Nazo no Kanojo X – Review de Anime: A Verdadeira Ligação de Amor que pode Existir entre um Casal!

E no Conversando sobre Animes de hoje, temos uma review de um dos meus animes preferidos: Nazo no Kanojo X (Mysterious Girlfriend X). Isso mesmo meus amigos, aquele anime do cuspe que muita gente fala. Boa leitura!

Urabe fica linda quando sorri. – Mas não existe!!

Hoje trago para vocês um texto com Quilos e quilos DE SPOILERS, então se você leitor desavisado ainda não viu o anime, veja seu, seu, desavisado[a]! E aqui temos o Link da Critica, para quem quiser ver como ficou!

Nazo no Kanojo X – Review de Anime: A Verdadeira Ligação de Amor que pode Existir entre um Casal

Bom, eu não vou colocar aqui um argumento poderoso — afff — como eu quero fazer com o texto sobre Death Note, mas quero dividir com os amigos minhas singelas palavras sobre essa obra, que no começo eu quase vomitei junto com a Urabe no primeiro episódio, e depois quase chorei junto com os dois, segurando no túmulo da mãe do Akira e trocando baba — mano, aquilo foi Bonito ou Nojento? Eu sei lá!

O Mistério

A primeira coisa é sobre o mistério. Bom até agora nos 13 episódios, têm algumas coisas interessantes sobre a Urabe. Ela sempre aparece sem seus pais na sua casa, sempre parece que ninguém mora com ela e uma coisa que me intriga muito são as imagens sobre Aliens e ETs que pipocam no quarto da garota.

Kawaaai!!

Eu tenho um colega [Fala GivaMaster], um grande guru dos animes, que quase sempre adivinhou tudo o que aconteceria, como o retorno da Aika Hayakawa, que foi algo realmente incrível — essa mina cheia de ardis para separar nosso casal preferido.

E ele acha, mais ou menos, que a Urabe é forçada a morar sozinha por ser quem sabe, irmã da Momoka, talvez por causa de alguma outra coisa, como trabalhar à noite, ou da família, ou mesmo algo meio Chuck. Eu confesso que Se ela não for um Alien — rsrs — penso que deve ser por ai mesmo — uma mina normal que por algum motivo muito dolorido, mora sozinha, e que convenhamos, assim como Spilberg, gosta de uns etês…

No episódio 12 [9,47min], Aparecem as fotos do Caso Roswell, [primeira aparição de disco voador documentada no ocidente] e até a data: 1947 .

 

E o cuspe?!

Bom, sendo ela uma garota normal, como acontece isso do cuspe véio?!
Como ela troca sentimentos, ou mesmo vontades através dele?! Olha, taí uma coisa que caso não seja de fundo psicológico — apesar de que o ‘fenômeno’ “realmente” ocorre — não tenho a mínima ideia.
Chama o Mister M!!

No episódio 8  [7,4min], podemos ver uma descida de um disco voador num quadro, e numa outro foto, tem uma nave espacial que se parece com a cápsula  Freedom americana.

Surgiu até uma possibilidade no mangá do “que é” a Urabe, num arco mais à frente, mas ela parece meio absurda. — e também vou guardar segredo, porque com tanto talento no time do anime, quero ver é animado.

Tudo o que têm de Esquisito…

Ahhh, Mutley, faça alguma coisaaa!

Também outros pontos interessante são justamente as Parafilias — os modos diferentes de sentir prazer — o uso simbólico desmedido — aquele sonho onde a Urabe está com um urso amarrado na cabeça antes “daquilo”, foi terrível!

A própria tesoura, que é mesmo símbolo das nossas queridas lésbicas, os limões do sexo explícito de Yaoi[s], a junção de desenhos sacros com figuras “malvadinhas”, a relação de Sêmen-Cuspe, ou ainda, a que eu realmente gosto, o desabrochar para o sexo, da flor e da borboleta.
Está tudo lá, e é isso mesmo, ao menos é o que pensa esse nerd que não entende de animes. — algumas dessas cenas quase me fizeram querer matar o autor.

Eu fiquei com um dúvida tremenda por conta disso tudo

Essa cena é uma das melhores de todo o anime — Vai Tsubakii!!

Por que um autor que constrói tão lindamente personagens femininas, que sabe como contar uma história de amor, coloca essas coisas? A resposta veio no episódio 11, na frase que Oka diz:
“-De todo modo, o que vocês duas estão pensando de ficarem ai peladas no meio da sala? E a Hayakawa sorrindo: – O que nós estamos fazendo peladas aqui?” Me fizeram chegar numa conclusão. Sobre tudo.

A Conclusão fooooi:

Isso mesmo, mas kawaai que isso…

Sobre o mistério do elo do cuspe, dela ser Alien, um Clone, uma menina até agora sem família, dos simbolismos, do sentido da obra de ensinar a seu público como realmente são os relacionamentos, como é o desabrochar sexual. O autor faz isso tudo, porque ele pode. Ele é o autor. Ele faz o que ele quer na obra dele. Afinal tudo junto funciona tão bem que estou escrevendo sobre isso.

Sim, ele é um gênio, e no seu mundo, ele pode fazer o que quiser, afinal ele é o autor dessa pérola, não é mesmo Oka?

– E você fã de Nazo, o que acha?

Um pequeno Comentário a mais!

ova de nazo

Sobre o Beijo e a ligação entre os dois é exatamente isso. Na verdade ele fala (o autor fala no mangá) além dos diversos assuntos que eu cito em ambas as críticas, o Crescer como um todo, como pessoa, no amor.

Beijar e Sexo não significa crescer de fato, crescer como um casal, mas sim, o que o faz, é uma ligação emocional que é criada a partir deste sentimento que cresce aos poucos e que se torna tão poderoso, a ponto da Urabe saber o que o Tsubaki está pensando (e raras vezes, vice-versa).

Eu revi um pouco essa minha opinião graças ao amigo Nekomimi que já vinha me alertando sobre isso há bastante tempo. Valeu amigo!

Abraços aos nerds, firmeza pros otakus!

12 Respostas para “Nazo no Kanojo X – Review de Anime: A Verdadeira Ligação de Amor que pode Existir entre um Casal!

  1. DEMAIS ! Eu nunca tinha notado as paradas dos Et’s. Agora fiquei mais intrigada do que ja tava, sempre achei estranho isso dos pais dela nunca aparecerem. Sobre o conclusão: perfeita. Essa frase da Oka me lembrou um pouco o livro “o mundo de sofia” (comparar anime com romances sobre a historia da filosofia? Sim eu sou meio louca)
    Enfim, Parabéns

    • Oi de novo Mand🙂 é a coisa mais normal do mundo. Agnt acha influencias heideggerianas e cartesianas sempre, na vdd vc ta é certissima! e bom brigado viu menina, eu to ate agora meio encasquetado com os ets, rsrs! e serio, eu acho esse mangaká um cara genial. agora é torcer para a 2º temp, rsrs😉, bjocas!

  2. Não há dúvidas de que Nazo no Kanojo X agradou não só a mim, mas também a muita gente, ao mesmo tempo que dividiu opiniões entre os fãs de animes, otakus e público em geral.
    Mesmo passados meses depois do fim da mini-série (uma pena terem feito apenas 13 episódios), eu ainda a considero “a série do ano”(e olha que o ano não acabou ainda). Muito difícilmente haverá uma série tão carismática (quem é que não sentiu empatia por Urabe, Tsubaki, Oka, Ueno, etc.?), com um roteiro, enredo e trama muito bos, doses moderadas de ecchi, belos cenários (as cenas dos sonhos de Tsubaki têm um que de nostálgico) e as músicas bem colocadas, entre outras coisas.
    Sobre a questão da baba da Mikoto na série:
    Se vocês derem uma olhada no site do Sankaku Complex, um site em inglês sobre mangá, anime, hentai, games, matérias sobre o Japão, China, Coréia do Sul, etc. e procurarem pelos posts sobre Nazo no Kanojo X, encontrarão nos comentários uma explicação bem plausível sobre o porquê da troca de baba entre os dois (Akira Tsubaki e Mikoto Urabe).
    Segundo alguns comentários postados por fãs da série, a troca de baba seria equivalente ao convencional beijo na boca, já que quando duas pessoas se beijam na boca (principalmente se for um beijo de língua), há uma troca de saliva entre os dois, e é isso que acontece na série, só que de forma mais discreta, evitando o contato labial.
    No Japão, o beijo era visto (e provavelmente ainda é) como um primeiro passo para o ato sexual, e por isso era reservado para ocasiões muito íntimas, como a lua-de-mel Sendo assim, dá para entender o porquê de Urabe se limitar a dar a sua saliva para o Tsubaki lamber, já que ela ainda não estava a fim de transar com ele…pelo menos até que chegue o momento, coisa que só ela pode decidir, já que ela (Urabe) é dona de seu próprio corpo. E é até possível que isso (o ato sexual) só aconteça depois que os dois se casarem (ou seja, na lua-de-mel). Isso explica também o porquê de ela levar aquela tesoura presa à calcinha. Ou alguém duvida de que aquela tesoura é uma eficaz arma de defesa pessoal e que ela pode usá-la para defender sua virgindade?
    Sobre aquela questão do beijo no Japão, a informação pode ser encontrada nesse endereço abaixo:
    http://www.geocities.ws/hannya
    Aliás, essa informação que aparece no site foi transcrita do exemplar n°13 do mangá “Ranma 1/2” (a primeira versão do mangá no Brasil, que foi publicada em 2000, pela Editora Animangá), na segunda página, num artigo intitulado “Curiosidade: O Tabu do Beijo” Fica aqui a informação para quem quiser conferir.
    Um internauta que postou um comentário sobre a questão da baba da personagem disse que a primeira coisa que veio à mente dele foi uma obra da literatura brasileira. “A Paixão Segundo G.H.”, na qual uma mulher coloca, por curiosidade, uma barata na boca (ainda bem que, no caso da Urabe, não havia barata nenhuma, só baba).
    Para quem quiser saber mais sobre esse ponto de vista, eis o link abaixo:
    http://www.subeteanimes.com/2012/07/nazo-no-kanojo-x-uma-temporada-em.html

    • Nekomimi meu amigo, isso q é ser bem esclarecedor em cara?! rsrs, bom eu vou responder esse e seu outro coment por parts, pq afinal, samo tudo fã de nazo, hehe! “Não…entre outras coisas.” Até esse parte eu concordo discordando. Primeiro, sabemos q a maioria do publico otaku nao gostou da serie por nao entender ou por simplesmente nao gostar e ponto, dos “n” motivos da animação. Então, afirmar isso é meio dificultoso. Ate pq temos um roteiro moderno nele — q nao costuma agradar muito — muita coisa nojenta e tals. E bom, carisma…eu fico mais com oq afirmei na critica “personagens femininos muito densos e completos”. “No Japão, o beijo era visto (e provavelmente ainda é) como um primeiro passo para o ato sexual, e por isso era reservado para ocasiões muito íntimas, como a lua-de-mel…” Essa parte de seu comentário me deixou imensamente intrigado na verdade. Antes de eu ver qlqr anime eu pesquisei MUITO sobre a cultura japonesa e nada me apontou para tal informação [mas nao me espanto muito nao]. Como diz o Tio do Jack Chan, PESQUISA!! fui pesquisar. Achei o link q vc tentou indicar e deixo aq 2 parágrafos do texto para elucidar um pouco “…beijo era visto pelos japoneses como primeiro passo do ato sexual, e por isso, era algo reservado para ocasiões muito íntimas, como a lua-de-mel. Em público, nem pensar.” e “Só depois da Segunda Guerra Mundial, com a influência americana no Japão, é que o ato de beijar passou a ser mais tolerado e visto como mera demonstração de afeto.inclusive, a palavra “kissu” (kiss) integrou-se ao idioma japonês..” [http://www.geocities.ws/hannya_luther/txt/ranmabeijo.htm] pois Bem, é claro e obvio que estamos falando de “tentar beijar” em nazo [o cuspe], e sabemos q urabe é EXTREMAMENTE TÍMIDA. Contudo, por mais q o autor esteja brincando com a situação do beijo — oq eu realmente duvido muito — ele está citando muito mais coisa do q isso. Como mostrei nos textos, estamos falando de elos emocionais [anímicos/psíquicos] que mexem mesmo na vontade de ambos os indivíduos. Sem contar na própria Parafilia q envolve o cuspe [sêmen-cuspe]. Eu li um pouco a resenha feita no subete, e como ficou claro no meu texto, eu discordo inteiramente do ponto de vista dele — sobre a animação ter sido feito só para meninos — mas concordo um pouco com o mistério q envolve dona urabe. Falo isso até pq li Todos os Cap. do Mangá, e posso afirmar q animação foi muito mais “inteira” digamos assim. De resto, fico feliz em aprender um pouco mais sobre o japão, pq eu sigo oq o grande Obelix falava para seu inseparável amigo de viagens Asterix: “Esses romanos são uns neuróticos!” e era respondido por “Calma Obelix, cada povo tem sua cultura!” Eu de cá, considero por tudo q vi, q esse “drama do beijo” não esteja mais com tanta força [pelos animes e citando o chefe-master pelos filmes jpns tbm]. Nao q ele nao indique o ato sexual nos costumes nipônicos [para mim é provável], contudo, é algo para se pensar entendo eu, de outra forma. Como nao somos japoneses e nao vivemos seus costumes, temos q entender de um ponto de vista o mais amplo e histórico possível [só vivendo la para saber], oq nos leva às parafilias/simbolismos desmedidos. Mas eu resolvo essa questão nesse post msm😉. E bom, espero q vc tenha gostado do “sentido” da obra, até pq o próprio autor fala um pouco disso no manga [n recordo o cap. dele falando do sucesso inesperado d nazo, onde ele forçado pelo editor “recriou a historia”. lembrando q so vim ler o manga agora, MUITO dpois do texto ;)] ps:tô bombando!

  3. Uma coisa que passou desapercebida para mim 9e que só agora eu pude perceber) foi a referência aos limões que aparecem no Opening da série. Só que, diferente do que você disse, os limões têm outro significado que não o yaoi.
    É bem possível que os limões que aparecem na abertura da série sejam uma referência sexual mais relacionada ao universo do hentai da década de 1980.
    Isso porque naquela época havia uma série de animes hentai, intitulada “Cream Lemon” (no Brasil, onde a primeira fase da série chegou a ser lançada, ela foi rebatizada com o sugestivo nome “Sonhos Molhados”., pela extinta distribuidora de vídeos Everest Vídeo).
    Segundo matéria sobre a série. publicada na extinta revista Vídeo News (para ser mais exato, no encarte chamado Vídeo News/Erótico), o nome Cream Lemon (Creme com Limão) têm um duplo sentido linguístico, podendo significar também “algo que penetra”.
    Como no Brasil, o título original não teria essa ambiguidade, decidiram mudar o título para outro que tenha o mesmo efeito. Chegaram a fazer um concurso através da revista, no qual os leitores mandariam quantas sugestões quisessem. Quase 4 mil cartas foram enviadas, contendo sugestões de títulos para a série, e o título pelo qual foi conhecida a série no Brasil foi escolhido entre os mais criativos enviados pelos leitores. E foi assim que “Cream Lemon” foi rebatizada com o sugestivo nome “Sonhos Molhados” (tenho uma cópia escaneada da página da referida revista. Se quiserem, eu posso mandar a cópia por e-mail para que possam ver (e ler) a matéria.
    Havia também duas séries que tinham nomes quase parecidos: Lemon Angel (série produzida para o horário da madrugada pelo mesmo estúdio que produziu Cream Lemon) e YJ(Young Jump) Lemon Angel (esta mini-série de OVA teve origem numa série de mangá intitulada “Lemon Angel”, de Jun Watabe. A mudança de nome da versão anime foi provavelmente para não ser confundida com a série homônima citada antes. Nota: não confundir com outra série lançada em 2006, intitulada Lemon Angel Project).

    • Meu amigo Nekomimi, q aula de hentai em?! Eu nem sei oq dizer, e dessa vez nem vou me dar o trab de pesquisar, eu realmente acredito em vc. A trad. literal do ‘Cream Lemon’ realmente ficaria por ai, mas eu n encontro a partir dessa nenhuma referência q me leve a dizer ‘algo q penetre’ só no inglês. Talvez haja no japones ou msm no próprio ing numa trad. linguistica que desconheço. A história citada por vc — cuja só um otaku realmente poderia saber — é realmente impressionante. Eu aq concordo inteiramente viu man. Continuo pensando no lemon do universo yaoi — pq a relação de urabe/tsubaki é de dominadora e dominado — ao mesmo q agora nesse universo hentai dos anos 80 q vc citou. Para mim, sao os 2😉 e eu fico mega feliz de ter chegado perto acerca da simbologia do anime/manga — oq sempre me levou a ser contra q pessoas muito jovens vissem a obra, até por n serem seu público alvo. Voltando a questao do beijo que vc cita antes, caara, eu pensei muito sobre. Não acho q ele coloque essa questao em todo o universo da obra — ou seja, n é para todos os casais — mas msm sem podermos ter certeza, pode ser mais uma questao tratada pelo ueshiba. E ainda muito em voga para seu público alvo q n sabe como lidar num relacionamento a 2 — n tenho dúvidas q ele fala para adultos. Sobre Ramma tbm, dpois de pensar sobre as ‘primeiras impressões’ q escrevi, n pude n lembrar desse anime, cujo acho ao menos os character design parecidissimos com o traços de Nazo. Ou seja, se a historia de ramma for tao ‘despretensiosa’ qnt a da nossa querida Urabe, seria msm possivel q ele tenha tomado ela como influência — como na cena q Tsubaki nada atrás de Urabe, e ela resolve mostrar a canga, cuja é parecidissima com uma cena do anime Golden Boy aonde o Kintaro nada bem atrás da fessora de natação. É claro q ueshiba tomou essa cena do ‘estudante’ como influência e vejo como provável q tbm seja assim com Rama, ao menos no estilo e na abordagem, msm q Não sobre o beijo. Mas é uma possibilidade q infelizmente só poderemos saber dpois de um tempo — SE eles se beijarem e Urabe falar “pronto agora eu posso transar com vc”. Aproveitando cara, quero trocar email contigo para conversarmos [tree_egggs@hotmail.com], caso quiser discutir sobre Nazo e outras animações via msn. E tem noticias do ova? Abraços cara! E q aula em?!

  4. Sobre as semelhanças entre os personagens de Nazo no Kanojo X e Ranma 1/2, percebi certas coisas semelhantes quanto ao visual dos personagens de ambas as séries, senão vejamos:
    1. A Mikoto Urabe têm um penteado que em certos momentos, se parece com a da Akane Tendo (Ranma1/2) e em outros, com a da Ami Mizuno (Bishoujo Senshi Sailor Moon) ou com a Rei Ayanami (Shin Seiki Evangelion). Isso quando o penteado permite ver os olhos dela, é claro. E falando nos olhos, o olhar dela, em certos momentos, lembra vagamente o do personagem “L” (Death Note).
    2. O Akira Tsubaki não se parece com o Ranma Saotome (Ranma 1/2), mas lembra mais o Ataru Moroboshi (Urusei Yatsura). Aliás, Urusei Yatsura é da mesma autora de Ranma 1/2, a famosa Rumiko Takahasihi;
    3. A irmã do Akira Tsubaki, Youko Tsubaki, lembra mais a Kasumi Tendo (Ranma 1/2) por causa da sua personalidade calma. Já na aparência, no entanto, ela se parece com outra personagem criada pelo autor de Nazokano X, a personagem Misako Mishima, de Yume Tsukai (série anterior a Nazo no Kanojo X e que já virou anime para TV, com 12 episódios, na década passada);
    4. Quanto a Ayuko Oka, não se parece com nenhuma personagem de anime ou mangá que eu me lembre no momento;
    5. Já quanto a Kouhei Ueno, ele se parece com o personagem Megane (Urusei Yatsura), principalmente por causa dos óculos, só que mais vagamente.
    É bem possível que as citadas obras de Rumiko Takahashi tenham inspirado o autor na concepção visual dos personagens. Mas isso é algo que só o autor poderia confirmar. De qualquer forma, as semelhanças entre as personagens das referidas séries é algo que não dá para passar desapercebido, No entanto, isso em nada afeta o carisma e o alto conceito dos fãs de Nazokano X (eu, incluso) em relação à série.
    Quem sabe? É possivel que Nazo no Kanojo X, pélo seu carisma, capacidade de envolver os fãs, bom roteiro, personagens cativantes, etc. seja o equivalente à série Urusei Yatsura (com as devidas diferenças, é claro) neste século.

    • Oi querido Nekomimi, vc de novo com outro comentário monstro, rsrs. Como eu disse, nao assisti a Ramma 1/2, mas senao me engano, falei q os traços dos characters design mas principalmente o “enredo descompromissado” — visto que é isso q a serie acima me passa — sao vagas lembranças e poderiam sim, terem servido de inspiração para o mangaká genial. Diferente da cena de GoldenBoy que citei, que de tão igual nem chega a ser uma inspiração…Outra coisa que falei na critica — que eu sei q vc nao leu, pq vc nao comenta os pontos argumentativos do meu texto, tampouco esse que eu discuto o sentido da obra — foi sobre estilo do mangaká — antigo — e também sobre o uso do ‘moe’. Primeiro o uso de estilo antigo dele pode ser, 1 – porque ele gosta simplesmente, 2 – pode ser pq se trata de uma historia de amor nos ritos mais antigos das historias de amor — oq eu acho — ou 3 – ele realmente quer fazer lembrar de mangas mais antigos. Das 3 possibilidades, nao podemos afirmá-las de fato, contudo como visto na “Discommunication” e seus traços antigos — ou seja, parece ser o gosto dele, logo, eu n acho q haja tanta referência a Ramma nesse ponto, somente como simples inspiração msm. Sobre o moe [onde vc cita Sailor Moon cuja tbm nao vi] eu tenho uma opiniao humilde msm: pra mim basta olhar os motivos [msm q ela msma desconheça deles] q a Urabe ora tem olhos “irritados“, ora “olhos de amor” [uso do moe], e logo teremos a resposta para os personagens q vc cita como exemplo, mas é so oq eu penso msm, posso ta falando besteira. De resto vou add seu email no msn para conversarmos um pouco. Abraços.

  5. Só mais uma referência aos ETs. Em alguns momentos na casa da Urabe, aparecem quadros com uma montanha chapada no topo e os dizeres “Devil Tower”. Pra quem assistiu “Contatos Imediatos do 3° Grau” , reconhece no ato a montanha que tem uma grande relação com os OVNIs do filme.

  6. Oiii, post muito divertido de se ler. Sobre a Urabe morar sozinha, confesso que isso não me chamou atenção, até ler esse post. Talvez pelo anime pouco mostrar a perspectiva dela…. mas de qualquer forma, em animes é bem comum a ausência dos pais, por estes não exercerem nenhum papel de autoridade sobre os personagens. Alguns autores dão uma explicação qualquer, outros não, e tem aqueles que representam os pais como “sombras”, apenas como figuração no cenário. Acredito que seja o caso da Urabe. No caso, “pais” (de criação), porque como ela mesmo diz no final, ela perdeu os dela. Acredito que como na maioria dos casos, ela deve morar sozinha mesmo. Enfim, ainda não estou lendo o mangá, me corrija se tiver dito alguma asneira😄

    • Nossa adorei essa explicação sobre “não exercerem nenhum papel de autoridade sobre os personagens.”Sensacional menina! Agora assim, n lembro dela ter falado isso no anime “ela perdeu os dela”…foi o tsubaki q perdeu a mãe…sempre qnd ela fala do pai, é algo como “está viajando a trabalho” ou “fui visitar ele no verão”, tanto no anime/mangá. Mas taí, certeza eu n tenho n. Coloquei isso dela sozinha, pq mastergiva e eu [tlvz pq somos homens] ficamos encasquetados com isso dela n ter nenhum parente em casa [o anime foca bem não ter chinelos na casa dela], cozinhar tudo sozinha, se cuidar msm. — engraçado q vc ficou bem interessada na visao de Tsubaki [cujo é o narrador da historia msm, e q pra mim nao podia ser mais real doq um “jovem com 16-17 anos”; eu era assim!;)]. Leia o mangá: é maravilhoso. Alguns dizem q lá as meninas sao melhor retratadas. De certo que os arcos são, no minímo épicos. Mand e eu tamos esperando o final do “arco do cinema” e o retorno da “momoka” [a idol, lembra?!], hehe, rsrs. Nosssaaa…como queria ver a 2 temp🙂. mas confesso q acho difícil…bjos!

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