várias vezes deixando a sensação óbvia que o “herói” sabe e vê tudo o que acontece e pior, ele deixa que aconteça. Mas porque não? Só é escoria que esta morrendo não é mesmo? Errado!

Há civis sendo ameaçados e mortos e não há justiça para isso, fazendo do herói morcego um cúmplice e incentivador do caos de seu rival (talvez se morresse um Robin ele interviesse mais cedo… brincadeirinha).

Conclusão

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Poderia falar da arte que esta foda ou do dialogo e da narrativa que estão do caral*o (um desses diálogos esta no começo da analise) mas em volta de tanto spoilers eu espero que possa ter atiçado a sua curiosidade para ler a obra caso ainda não tenha lido.

Até a próxima!

Trilogia da Morte de Nacho Cerdá: Resenha – Grotesco, Peculiar e Imaginável

Nosso bom amigo Aldair retorna para as suas reviews de filmes escatológicos, sombrios, lotados de gore e que causam medo até em mim que gosta tanto de animes grotescos. Venham com ele ver a Trilogia da Morte de Nacho Cerdá, mas tragam lencinho caso vomitem ok? Vamos lá!

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Trilogia da Morte de Nacho Cerdá: Resenha – Grotesco, Peculiar e Imaginável

Nesta breve resenha irei falar de três curtas que compõem uma trilogia peculiar que se concentra no paralelo do bizarro. Uma trilogia interessante e grotesca ao qual tentarei não dar spoilers.

The Awakening (1990)

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Sinopse: Um aluno acaba por dormir durante a aula e percebe que o tempo parou, exceto o dele.

Um curta de oito minutos extremamente rico em simbologia ao qual dá uma imersão desconfortável e de forma agressiva e oportunista , tornando-o  impertinente. Om ótimo começo pra uma Trilogia que aborda a Morte.

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Aftermath (1994)

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Sinopse:Quando todo mundo sai, o último patologista restante começa a acariciar os cadáveres. Então ele rapidamente vai para o cadáver de uma menina morta em um acidente de carro, tira a roupa e começa a executar seu “trabalho” macabro.

Este curta já possui meia hora e deixa os simbolismos de lado pra ir para o horror da mente humana. Nos é apresentado cenas nojentas que resultam em necrofilia. Apesar disso não ser claro desde o inicio não se pode dizer que é spoiler pois seu começo atado ao fim é envolto em “mistério”. Uma observação singela é que nos três curtas não há diálogos, porém neste em especial podemos ouvir a respiração ofegante e gemidos do protagonista. Isso não é nem de longe inconveniente ou desconfortável… É bem pior.

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Genesis (1998)

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Sinopse: Um escultor fica chocado com a morte de sua esposa em um acidente de carro. Ele então decidiu construir uma estátua em sua memória. Mas quando a estátua realista começa a sangrar através das rachaduras no barro, até mesmo a carne do homem começa a mudar e necrosar.

Este curta também possui meia hora e mais uma vez se diferencia dos demais por ser um drama. Um viúvo em ato de desespero e amor à sua falecida esposa tenta com todo empenho fazer uma estátua da amada e a a partir disto veremos uma transformação bizarra até um desfecho dramático e ainda mais sofrível.

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Conclusão

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Sua trilha sonora é bem ambígua e receptiva com a troca de temas e gêneros da trilogias e tornando um dos pontos altos do filme. Apesar de aparentar que estou rendendo elogios a esta trilogia nem tudo é o que parece ser. A mesmo é um tanto quanto fraca e acaba sendo literalmente classificada como “filmes B”, porém tem suas virtudes, bizarras mais tem.

Espero que tenham gostado e até a próxima.

5 Filmes Que Você Já Deveria Ter Assistido! (Parte 5)

Como assim, quer dizer que Aldair retornou para terminar a sua série semi-infinita de Top 5 Filmes que pelas minhas contas já somam mais de 25 filmes? Pois é amiguinhos e amiguinhas, se você está procurando pelo menos 5 filmes maneiros para esse final de semana, vamos cá com ele ver o último Top 5 Filmes que Vocês já Deveria ter Assistido!

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5 Filmes Que Você Já Deveria Ter Assistido! (Parte 5)

O ultimo desta saga que eu tinha esquecido de terminar (risos) espero que gostem do que há por vir e sigam meus conselhos e assistam essa maravilhas.

1408 (2007)

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Quinto lugar: Raramente eu curto os filmes baseados nas obras de Stephen King (fora este, o outro se não me engano foi O Nevoeiro) porém este está de parabéns. O filme lhe entrega algo seco e objetivo, sem entrelinhas, sem enrolação, começa do ponto A e vai até o ponto B sem se perder no caminho, sem pegar atalho, sem falar com terceiros e atrasar a viagem (se entendeu toda essa enrolação de encher linguiça no texto eu agradeço). Ele carece de terror como de costume se concentrando na historia e consequências dos atos, além de que também possui atuações satisfatórias e tem Samuel L. “FUCK” Jackson, logo não preciso falar mais nada.

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Maldição (2005)

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Quarto Lugar: Mais um filme baseado em exorcismo como muitos outros (ultimamente tem tido cada filme bosta de exorcismo quanto filmes do Steve Seagal). O que se destaca neste é sua ideia um tanto quanto simples que só impressiona no seu final apesar de ser de um clichê que admito já ter visto em muitos outros filmes. Neste em específico me deixou muito satisfeito, o roteiro é despreocupado mas não chega a incomodar. Os efeitos especiais e acontecimentos bizarros não são nada que já não tenha visto (apesar que tem um acidente com a carroça que eu praticamente AMEI). Falando assim nem parece que esse filme merece tanto destaque, mas peço que lhe dê uma chance.

Maldição 2005

Edison: Poder e Corrupção (2004)

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Terceiro Lugar: Esse vai ser fácil de indicar e vou explicar o porquê. Pense em um filme que aborda uma justiça corrupta onde quase todo mundo é “fdp” (mais tô falando de “fdp hardcore”) e que tu acaba querendo que maioria morra da pior forma possível, imaginou? Gostou de imaginar isso? então não preciso falar mais nada, assista e tire suas próprias conclusões.

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A Orfã (2009)

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Segundo Lugar: Caraca que atriz, que filme, apesar da historia ser baseada de certa forma em algo real de resto não tem veracidade alguma no roteiro mas f*da-se o filme é muito do ***lho e é bem conhecido, sendo assim se tu já não o conhece corre atrás que vale muito à pena.

A Orfã 2009

Uma Saída de Mestre (2003)

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Primeiro Lugar: Um filme fantástico, com um desenvolvimento muito bom e envolvente, elenco f*a pra baralho, cenas de ações bem feitas, planos de assalto que são uma maravilha e para completar a obra ele possui um humor excelente que é feito na mesma elevação em cada personagem, enfim se ainda não viu tenha certeza que tá perdendo uma excelente película.

Uma Saída de Mestre 2003

E assim que me despeço desta jornada que foi dividida em excelentes cinco partes. Espero que tenham gostado porque não haverá próxima (ou não).

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Batman Ninja – Morcego em sua versão Kawai pra Carai Desu

Primeira analise que faço sobre uma animação e ainda escolhi falar de uma recente do morcegão, a Batman Ninja! É pra comemorar com uma taça de vinho e alguns amendoins. Piadas ruins à parte vamos começar esta resenha logo de uma vez.

Batman Ninja – Morcego em sua versão Kawai pra Carai Desu

Esta animação tem um traço impecável, o que me impressionou bastante, por muitas vezes fiquei admirando a sua arte. Mas nem tudo são flores. O Batman tá com um ultra queixo (*rubro) que me incomodou bastante, não consegui achar coerente e esta é uma das características mais marcante do herói, porém exageram na dose dessa vez.

Outro detalhe que desta vez me deixou em cima do muro em vez de literalmente incomodado foi a cativante Mulher Gato com sua exuberante beleza que continua intacta, só que eu não a reconheci como a Selina que estou acostumado (me refiro as HQ e animações que vi) apesar de muitos dos personagens também estarem com adaptações asiáticas, a dela pra mim foi a mais significativa e que mostrou mais mudanças.

Tem muitas referencias do Batman clássico até o atual mescladas: é claro, com cenas e acontecimentos clássicos das obras asiáticas, algumas são divertidas outras são legais mais algumas são um tanto quanto incompatíveis e acredito eu pra cativar o público nipônico ou para fãs do gênero anime.

O enredo e como um roteiro de uma HQ solo do Batman que você considera com a classificação “OK” porque tem aquela mistura de altos e baixos que o equilibra em uma nota não muito em cima da média.

Suas lutas são incríveis e o velho clichê de rivalidade do Batman com o Coringa se mantém presente apesar de ser um tanto quanto fraco nesta obra. Os demais vilões e mocinhos desempenham papeis secundários sem muito ou nenhum destaque dando um foco embaçado pra Mulher Gato e Arlequina e o principal para os eternos rivais.

Até o Gorila Grodd que deveria ter um destaque por sua natureza na trama principal é deixado de lado (ele participa mas efetivamente que os demais vilões só que se for analisar poderia ter sido melhor).

Por conta do uso destes clichês, mesclar cultura “Asian” com o que conhecemos do Batman eu posso concluir dizendo que é uma animação que vale à pena assistir se encantando com a arte mas não tendo a mesma admiração pelo enredo e desenvolvimento e se satisfazendo com a ação rendendo uma boa diversão (Formula Marvel… tô brincando) descompromissada finalizando com uma nota 6.5. Espero que tenham gostado e até a próxima.