School Days – Critica do Anime: Porque Malhação é para os fracos!

E vamos nós para mais uma Crítica aqui no Afontegeek, desta vez sobre o anime School Days. Este é um texto sem spoilers, portanto não precisa ficar preocupado. Se quiser ver a Review sobre o anime com spoilers, basta Clicar Aqui! Vem comigo!

Essa carinha de felicidade é só para enganar, porque elas Sofrem pacas!

School Days – Critica do Anime: Porque Malhação é para os fracos!

E lá vamos nós para mais uma crítica numa série de textos que  tenho aqui no humilde bloguinho sobre animes, como Nazo no Kanojo X e Guilty Crown — cliquem nos links para ler. Mas hoje nós vamos falar de um anime cujo público alvo é…

Essa crítica terá nessa ordem, Roteiro e Direção, Trilha Sonora, Character Design e Personagens, Historia e Enredo, lembrando que sem spoilers. Somente no texto sobre a Review de School Days (com spoilers) que a gente  discute como amigos e com toda a humildade de um simples nerd, o Sentido da obra como um todo.

-E qual o público do anime, afinal?!

Antes disso porém, The Mine Sinopse!

School Days se trata de um um anime meio-Harém/Echii e Seinen (não é  romance, nem tragédia…) que conta a estória do estudante de ensino médio Makoto Ito cujo vem admirando uma mina peituda durante a ida para o colégio, no metrô. O nome da moçoila: Katsura Kotonoha. Ele meio “sem querer” tira a foto da ‘pequena’ pelo celular.

Ao chegar na escola e sentado ao lado da (quero uma para mim!) Sekai Saionji, que acaba vendo a foto também sem querer, promete unir os pombinhos. Depois de ambos se conhecerem graças às intervenções da casamenteira, esta que de boba não tinha nada, pede e rouba como pagamento um beijo, do Charlie Harper japonês…e ai, começaram os problemas.

Agora… Vamos à Crítica!

Roteiro e Direção.

Quero uma Sekai pra mim *-*

Nos últimos tempos andei vendo alguns animes cujos roteiros pareciam seguir uma certa linha de argumentação, mas que depois viraram 180º. Apesar da virada, mantiveram a linha do roteiro. E é quase isso que ocorre nesse belo anime. Apesar de parecer que a história muda de uma hora para outra, ou que mesmo o estilo do roteiro se transforma — de um Roteiro Clássico para um Moderno — a coisa se mantém.

Tanto o roteiro é clássico e comum, quanto a própria história cuja permanece seguindo a mesma linha argumentativa desde o início. Não vou falar mais do que isso… Porque quero falar da história, na História, claaaro! Sobre a Direção, posso dizer que ela foi extremamente inteligente. Apesar de parecer que estamos vendo um Harém, o diretor escolhe por motivos que ficam óbvios depois, dar ênfase ao sentimento das meninas.

Ou seja, se você espera ver um cara feliz se dando bem com as moçoilas, tire o cavalinho da chuva. Aqui o negócio é o inverso. O que vemos são os sentimentos delas, sofrendo muito porque o cara é um pegador. A coisa só não fica insuportavelmente chata porque mais uma vez o diretor ou diretora foi um gênio. Encheu o anime com ecchi não houvesse choro.

Trilha Sonora

Taí um coisa interessante. Eu como bom metaleiro e tocador de violão, acho que tenho um ouvido musical. Pois é, as lembranças não são boas da trilha sonora dessa animação. Não que ela seja ruim/péssima, mas só pelo fato de não chamar minha atenção, posso dizer que foi regular. Também não lembro dela ter atrapalhado enquanto eu assistia. Por incrível que pareça recordo de ótimos minutos de silêncio enquanto via o anime. Fiquemos com regular.

Character Design e Personagens

isso não vai dar certo…

Agora o bicho pega. Eu simplesmente odiei o character design dessa animação. Demorei uns três episódios só para saber quem era quem — tirando a Kotonoha porque ela tem peitos. Até os meninos não se diferenciavam muito das meninas!

Aqueles olhos grandes… Acho que a única coisa que posso falar bem é sobre o ecchi. Não bem como obra de arte — que eu já vi, como em Futari Ecchi — mas tenho certeza que os fãs vão adorar cenas assim: “Meninas sentadas conversando sobre os namorados. O câmera-man japonês vem de baixo da saia e sobe para os olhos. Depois desce para o sutiã…”

Sobre os personagens, o anime não é focado na descoberta sexual do Makoto, ou no que os guris podem sentir. Estamos falando abertamente das meninas aqui. O problema é que ao menos eu, não vi a profundidade necessária para se construir uma personagem. Vou explicar. Um ‘alguém’ que você cria enquanto escreve, não possui somente seus gostos, crenças e motivações. Ele possui toda uma forma de lidar com certas situações, na descoberta do mundo, e tudo influi muito com as crenças anteriores. Complicado não?

Setsuna, sou seu fã! Mas prefiro a Sekai..hehe

Aqui não senti algo assim. Temos “a menina que gosta do cara e vai fazer de tudo para ficar com ele“, “a menina tímida crescida num ambiente cultural japonês clássico“, “a baixinha cheia de sentimentos escondidos”.

E por ai vai. Num termo lógico, digamos que são Representações Gerais de pessoas cujas devam existir. São como ideias que fazemos de algo. Por exemplo, quando digo ‘cadeira‘ falo de todas as cadeiras.

Quando digo ‘menina tímida’ falo de todas as meninas tímidas. E não de uma em especial, cuja maneira de sentir o mundo difere de todas as outras, como você leitora que pode estar me lendo.

Portanto, apesar de haver uma exploração tremenda e excelente do universo feminino, não sentimos elas ‘vivas‘, mas ao meu ver, aspectos gerais de certas personalidades: “A menina que gosta de dar, vai dar; a tímida não gosta de ser tocada”. Etc, etc.

Historia e Enredo

Como mulher sofre…meio novela né?

O enredo se mostrou muito interessante. Por mais que pareça mudar seus caminhos no decorrer da história — eu tomei vários sustos! — ele é muito pontual. Sabe bem quais caminhos está seguindo desde o início, e mesmo que você não perceba num primeiro momento o que deve acontecer, vai gostar do que se dá. Taí, gostei muito do enredo.

A história meus amigos, é que o couro come. Como disse acima, não houve uma mudança de paradigma em momento algum, mas ela vai te espantar; ao menos eu senti esse espanto. De maneira geral, o anime que fala para as meninas — e mantém os meninos assistindo pelo ecchi, porque tem um objetivo próprio — mantém o tempo todo um sentido dual. Que explico melhor na Review (com spoilers).

Conclusão

A Tímida ou a Safadinha, qual você escolhe?

Temos altas doses de ecchi. Adianto que o anime vai te dar alguns (ótimos) sustos. Vai te prender para saber até aonde a pegação do Don Makoto vai parar, ao mesmo tempo que vai te fazer sofrer bastante com as pobres das meninas. Que lado você escolheria? Ser um menina que vai mesmo buscar o seu amor, mesmo que sendo de outra, ou Aquela que por ter sido criada de uma forma mais dura, cresce tímida e é traída pelo seu amado? Você se negaria como pessoa em algum momento, por ele, sendo qualquer uma das duas?

-O público alvo é o feminino, mas por algum motivo, o autor/diretor quer os guris vejam também. Claro que o ecchi é para geral, mas vocês entenderam.

Se recomendo? Recomendo pacas, desde que você tenha coração e figado fortes! O final também vale muiito à pena os 12 ep, hehe. E só posso falar mais da obra dando Spoiler…Então clique aqui para ver o Conversando sobre Animes de School Days, que já está online! E ele não é bem um harém, não é romance, não é tragédia nem drama. Por quê? Só teremos a resposta no Conversando sobre o sentido da obra 😉

Ficha do Anime:
Light Novel/Autor:Tome Okada
Mangá/Autor:Sakazuki Homare
Anime/Direção: Keitaro Motonaga
Estúdio:TNK/ Nº de episódios: 12

Nota do anime:
8,0/10 na escala Geass,
onde só Code Geass é 10, 🙂

Abraços!

7 comentários em “School Days – Critica do Anime: Porque Malhação é para os fracos!”

  1. Sério. Não acredito que li essa crítica… kkkkkkk | História totalmente sem nexo… O mangá é bem mais coerente, mas nos dois últimos cap. desanda tudo… No anime eles tentam criar toda uma motivação só pra justificar todo o final, mas tudo fica bem mal construído e nada se justifica no final. Não imaginei em toda minha que poderia existir uma obra tão ruim.

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      1. Fala victor! Então… n sei te dizer viu man. Mas vamos lembrar que School Days foi lançado como Visual Novel (game erogue) então não duvido que existam váaarios finais diferentes.

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