Infinite, Stratovarius – Resenha: Quando a busca pelo Infinito alcança o Power Metal!

Bem-vindos meus queridos amigos e amigas, ao final deste especial de resenha sobre o Stratovarius. Se quiser, aproveitem e leiam os textos sobre Visions e Destiny. Neste aqui nos encontramos com o belíssimo álbum de power metal, Infinite. Espero que curtam — é uma obrigação!

Infinite, Stratovarius – Resenha: Quando a busca pelo Infinito alcança o Power Metal!

infinitewallResenha de Álbuns do Stratovarius

Visions> Destiny> Infinite

Olá galerinha boa curtidora do bom heavy metal (e claro, do power metal!). E finalmente estamos chegando ao final das reviews “Stratovarius” aqui no Afontegeek — e meio que já estou me preparando para as que virão dos álbuns do Therion!

Voltando ao assunto, como acabei (principalmente em Destiny) falando de todas as músicas quase por inteiras, desta vez vou falar um pouco do Stratovarius, contar um pouco da história do álbum dando uma opinião geral, e claro como sempre, colocar as músicas que considero as melhores do CD!

A História do Infinite

Primeira coisa a se deixar claro é que nome do álbum é Infinite e o nome da música épica do final se chama Infinity (final com E e final com Y). Pois muito bem, o Infinite é o oitavo álbum de estúdio dos caras, lançado em 28 de fevereiro de 2000. E se espantem, o álbum alcançou o NÚMERO 1 no Finnish albums chart (Finlândia) e ficou em primeiro por nove semanas — alcançando o top 100 em mais outros seis países.

Hunting High and Low (Clipe)

Letras: Timo Kotipelto

Refrão

I am Hunting High and Low
(Eu estou perseguindo em todos os lados)
diving from the sky above
(Mergulhando do céu e além mais
looking for, more and more, once again
(procurando por, mais e mais e outra vez)
I’m Hunting High and Low
(Eu estou perseguindo em todos os lados)
Sometimes I may win sometimes I’ll lose
(Algumas vezes eu ganho, outras eu perco)
It’s just a game that I play
(Isso é apenas um jogo que eu jogo)

Enquanto o isso, o single (com clipe) Hunting High and Low ficou em quarto no Finnish singles chart. Já o álbum, recebeu em Junho de 2003 um selo de PLATINA por ter vendido 21,907 cópias, “Oh Baby Yeah!”. Ou seja, o Infinite é um sucesso de publico total pessoal.

Quatro músicas foram lançadas em diferentes versões internacionais, sendo elas: Why Are We Here?, It’s a Mystery, What Can I Say? e Keep The Flame, todas lançadas depois no Intermission (um álbum compilação dos caras).

Stratovarius-Infinite-CD

Só para referência mesmo:
(Todos países com bom gosto musical, hehehe)

Finnish albums chart: 01
German albums chart: 28
Japanese albums chart: 29
Greek albums chart: 32
Italian albums chart: 34
Swedish albums chart: 63
Polish albums chart: 71

As Músicas e o Álbum em si

O Álbum

Stratovarius-Infinite-Interior_Trasera

O álbum eu diria que é meio que uma continuação “musical” do Visions e do Destiny. Na verdade é um trabalho diferente (se vê mais riffs, assim como Kotipelto fazendo coisas mágicas com seu vocal em algumas canções). Mas digamos que não houve uma mudança muito grande: continua power metal como sempre — diferente do “Black Album” do Stratovarius, pós-Elements.

Creio que dá para comentar que é um cd mais pesado comparado com os outros dois, mas não muito. Falo isso porque os primeiros trabalhos do Stratovarius tinham ainda muita influência do Black Sabbath e aquilo sim dá para dizer que tinha algum peso.

Phoenix

Letras: Tolkki

Refrão

Like the Phoenix I rise
(Como a fênix eu voo)
From the ashes of life
(Das cinzas da vida)
I don’t need fortune or fame
(Eu não preciso de fortuna ou fama)
Just some peace of mind
(Apenas algumas paz de espírito)

Like the Phoenix I fly
(Como a fênix eu voo)
leaving the lies behind
(Deixando as mentiras para trás)
Future’s golden for me
(O futuro brilha para mim)
There is no one who can stop me now
(Não há ninguém que possa me parar Agora!)

No geral, é um “puta bom álbum”, com músicas investindo mais nas temáticas da Natureza e também das de “Não te fazer desistir nunca”, que são bem comuns nos trabalhos deles. Acho que senti falta de uma sonoridade mais épica, mais profunda, e de temas universais: sobre o Tempo, o Destino ou sobre o místico por exemplo.

A única música que ainda carrega essa “vibe” Stratovarius é a Infinity, que tem um dos melhores finais de música de toda a história do metal — é por causa dela que o álbum está sendo resenhado.

As músicas

Das músicas, destaque para Hunting High and Low (que eu canto muito até hoje, por conseguir me colocar para cima), Millennium, que já tem o Kotipelto começando a mostrar o que faria no refrão de Infinity, Phoenix e Glory of the World, ambas que eu realmente adoro, mas Glory eu acho que conta um clima mais grandioso e curto mais.

Glory of the World

Letras: Jens Johansson

Refrão

A maravilha de tudo
Meu coração estava cego, mas agora eu vejo
Eu conheço o poder e a Glória do Mundo
Eu respirei fundo e agora eu sou livre
Eu sinto a glória do mundo

Freedom que também tem uma letra que me coloca para cima; It’s a Mystery e Why Are We Here?, ambas “bonus track”. A primeira trazendo o mistério dos Maias e por isso é bem Metal, e a segunda trazendo mais ou menos o tema da Infinty também.

O álbum fecha maravilhosamente claro, com a Infinity, que é uma das melhores músicas épicas do Stratovarius, e nos faz perguntas como: “Para aonde nós vamos daqui? – INFINITO”.

Conclusão

Os temas do Stratovarius

Stratovarius-Infinite-Frontal

É realmente uma pena quando a gente para pensar, e percebe que justamente no Elements (que veio depois do Infinite), o Stratovarius deixa para trás toda a sua veia “mística” — meio que já vinha abandonando no Infinite — que é uma das coisas que mais me maravilham na banda.

Também é preciso falar que acabou ficando um gostinho de “repetição” dos outros álbuns no Elements, mesmo com algumas músicas épicas (Eagleheart, Elements, Alpha & Omega, Know the Difference, Awake the Giant, Papillon, etc.).

Infinity

Letras: Tolkki

Refrão

Infinito – Para onde vamos daqui?
Infinito – Para onde vamos daqui?
Infinito – Para onde vamos?
Infinito – Para onde vamos daqui?

Final da música

Você faz seu próprio caminho
Enquanto você estiver aqui
Encontre seu lugar na vida
Faça seus sonhos se realizarem
Há muito mais que isso
Um milhão de modos de viver
Destranque a porta
Para o universo com amor
Liberte sua alma

Acho que dos temas principais da banda, o que a faz ter um tom épico na maioria dos álbuns, são justamente as letras:

Que colocam a gente pra cima, dizendo que vamos conseguir apesar de tudo, que nos fazem perguntas sobre nós mesmos (“Você é um lobo em pele de cordeiro?”), junto com as que falam sobre o Universo, o Destino, o Tempo. Ambos que acabam por fazer as músicas nelas mesmas, realmente maravilhosas, de outro planeta.

Sorte à Banda e ouçam o Infinite!

Stratovarius-Infinite-Trasera

Fica aquele desejo para o Kotipelto (que agora virou o líder da banda, com a saída do guitarrista e letrista épico, Timo Tolki), que ele volte a retomar estes temas mais universais, assim como sobre nossas vidas mesmo.

Freedom

Letras: Tolkki

Refrão

Como o vento eu estou livre para ir a qualquer lugar
Eu tenho minha música, ela dança no ar
Agora eu sei o que farei com minha vida
E você ouvirá meu chamado de liberdade!

Acho que no álbum Nemesis já tivemos uma “subida” — se comparado aos outros primeiros sem o Tolki — mesmo que ainda sinta falta daqueles riffs inconfundíveis do “gordinho mito”. E desejo isso (a volta dos temas universais), apesar de saber que letras como as do Destiny ou do Visions, provavelmente nem mais o gordinho da guitarra mitológica possa fazer novamente.

Enfim, espero que tenham curtido, ouçam galerinha, ouçam todos os três álbuns, curtam muito o Infinite que é quase o fechar de uma Era no Power Metal, e valeuzão demais a companhia! Metal para todos!

It’s a Mystery

Letras: Timo Kotipelto

Refrão

O que aconteceu então?
Foi uma estranha doença que matou a quase todos?
Ou teria sido a fome causada pela seca e um sol escaldante?
É um mistério – a maneira como eles desaparecem
Agora é história – nunca saberemos

Abraços!

Fonte:
Wikipedia (ING): [Link]

2 Respostas para “Infinite, Stratovarius – Resenha: Quando a busca pelo Infinito alcança o Power Metal!

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